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Esta entrada foi publicada em Segunda-feira, 12 de Junho, 2006 às 7:52 PM e está arquivada em Politicamente correcto. Pode seguir as respostas a esta entrada através do feed de RSS 2.0. Pode deixar um comentário ou um trackback no seu próprio site.
Se tivessem muitos brancos a correr era o que?
Um arrastão. Ou a cor das pessoas altera os actos que praticam? Roubar é roubar, matar é matar. Tanto faz que o autor seja branco, negro, amarelo, azul às pintas cor de laranja, ou cor de burro quando foge, como alguns dos negacionistas do arrastão. Claro que você pensa de maneira diferente, como se vê pela pergunta que faz. Para você – e para essa cáfila do Bloco de Esquerda – quando um branco rouba, é um ladrão. Quando um negro rouba, é uma vítima da exclusão a exteriorizar a sua revolta. Enforque-se. No ramo mais alto e com corda curta, se não se importa.
Não para mim é tudo igual, também não gosto de negro paranóicos que usam o rascismo para justificar certos delitos mas também gosto de ironias com negros, afinal eles também entram em panico se virem algo que os assuste ou ameace e não tem que ser um roubo a causa.
parece que está na moda fazer o “branqueamento” (palavra curiosa, neste contexto…) do que se passou em Carcavelos… A coisa aliás já se infiltrou nos mesmos Media que deram honras de abertura de telejonal ao que se passou em Carcavelos. Entre o oito (da negação) e o oitenta (das cachas de jornal) deve existir a Verdade… Houve arrastão, mas não na escala nem na frequência com que sucedem no Brasil… Negá-lo é convidar à sua repetição, e Gritá-lo é dar argumentos de sucesso aos “arrastoneiros” que continuam por aí, e à solta…
http://www.eraumavezumarrastao.net – Para todos os que ainda acreditam que houve um arrastão em Portugal. Viva Portugal!
Não houve arrastão na praia de Carcavelos. O que se verificou foi que, os canais televisivos, no “calor” do acontecimento chamaram-lhe arrastão devido às informações que os jornalistas iam recolhendo, junto dos banhistas e de elementos das forças de segurança. Com o tratamento da informação do sucedido, os órgãos de comunicação social, forças de segurança, sociólogos… deixaram de considerar a existência de arrastão.
Claro que, existem sempre pessoas a teimar chamar arrastão ao que aconteceu, na praia de Carcavelos. Uns, talvez porque não querem ver a verdade e, para sustentarem as suas “teses” de que os negros são socialmente violentos, criminosos… aproveitam-se do que aconteceu. Outros, pura e simplesmente, defendem qie ouve arrastão, porque foi o que ouviram em primeira mão. E, não se esforçam para saber mais sobre o assunto. É certo que os media influenciam, mas só se deixa influenciar quem é influenciável. Para além disso, como já referi, os órgãos de comunicação social investigaram o caso, e concluíram que não houve arrastão. Porém, também ainda existem aqueles que consideram a classe jornalística pouco fiável, por isto e por aquilo… põe tudo no mesmo saquito e, continuam achar que houve arrastão.
Correcção: “… pura e simplesmente, defendem que houve…” ao meu comentário anterior, com o nr. 6.
Pois é. “Pula mete nojo”, como diz o General D…
Contra factos não há argumentos e cantigas são cantigas.