(I) Jornalistas de causas – Filomena Martins, Correio da Manhã

O mais populista, popularucho e (infelizmente) popular dos diários portugueses tem uma subdirectora de fazer inveja à tropa que milita no Público, o panfleto mais bem disfarçado de jornal. Como é que a jornalista Filomena Martins reage, perante a extrema-direita? Cortando a direito (salvo seja..) nos princípios mais elementares do jornalismo (a insenção, a imparcialidade, o relacto factual dos acontecimentos e outras balelas e tolices que a ética e a deontologia referem) e propondo que os jornalistas façam isto:

A melhor forma de lidar com esse fenómeno desprezível, xenófobo e racista, tem duas vias: o ataque, relevando o pior do que defendem sem contemplações e controlando os seus passos ao milímetro, agindo contra todas as ilegalidades; ou o desprezo, cortando-lhe campo de manobra e impedindo qualquer tipo de promoção.”

Parabéns, Filomena Martins! Já agora, em relação à extrema-esquerda, defende o mesmo?

4 respostas a (I) Jornalistas de causas – Filomena Martins, Correio da Manhã

  1. Ana diz:

    Bem visto, sim, senhora. A isenção e imparcialidade devem mesmo ser condições inerentes a qualquer jornalista. O único espaço onde o jornalista pode dar a sua opinião é em crónicas e artigos de opinião. Certo? Certo. Estará este artigo aí incluído? Eu penso que sim. Aliás, acho que este é um artigo de opinião puro e duro. E como tal, deve ser assim entendido. (acho eu….). Aliás, no cabeçalho da página está “Opinião Filomena Martins”. Não é uma notícia, nem uma reportagem, nem uma breve. É um artigo de opinião.

    Então o CM é o mais populista? E o 24 Horas? E o Tal & Qual? hehe….

  2. Muito bem. Então o jornalista opina de forma contrária a princípios fundamentais e sagrados que devem pautar a sua actuação profissional? E não faça confusões: a senhora Filomena Martins defende que seja essa a actuação dos órgãos de Comunicação Social. Ou seja, propõe e defende violações graves da deontologia e ética jornalísticas. A opinião dela é que os jornalistas devem tratar a extrema-direita de maneira diferente, em relação a todos os outros partidos. E lembra até que essa prática tem sido seguida. Minha cara Ana, os mortos são iguais, quer tenham sido assassinados por Hitler ou por Staline. Claro que o CM é populista, no sentido demagógico e manipulador do termo. O CM assume uma fachada de respeitador íntegro dos princípios jornalísticos e pratica uma demagogia noticiosa de pendor populista, estando sempre ao lado da maioria. O 24 Horas é um acidente. Um panfletozeco inspirado em revistas cor-de-rosa que pensou ser jornal. Felizmente, a circulaçõ está a descambar, o ue prova que o povo não é assim tão estúpido. O Tal & Qual já se deixou de publicar, há muito tempo. Há um conjunto de folhas impressas que aparece nas bancas, com o mesmo título. Mas as semelhanças acabam aí.

  3. ????. olhe meta na emternete

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