Um pedaço de esterco

Dizia Deng Xiaoping, a propósito da sua falsa "abertura" ao Ocidente, que sempre que se abre uma janela, também entram moscas. A mais nociva de todas as organizações americanas – ela também, um produto da liberdade – é a American Civil Liberties Union (ACLU), a campeã do niilismo e do relativismo. Em contínua campanha contra tudo o que seja valor ou princípio, defendcendo apenas o princípio de que não há nenhum valor em nada, a ACLU já apoiou, por exemplo, bombeiros negros que se recusavam a deixar colocar uma bandeira americana nos seus veículos. Agora, quer acabar com o Juramento de Fidelidade, a "Pledge of Allegiance", e com a exigência de que os alunos a ouçam de pé. É neste tipo de gente que o Bloco de Esquerda vai buscar inspiração. E em redor de ambos flutua uma multidão de moscas.

Mas uma boa notícia, agora que o Supremo Tribunal dos EUA se viu livre de gentalha aparelhada de forma idêntica ao Bloco de Esquerda e à ACLU.  O tribunal aceitou analisar a questão dos critérios raciais na admissão às escolas públicas, uma conquista da do lixo de Esquerda, com o disfarce da integração racial. Basicamente, o sistema funciona assim: 1º critério de admissão, o facto de a criança ter já um familiar na escola; 2º critério, se a admissão da criança iria ajudar a escola ater uma percentagem de alunos idêntica á da média da cidade (no caso, Seattle, 60 por cento de negros, 40 por cento de brancos). Ou seja, um aluno podia ser recusado por ser branco. Ou negro. Tudo em nome do combate ao racismo.

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