Pérolas da poesia contemporânea – Candidaturas para o “Pior Poeta Português de Sempre”

10/31/2006

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Ora vamos lá fazer um intervalo nas coisas sérias e deixar o espírito vaguear pelo supérfluo, pelo ridículo e pelo mais patusco (embora lamentável…) achincalhamento da língua portuguesa, desde que Gutemberg inventou a Imprensa. Presumo que estes sejam os piores “versos” (?) já publicados no idioma de Camões. Mas como a blogosfera é imensa e a minha capacidade finita, apelo aos que me lêm: ajudem-me a encontrar algo de menor qualidade e a escolher o “Pior Poeta Português”…

Aqui estão mais duas sérias candidaturas:

Leiam, dêm umas boas gargalhadas, mostrem aos amigos e usem como exemplo para os vossos filhos, fazendo-lhes ver que, se não comerem a sopa toda, serão como eles, quando crescerem. Até dia 10 de Novembro, aceitam-se mais candidaturas ao “PPP” (“Pior Poeta Português”). A partir de dia 10 de Novembro, proceder-se-á à votação, através de email, de acordo com o regulamento que nessa altura será divulgado. Participa. Vem e traz um amigo também…


Pior que o Daniel Oliveira e o João Morgado Fernando, juntos!!!

10/31/2006

Se não acreditam que isto existe, podem ler com os vossos próprios olhos. Aqui, no Balloon. E também é poeta! Mas não consegue ser tão mau como o Joaquim Santos, o pior poeta da Blogosfera (e da Internet, e do Mundo, e do universo, e da História….)


Presidente da Comissão para a Igualdade Racial ataca povos do Leste europeu

10/31/2006

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Para Trevor Phillips, os europeus de Leste são racistas. Por isso, recomendou ao Governo que limitasse a entrada de cidadãos desses países na Inglaterra. Curioso. Nunca se colocou problema nenhum em relação a imigrantes de outros países, que não sejam brancos de olhos azuis. Não há racistas entre os africanos e os árabes, Mr. Trevor Phillips?


O perigo que chega da Guiné-Bissau

10/31/2006

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Este pequeno, miserável e esfomeado país (?) africano está a transformar-se num entreposto para traficantes de droga, com Portugal e numerosa comunidade de imigrantes proveniente daquele país a servir de canal de escoamento para o mercado europeu. Dois traficantes colombianos, detidos na posse de cerca de 650 quilos de cocaína, em Bissau, foram mandados em liberdade pelo juiz encarregue do caso, Gabriel Madjanhe Djedjo.


Mulheres são culpadas das violações de que são vítimas

10/31/2006

Esta é mais uma homenagem a esses campeões do multiculturalismo, incansáveis defensores das minorias étnicas, acérrimos inimigos de tudo quanto é europeu, cristão e branco. Já adivinharam? Claro, só podia ser o Bloco de Esquerda. Um dos elementos do Muslim Council of Britain elogiou o clérigo muçulmano que acusou as mulheres australianas de serem culpadas pelas violações, por não usarem o saco de batatas enfiado pela cabeça abaixo. O atrasado mental, recordam-se os leitores, comparou as mulheres australianas sem véu a “carne destapada”, deixada na rua. “Se os gatos vierem e comerem a carne, de quem a culpa? Dos gatos ou da carne?”


Galeria de honra – Personalidades da comunidade negra (I)

10/31/2006

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Nesta nova rubrica, o primeiro destaque vai para Kamau Kambom, professor universitário norte-americano, defensor do extermínio da raça branca.


Muçulmana inglesa no centro da polémica do véu pertence aos Tabligh Jamaat

10/31/2006

Aishah Azmi, educadora de infância, esteve no centro de uma enorme polémica, quando se armou em vítima e andou a chorar pelas televisões, acusando os responsáveis pela escola onde trabalhava de a impediram de usar o niqab, aqele saco de batatas preto enfiado pela cabeça abaixo, com uma faixa estreita que deixa ver apenas os olhos. Acontece que a senhora, quando foi à entrevista para obter o emprego, não usava o niqab. E as crianças queixavam-se que não percebiam o que a senhora dizia, quando falava. A dita cuja já tinha sido apanhada a mentir, na BBC. Soube-se agora que é membro de um grupo fundamentalista, os Tabligh Jamaat, com forte implantação em Portugal, especialmente na margem Sul do Tejo, onde reside um dos seus principais líderes, o xeque Rachid Ismael – uma das várias faces do Islão em Portugal.


378 razões para fugir do multiculturalismo como Maomé fugia do toucinho

10/31/2006

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Ora aqui está uma página interessante, sobretudo para mulheres. Excluindo as do Bloco de Esquerda, que estão sempre ao lado do “respeito pela cultura dos outros”, mesmo quando isso significa aceitar a prática de um crime ou fazer de conta que ele não existe. Como as violações em grupo, levadas a cabo por jovens negros, paquistaneses e libaneses, tendo como alvo mulheres brancas.


Boas-vindas a uma alegada muçulmana

10/30/2006

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Recentemente, uma alegada muçulmana colocou aqui um comentário, afirmando que “em Portugal há mais de 18.000 (dezoito mil) queixas por ano relativas à violência doméstica (…) E é por isso que no Islão é proibído bater na mulher, excepto em situações em esta ponha em risco a sua própria vida ou da família, e outras situações de infidelidade MAS SÓ DEPOIS DE VÁRIOS AVISOS e VÁRIAS NOITES EM CAMAS SEPARADAS. E nunca se pode bater na cara.”

Ora digam lá se isto não é próprio de uma atrasada mental! Será que é alguém que se faz passar por muçulmana, no sentido de denegrir os próprios muçulmanos? Será um chamado “agente provocador”? Só pode…


Hoje, só vou comprar o Expresso

10/28/2006

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E como eu, muitos outros. A quantidade de exemplares de O Sol que se vêem nas bancas, à segunda-feira, é mais do que sintomática. É dramática. Ainda não foi desta que alguém conseguiu matar o pai, como disse Balsemão, comentando a saída de José António Saraiva do Expresso e o seu projecto de um novo semanário para concorrer com o ‘excelentíssimo dinossauro’ da Imprensa portuguesa.


Endereço de email do Máquina Zero

10/28/2006

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Lembrando os “Anjos da Morte” – Um crime racial esquecido

10/27/2006

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No dia 20 de Outubro de 1973, na zona de Telegraph Hill, um grupo de negros raptou um casal branco e conduziu-o para uma zona isolada, dentro de uma carrinha branca. Armados com catanas, decapitaram a mulher, Quita Hague, depois de a violarem. Richar Hague foi atingido várias vezes no rosto e no crâneo. Os assassinos deixaram-no no meio da rua, julgando-o morto. Richard Hague recuperou a consciência e conseguiu chegar a uma zona mais movimentada, onde foi socorrido. Começava assim um período de terror para os brancos residentes em São Francisco, conhecido por “Zebra Killings” ou os “Anjos da Morte”.

Depois de mais de uma dezena de mortes, a polícia decidiu lançar uma grande operação para capturar os assassinos, baseando-se nas descrições feitas por largas dezenas de testemunhas e alguns sobreviventes. No entanto, a operação teve que ser cancelada, poucos dias depois, devido a queixas da NAACP da ACLU, associações de defesa dos Direitos Cívicos e dos negros. O facto de a polícia apenas procurar identificar jovens negros, seguindo a descrição feita pelas testemunhas, foi considerado inconstitucional pelo juiz Alfonso J. Zirpoli e a polícia de São Francisco, cedendo à pressão da comunidade negra, desistiu da operação.

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Finalmente, um dos elementos do gang de assassinos negros, Anthony Harris, decidiu colaborar com a polícia, depois de um retrato-robot que o identificava ter sido publicado pelos jornais locais. Harris descreveu em pormenor o primeiro assassínio ritual do grupo, que fazia parte da Nation of Islam de Louis Farrakhan e se designava a si próprio por “Anjos da Morte”: raptaram um sem-abrigo branco e cortaram-lhe, lentamente e pedaço a pedaço, os braços e as pernas. A polícia agiu rapidamente e prendeu cinco membros do grupo, julgados e condenados a pena de prisão perpétua.

O objectivo do grupo era matar o maior número possível de brancos, considerado membros de uma raça inferior, “demónios de olhos azuis”. O assassínio dos brancos era também um ritual obrigatório para admissão no grupo e a sua concretização era assinalada com a entrega de um pin de lapela com um par de asas de anjo – isto porque os elementos do grupo acreditavam que cada branco morto lhes garantia mais um ‘ponto’ no caminho para o paraíso. Na posse de um dos elementos foi encontrado um álbum com mais de uma centena de fotos de membros, com as asas de anjo que comprovavam a morte de brancos, na lapela. A quota mínima, para ser aceite, era de nove homens brancos mortos, podendo ser também cinco mulheres e quatro crianças.

Os cinco indivíduos julgados foram considerados responsáveis por 15 assassínios e o caso foi encerrado. A polícia de São Francisco nunca investigou o famoso álbum de fotos nem procurou localizar os indivíduos ali identificados. A EAIF (European American Issues Forum) organiza, há cinco anos, uma celebração em memória das vítimas dos “Anjos da Morte” e tem tentado que as autoridades reabram o caso, sem sucesso.


Porque é fundamental travar o Islão na Europa

10/27/2006

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Uma lista de razões, muito simples e claras, que provam como a sobrevivência da Democracia, na Europa, depende da nossa capacidade para travar a expansão demográfica islâmica. Leia o que escreve o Observatório da Jihad e assuste-se. Há motivos para isso.


Velhos tempos

10/27/2006

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Por mero acaso, cruzei-me com um post onde se recorda uma interessante notícia do falecido O Independente, sobre a participação de António Guterres em actividades da Mocidade Portuguesa. Às tantas, dei por mim a lembrar-me dos muitos e divertidos fins-de-semana passados em acampamentos, em marchas, em treinos para-militares (onde manuseei pela primeira vez uma arma..) e procurei os acordes familiares do velho hino – que encontrei aqui. Recordar é viver. E escusam de mandar bocas. A Mocidade Portuguesa não era nem a Juventude Hitleriana nem os Pioneiros de Stálin. E poucos dias antes do 25 de Abril, o Estádio da Luz em peso aplaudiu delirantemente, durante longos minutos, o sr. Presidente do Conselho, professor doutor Marcello Caetano, quando ele tomou o seu lugar para assistir à final da Taça de Portugal em futebol. Pois, pois. Era o fascismo, eu sei…


Convertido!

10/27/2006

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Calma! Convertido apenas a esse mundo fascinante do “Social Networking”! Já estou no MySpace, aqui, onde se abre uma nova frente de combate, a partir de agora.


Mexicanos miseráveis, imbecis e mal-agradecidos

10/26/2006

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Por estranho que pareça, ainda me consigo indignar. Julguei perdida essa capacidade, depois de ouvir tantas vezes o Boaventura Sousa Santos e o Francisco Louçã. Mas afinal, ainda havia um resquício de sensibilidade que resistiu a estas duas aventesmas. E confesso que até saltei do sofá, esmurrei a palma da mão, larguei três impropérios em voz baixa (embora a mulher estivesse na cozinha) e bufei meia-dúzia de vezes.

Apeteceu-me ter menos 20 anos para poder fazer mais que resmungar, protestar e votar contra, de quatro em quatro anos. E porquê? Porque, ó Senhora do Almortão, estes anormais destes pés-descalços destes mexicanos, esfomeados, corruptos, traficantes de droga e assassinos, que não conseguem governar-se civilizadamente e quase se comem uns aos outros no seu país, queixam-se de que a construção de um muro na fronteira com os EUA é um atentado contra os Direitos Humanos.

Como? Então um país que toma medidas para impedir a prática continuada de um crime, está a atentar contra os Direitos Humanos? Claro que a indignação é manifestada, basicamente, por anormais cujos cérebros estão profundamente delapidados pelo consumo de muita tequila e tacos estragados e por jornalistas de Esquerda, que reproduzem qualquer arroto, desde que tenha cheiro de anti-americanismo (está-lhes na massa do sangue, são clonados para isso…) Mas já não deve faltar muito para o José Saramago ir em romaria a Tijuana, apelar aos proletários de todo o mundo para que destruam a vedação. Aliás, consta que o comuna mais famoso de Portugal já abriu as portas da sua luxuosa casa na ilha de Lanzarote, nas Canárias, para dar abrigo a alguns dos muitos milhares de imigrantes ilegais africanos ali chegados… Pois, pois…


“A Pequena Drummer”, novo livro de John Le Carré…

10/26/2006

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Pelo menos de acordo com a última edição da revista “Visão”. Ainda por cima, numa entrevista feita ao próprio John Le Carré. É verdade que a entrevista foi feita por um jornalista dinamarquês, e traduzida de inglês para português. Mas nenhum responsável passou os olhos pelo texto, antes de a revista ser impressa? Com a devida vénia, transcrevemos a passagem em causa: “Escrevi ‘A Pequena Drummer’ sobre o Médio Oriente e, desde o fim da guerra-fria todos os meus livros se passam no estrangeiro” – John Le Carré, in revista Visão, edição nº 712.

Já agora, esclarecem-se os leitores menos conhecedores da obra de John Le Carré que o livro em questão se chama, no original, “The Little Drummer Girl” e que foi publicado em português com o título “A Rapariga do Tambor”, uma tradução quase literal. O analfabetismo e a ignorância avançam a galope pela Imprensa adentro.


Ai, coelhinho, coelhinho…

10/26/2006

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se eu fosse como tu! Se eu tivesse tanta lata e tanta lábia! Se eu fosse tão lampeiro e ligeiro, tão escorreito e saltitão! Se eu fosse como tu, coelhinho, coelhinho, tão sábio e tão matreiro, tão raposa e tão furão, tão branquinho e tão fofinho! Se eu fosse como tu, coelhinho, coelhinho, também estava agora a cuspir para o ar sem me cair na testa, a atirar pedras sem partir os meus telhados de vidro, a bater no peito sem pecados para confessar, enquanto pegava no primeiro calhau que haveria de atirar!

Ai coelhinho, coelhinho, se isto fosse um país a sério, andavas há muito tempo na manga do casaco de uma amante de um industrial têxtil do Vale do Ave! Estavas há muito no forro das botas de uma brasileira enregelada algures num bar de alterne nos arredores de Bragança! Passeavas-te há muito no topo do crâneo de um africano transido de frio com a agreste nortada que sopra nas faldas da Serra da Estrela! Fazias há muito de astracã, tingido de negro e cortado em mantinha, a aquecer as pernas flácidas e encarquilhadas de um banqueiro reformado na sua mansão da Quinta da Marinha!

E não te limitavas, coelhinho, coelhinho, a mandar postas de pescada para o ar, como se nada tivesses a ver com o que este País é e foi, nos últimos 30 anos, tu, ó coelhinho desavergonhado, que arrastaste as botas por mais ministérios do que carros eu tive em toda a minha vida e sentaste o rotundo traseiro em mais cargos poderosos que ataques de acne eu sofri, na minha fugaz juventude!

Ai coelhinho, coelhinho! Num país a sério, dizer o que tu disseste sobre a tragédia de Entre-os-Rios faria com que te pendurassem pelos calcanhares de uma ponte dez vezes mais alta, com uma corda de piano atada ao abono de família e um peso de 30 quilos na outra ponta…


A lenta subversão da Europa às mãos das suas mortíferas minorias

10/26/2006

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Nota – A foto que ilustra este post é de um matadouro improvisado, em França, onde muçulmanos degolam e preparam ovelhas para a festa do final do Ramadão


Outra homenagem à Joana Amaral Dias e restantes mulheres do Bloco de Esquerda (*)

10/26/2006

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Apenas para recordar que um dos principais líderes religiosos muçulmanos da Austrália considera que as mulheres vítimas de violação só têm que se culpar a si próprias, porque inicitam os homens, com a forma como se vestem. Na foto, imagem de uma mulher devidamente vestida, de forma a não incitar uma violação.

(*) – Esta homenagem é suscitada pelo quase total (e cúmplice…) silêncio do Bloco de Esquerda em relação à forma como as mulheres muçulmanas, em Portugal e pelo mundo fora, são oprimidas, espancadas, exploradas, violadas, assassinadas, queimadas com ácido e vítimas de Mutilação Genital Feminina – tudo isto com o beneplácito e a autorização dos responsáveis religiosos muçulmanos.