Uma das iniciativas mais cómicas, por parte destes rapazinhos africanos que escrevem (??) no “Jornal do Gueto”, tem a ver com a exigência de que a História africana (?) seja ensinada nas escolas portuguesas. Fundamentam esta imbecilidade argumentando que “as grandes civilizações africanas deram grandes contributos para o mundo”.
A seguir, os candidatos a nazis (de outra cor, claro…) apontam a civilização egípcia como exemplo de uma grande civilização africana. Infelizmente, estes “Black Panthers” da Arrentela não conseguem citar mais nenhuma civilização que se tenha desenvolvido na zona geograficamente designada como África.
Pois não. Porque a África negra, a chamada África subsahariana não produziu nenhuma civilização digna desse nome. Nenhuma tribo ou cultura da África negra desenvolveu sequer a escrita. Mas enfim, coitados! Se eles se sentem felizes a fingir que os seus antepassados eram algo que nunca foram, nós, europeus, até podemos ser um pouco tolerantes.
E, já agora, convém lembrar que ainda hoje a África negra continua a dar o seu contributo para a civilizção mundial. Basta ver este vídeo para confirmar isso…

11/02/2009 ás 6:14 PM |
“”"”não conseguem citar mais nenhuma civilização que se tenha desenvolvido na zona geograficamente designada como África.”"”
Conseguem sim !
Alem da palhaçada da antiga egìpcia, ou mais que os gregos eram negros (não riem), ou que os negros descobriram a amèrica a bordo de pateras etc…
Somente encontravam-se reinos africanos nas zonas islamizadas como o actual Mali, aquilo que os portguêses chamavam no sèclo XV os mouros negros.
O que não querem houvir, è que esses reinos tiravam a sua forca (tal como as civilizções da antiguidade) do comèrcio dos escravos, assim como eles enriqueceram muito graças aos europeios.
Infelizmente para eles, isso acabou tudo que foi a obolição da escravatura.
Hà tambem o reino do Sudão, que os portugueses tiveram que combater para chegar atè a India.
O grande pensador que criou o movimento “Afro-centrista” è o Cheik Anta Diop, hoje existe universidades especificas para negros no EUA e no Canadà.
Essas theorias são dirigidas a um publico, inculto, analfabeto, disposto a aceitar quelquer theoria sem nenhuma auto-critica, desque pode sustentar o racismo e o òdio que têem por os brancos.
Um dos lemes deles, è o mito da fraternidade negra que nunca existiu como se pode ver mesmo hoje em dia.
Enquanto os multiculturàstas querem impor uma sociedade mestiça (os termas estão incluìdos no tratàdo de Lisboa), eles não vêem ou não querem ver que està a subir movimentos tanto negros como àrabo-muçulmanos, radicais, cujo o credo è de acabar com os brancos e a civilização ocidental.
Depois vêem nos falar das theorias da carochinha do “viver juntos” etc…
Rio sur Seine (jai Bettancourt)