Consulado português em Macau nega asilo político a cidadão chinês

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Ora aqui está uma notícia curiosa. De acordo com um jornal português de Macau, um indivíduo chinês entrou no consulado português e pediu asilo político. Os funcionários do consulado explicaram-lhe "que não era possível oferecer-lhe protecção consular, por não se encontrar em condições para o requerer" e chamaram a polícia, que o deteve. Como é? Não estava em condições de requerer asilo político? O que é isto?

PS – Algumas horas depois deste post, verifico com surpresa que o cônsul português em Macau, Moitinho de Almeida, explicou que “não há qualquer possibilidade de dar protecção consular a um cidadão não nacional." Ou seja, as representações diplomáticas portuguesas não dão asilo político. Mas deram ao Nino Vieira, na Guiné-Bissau. Serão novas instruções do professor Freitas do Amaral? Nenhum jornalista pergunta ao Carneiro Jacinto o que se passa? É que, ao longo da História, as embaixadas e consulados sempre constituíram refúgio seguro, nestas situações. Será que o Governo de José Sócrates inaugurou uma nova fase na política externa portuguesa, rejeitando pedidos deste género?

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