O psicólogo dinamarquês Nicolai Sennels alerta para a incapacidade dos imigrantes muçulmanos se integrarem na sociedade ocidental, lembrando que cerca de 70 por cento dos detidos nas cadeisa dinamarquesas são muçulmanos. No Paquistão, um cristão foi espancado até à morte por beber da mesma caneca que os muçulmanos utilizavam, num café. O proprietário tem um sinal à porta, onde se lê que aquele café só serve muçulmanos. Ishtiaq Masih não reparou no sinal e bebeu um chá. Custou-lhe a vida. No subúrbio de Villiers-le-Bel, em Paris, preparam-se novos confrontos entre “jovens imigrantes” e a polícia.
Na Finlândia, numa vergonhosa demonstração de dhimmi, as autoridades concordaram em reservar as piscinas, durante determinados períodos do dia, apenas para mulheres muçulmanas. Cá em Portugal, a escola situada diante da mesquita de Lisboa já fecha as portas, várias vezes por ano, em dias sagrados do Islão. Estamos no bom caminho.
Em Inglaterra, o pais europeu mais subserviente à invasão islâmica, os polícias em serviço no aeroporto de Heathrow foram proibidos de usar uma pequena bandeira nacional no uniforme. Ainda neste pobre país, uma convertida ao Islão processou os patrões, porque o uniforme de serviço, como empregada de bar, a fazia parecer uma prostituta. E ganhou.
No Paquistão, uma jovem cristão foi violada, torturada e assassinada, por se recusar converter ao Islão. Nada de surpreendente, naquele país de assassinos e extremistas islâmicos. No Egipto, o patético presidente norte-americano, Barak Hussein, convidou um grupo de jornalistas para uma entrevista colectiva. Dois jornalistas árabes recusaram-se a participar, por estar presente um jornalista israelita.