
Viram o título deste post? Se eu vestisse de outra maneira, tivesse um vocabulário ao nível de um chimpazé, cadastro na polícia, um pitbull, três filhos e respectivas mães abandonadas à sua sorte, não trabalhasse e dois terços da minha família recebesse o Rendimento Social de Inserção, era um rapper. E depois, podia insultar QUASE tudo e todos, de QUASE todas as raças, e podia chamar racistas aos portugueses, fazer álbuns intitulados “PortuKKKal” e outras coisas que me apetecesse. Bem, mas não sou. Felizmente. A genética tem destas coisas…
Veio-me esta divagação à cabeça quando vi as notícias sobre um novo canal de televisão, que aposta na lusofonia – uma palavra que me dá logo vontade de puxar atrás a culatra da G-3 que me acompanhou durante tantos meses de mato. Depois, uma conversa de comunidades, África, jovens, que é logo coisa para me deixar desconfiado. Andei à procura do site da CLP TV na net, mas não encontrei. Bom. A ver vamos, como dizia o cego. Multiculturalismo já há que chegue, neste rincão à beira-mar plantado. Na minha humilde opinião.