Parlamento Europeu pressiona tribunais portugueses – Lóbi gay mostra o seu poder

A morte de um transexual, no Porto, fez eco em Estrasburgo. Os deputados do Parlamento Europeu agitaram-se, quiçá amedrontados por uma baixa nos seus apoiantes e aprovaram uma moção exigindo aos tribunais portugueses que punissem exemplarmente os assassinos do(a) Gisberta. A cáfila de Esquerda ganiu e concordou, fazendo coro com esta nojenta interferência do poder político no nosso sistema judicial. Mais recentemente, duas crianças belgas foram raptadas e mortas, confirmando-se a violação de uma delas. O lóbi gay ficou silencioso. Os deputados do Parlamento Europeu não aprovaram nenhuma moção. A Fernanda Câncio e outras(os) jornalistas defensores acérrimos de causas desviantes deixaram as canetas no tinteiro. A Ilga, organização defensora de tudo o que seja tara sexual, não atribuiu prémios. Para esta gente, vale mais um(a) transexual, prostituto(a) e toxicodependente do que a vida de duas crianças de 7 e 10 anos.

12 Responses to Parlamento Europeu pressiona tribunais portugueses – Lóbi gay mostra o seu poder

  1. L diz:

    Olá. O teu blog é mesmo totó, sabias?
    Nem vou corrigir a tua ligação da pedofilia às pessoas LGBT, nem dizer que a Transexualidade não é uma orientação sexual, nem que não há, tanto quanto sei, nenhum caso registado de pessoas Transexuais pedófilas, nem que tu também não te preocupaste em te manifestar contra a morte das crianças, nem que a Gisberta, prostituta ou não (não foi escolha dela, já agora), tem tanto valor quanto qualquer Ser Humano. Porquê? Porque somos tod@s criad@s iguais, por muito que não acredites.

    Espero que ganhes algum juízo e maturidade, porque o teu tipo de ideologia não é só mau para o resto da sociedade, também acaba por ser para ti. Pensa só em como podias estar a namorar, ler um livro ou fazer amigos se não te incomodasses em escrever neste blog. Enfim.

  2. Meu caro, definitivamente, você não percebeu o que eu escrevi. Deixe lá. Mesmo que percebesse (com um desenho, por exemplo), você não conseguia entender.

  3. L diz:

    Cara menina máquina zero (a quem me troca o género eu faço o mesmo):
    Força, faça-me um desenho. Explique-me como se eu fosse mais grunha que o Mário Machado… 😀

  4. L diz:

    Já agora: por onde anda o lobby Gay? E o Transexual? Qual é a morada deles? Quero-me inscrever… 😀

  5. Oooops! Não seja tão sexófoba! Ficar tão ofendida por eu ter depreendido que estava a falar com um homem! Não fiz nenhuma ligação de pedofilia às pessoas LGTB. Você diz que fiz. Não percebeu o que eu escrevi. O que eu comparei foi todo o ‘folcrlore’ – manifestações, vigílias, prémios, resoluções do Parlamento Europeu, etc, etc – por causa da morte de um transexual (ou diz-se uma transexual, neste caso?) com a quase total ausência de manifestações e/ou inicativas, depois de duas meninas de 10 anos serem mortas (e uma delas, pelo menos, violada).
    Comparando estas duas situações, critiquei o facto de, para determinadas pessoas, uma vida valer mais do que outra.
    Percebeu? E percebeu que a sua resposta é sem sentido, porque eu não liguei a prátgica da pedofilia ás pessoas com outras orientações sexuais?
    Quanto aos lobbis de que fala(mos), ó minha cara, não se faça de ingénua. Não tem idade para isso.

  6. L diz:

    Humm. Deixe cá ver.

    1º A Gisberta mão era nem um nem uma “Transexual”, era um Ser Humano em primeiro lugar, uma Mulher em segundo, e, em terceiro, uma Mulher Transexual. E a Transexualidade, que é uma característica inerente e biológica (tecnicamente, é uma condição de intersexualidade, onde a parte neurologica / hormonal e possivelmente outras não coincidem com o sexo genital ou o genético – se quiser saber mais dê uma espreitadela ao meu blog, e acredite que não entra em combustão espontânea se lá entrar – desde que não veja a secção de links…), ao contrário das ideologias (que são aprendidas / escolhidas), não é uma orientação sexual, é uma questão de identidade de género. Uma pessoa Transexual pode ser Hetero, Homo, Bi ou Asexual.

    2º Você faz a associação com a pedofilia de modo muito pouco subtil, misturando os dois assuntos no mesmo post. Um bocadinho como o padre disse que os rapazes tinham sido assediados “por um pedófilo”, mas sem se referir à Gisberta directamente (é estranho que os padres da ICAR acusem tanta gente de pedofilia, quando dos 30,000 padres da ICAR dos EUA, 17% já foram acusados pelo menos uma vez de pedofilia, mas enfim).

    3º Nenhuma das vidas era mais ou menos importante que a outra. Só que os casos foram diferentes, um motivado pela transfobia, outro por uma doença perigosa chamada pedofilia. O caso da Gisberta foi mais ou menos único também porque os assassinos eram muito jovens, e porque houve um período de 4 dias (pelo menos) de tortura violenta que precedeu a morte, o que é muito menos comum que os homicídios motivados por pedofilia. E, já agora, as duas crianças vão provavelmente ver justiça ser feita se o criminoso for apanhado (desconheço como vai o caso), enquanto que a Gisberta não só não foi vítima de transfobia, segundo o tribunal, como nem sequer de homicídio (é estranho uma pessoa que não morreu nem de causas naturais nem de homicídio… estar mesmo morta!). Mas se acha que as prioridades dos média estão trocadas, pergunte-lhes porque é que falam da vida maravilhosa do jet 7 em vez de guerras, mortes, fome, doença, catástrofes e injustiça.

    4º Não sei realmente onde andam os lobbies, juro! Nem sequer conheço bem as associações LGBT, mas a maioria delas nem sequer instalações próprias tem, os associados andam pelas dezenas ou centenas na maioria das associações e menos de um milhar na mais numerosa, apesar do milhão de portugueses que é LGBT. Ah, já percebi. Os lobbies LGBT devem ser como deus: omnipresentes e omnipotentes, mas ninguém os vê, nem se vêm ou sentem os resultados do “imenso” poder que têm. E, já agora, as pessoas LGBT não têm direito a revindicar nadinha nem a lutar pelos seus direitos?

    5º O que é a sexofobia? É daquilo que o sr. Ratzinger sofre?

    Sr. Máquina Zero: para acabar só queria dizer isto. Para se ter uma ideologia convém mais substância que forma. Ter a última mas não a primeira não é muito bom sinal. Mas acredito que todas as pessoas que erraram têm a capacidade de reparar nisso eventualmente, e partir para ideologias mais tolerantes e produtivas. Já reparou no barulho imenso que faz por questões de nada neste blog?

    Fique bem (e deixe crescer esse cabelote).

  7. Cara L:

    Começando pelo fim: alguma vez pensou que pode haver pessoas para quem as “questões de nada”, abordadas neste blogue, sejam importantes? Admite isso? Ou pretende impôr a sua classificação sobre a importância das coisas às pessoas que não pensem como você?

    Não me acuse do que eu não digo. Não distorça o que eu escrevi. Eu não associei, em momento nenhum, a pedofilia e as orientações sexuais desviantes. Comparei reacções da sociedade e de vários dos seus produtores de opinião e protagonistas, em dois casos distintos, com traços comuns: violência sexual e morte. Pelos vistos, você não me autoriza que eu misture os dois assuntos no mesmo post. Porquê?

    Continua sem me esclarecer porque razão é mais importante uma vida que outra. Porque razão o Parlamento Europeu aprova uma resolução (certo, proposta por essa deputada notoriamente afectada por desequilíbrios emocionais profundos, a Ana Gomes..) exigindo uma pena pesada para os assassinos da Gisberta e fica de braços cruzados perante as vítimas da pedofilia. Entre outras situações.

    Não percebo quando fala de reivindicar direitos para as pessoas LGTB. Não têm os mesmos direitos que quaisquer outros cidadãos? Ou querem mais? Acham que a vossa orientação sexual diferente justifica que vos concedam privilégios? Consideram-se seres superiores, em relação ao cidadão comum, heterossexual?

  8. L diz:

    Ai meu deus (em quem não acredito).

    Máquina Zero, já compreendi porque é que lhe chamam QI Zero noutros blogs. Leu sequer o meu comentário? Quem é que diz que uma morte foi mais importante que a outra? Quem, diga lá. Mas pronto, eu compreendo que a sua capacidade argumentativa é limitada, e que tem de se ficar pelos grunhidos exasperados mas completamente infundamentados que já lançou.

    Não se calimerize. Você é quem é intolerante. Tenha juizo (ou vergonha).

    Orientações desviantes? A Transexualidade, já lhe disse, não é orientação sexual. E ser-se LGB não é desvio. Mas ser-se Heterosexual e fortemente reprimido já pode se-lo…

    Quanto a direitos, é óbvio que não temos os mesmo. Leia a sentença do Tribunal de Família do Porto. Nem transfobia nem homicídio. Viseu é em Espanha? Existe casamento civil para Lésbicas e Gays? Existe uma Lei de Identidade de Género? Mas não se preocupe, haveremos de ter os mesmos direitos que você um dia, por muito que lhe doa a si e ao Mário Machado. Vocês é quem se julgam superiores, não compreendo minimamente porquê, mas acredite que não são (a sério).

    Entretanto vá pensando em mudar as suas ideias. Estas já estão mais gastas que as escadas da torre dos clérigos…

  9. Resumindo: os heterossexuais não são normais, certo?

  10. Eu diz:

    Não sejamos intolerantes com ninguém. Por favor, podemos viver todos em paz. É com muita pena minha que em Portugal ainda não possa ser feliz como poderia ser como, por exemplo, aqui ao lado em Espanha. Em Espanha sinto-me bem com o meu namorado, em Portugal não.

    Já namoro há alguns anos e sei que sou homo desde os meus, sei lá, 6 anos…

    Ninguém sabe de nada, ninguém desconfia, só tive de contar a 2 amigas porque se interessaram por mim mais do que a simples amizade e não gosto de fomentar falsas esperanças.

    Sempre soube que era diferente do “dito normal”, pois, simplesmente, as raparigas não me atraem em nada. Sinceramente, tudo era mais fácil se gostasse delas, mas acontece que não gosto e como eu existem muitas mais pessoas que, devido à represessão da sociedade, são obrigados a mater uma relação com quem não se sentem bem.

    E por isso mesmo apenas queria todos nós fossemos tolerantes.

  11. Vera diz:

    Bom..pelo que percebi..anda por aí mt divagação.

    O qu eeu percebi do post foi: O tribunal europeu pressionou Portugal apra o caso Gisberta, e a esquerda do costume apoiou a iniciativa. Porém, já não se manisfestou no caso das duas meninas mortas e violadas (pelo menos 1 delas). Ou seja, houve ali uma discriminação. Ou seja, alguns esquerdistas e superiores consideram uma vida, um caso, mas importante que o outro.

    Ah…e se foi um homem que maltratou as meninas…qual é a gayzice que descobrem no meio disto? Como é q o MZ estaria a relacionar uma coisa com a outra? Estranho..só se não temos conceitos de gay iguais..

  12. Obrigado, Vera! Sabe tão bem encontrar uma voz sensata, no meio da blogosfera!

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