f, uma patega ingénua?

Uma jornalista que assina f – num assomo de virtuosa modéstia, como se ninguém soubesse quem ela é – escreve enormidades do género: "Celebrei a morte de al-zarqawi, como celebrarei a de bin laden, se só o conseguirem apanhar morto.mas continuarei a considerar obscena a exibição dos mortos e terrível a morte dos que, não sendo como ele e não tendo colaborado no que ele era e fazia, morreram com al-zarqawi." A tolinha condena, aparentemente, Al-Zarqawi. Mas não deixa de salientar que os seus executores cometeram crimes. Mataram outras pessoas que, alegadamente, não tinham culpa. Glória fácil, esta de não estar em lado nenhum, estando em todos, por estar contra tudo, de forma a não estar ao lado de ninguém.

O dar no cravo e na ferradura, é típico de gentalha de Esquerda, apoiantes confessos de qualquer "Gisberta" que se lhes atravesse à frente. Nunca há valores claros, situações simples, preto no branco, o bem e o mal. É tudo relativo. Al-Zarqawi foi bem morto, isso foi. Mas foi um erro matarem-no naquelas circunstâncias. Deviam ter esperado que ele estivesse sózinho. Ou desarmado. Ou quando visitasse Washington. Talvez na sua próxima viagem à Lua. Ó f, santinha, vá-se tratar. Você vê demasiados filmes, onde a guerra tem música de fundo.

Precisava era de sentir o cheiro a merda, sempre que alguém morre com um tiro. Sabe porquê? Porque todos os músculos do corpo se relaxam, incluindo o esfíncter, e o conteúdo dos intestinos vem cá para fora. Era disso que você precisava. Andar três horas a apanhar pedaços de corpos, a tirar restos humanos do tecto de uma carruagem de comboios. Ou a enterrar os seus filhos, depois de um terrorista os ter chacinado num autocarro de Londres. Para ver se depois ainda continuava com essas ideias de ingénua patega que acha que a guerra pode ser feita de forma clínica, sem falhas, sem erros, sem vítimas inocentes, sem baixas colaterais e com um manual da Convenção de Genebra na mão esquerda, à medida que carrega no gatilho com a mão direita. 

A santinha está sempre bem com Deus e com o Diabo. Condena os terroristas mas não deixa de atacar aqueles que os combatem. Vomitemos uma frase desse anormal que não tomava banho, o Brecht, o porco santificado, o ídolo da Esquerda acéfala, a desculpa para todas as cobardias. Era mais ou menos isto: "Do rio que tudo arrasta se diz que é violento, mas não se dizem violentas as margens que o oprimem". Eis o Graal desta gente cuja maior contribuição para o património genético da Humanidade seria auto-excluírem-se dele. Ó f, minha santinha, se gosta tanto de terroristas, siga-lhes o exemplo e faça-se rebentar. Eu ofereço o nitrato de amónia. 

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