Brancos em Angola são “azuis” – Dinheiro do petróleo alimenta racismo negro

Não resisto a dar maior relevo a este comentário de um compatriota que esteve recentemente em Angola. E depois ainda se queixam e afirmam que cá é que são racistas…

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“Estive este Mês em Luanda(Julho 2006) ; se por cá se comenta tanto o Racismo, deveriam ir a Luanda actualmente….Logo à chegada ainda no Aeroporto fui chamado de AZUL ! É novo agora chamarem os brancos de “Azul” !!!! Provocações Racistas são comuns durante o dia, descaradamente do género-vai prá tua terra , etc,etc, “Pulas de Merda”,……Estes factos já não são novidade nenhuma para quem passa hoje por (Luanda), não comento se é por Angola toda ( só falo do que vi e ouvi da própria boca de Portugueses ali a trabalharem , onde me falaram do exagerado racismo hoje em dia contra o Branco)….para alguns Brancos é um autêntico martírio terem de viver naquela cidade.
Não me venham agora com histórias de “RACISMO” em Portugal , e mais o “SOS-RACISMO “, todas essas tretas , que eu mando-os irem até Luanda !!!!!!!!!!!!! E não se esqueçam Portugueses , a partir de agora se forem a ANGOLA , são AZUIS !”

125 Responses to Brancos em Angola são “azuis” – Dinheiro do petróleo alimenta racismo negro

  1. Ana diz:

    E o que é que o Máquina tem a dizer disto?

    Madrid, 31 Jul (Lusa) – Portugal, Espanha e Holanda vão acolher 29 dos 51 refugiados da Eritreia e Etiópia resgatados em Julho pelo pesqueiro “Francisc o e Catalina” próximo da costa de Malta, disse hoje o Alto Comissariado da ONU p ara os Refugiados (ACNUR).
    Depois de resgatados os imigrantes, o ACNUR pediu a vários países da Un ião Europeia para os acolher como refugiados, considerando que o seu regresso po derá representar um perigo para a sua segurança e vida, dada a difícil situação em que se encontram os seus locais de origem.
    De acordo com a porta-voz do ACNUR em Espanha, Francesca Fontanilli, a agência das Nações Unidas está actualmente a negociar com Portugal, Espanha e Ho landa para determinar quantos imigrantes acolherá cada um.
    Os três governos aceitaram não repatriar os 27 eritreus e dois etíopes que foram acolhidos inicialmente pelo governo Espanha.

    acha bem ou acha mal?=)

    Quanto ao comentário…. racismo há em todo o lado, infelizmente…

  2. Acho bem. Mais 300 milhões, menos 300 milhões de africanos, na Europa, não faz grande diferença. Sobre o seu comentário (“racismo há em todo o lado”) admiro a suavidade do dito. Sobretudo quando se trata de racismo generalizado e socialmente aceite e não de atitudes individuais rejeitadas pela sociedade.

  3. Vera diz:

    lol… O meu pai trabalha em Luanda há vários anos (faz 6 semanas lá e vem 3 semanas de férias), justamente porque em Angola não há um profissional que possa desempenhar aquelas funções, então têm que chamar estraneiros. Sim, porque em angola há uma lei conhecida como a “angolanização” que proibe a entrada de trabalhadores estrangeiros para postos que os angolanos possam desempenhar (Estou a reitrar vistos a pessoas que já lá estavam há mais de 20 anos, nomeadamente muitos portugueses). Bom..e começarmos a fazer isso cá? Hm? se eles fazem, não iam ter moral para cirticar e chamar-nos aqueles nomezinhos familiares a que tanto somos obrigados a combater.

    Depois, os negros não são racistas apenas com os brancos, são racistas entre eles mesmos! Muitos africanos preferem ter um patrão branco, porque sabem perfeitamente cm são os são os seus compatriotas:sabem que não os respeitam, que se estão a borrifar praquilo, que se for preciso fazem burlas e não sei qts ilegalidades, que tratam mal os negros porque já os consideram inferiores..por aí fora…
    Aqui fala-se muito no racismo, mas é como diz o Sr do comentário: vão a angola para ver o que é racismo. E digo angola porque tb conheço aquilo minimamente, através do meu paii: viveu lá durante a guerra colonial, já trabalhou há 12 anos, há 3 anos voltou outra vez, conhece Luanda, Cabinda, Soyo, interior…Mas o pior mesmo são as grandes cidades. Eles sim são racistas, e depois quando vêm para cá aidan acham que é tudo deles…E cm têm quem os proteja, vão-se alargando….

  4. Vera diz:

    *(EstÃO a reitrar vistos a pessoas que já lá estavam há mais de 20 anos..

  5. claro, mas vá lá alguém fazer aqui uma política de “aportuguesamento”… O Bloco de Esquerda até fazia greve de fome…

  6. Vera diz:

    Hm…o BE numa greve de fome de 2 meses….

  7. isabela diz:

    o racismo é uma bobagem pq nao tem nada a ver

  8. Paulo diz:

    Antes de tudo, Gostaria que ao aformular as minhas pequenas palavras pela vossa excelência qualidade seja os maiores votos que lhes digo:

    Não há racismo em Angola.

  9. Paulo diz:

    Antes de tudo gostaria que ao aformular as minhas pequenas palavras, pela vossa excelência qualidade seja os maiores votos que lhes digo:

    Não há racismo em Angola, mas sim há uma escravatura moderna.

    Será???????

  10. vvvvv.f. diz:

    o malcom x. tivera dito o negro nunca é e nunca sera racista
    o negro apenas reage.
    e eu acredito no que ele disse

  11. Meu caro vvvvvv.f: cada um acredita no que quiser. há quem acredite em Alá e corte a garganta dos outros, por causa disso, há quem acredite em discos voadores. você acredita no Malcom X. Tábem….

  12. O Raio diz:

    Estes textos não deixam de ter piada.
    Primeiro criticam-se os angolanos por serem racistas e depois propõe-se que façamos o mesmo.
    Para serem coerentes os autores destes textos deviam era elogiar a atitude que dizem predominante em Angola por acharem que é o caminho correcto…
    Por mim não faço a menor ideia se há racismo ou não em Angola. Só sei que conheço um português que emigrou para Angola há pouco tempo e que como tinha nascido em Angola (antes da independência) pediu a nacionalidade angolana que lhe foi concedida sem problema algum (e ele é branco).
    Falei várias vezes com ele quando cá esteve de férias e não se queixou de nada.
    Na próxima vez pergunto-lhe pelo racismo.

  13. Donde se concluiu que casos individuais e estatística são coisas diferentes. Mas repare: quando o Sócrates foi a Luanda, o motorista do autocarro que levava os jornalistas dizia ao telemóvel que “os pulas estão a protestar”. Imagine um grupo de jornalistas angolanos, negros, de visita a Portugal e o motorista a dizer ao chefe, via telemóvel: “os pretos estão a protestar…” Pois é.

  14. Manuel Trindade diz:

    Vivi em Angola dois anos;
    Em Angola há muito mais racismo que em Portugal;
    O senhor que escreveu o post provou um pouco do que é ser alvo de racismo, esse mesmo racismo (e xenofobia) de que são alvo os negros, amarelos, castanhos e até os azuis, em Portugal;
    Os negros (sim aquela raça que não é preta) estão agora a responder a séculos em que foram votados à escravidão, não tinham direito a voto nem eram considerados humanos de pleno direito;
    Os mulatos até são os mais racistas de todos, a verdadeira raça ariana. Também se compreende: são rejeitados pelos brancos e pelos negros.

  15. sara e fátima diz:

    Em 1º lugar olá a todos os que comentaram e á pessoa que escreveu a crónica…
    na nossa opinião não devia existir racismo mas o facto é que ele existe (infelizmente), o racismo apesar de não existir só entre negros e brancos também existe outras raças,mas como toda a gente já deve ter percebido os negros e brancos são os mais afectados…em Portugal apesar de não haver muito racismo e nós nunca sofrermos “atentados” racistas temos muita gente conhecida que já sofreu…nos Estados Unidos Da América existe muito mais racismo até porque há comunidades para cada raça…não podemos falar de Luanda porque nunca lá estivemos mas a nossa opinião é que o racismo devia acabar para o bem de toda a população…

  16. Charles Martel diz:

    Alegro-me de ler isso. Isso confirma largamente aquilo que já suspeitava. Não queriam independência? Não queriam liberdade? Já são livres. Que gozem dela.

    É injustificável que aqueles que assassinavam portugueses no mato, os seus filhos e netos estejam a invadir Portugal. Ainda por cima nos odeiam e cospem na mão que lhes dá de comer.

    A melhor solução, pontapé e biqueirada.

    Fora pretos!

  17. piloto diz:

    Eu acho sr Charles Martel que os Portugueses se esqueceram dos massacre dos turras em Ambris e pelo norte de Angola, pontapé e biqueirada ñ é solução ,a solução era simplesmente a deportação para as terras de origem sem direitos a nada, como os nossos que direitos eles tiveram, os direitos que eles tiveram foi ficarem sem nada.

  18. piloto diz:

    Fora é necessario correr com eles, vale mais 1 imigrante de leste que toda a pretalhada e brasucas em todo Portugal.

    • celia diz:

      Vc ja imaginou se nós brasileiros pensassemos como vc????? o que seria dos Portugueses? Mente pequena, vc ja ouviu falar em globalizaçao???

  19. denise diz:

    é normal depois de tanto sofrimento que passaram nas maos dos brancos sendo tratados por escumlhas e etc…
    Desculpa la mais querias o que? que nao se revoltassem? OU so os brancos têm direito de se revoltar?

  20. Daqui a 500 anos, os africanos ainda utilizarão como desculpa para o seu subdesenvolvimento o período colonial. Os meus parabéns à Denise, que acha que os imigrantes negros, em Portugal, têm direito a revoltar-se e a matar brancos, porque os seus bisavós sofreram a ocupação colonial. Ó Denise, você justifica assassínios de brancos por parte de negros com alguma facilidade… Mas o contrário, não. Confuso, não é?

  21. Dione diz:

    Custa-me crer que em pleno estágio de desenvolvimento mundial e numa altura em que deveriamos pensar em partilhar este Mundo da melhor maneira possível sem olharmos pra cór da pele, niguém entre os q me antecederam consegue apresentar verdadeiras soluções pra este mas pelo contrário primam por atiçar ainda mais este conflito.
    Que diferença há entre ser preto e ser branco? Será que alguem de vocês sente-se superior ao Michael Jordan, ao Nelson Mandela ou ao Cavaco Silva?…..Quantos angolanos não gostam de ver o Cristiano Ronaldo a brilhar nos relvados? E Quantos portugueses não deliram quando o Man-torras marca um golaço…..
    Agora, uma coisa temos q aceitar em nenhum País do mundo nem mesmo na Suiça ou Australia o estrangeiro tem os mesmos direitos que o cidadãos nacionais. Mas é preciso valorizar o apoio que tanto os portugueses quanto os angolanos deram para o progresso de ambos os Países. E termos certeza que em política não há amigos mas sim interesses, entretanto as pessoas podem se tornar amigos. Cada País é livre de escolher os seus aliados.
    Mas por favor, os EUA foram colónias Inglesas mas hoje o povo dos dois países têm o excelente relacionamento. Podemos ver aqui um bom modelo para as nossas relações. Sou angolano e conheço Portugal, já lá vive, os problemas existem vamos é ajudar a resolvé-los. Quando deixarmos esse mundo ninguem levará nada para sua sepultura, emtão não devemos deixar problemas para as gerações vindouras. Muito Obrigado.

  22. Pula diz:

    Caros Amigos,

    Vivo em Angola e posso confirmar o racismo grosseiro que aqui se vive contra os brancos mas principalmente aos brancos portugueses (xenofobismo) o que me deixa chocado quando penso no volume de camarilha negra que vive em Portugal e aos quais o Estado pagou a muitos deles residências porque viviam em barracas.
    Um exemplo caricato: há dias quando andava na rua fui mandado parar por um policia para me identificar, o que me deixou surpreso, o mesmo alegava que em Portugal também se fazia o mesmo aos angolanos (julgo que só acontece quando há suspeita de algo)…. isto para não contar as inúmeras paragens que sofremos quando vamos a conduzir… enfim toda uma perseguição aos pulas mas quando precisam de ser tratados lá vão eles para Lisboa.
    Num jornal há dias, dizia-se que Portugal é o intestino grosso da Europa e que o azar de Angola foi ter sido colonozado por Portugueses dai a razão de serem um pais subdesenvolvido… Que comentários oferece fazer a um parágrafo destes.
    Um abraço a todos e obrigado

  23. Stran diz:

    Caro Pula,

    Vejo que é contra o xenofobismo e o racismo grosseiro. Que tem uma visão inocente da policia portuguesa e quantos às afirmações (caso sejam verdadeiras) demonstram a qualidade de quem os proferiu e acredito que não vê nenhum problema quando “precisam de ser tratados [irem] para Lisboa”

    Só não entendo porque é que fica chocado com a “camarilha negra que vive em Portugal”. Honestamente essa parte do seu raciocínio não apanhei…

  24. Pula diz:

    Caro stran,
    Realmente sempre fui contra qualquer forma de exclusão racial. Mas com os tempos que aqui tenho passado, começo a sentir que involuntáriamente começo a mudar de opinião.
    Na opinião dos angolanos os Pulas vêm para Angola xular, e têm cada vez mais o apoio das autoridades locais, até porque o branco expatriado (o bonito nome pelo qual aqui somos conhecidos) mas depois as nossas autoridades em portugal, desdobram-se em actividades sociais (que até concordo) a malta que não se quer integrar e tem gosto de desafiar a nossa ordem pública, não generalizando.
    Aqui, se conduzir sem carta vai logo preso porque é Pula, não há cá nenhumas 24 horas para apresentar carta, a não ser que se deixa ser “penteado” (dar gasosa).
    Eu pelo menos só gosto de ser penteado no barbeiro…

  25. José M.M. Victoria diz:

    Soy nascido en Cabinda, de raza blanca y hace 30 años que no puedo pisar mi tierra, se lo agradezco a la cloaca de Europa.
    Cuando en Angola se permitió esto ya se sabia lo que iba a pasar con todos los blancos de segunda (segun los portugueses) que nascimos en Angola

    Rosa Coutinho inflama Angola

    UMA carta do almirante Rosa Coutinho, quando era presidente da Junta Governativa de Angola, está a provocar polémica em Angola. A carta, em papel timbrado do gabinete do Governo-Geral e com a assinatura de Rosa Coutinho, era dirigida a Agostinho Neto e nela se pode ler: «Após a última reunião secreta com os camaradas do PCP resolvemos aconselhar-vos a dar execução imediata à 2ª fase do plano. (…) Dê por isso instruções secretas aos militantes do MPLA para aterrorizarem por todos os meios os brancos, matando, pilhando e incendiando a fim de provocar a sua debandada de Angola».

    Holden Roberto, presidente da FNLA, que cedeu uma cópia da carta ao EXPRESSO, garantiu a sua autenticidade, acrescentando: «Um homem que escreveu uma carta destas é um criminoso». Rosa Coutinho, reconheçe a veracidade da assinatura.

  26. Teixeira diz:

    José Vitória,

    essa história é de 1998 e carece de confirmação. O FNLA não serve…

    Aliás a carta tem data de Dezembro de 1974 pelo que se pergunta que interesse teria Rosa Coutinho para que os portugueses retornassem a Portugal. Situação que se veio a confirmar como catastrófica no plano social e económico aquando da sua chegada ao nosso país.

    Mais, o FNLA que colocou essa “carta” nos media foi a organização que mais ataques fez às fazendas de portugueses. Ficou também conhecido por ser uma organização altamente racista e nacionalista. Os interesses do Congo em Cabinda também entram nestas contas…

    Seja honesto caro José Vitória e deixe-se de patetices. Quer discutir a descolonização, traga argumentos sérios e ACTUAIS!

  27. Camões diz:

    Teixeira, tu és o quê estúpido?
    Em que planeta vives, isso é tudo falso, o PCP não se aliava a quem quer que fosse para ver compridos os seus objectivos?
    O Álvaro Cunhal (grande Homem!) não tinha como ídolo Estaline, por acaso?
    A descolonização Portuguesa foi exemplar?
    Não houve massacres de Portugueses perpetrados pelos pais, avós e bisavós daqueles que hoje nascem em Portugal com os mesmos direitos que eu? Português?
    Realmente a colonização Portuguesa teve duas fases: 1ª Escravatura 2ª Massacre da infeliz pretalhada, coitadinhos…
    E foi voçê que me quis dar lições acerca da guerra Colonial?
    Se esta foi ou não soft?
    Cresce e aparece Teixeira, aposto que tens 13 anos e tens sonhos húmidos noite sim, noite não.

  28. Teixeira diz:

    Camões,

    quer um “combate” de retórica comigo?

    Recuso-me a argumentar com crianças, ainda assim, leia bem o pouco que escrevi e interprete BEM o que escrevi. Não me coloque num saco de ideologias que não defendo.

    Leia mais e tenha juizo. Não adoptei nenhuma posição em relação à descolonização mas tão só em relação à posição do FNLA…portanto se não sabe do que fala esteja mas é “calado”.

    As suas posições incongruentes já são bastante conhecidas por aqui…

  29. José M.M. Victoria diz:

    Mis “patetices” como dice usted, me la respalda el haber estado cerca del proceso de descolonización de Angola, y haber vivido todo el proceso desde 1947, y ser uno de los muchos blancos (hijos de Portugueses), que queríamos la independencia de portugal desde fines de la década del 50, no con una minoría de 500.000 blancos, pero si con ingerencia en los destinos del país, cosa que no nos fue permitido por un puñado de unos Srs. titulados generales o gerentes de transición.
    Mis “patetices” las respaldan los miles de Angolanos Negros y Blancos en la Diáspora por todo el mundo, así como muchos buenos portugueses que vivieran y trabajaran en Angola para Angola y por Angola, y tuvieran que salir con lo poco que tenían puesto y a su llegada a portugal, fueran rechazados hasta por sus hermanos.
    Mis “patetices” sr. mío las queme junto con mi idioma materno en el año 1977 incluido los lazos con un país que traiciono a todos los que creímos en la nacionalidad portuguesa por la cual luchamos con armas en las manos puestas por un gobierno oportunista que nos vendió a todos los que creímos en el himno que nos enseñaron nuestros abuelos.
    Mis “patetices” cuando quiera discutir la descolonización de Angola, tenderé mucho gusto en proporcionarle copias de documentos auténticos en mi poder, así se pude interiorizar del proceso de la verdadera descolonización de Angola.

  30. Teixeira diz:

    Caro José Vitória,

    quando adjectivei de patetice, referia-me apenas ao facto de ter trazido para “debate” uma notícia que data de 1998 e que ainda hoje carece de confirmação histórica. Se viveu em Angola saberá seguramente o que significou o FNLA na época da descolonização. Não considera hipócrita uma organização que sempre defendeu interesses do Congo tenha vindo trazer a público uma carta que pretende imputar a outros aquilo que ela mesmo fez e de forma mais bárbara do que qualquer outro grupo militar presente na região?

    Bom, em relação à descolonização tenho uma opinião muito pessoal em relação à mesma. Devo-lhe dizer que não considero que os “retornados” das colónias tenham sido mal tratados pelos portugueses residentes neste país. Antes pelo contrário, numa altura em que a nossa condição económica e social estava ferida de morte, os portugueses demonstraram uma enorme solidariedade com os seus irmãos. Repare que não podiam os “retornados” vir exigir naquela época benefícios que nem os portugueses residentes tinham ou ainda hoje em dia têm. Foram dadas casas e empregos a milhares de pessoas como o senhor, que ainda hoje insistem em falar do vosso país de nascença como se este vos devesse alguma coisa. Conheço muita gente como você e muitos também são da minha família. Conheço esses argumentos coloniais…

    Exigir aos milhares de portugueses que lutaram por uma terra com a qual muitos não se identificavam, era de uma total hipocrisia por parte dos “colonialistas”, que na verdade (e eu conheço muitos casos) nem serviço militar exerceram nessa época para defender uma terra que consideravam como sua, ainda que fossem uma minoria caso fosse implantado de imediato uma democracia. Estavam habituados a privilégios que a maioria dos portugueses nem sonhava poderem existir. Eram uns mimados que queriam que outros fizessem por si o trabalho sujo – o de defender propriedades privadas.

    Podemos concordar que num ou outro ponto a descolonização foi mal executada e alguns interesses geoestratégicos e económicos foram abandonados, mas é necessário aferir e conhecer o contexto político da época.

    Esse ódio a Portugal por parte de alguns (muitos) retornados é bastante conhecido e só demonstra que não sabem agradecer aos muitos portugueses que morreram em combate e outros que ainda hoje não foram devidamente aclamados por terem por interesses de pessoas que se envergonham de possuir nacionalidade portuguesa.

    Caro José Vitória, a verdade é que os “angolanos brancos” dessa época acordaram tarde demais para um rol de evidências e acontecimentos, entretidos que estavam com a sua superior qualidade de vida, esquecendo que na metrópole a fome e a ausência de liberdade atraiam o povo para lutas bem mais importantes e que naturalmente lhe diziam muito mais…

  31. Lidador diz:

    A carta de Rosa Coutinho pode ser vista aqui.

    http://o-lidador.blogspot.com/search?q=Rosa

    Não é que não se soubesse.

    Todos aqueles que viveram os acontecimentos, ou que posteriomente os estudaram, sabem que, durante o Verão Quente, o Almirante Rosa Coutinho e o PCP, concertaram uma estratégia que passava por assegurar a entrega de Angola à esfera de influência soviética, numa altura em que a URSS parecia imparável.

    Também se sabe que não foi por acaso que o PREC terminou em 25 de Novembro, dias depois de consumada a entrega de Angola ao MPLA e ao contingente cubano que desembarcou semanas antes a sul de Luanda, em concertação com as autoridades portuguesas.
    Rosa Coutinho, era então Alto Comissário em Angola e cabia-lhe o papel de facilitar os interesses do PCP e dos soviéticos.

    A carta é clara como a água, demonstrando que esta malta, em vez de servir os interesses dos seus e do seu país, tudo fez para se espojar aos pés dos interesses imperiais de Moscovo.

    De resto, após o 25 ded Novembro, Rosa Coutinho rapidamente se tornou empresário africanista, nos diamantes de Angola, recrutando aqui em Portugal ex-militares para dar instrução às FAPLA e assegurar a protecção do garimpo.

    Quanto ao facto de a descolonização ter sido “exemplar”, é verdade…foi um exemplo de como não se deve fazer.

    Apenas ganharam as oligarquias sovietizadas que ainda hoje estão no poleiro, agora com outras roupagens.
    Aos povos amgolano e português, ninguem lhes perguntou se era assim que queriam.

    Nós lá nos safámos mas o povo angolano não e vive hoje infinitamente pior, tendo morrido milhões de pessoas na sequência dos demónios semeados pela “descolonização exemplar”.

    Eu sou retornado e o meu portuguesismo não se mede pelas baboseiras dos idiotas como este Teixeira.
    Ao serviço do meu país voltei a estar em Angola e em Moçambique, e corri riscos para que estes Teixeiras tontos, pudessem assentar as nalgas na cadeira e declamar as bostadas que os caracterizam.

    Traidores são justamente aqueles que puseram os interesses dos outros à frente dos interesses do seu país.

  32. José M.M. Victoria diz:

    Os meus saudos e obrigado Lidador
    José Victória

  33. Camões diz:

    Isso Lidador, põe esse Teixeira no sítio!

    Quanto ao José:
    Porquê que falas Castelhano?

  34. Teixeira diz:

    Se é verdade que alguns portugueses meteram Angola e Moçambique nas mãos dos Russos, outros como o Lidador queriam que o poleiro dos diamantes e afins ficassem nas mãos de outros interesses que também não passavam por Portugal.

    Qual dos dois interesses é mais traidor da pátria? Seguramente os dois mas nessa saca de batatas não me podem vocês colocar. Eu não estava do lado dos russos nem de outros.

    Queriam Angola para vós? Ficassem lá a combater pelas vossas terras e deixassem em paz os milhares de portugueses que não queriam ter nada a ver com essa história. Em vez disso voltaram para este jardim plantado junto ao mar e convosco trouxeram o ódio e a frustração de tudo terem tido e nada assegurado. E porquê? Porque são uns perdedores que nada mais faziam do que chular os que lá estavam desde sempre e outros que obrigados pela ditadura tiveram de ir combater um povo que não consideravam como inimigo.

    Queriam os diamantes que os russos conseguiram para eles de forma também pouco honrosa? Lutassem. Não me metam. é a lutar pelos vossos interesses privados.

    Depois da derrota decidiram vir para cá chular os que cá estavam. Se sentem aquela terra como vossa que é que andam aqui a fazer? A derrota é amarga não? E em casa que não é nossa nunca seremos bem recebidos quando arrotamos sem dizer perdão…

    Lidador, comentar às 13h29? Já lhe tinha dito para resolver aquele seu problema…

    Camões, você sabe dizer olá ou só lhe ensinaram a palrar?

  35. Lidador diz:

    Caro Teixeira, quanto às “lutas que atraíam o povo”, deixe-se de patacoadas do missal.

    Quem fez o 25 de Abril não foram as “lutas do povo”, mas sim a luta corporativa de capitães do quadro permanente, pelo facto de o Marcelo Caetano os ter equiparado aos capitães milicianos, intercalando-os nas listas de promoção.

    Esqueça o catecismo…isso é papa para enganar tolos.

    Cunhal e Soares , os “heróis” da propaganda, estavam na altura a viver à grande em Paris e outras cidades europeias, na sua anedótica “luta”.

    Não fossem os capitães e provavelmente teríamos transitado para a democracia de forma suave, como os nuestros hermanos, dali a 2 ou 3 anos.

    Infelizmente os capitães só sabiam dar tiros e foram rapidamente parasitados pelo activismo da esquerda tonta.
    Foi o que se viu a seguir….e milhões de pessoas pagaram por isso.
    Na verdade ainda hoje estamos a pagar, com leis abstrusas e uma constituição anedótica a “caminho do socialismo”.

    Só aqui!

  36. Lidador diz:

    Quanto aos “perdedores”, se lá estivesse na altura teria assistido ao deplorável espectáculo do exército português, às ordens de Rosa Coutinho, a confiscar todas as armas na posse dos “colonos”.

    A OPVDCA , organização capaz de assegurar uma liderança, foi neutralizada com, o simples expediente de terem mandado os seus líderes ( ainda há 2 meses estive a conversar com um deles, actual coronel comando na reforma ( e sem uma perna) ) para consultas na metrópole.
    Na sua ausência, a bandidagem tomou conta do QG, com o beneplácito do alto-comissário e as instalações provinciais fora, todas invadidas e roubadas.

    Foi como a neutralização dos Templários. Em menos de um fósforo, os “colonos” estavam desarmados e sem liderança.

    Faltavam lá génios como este inacreditável Teixeira, para resolver o assunto, com telemóvel e internet.

    Chiça, que aterra aqui cada cromo….

  37. Camões diz:

    Teixeira, tu se pudesses vendias a tua famíla não era? Eh pá, desde que não te chateassem, não é?

    Teixeira, existe o povo e depois existe uma gentinha como tu, que não percebe a importância de uma pátria. Aposto que também não pagas os impostos, para não te chatearem, não é? Essa falta de solideriedade para com o próprio povo revela uma mesquinhez inaudita… nem os muçulmanos descem tão baixo!

    Cada povo e grupo étnico que se preze, necessita de uma pátria e uma terra.

    Quando a terra é retirada o grupo étnico tem de escolher entre a terra e uma eventual pátria, abandonando assim a sua terra, que lhe foi retirada porque a pátria é algo maior que a propriedade privada.

    Segundo, achas que seria permitido aos Portugueses ficar em Angola?
    Esta gentinha não tem noção nenhuma nem da realidade, nem da História.

    Qualquer Português é Português estaja no Luxemburgo, Suiça, Angola ou Japão.

    Teixeira, não argumentas com crianças porque não tens capacidade intelectual para elas, concerteza.

    Se calhar se for um Comunista com Alzheimer…

  38. Camões diz:

    Teixeira, mantém-te na Tasca porque este blog tem um pouco mais de… hmm… NÍVEL!

  39. Teixeira diz:

    Lidador, depreendo pelas suas palavras que insiste no Logan/Vat69. É pena – o seu fígado não vai aguentar muito mais tempo.

    Reparo também que prefere mascarar a história. Ora, com que então fala da OPVDCA, uma milícia que não era melhor que a FNLA. Ambas racistas e que cometeram vários crimes de guerra. Poderia enumerar alguns dos massacres perpetrados por essses bárbaros mas o meu tempo é curto para tentar lhe enfiar alguma coisa nessa sua cabeça de amendoim pejada de álcool.

    Deixe-se de mentiras de 1 de Abril e passe a falar do essencial em vez do acessório. Não confunda ainda mais algumas mentes palradoras que vêm para aqui escrever teorias xenófobas e racistas.

    A verdade é que a OPVDCA foi muito bem desmilitarizada pois para pretendiam apenas continuar com o banho de sangue.

    Os objectivos de Rosa Coutinho têm várias análises e aquilo que me interessa pessoalmente é que os povos de Africa fossem libertados das manápulas de colonizadores que nada fizeram por aquele povo nos séculos em que lá estiveram. Foram corridos daquelas terras porque enquanto lá estiveram não granjearam simpatias. Se porventura consideravam aquela terra como vossa tivesse lá ficado a lutar com lanças ou melhor, que em tempo útil tivessem colocado a maioria da população do vosso lado. Em vez disso preferiram fugir e vir minar um país que também ele se tinha libertado de uma ditadura atroz como era a de Salazar.

    Afirma que a queda do regime não foi uma luta do povo? Quer enganar quem? Os palradores e/ou “castelhanos que se dizem portugueses”?

    Os Capitães de Abril limitaram-se a executar a vontade silenciada do povo. O que se passou a seguir entra num outro episódio para o qual não tenho paciência (para já) de lhe “ensinar”…

  40. Teixeira diz:

    Louro, (perdão, Camões),

    quer uma sementinha de sésamo? Vá, tome lá – mas tem de dizer “olá”.

    O-L-Á…

  41. Teixeira diz:

    Louro, (perdão, Camões),

    quer uma sementinha de sésamo? Vá, tome lá – mas tem de dizer “olá”.

    O-L-Á….

  42. Camões diz:

    ” Louro, (perdão, Camões),

    quer uma sementinha de sésamo? Vá tome lá – mas tem de dizer “olá”.

    O-L-Á…”
    Parece que aqui o compenheiro Teixeira teve um AVC!

    “Lidador, deprendo das suas palavras que insiste no Logan/Vat69”
    Teixeira, é feio julgar os outros pela nossa expriência pessoal ou por aquilo que vemos á nossa volta enquanto criancas. (Mas quem sou eu para falar! Estou a tentar falar com alguém que parece ter tido um AVC!)

  43. Camões diz:

    “Ora com que então fala da OPVDCA, uma melícia que não era melhor que a FNLA. Ambas racistas…” Realmente… uma milícia que não era melhor que a FNLA, como se houvessem milícias boazinhas, especialmente em Angola.
    Primeiro havia alguns negros ou mulatos no seio da OPVDCA pelo que, se calhar não era assim tão racista. Depois, até parece que o MPLA era bonzinho, até foram recebidos pelo Papa não é? É assustador como a mente de certas pessoas pode ser feita dessa maneira. Se o Papa recebe, são do bem, estão do nosso lado, mesmo que massacrem os nossos compatriotas Portugueses ou então, se a comunidade internacional os apoia, eu também apoio, para não pensar diferente. Ainda descobrem que sou burrinho! Não é Teixeira. E depois ainda dá provas do seu estado mental… Louro… eu até sou moreno e não gosto de Papagaios! Gosto mais de cães, por isso é que escrevo isto para quem escrevo.

    ” Aquilo que me interessa é que os povos de África fossem libertados”
    Ó meu palhaço… não existe um povo Angolano, existem povos Angolanos que têm como semelhanças entre sí serem Pretos e falarem (mais ou menos) Português.

    Nota-se o teu empenhamento pelo povo de Darfur!
    Ah não! O povo Sudanês tem todo o direito sobre o seu território, os estados Europeus é que…

    “Os Colonizadores nada fizeram por aquele povo nos séculos em que lá estiveram”
    Pelo menos, os Colonizadores contruiram cidades, forneceram-lhes medicamentos, ofereceram-lhes tudo o que é tecnologia, ofereceram-lhes valores, deram-lhes a religião deles, uma língua que é a única base para que hoje se diga “povo de Angola”, etc. enfim, nada!
    Só que quando os colonizadores se foram e deixaram de lhes fornecer o nada, eles começaram a matar-se uns aos outros! Que bonito!
    Pelo menos, não lhes deram a guerra!
    Até eles pedirem com muita força!

    “Preferiram fugir e vir minar um país…”
    Quem é que fugiu?
    Ah! Já me lembro, foi o exército Português que até organizou um golpe de Estado para não ir lutar com os pretos! Os retornados apenas regressaram á sua pátria uma vez que o Estado não soube proteger as suas terras.

    R-E-F-U-G-I-A-D-O-S Refugiados
    Sabes o que isso quer dizer? Lá estou eu a querer por asas num cão…

    E depois o que que este gajo quer dizer com “minar o país”?
    Teixeira, cuida-te que esses problemas são graves.

    “Afirma que a queda do regime não foi uma luta do povo? Quer enganar quem?”
    “Os Capitães de Abril limitaram-se a executar a vontade silênciada do povo”

    Bem… este tipo contradiz-se se os capitães executaram A VONTADE SILÊNCIADA DO POVO é porque o povo não fez nada, rien, ponta de corno, nothing at all, nada, niente.
    Aqui denoto no sujeito degradado duas coisas. Para além da dupla personalidade causada pelos seus delírios, noto também uma vontade de acreditar naquilo que a sua imiginação fértil lhe diz.
    O sujeito acha que a revolução dos cravos foi feita pelo povo, vai-se a ver e quem fez a revolução foi o José Silva, aqui do café que um dia levantou-se da cama, meteu-se no seu caraocha (carro muito em voga na altura) e foi até ao quartel do Carmo depor o Marcelo Caetano! Mas quando chegou ao quartel, já toda a população Lisboeta e a Linda Reis sabiam o que ele pretendia. Foi então que Linda Reis gritou: O povo unido já mais será vencido! Tirou a sua G3 do sutien amarelo e roxo, enfiou um cravo na arma e espancou o coitado do Marcelo com uma dança do ventre!
    Advinhei o teu pensamento Peixeira, perdão Teixeira.
    Allez Linda Reis, glória da Nação!
    Teixeira, ganha juízo!

  44. Teixeira diz:

    Camões,

    vá, só mais uma sementinha. Agora diga O-L-Á…

    Que mania tem este miudo de palrar, palrar, palrar…

    O-L-Á

  45. Camões diz:

    Deus é grande!
    Já não diz que sou Louro!
    O seu caso não está perdido, tem é de ultrapassar essas dificuldades, vai ver que um dia será uma pessoa!

  46. José M.M. Victoria diz:

    Camoes faz 30 anos que nao falo portugues, só esporadicamente quando viajo ao Brasil, asim que se me torna dificil nao cometer errores quando escrevo, aclarado?.

  47. Camões diz:

    Não deixas morrer a tua língua pá! Apesar de todas as traições de que foste vítima, este povo não é só Teixeiras. Hoje em dia os retornados deixaram de ser brancos de segunda e estão perfeitamente integrados na sociedade e os Teixeiras são muito poucos. Vai praticando a tua língua, dá uns saltinhos a Portugal para veres como vai isto aqui e verás que Português que é Português dá sempre umas facadazinhas no Camões.

    Angola é (foi) Nossa! Viva ao Império (defunto)!

  48. Lidador diz:

    Ok, Teixeira, já percebi que para si os factos são irrelevantes, face à doutrinação ideológica.
    São assim as fés.
    Nunca nenhum crente deixou de acreditar no seu Deus pelo facto de o templo ter desabado.

    É por isso que não posso discutir consigo quando se poe a adjectivar organizações com injunções morais.
    A sua moralidade não me interessa.
    A OPVDCA era a Organização Provincial de Defesa Civil de Angola, que estava militarizada justamente porque em Angola havia um conflito.
    Não tinha adjectivos, tinha objectivos. Tal como a FNLA, o MPLA, a UNITA, o Rosa Coutinho, o PCP, etc.

    Cada um prosseguiu os seus. Ganhou o MPLA, o PCP, o Rosa Coutinho a então URSS.

    Perderam os portugueses e os angolanos, povos que nunca foram consultados sobre o que efectivamente queriam.

    Os povos de Angola tinham direito ( reconhecido pela ONU e por POrtugal) de se autodeterminarem.
    Não o puderam fazer.
    Foram, as elites comunistas quem decidou por eles, exercendo um direito que não era dessas elites, mas dos povos.

    Quanto aos resultados da colonização, bem, os próprios países são o resultado dela. Nunca existiria Angola ou Moçambique sem uma força externa que os aglutinasse..apenas tribos…..dezenas delas.

    É aliás essa a razão pela qual a língua oficial tem de ser estrangeira….as tribos não se entendem umas com as outras e têm muita dficuldade em se subordinarem umas às outras.

    Ainda quanto a factos, em 1974, Angola era o país africano que mais crescia…e ainda nem sequer tinha começado a exportar petróleo ao nível actual…era só com diamantes, café, cereais, minérios, etc.
    O nível de vide era incomparavelmente superior ao que é agora.
    Eu vivi lá, antes do 25 de Abril…a minha turma tinha mais pretos do que brancos.

    E estive lá em 1992 e em 1999, por vários meses.
    Não falo de rabo alapado na cadeira, debitando catecismos hemiplégicos.
    Angola hoje é Luanda e petróleo…se por acaso o petróleo baixar de preço, tudo se esfuma.

  49. Teixeira diz:

    Lidador,

    a minha moral é a de não agressão entre povos. Se porventura tivessemos criado um outro tipo de sociedade nas colónias talvez não viessemos de mãos a abanar e o estado hoje poderia ter melhores relações económicas com aqueles paises (sobretudo Angola).

    Bem sei que numa guerra infelizmente não existe grande moral mas não é por isso que vou mudar de opinião.

    Aquilo que sei sobre a época tem mais a ver com a situação em Moçambique, mas de uma forma ou outra tudo vai dar ao mesmo…

    Não sei que ideologia me cola mas penso que qualquer uma das suas “apostas” está errada.

    Não sou comunista, não apoio o MPLA nem a UNITA e como já deu para entender, muito menos o FNLA. Mas se existe coisa sobre a época do Ultramar que me “chateia” são o saudosismo e as lamúrias dos “retornados”.

    Se quiser saber, também considero a descolonização muito mal feita mas daí a evocar determinados conceitos colonialistas…dispenso.

    Bem sei que o nível de vida em Angola era bastante alto, mas convenhamos que a maioria dos portugueses que vivia nas colónias não tem/tinha a mínima ideia da pobreza que existia na “metrópole”, e depois chegam cá e exigem aqueles que nunca viram um diamante na vida o status a que estavam habituados antes de Portugal entregar os territórios. São esse tipo de atitudes com que eu não pactuo. Há mais, mas esta conversa parece que cria algum mau-estar a muita gente…

    Quanto aos “mamões” que sucederam aos portugueses em Angola, são igualmente alvo do meu repúdio.

    Que quer? Devo ser do contra…

  50. Stran diz:

    Antes demais gostava de esclarecer que os retornados sentiram discriminação, sei por experiência familiar. E também é verdade que não existia sensibilidade por parte dos retornados (em geral) para a situação em Portugal.
    O que considero impressionante é que pessoas como o Camões e o “Citador” se sintam indignados com esse facto quando hoje praticam esses actos. A vida tem destas ironias…

    No entanto também concordo que o processo de descolonização foi mal executado. O primeiro erro aconteceu quando os portugueses chegaram a Africa. E depois historicamente foram sucessivos erros que culminaram numa descolonização possível e inevitável. A forma que os países foram descolonizados é fruto de um processo longo e não de apenas um ano.

    Quanto ao processo de autodeterminação, não foram só “as elites comunistas” que não permitiram, foi primeiramente Salazar. Toda a sua politica imperial fez com que chegado a 74/75 não existisse outra solução possível.

    Não compreender que os soldados já não queriam combater mais, que em Portugal a miséria era brutal e que Portugal estava num território ocupado e não no seu legitimo território é não entender todo o problema.

    Se é verdade que a descolonização foi feito à pressa também é verdade que foi feita no tempo possível. Não existia margem para mais.

  51. Lidador diz:

    Caro Stran, os julgamentos da História são sempre muito interessantes e normalmente feitos por aqueles a quem a ignorância sufoca.

    Quanto à autodeterminação, responda-me só:

    Qual a diferença entre Madeira, Açores, Cabo Verde e São Tomé?

    Qual, na sua opinião, o racional que levou a “descolonizar” umas e não outras, sendo todas ilhas desertas quando os “imperialistas” as descobrirarm e povoaram, e não tendo havido, em nenhuma delas, exercício de autodeterminação?

    É capaz de responder sem rabiar?

  52. Lidador diz:

    Quanto ao racismo, há evidentemente racismo tanto em Portugal como em Angola.
    Porque há raças.
    Mas, de um modo geral, em Portugal, é-se “racista” não pelo facto de o outro ser preto, mas em função dos comportamentos que habitualmente lhe estão associados.

    A mesma pessoas que “não gosta dos pretos”, vistos como um colectivo, é perfeitamente capaz de conviver e respeitar este ou aquele preto que não se comporra de acordo com o estereótipo de gatunagem, violência e burrice.

    Eu tenho bastantes amigos pretos, alguns deles até se chamam a eles próprios “aqui o preto”, e dou-me bem com eles são culturalmente iguais, falamos a mesma linguagem e temos os mesmos padrões.

    Que diabo, toda a gente gosta do Eusébio, do Mantorras, do Obikwelo, etc.

    O nosso “racismo” não deriva da cor da pele, mas sim dos comportamentos associais que caracterizam um grande parte dos negróides que conhecemos.

    Em Africa não é assim…e eu vivi e trabalhei em Angola e Moçambique, pelo que sei do que falo. Lá o “racismo” é real , porque resulta de um complexo de inferioridade e de uma aculturação levada a cabo nas escolas.

    O branco é simultanemente invejado e odiado.
    Há tempos, passeava em Maputo e uma senhora branca deu um trambolhão no passeio.
    Só eu a ajudei. Os africanos riam….nota-se que sentem prazer na humilhação ou desgraça de europeus.

    Ao tempo quando vinha a Portugal alimentava grandes discussões com um amigio meu que nunca lá tinha estado e cujas visões eram de um romantissmo pueril, sobre os “pretinhos” e as “injustiças”, enfim, o tipo de discurso floribélico que por vezes lemos por aqui.

    Esse amigo foi trabahar para Luanda ao serviço da ONU , há 3 anos.
    Ao fim de 6 meses de convivência real, já era eu que tinha de conter a sua animosidade e o extremismo dos seus pontos de vista.
    Ainda lá está, preso a um contrato principesco, mas cada vezque cá vem, até deita fumo pelos olhos.

    Nada como a realidade para fazer os tontos floribéliicos descerem à terra.

    Um exemplo do modo enviesado como os africanos nos encaram?

    Estive lá numa altura em que havia um campeonato do mundo de futebol a decorrer.
    Na Europa as nosasa simpatias não vão para equipas por serem euro+eias ou não. Apoiamos o Brasil, os Camarões, Angola, etc, enfim não estamos com a Bulgária por ser europeia.

    Lá não é assim.
    Cada equipa é “apoidada” pelo número de pretos que tem.

    Entre a França e o Egipto, a França era a escolha.
    Entre o Senegal e a França, o Senegal, entre o Egipto e a Bulgária, o Egipto, claro.

    É impressionante o modo como até os comentadores da TV não têm pejo em reconhecer que se sentem mais identificados com as equipas onde há elementos da sua raça.

    Há 5 anos, a seleção ,moçambicana de natação tinha um branco ( ou branca, já não me lembro). Pois nas coberturas televisivas raramente era focada….

  53. Stran diz:

    Caro Citador,

    Qual a diferença entre Madeira, Açores, Cabo Verde e São Tomé?
    O povo dominante.

    Qual, na sua opinião, o racional que levou a “descolonizar” umas e não outras, sendo todas ilhas desertas quando os “imperialistas” as descobrirarm e povoaram, e não tendo havido, em nenhuma delas, exercício de autodeterminação?

    A vontade dos que habitavam esses países.

    É capaz de responder sem rabiar?
    Já respondi e não rabiei!

  54. Stran diz:

    Caro Citador,
    “Lá o “racismo” é real”, tanto lá como cá o racismo quando existe é real.

    “Eu tenho bastantes amigos pretos…” e isso não o torna menos racista, nem menos condescendente nem menos obtuso a efectuar uma análise.

    “Nada como a realidade para fazer os tontos floribéliicos descerem à terra”, nem sempre é assim. o seu caso por exemplo, nem mesmo a realidade não o faz descer à terra e mantém-se na sua visão floribélica da bondade dos colonizadores.

    “Há tempos, passeava em Maputo e uma senhora branca deu um trambolhão no passeio.
    Só eu a ajudei” Uma medalha de bravura para o “Citador”. Mas já agora esse exemplo, a ser real, apenas me diz sobre essas pessoas que estavam lá e não do povo todo. Afinal é assim tão “miope”

    “Um exemplo do modo enviesado como os africanos nos encaram?”
    O exemplo é tonto. Não me diz nada acerca deles ou de nós. Cada pessoa pode ter as preferências que quiser. Não quer agora impor gostos, ou será que quer?

  55. Camões diz:

    “”Eu tenho bastantes amigos pretos” e isso não o torna menos racista”

    Não acha isso o cúmulo da hipócrisia? Então se calhar alguém que nunca fala com pretos mas que os defende sempre que são acusados de algo é menos racista que quem tenha amigos pretos?

    Outra,
    “Mantém-se a visão floribélica da bondade dos colonizadores”
    O que é isto?
    O Stran não conhece nenhum retornado? Quer uma lista de retornados famosos?
    Gostaria que pelo menos me explicasse porquê que os colonizadores Portugueses eram assim tão maus.

    “O que considero impersionante é que pessoas como o Camões (…) se sintam indignados com esse facto quando hoje praticam esses actos.”
    Qual facto? Que actos é que eu pratico?
    Eu nunca matei nenhum preto como eles mataram os nossos, aliás, só morreu o amigo do Mário Machado e foi o fim do mundo…
    Aposto que se eu matar um gordo por ser gordo ou um velho por ser velho, ninguém vai ligar pívia.

  56. Lidador diz:

    Caro Stran, quanto ao resto não vale a pena continuar…não se pode explicar uma cor a um cego de nascença e por isso é virtualmente impossível fazê-lo alçar voo poer sobre as paredes do seu labirinto mental.

    Interessa-me a sua resposta à questão que lhe coloquei.

    Você disse que a diferença entre as ilhas Atlanticas era a “população dominante”.
    Que quer dizer com isso?
    Que os pretos têm direitos diferentes dos brancos? Bela noção de quem se reclama de não racista.
    Mas você tem razão…a única diferença é essa…nos Açores e Madeira há brancos, em Cabo Verde e São Tomé há negros.
    POr isso uns foram empurrados para a independência e outros não, já que em termos históricos as ilhas eram todas desabitadas antes de os portugueses lá porem o pé.
    O que quer dizer que eram ilhas portuguesas desde sempre.

    O facto de ser tão lesto a avançar com o argumento da raça, diz tudo da sua hipocrisia…bem, na verdade acho que o meu amigo não mostra caco suficiente para ser hipocrita…o seu problema é ´mesmo a ignorância e a mediocridade intelectual.
    Ignorância convencida, que é a pior de todas, porque pior que um burro, só um burro teimoso.

    Ignorância que fica claramente exposta na resposta à questão sobre a razão da descolonização em São Tomé e Cabo Verde.
    O meu amigo referiu a “vontade dos que habitavem nesses países”.

    Diga-me então onde e quando é que essa vontade foi expressa, porque eu não sei e ninguém, a não ser você parece saber.

    A pergunta é simples: quando é que os povos de S. Tomé, Madeira, Açores e Cabo Verde, ilhas portuguesas desde que são habitadas, manifestaram a sua vontade?
    Quais as percentagens da escolha?
    Quais as alternativas entre as quais escolheram?

    Responda com factos por favor!

  57. Stran diz:

    “Não acha isso o cúmulo da hipócrisia? Então se calhar alguém que nunca fala com pretos mas que os defende sempre que são acusados de algo é menos racista que quem tenha amigos pretos?”

    Não entendeste o sentido do que disse. O sentido é não se mede o racismo de uma pessoa só pelos amigos que tem, mas sim pelos actos e convicções. Quanto à segunda espero que não penses que é o que sou pois estás enganado.

    “O Stran não conhece nenhum retornado? Quer uma lista de retornados famosos?
    Gostaria que pelo menos me explicasse porquê que os colonizadores Portugueses eram assim tão maus.”
    Os meus pais! Basta? ou é preciso fazer uma lista de todos os que conheço? É assim, este é um tema muito pessoal por isso não venham com o discurso que sabem tudo sobre esse assunto. Eu também como disse anteriormente tenho o conhecimento em primeira mão do que acontecia por lá. E se é verdade que muito boa gente estava lá para trabalhar e era muito bem vista por todos outros eram de uma brutalidade medieval. Que olhavam a população indígena exactamente com os mesmos olhos dos donos de escravos. Por isso não nos iludamos, não éramos nenhuns santos, não fomos para lá por sermos bonzinhos, nem para praticar o bem. Esse não foi o motivo inicial, além disso gostamos de nos convencer que fomos lá desenvolver aqueles países e se não fôssemos nós eles não seriam tão desenvolvidos. Primeiro recuemos os 500 anos e acham mesmo que nessa altura os povos preferiam ser escravizados?

  58. Stran diz:

    “não se pode explicar uma cor a um cego de nascença”
    é o que tento fazer consigo sempre que respondo…

    Além dos costumeiros insultos, meu caro “citador” acho que já demonstrou, num passado longínquo, intelecto suficiente para através da minha resposta chegar à razão das diferenças entre um e outros. Se não conseguir diga-me que eu faço o desenho!

  59. Camões diz:

    Caro Stran, não olham os deputados, e até os quadros do PCP para o próprio povo como se de um ser vil e inferior se tratasse?
    Continua a achar que o colonialismo foi bom para todos, viu-se o que aconteceu depois de 74 em Moçambique e especialmente em Angola. Os guineenses e toda a Áfrca também não ficam atrás.
    Vêm os pretos falar de Racismo?
    Mugabe Mugabe Mugabe Mugabe Mugabe Mugabe e centenas de amigos do povo. Os Negros Islâmicos Muçulmanos também são pouco racistas…

  60. Lidador diz:

    Não respondeu Stran.
    Se respondeu não percebi, sou assim um bocado bronco, que quer?
    Faça o desenho, se quiser, mas responda ao que eu lhe perguntei.

    Porque ainda não o fez e assobiar para o ar é giro mas inconsequente.

    Quem perguntou o quê aos povos das ilhas?
    Quando?
    Que respostas deram?
    Com que percentagens?

    É só isto…

  61. Stran diz:

    Finalmente meu caro “Citador” vejo uma pequena vontade de debater. E depois de muitos posts no mesmo sentido conseguiu entende a intenção. De à muito tempo para cá o meu caro “Citador” não fez mais nada do que citar nomes e insultar sem apresentar um verdadeiro discurso de debate, nem raciocínio próprio. Foi difícil mas finalmente entendeu o propósito dos comentários que lhe dirigi. É que você nunca responde, perde 90% dos seus comentários a insultar, a desviar as questões e quando confrontado com uma resposta, nada mais faz do que ignorar a mesma.

    Como fui eu que lancei o desafio de lhe explicar algo que é óbvio (mesmo que não concorde) eu vou responder às suas questões:

    “Quem perguntou o quê aos povos das ilhas? Quando?Que respostas deram?
    Com que percentagens?”

    Houve uma sondagem a todos os habitantes das ilhas em que responderam qual a opção que pretendiam. Visto que os resultados foram escolhidos as soluções escolhidas. Foi uma ideia que surgiu já na altura do Salazar, mas que por motivos de logística não foi realizado antes. Aliás a reacção aos resultados foi um espanto enorme para Salazar que ao ler os resultados caiu da cadeira. Por este motivo o processo só foi terminado após o 25 de Abril.
    Agora a sério, que raio de perguntas são estas? Aqui vai o desenho, a diferença de populações apontadas faz com que uma seja Africana e outra portuguesa. Ou seja uma identificava-se com as suas ligações africanas e com o que o desejo de criar um país independente da metrópole. Caso contrário já se teriam tornado portugueses, pois uma vez libertados teriam vontade de voltar a integrar o nosso território. Quanto ao território da Madeira e dos Açores isto não acontecia e o sentimento da população local ainda é o de pertencerem ao território português. Mas isto não invalida que essas ilhas se possam tornar independentes, é só manifestarem essa vontade.

    Como vê não é preciso muito para chegar a esta conclusão, por vezes basta a leitura dos acontecimentos, dos factos para suportar e chegar a uma resposta, não é necessário ir a correr buscar uma pequena citação de um livro para demonstrar o contrário como é seu costume.

    Até breve meu caro “Citador”.

  62. Camões diz:

    “Mas isto não invalida que essas ilhas se possam tornarar independentes, é só manifestarem essa vontade”.

    Então, para onde foi o teu espírito democrático, Stran! E os outros Portugueses não têm nada que ver com isso, não têm direito de negar a independência a parte integrante da sua pátria? Houve algum referendo ou coisa do género para conhecer a vontade dos povos descolonizados?
    Qualo é a tua posição acerca da independência Basca?

    Facto: Desde a queda de Franco em Espanha, o PNV (Partido Nacional Vasco) tem ganho todas as eleições livres na Viscaya desde 1977. No entanto, ainda não existe um Estado Basco com capital em Bilbao.
    Belas democracias!?

  63. Stran diz:

    “Houve algum referendo ou coisa do género para conhecer a vontade dos povos descolonizados?”

    Respondo com respondi ao “Citador”:
    “Houve uma sondagem a todos os habitantes das ilhas em que responderam qual a opção que pretendiam. Visto que os resultados foram escolhidos as soluções escolhidas. Foi uma ideia que surgiu já na altura do Salazar, mas que por motivos de logística não foi realizado antes. Aliás a reacção aos resultados foi um espanto enorme para Salazar que ao ler os resultados caiu da cadeira. Por este motivo o processo só foi terminado após o 25 de Abril.”

    A sério, em que mundo é que vivem para efectuar tal questão?
    Quanto à questão da Madeira e dos Açores eu apenas afirmei que se existir uma vontade para serem independentes então tudo bem. Não dei pormenores do processo, que nem sequer pensei muito bem nessa hipotese…

    “Qual é a tua posição acerca da independência Basca?”
    Esta é fácil, se realmente desejam ser independentes então deveriam de o ser! Em pleno Sec XXI não faz sentido se manter algumas situações em plena Europa.

  64. Camões diz:

    “Em pleno sec XXI não faz sentido manter algumas situações em plena Europa.”

    O processo de criação de um Estado é muito mais complexo que isso.

  65. Lidador diz:

    Houve uma sondagem?

    Quando? Onde?
    Quem a fez?
    Quais os resultados?
    Qual a ficha técnica?

    Caro STran, não estou a ser irónico. Estou genuínamente supreendido porque nunca tinha ouvido falar de tal sondagem.
    Se realmente ela aconteceu, gostaria de a conhecer em pormenor.

    Não é que desconfie de si, e da sua palavra, mas compreenderá certamente que uma coisa dessa magnitude teria de ser estudada e conhecida.

    Concretize, se faz favor, embora eu ache estranho que se decida o destino de 4 arquipélagos por uma sondagem, ainda por cima em territórios onde não havia bases amostrais representativas.

    Mas venhem de lá esses dados.

  66. Lidador diz:

    Ah, já agora, caro Stran, creio que ignorou o facto de as ilhas serem TODAS desabitadas quando os portugeses as descobriram, pelo que foram os portugueses os primeiros habitantes.

    Ò que você está a dizer é que a raça é que importa.
    No fundo você é racista.
    Usa a raça para justifcar atitudes diferentes em casos iguais. Afirma que os negros não eram portugueses, porque eram negros
    Bem, e então os negros que vivem em Portugal? Serão portugueses?
    Haverá uma “sondagem” para decidir se a Damaia se tornará independente?

    Explique lá o seu raciocíno, STran, porque já não há quem o entenda.

    É então a raça que define a nacionalidade?
    Quem diria?
    Você não tem vergonha nessa cara, seu racista?

  67. Stran diz:

    Caro “Citador”, já tinha reparado que a sua capacidade de raciocínio estava com tendência a diminuir (será da idade). Chegou a um ponto que só tinha capacidade de citar. Mas agora acho que de uma vez por todas se perdeu.

    Então diga-me lá onde é que chegou à bela conclusão de “Ò que você está a dizer é que a raça é que importa.”

    Outra coisa que deverá aprender é reconhecer ironia. Além disso há quem entenda o meu raciocínio, mas você é que não sabe interpretar um texto. Defeito que por esta altura da sua vida já tenho algumas duvidas que o consiga aprender.

    Por isso antes de continuar com os seus comentários lunáticos, espero que volte a ler com atenção o que escrevi. Faça um pequeno esforço (desconfio que no seu caso deve ser enorme) para interpretar correctamente o que escrevi e comente sobre o que foi dito e não sobre o que imagina, na sua realidade virtual, ter sido escrito.

    Até breve meu caro “citador”

  68. Camões diz:

    Lidador desmontou Stran.
    Sem palavras.

    Lidador 1-0 Stran

  69. Camões diz:

    Eu até te compreendo Stran, mas só porque sou racista (como me fizeste ver!).
    Temos isso em comum, uns assumem-se, outros nem tanto…

  70. Stran diz:

    Então Camões como é que o Citador me desmontou e em que parte é que fui racista?

  71. Camões diz:

    Cabo Verde + São Tomé = Pretos
    Açores + Madeira = Portugueses

    Tu dás tratamentos diferentes a duas populações diferentes em situações iguais, baseando-te apenas na única diferença. Da de essas pessoas serem de povos/civilizações/culturas diferentes. E qual é o teu meio de ver o que os distingue como população? É classificá-los segundo as suas raças. Isto vai levar a que tenhas um tratamento perferencial pelos Madeirenses e Açorianos uma vez que os aceitas na tua pátria enquanto recusas os São Tomenses e Cabo Verdianos por serem pretos.

    Se ser racista é ser adepto do racismo e racismo é a crença na superioridade de outras raças, tu és racista porque hirerarquizas os seres humanos pela sua raça, tanto que inferiorizas São Tomenses e Cabo Verdianos por serem pretos, não os deixando integrar a tua pátria.

    Eu concordo contigo e acho que tens toda a razão pois a povos diferentes devem corresponder nações diferentes. Agora, tu Stran, estás farto de me chamar racista por causa disto e tecnicamente tens toda a razão! Eu próprio já o reconheci. Reconhece que pelo menos caíste no mesmo buraco que eu… Já alguém neste site, depois de me chamar racista, pediu desculpas e intitulou-me de Culturalista. Essa pessoa chamou-me culturalista exactamente por compreender que cada raça desenvolveu a sua própria cultura e que o meu entrave com as outras raças, não é a sua presença fisicó-biológica (a menos que chegem aqui a pilhar os nossos recursos, tipo pretos a meterem-se com europeias e tal) mas é 99% por causa da sua cultura (1% já sabem o que é). Tu, tendo o mesmo conhecimento que esse outro indíviduo, insististes em me intitular de racista.
    Ora, no fundo o post anterior queria dizer que caíste na “armadilha” do Lidador e deixas-te caír o pano, revelando-te tão multiculturalista como eu! (Puseste os teus perconceitos de menino bem educado de lado! Educação usa-se com as senhoras! Aqui estamos a debater um problema sério e real.)

    Estou errado?
    Se estou errado, mostra-me. Outro indicador foi não teres respondido ao Lidador da maneira civilizada e inteligente que (acho eu) te caracteriza.

  72. Camões diz:

    Resposte do Stran á questão qual a diferença entre Cabo Verde, São Tomé e Príncepe, Madeira e Açores:

    “O povo dominante”

    Palavras para quê? O que tu consideras de “povo” (dominante) é a raça. Admite pá!
    O que tu disseste é que São Tomenses e Cabo Verdianos não eram Portugueses porque são pretos, mesmo que tenham estado os habitantes de todas aquelas ilhas sobre a mesma bandeira desde que os Portugueses habitaram as ilhas.

    Ou seja, para ti (e para mim)

    O POVO PORTUGUÊS NÃO É MULTIRRACIAL! os Portugueses são todos brancos.

    É o que tu dizes com essas palavras.

  73. Stran diz:

    Vês a diferença de mentalidade entre ti e mim, ou entre o “citador” e eu.
    O significado de povo dominante é diferente para ti e para mim. Mas a culpa é minha visto que a resposta é curta e leva a que os preconceitos de cada pessoa dei significados diversos às minhas palavras.

    Eu disse e continuo a afirmar: o povo dominante! e o que eu considero de povo não me refiro a raça mas as características sociológicas de cada um. Qual o seu passado, e que identidade o povo que habitava cada uma das ilhas tinha.

    A vontade expressa pelos actos dos habitantes dessas ilhas ao longo dos tempos são um bom reflexo disso. Se os Madeirense e os Açorianos desejassem uma independência teriam continuado a lutar por ela, mas a verdade é que, salvo algumas algarviadas de uns quantos não se ouve ninguém falar disso. E no caso dos Santomenses e Cabo Verdianos, se quisessem permanecer um território português já teriam à muito tempo encetado conversações nesse sentido, mas a verdade é que não existe nada disso. Na altura da tomada de decisão não sei se foi tido em conta este tipo de analise, nem sei se a Madeira e os Açores tinham o mesmo estatuto de Cabo Verde e São Tomé (que julgo que não tivessem, o que por si só justifica diferentes politicas por parte de Portugal), mas independentemente de tal facto a verdade é que o tempo mostrou que efectivamente a Identidade de cada um dos povos era diferente. Tal não quer dizer que uns tinham mais direitos que outros e que os portugueses são todos brancos, facto que rejeito.

    Essa estrapulação, ou foi por uma leitura leve e enviesada do que escrevi ou então foi por um aproveitamento pouco escrupuloso do que respondi…

  74. Camões diz:

    Vais sempre ao mesmo, os coitados eram pretos, logo não têm nada que ver com uma nação Europeia, admite bolas!

  75. Camões diz:

    Dá-me um exemplo de um Português preto, não imigrante ou filho de…

    Porquê que achas que são povos diferentes se a sua raça (e consequentemente origem) nada tem a ver. Estás a negar o óbvio ó Stran.
    Mente aberta… acho que se está a fechar.
    Estás a tornar-te num radical islâmico por não quereres ver algo tão óbvio.
    Respira fundo e pensa antes de responderes, sê claro e sucinto.

  76. Stran diz:

    amanhã, que tenho de ir, mas volto…

    P.S. “Estás a tornar-te num radical islâmico por não quereres ver algo tão óbvio” pouco original não achas (lol)

  77. Camões diz:

    Tipo, é para ver se te tocas.

  78. Stran diz:

    Bem parece-me que isto está a ir um pouco longe demais. No inicio até tinha piada, mas a manipulação do que é dito tem limites. Vou fazer uma breve evolução histórica para demonstrar o que aconteceu:

    A um desafio do “Citador”:

    Citador: “Qual a diferença entre Madeira, Açores, Cabo Verde e São Tomé?”
    Stran: “O povo dominante.”

    Citador:
    “Você disse que a diferença entre as ilhas Atlânticas era a “população dominante”.
    Que quer dizer com isso?
    Que os pretos têm direitos diferentes dos brancos? Bela noção de quem se reclama de não racista.”

    Camões:
    “Se ser racista é ser adepto do racismo e racismo é a crença na superioridade de outras raças, tu és racista porque hirerarquizas os seres humanos pela sua raça, tanto que inferiorizas São Tomenses e Cabo Verdianos por serem pretos, não os deixando integrar a tua pátria.”

    Camões:
    “Isto vai levar a que tenhas um tratamento perferencial pelos Madeirenses e Açorianos uma vez que os aceitas na tua pátria enquanto recusas os São Tomenses e Cabo Verdianos por serem pretos.”

    Como vês Camões não fui eu que dei uma conotação racial à minha resposta, nem sequer está presente na mesma. Tudo começa com a tentativa do “Citador” perceber o que tinha dito atribuindo-lhe um valor racial. E depois tu assumiste isso como verdadeiro e continuaste com a mesma conotação. Ou seja eu disse A e vocês atribuiram uma conotação a A de racial e a partir daí desenharam uma argumentação que caí por terra pois não têm haver com a minha resposta. Vejo que as escolhas da minhas palavras foi infeliz, pois nenhum conseguiu ultrapassar o preconceito racial que têm. “Povo Dominante” significava pura e simplesmente os aspectos culturais da maioria (daí o dominante) das pessoas que habitavam a ilha (daí o povo)

    Um bom exemplo do que me estou a referir é a questão que me colocaste:
    “Porquê que achas que são povos diferentes se a sua raça (e consequentemente origem) nada tem a ver. Estás a negar o óbvio ó Stran”

    Lamento dizer mas não sou eu que estou a negar o óbvio mas está a te escapar o óbvio. A raça não me diz nada sobre a cultura de um povo. Aliás a raça não me diz nada sobre uma pessoa a não ser características físicas (aliás os racistas tentam negar este facto atribuindo características sociais a grupos com características físicas idênticas). Dou um exemplo: se actualmente encontrares uma ilha deserta e ela for habitada por portugueses de raça negroíde e se o regime dessa ilha não for diferenciado da de Portugal dificilmente existirá vontade dos habitantes dessa ilha para se tornarem independentes. Não foi isto o que aconteceu nessas ilhas.

    “Estou errado?
    Se estou errado, mostra-me. Outro indicador foi não teres respondido ao Lidador da maneira civilizada e inteligente que (acho eu) te caracteriza.”
    Como vês estavas errado. Enfatizo o facto de vocês partirem do pressuposto errado que certas características físicas de seres humanos tem influência em características sociais. Quanto ao resto do meu comentário, a forma do meu comentário deriva de um longo historial de debate com o “Citador”, em que constantemente sou insultado e em que ele nada faz mais do não debater as questões. Considero-me uma pessoa paciente mas como tudo na vida existem limites. Enquanto contigo consigo ter um debate normal (mesmo tendo opiniões tão contrárias) o mesmo já não acontece com o “Citador” cujo o debate mais se assemelha a falar com uma pedra.

  79. Teixeira diz:

    Stran,

    mais uma vez – e não será seguramente a última – gabo-te a paciência.

    Um é uma pedra da direita mais conservadora, triste e cinzenta como só ela sabe ser e o outro tem dois amendoins no lugar do “Tico e do Teco” – ainda por cima as sementes de sésamo não surtem efeito…

    Abraço
    [[]]

  80. Stran diz:

    Mais uma vez muito obrigado pelo elogio.

  81. Camões diz:

    Antes de tudo, queria informar o Camôes, que “Camões” leva til “~”.

  82. Camões diz:

    “Povo Dominante significava pura e simplesmente os aspectos culturais da maioria das pessoas que habitavam a ilha”

    Exacto, antes de mais quero que tenhas a noção de que concordo plenamente com essa tua maneira de pensar.
    Só que…

    “Se actualmente encontrasses uma ilha deserta e ela for habitada por Portugueses de raça negróide e se o regime dessa ilha não for diferenciado da de Portugal dificilmente existirá vontade dos habitantes dessa ilha para se tornarem independentes.”
    Por amor de Deus!

    Isto revela muita ingenuidade. Depois desta frase ficou claro que não sou eu que te vou conseguir fazer ver (pelo menos sem ser cara a cara) que existe uma ligação raça-cultura, e que o racismo em Portugal não é contra os pretos por serem pretos, é contra os pretos por fazerem merda, portanto vou apenas responder ao mesmo nível:

    Resposta a) Claro que não quereriam ser independentes porque antes viver na Europa a todos os níveis e ser-se preto, do que se ser-se preto a todos os níveis e viver na Europa. O dinheirinho conta muito.

    Resposta b) Se fossem uma elite (aqueles 15% bem comportados e integrados que têm o legítemo direito de permanecer em Portugal pois estão cá em busca de uma vida melhor e a maioria desses até quer voltar para a sua Terra e não se preocupa em africanizar ou colonizar Portugal) seria totalmente normal, viveriam cumprido as regras em harmonia com todo o país. Até chamarem a família toda de África e estragarem o local. lol

    Resposta c) A Cova da Moura é independente?

    Resposta d) O que é um “Português de raça negróide”? Não é um africano a quem foi oferecida nacionalidade Portuguesa?

    Resposta e) Claro que não seriam independentes, senão quem é que lhes pagava a habitação social e o rendimento social de inserção e afins? 50% do PNB das Berlengas Negras iam ao fundo…

    Resposta f) Claro que não seriam independentes, Portugal teria sempre um poder militar superior e não permiteria tal coisa.

    Resposta g) Claro que seriam independentes, muitos Portugueses (incluindo tu, pelos vistos) têm sonhado em pôr a pretalhada toda numas ilhas desertas (vulgo Berlengas) e fazer daquilo um país chamado Pretalhadoland.

  83. Camões diz:

    Depois deste teu comentário fiquei curioso acerca de onde tu és, é que pensei que fosses de Lisboa…

  84. Teixeira diz:

    MZ,

    este blogue passou a ser o do Camões?

    Esta personagem para além de escrever pior do que que muita gente com a 4ª classe, tem a inteligência de um amendoim.

    Haja paciência para tanta estupidez racista.

    Pelo menos que se limitasse a ser apenas estúpido…

  85. Stran diz:

    “Depois desta frase ficou claro que não sou eu que te vou conseguir fazer ver (pelo menos sem ser cara a cara) que existe uma ligação raça-cultura, e que o racismo em Portugal não é contra os pretos por serem pretos, é contra os pretos por fazerem merda, portanto vou apenas responder ao mesmo nível”

    Caro Camões voltaste a entrar em contradição. Primeiro queres me fazer “ver” que existe uma relação Raça-cultura. Ou seja para ti existe ligação directa entre uma característica puramente biológica (raça) e uma característica puramente social (cultura). Mas depois afirmas que discriminas um certo grupo de pessoas não por essa característica biológica (raça), mas por características sociais (cultura/comportamentos sociais), quebrando assim a ligação que iniciaste o teu paragrafo e que me querias “fazer ver”!

    Vou agora responder a algumas dúvidas existenciais:

    “A Cova da Moura é independente?”
    Não.

    “O que é um “Português de raça negróide”? Não é um africano a quem foi oferecida nacionalidade Portuguesa?”

    É um ser humano que tem nacionalidade portuguesa e cujas características o identificam como sendo de raça negróide (acho que é o termo técnico para esta raça). Não necessariamente. Depende do exemplo que queres dar e da tua amostragem. No meu caso referia-me a cidadãos portugueses, nascidos em Portugal (as raízes familiares podem ser portuguesas ou não).

    “Claro que seriam independentes, muitos Portugueses (incluindo tu, pelos vistos) têm sonhado em pôr a pretalhada toda numas ilhas desertas (vulgo Berlengas) e fazer daquilo um país chamado Pretalhadoland.”

    Pessoalmente não gosto que o que escrevo seja manipulado, e muito menos gosto de ser insultado (“incluindo tu, pelos vistos”). O exemplo que dei teve um propósito, que foi de te exemplificar a tua duvida. Utilizares esse exemplo com outro fim (principalmente o que utilizaste) faz com que o debate perda o seu interesse, pois neste caso estás a desvirtuar o seu conteúdo.

  86. Camões diz:

    É o meu blog! AH! AH! AH! AH!

    Tomei o controlo, destituí o Máquina Zero!
    AH! AH!

    Curvar-se-ão perante mim!

    Teixeira, o Blog passou a ser meu, se não gostas, azar! AH! AH! AH!
    Vai te habituando AH! AH!!
    Se não tens paciência, ignora-me. Há por aí muitos blogs fora do meu controlo.

    PS- mas não por muito tempo AH! AH! AH! AH!

  87. Camões diz:

    Eu só penso que tal como a raça e outras caracteristicas biológicas, a cultura é passada herditáriamente, através da educação.

    Os africanos que para cá vêm não deixam de ser africanos (nem morre a sua cultura)! Se tu fores para África, não deixas de ser Europeu. Agora, considerar Português apenas aqueles que estão em Portugal é que é negativo. Se calhar, se os africanos “Ocidentalóides” fossem para Áfrca, essa terra seria muito mais desenvolvida. Eu penso (se calhar de uma maneira muito romântica) que os Africanos ocidentalóides perferem vir para o Ocidente do que transportar a África para o futuro. Assim eles não vão lá! E quem “se lixa” são os dois povos (Europeu e Africano).

    Quanto áquilo do Português negróide, sem sombra de dúvida é um ser humano e deve ter os seus direitos enquanto tal respeitados. Agora, um Português é (ou deveria ser) muito mais do que apenas um ser humanozinho com um papel a dizer que tem a nacionalidade de um paíseco. Se Portugal deixar de existir, deixará de existir o povo Português? E os “Portugueses Negróides” não se converterão em “Espanhóis Negróides”, ou até “Castelhanos Negróides”? Não prefeririam eles ser “Europeus Negróides”. Pois eu (e o povo Português) serei sempre mais Português que Cristão, Lisboeta, Ibérico ou Europeu. E não deixo de ser menos Cristão, Lisboeta, Ibérico ou Europeu por isso.

    Quanto ao insulto não foi minha intenção, peço desculpa. Mas cria acrescentar que se tu tivesses escrito aquilo que eu escrevi, não o levaria como um insulto pessoal.
    Insultos são coisas do tipo: “Camôes é cabr… e gay” ou “… escreve pior que muita gente da 4ª classe e tem a inteligência de um amendoim”. Enfim, coisas de gente com um intelecto muito inferior á média, ou então que foi abusada enquanto criança…

    Eu escrevi aquilo que escrevi, para te tentar mostrar que aí no fundo, reprimido, pensas da mesma maneira que muitos Portugueses. Eu se tivesse de dar a cara seria muitíssimo mais politicamente correcto mas como não há essa necessidade, por vezes até exagero!
    Não te ofendas tão facilmente que a vida tem dessas coisas!

  88. Stran diz:

    “pensas da mesma maneira que muitos Portugueses” Acredito sem duvida que muitos portugueses pensam como eu penso, sem dúvida (lol)!

    Quanto ao insulto para mim é mais ofensivo o que fizeste do que insultos do tipo “Camôes é cabr… e gay”

    Quanto ao teu comentário julgo que continuas a confundir biológico com social.
    Os africanos que para cá vêm não deixam de ser africanos” mas os seus filhos, netos bisnetos deixam de o ser. Passam a ser portugueses. E o contrário é idêntico.
    “Pois eu (e o povo Português) serei sempre mais Português” e é idêntico para todos de todas as raças.

    Diz-me uma coisa se soubesses que a tua família descendia de África deixavas de te considerar português?

  89. Teixeira diz:

    Camões não o insultei. Foi uma constatação óbvia baseada na estupidez que destila em forma de palavras que aparentemente são parecidas com o português. Mas só aparentemente…

    A sua resposta ao meu comentário até teve a sua piada mas nem assim leva a semente de sésamo. Escusa de se esforçar para dizer “OLÁ” porque já vi que é incapaz de articular duas sílabas.

    Respire fundo, leia tudo o que escreve e pense. Mas pense muito…

  90. Camões diz:

    Teixeira, não sei se terá intelecto para compreender o que lhe vou dizer, mas como sou um ser caridoso, aqui vai:
    Eu já reli e pensei sobre o que por aqui tenho escrito, e já reconheci que algumas frases não form as mais correctas. Isso provavelmente deriva do facto de os meus comentários iniciais fossem para ser os únicos, mas como este blog é um bom espaço (o melhor que encontrei na web) em termos de esclarecimentos e trocas de ideias, onde todas as opiniões são bem vindas, até a sua (e pode continuar a (não) insultar-me que só mostra o seu nível), fui ficando.
    Agora pergunto-te, o que queres que faça?
    Se quiser que mude de nick e seja mais políticamente correcto faça uma petição e quando aparecerem três comentários com nicks diferentes pedindo a minha expulsão do blog ou a minha mudança de nick, proclamarei num post a minha mudança de nick.
    Se quer que deixe de defender a minha posição, terá de me mostrar uma posição melhor é que sabe, eu gosto de me inclinar para a razão, manias!
    Agora, não sei porque não me ignora semplesmente, já que não tem nível para me acompanhar e discorda das minhas opiniões.

    Os meus cumprimentos.

  91. Camões diz:

    Sim, de facto muitos Portugueses pensam como tu, Stran.
    Quanto ao insulto, não reparei que tinha sido tão ofensivo, ainda não compreendi a gravidade desse meu acto.

    Eu acho que não confundo biológico com social, só que (mesmo á Salazar, Hitler e PNR) por acreditar (ainda) na família acho que ambos os conceitos estão intimamente ligados.

    “Pois o povo Português será sempre mais Português e é idêntico para todas as raças. ”
    Jovem, quem já renunciou á sua nacionalidade ( especialmente depois de ter desencadeado uma guerra pelo seu direito a ela) uma vez, fá-lo-á as vezes que lhe convenir (principalmente se não se sente parte integrante de um povo).

    Só um exemplo, a comunidade chinesa, apesar de relativamente bem integrada não se identifica culturalmente com Portugal.

    “Se soubesses que a tua família descendesse de África deixavas de te considerar Português?”

    Tipo, os meus avós nasceram em África lol
    Agora a sério, depende. E não é preciso que seja de África (revolucionaria mais a minha maneira de pensar se descobrisse que tenho grande ascendência espanhola (castelhana)).
    Se descendesse para aí uns 15% ou 20% de África teria dificuldades em me considerar “Português Étnico”. Também me sentiria menos Português se tivesse uma ascendência de para aí 30% de um outro grupo étnico europeu qualquer.

    É uma questão pretinente, saber até quando se pode afirmar que alguém é Português. E aí tenho uma visão um pouco racista. Se bem que conta mais a “vontade de ser” e a “dignidade do indivíduo” (daí a elite) do que a etnia. Agora, passa pela dignidade o amor á pátria e quem a recusa de graça, porque a Norte se ganha mais uns trocos…

    PS- Nunca disse que se deveria expulsar de Portugal qualquer pessoa que tivesse ascendência africana.

  92. Camões diz:

    PS- Nunca disse que se deveria expulsar de Portugal qualquer pessoa que tivesse ascendência africana só por esse facto.

  93. Stran diz:

    Bem Camões,

    Antes demais devo te dizer que é um enorme erro ligar um factor biológico ao social. Toda a tua analise fica invalidada pois tal ligação não existe. As pessoas de extrena direita gostam de fazer essa ligação e demonstrar que a raça caucasiana é superior, mas essa noção é ridícula.
    Quanto à questão familiar, ela apenas serve para solidificar ou não alguns aspectos culturais, mas não são a única, e muitas vezes a mais importante, justificação para determinado acto. E a ligação que depois fazes de “raça-cultura” continua a ser artificial e inexistente.

    …”teria dificuldades em me considerar “Português…” (apaguei a palavra etnico pois não gosto dessa noção e não por manipulação)

    E eu a pensar que eras um verdadeiro nacionalista, que amavas Portugal acima de qualquer coisa, mas agora vejo que o teu nacionalismo é condicionado a outros elementos que muito honestamente não importam para nada. O mesmo paralelismo se pode fazer para todos os outros supostos nacionalistas que querem fazer uma ligação nacionalidade-raça. Afinal eles não são muito nacionalistas visto que é um sentimento condicionado e não incondicional. Não existe um verdadeiro amor por parte dessas pessoas à nação, só o têm caso exista a condição “A” e se não tiverem então já não são portugueses.

    Fazendo agora um outro paralelismo se soubesses agora que tinhas sido adoptado, deixavas de te considerar os teus pais como pais? (Eu não, nem deixaria de gostar menos deles)

  94. Camões diz:

    “Devo dizer-te que é um enorme erro ligar um factor biológico ao social. Toda a tua análise fica invalidada…” Cada um vê o que quer.

    Teria dificuldade em considerar-me Português Étnico mas continuria a amar o país e apoiá-lo pois sou apologista de que a cada povo sua nação e não sendo Basco admiro os seus esforços pela independência.

    “Caso a condição “A” não exista” Ainda não vim nenhum Blackskin verídico. Mas que os havia, houve.

    Respondendo á tua ultima pergunta, os meus pais caíriam na minha consideração por me terem mentido (a menos que fosse por uma boa razão) durante tanto tempo, e sim, deixaria de os considerar os meus pais BIOLÓGICOS mas penso que continuaria a gostar tanto deles como hoje, apesar de continuar a considerá-los meus pais só que dessa feita apenas adoptivos. Seria um choque.

  95. Teixeira diz:

    O Camões e o Stran vão passar o ano de 2007 nisto… 🙂

    MZ, faça lá um post sobre as “barbaridades” do cegueta – estou curioso para ler uma opinião sua acerca do “doutoramento do Camões”.

    []

  96. Camões diz:

    🙂 Acho que nos fartamos ainda este mês 🙂

  97. Camões diz:

    O blog continua meu AH AH AH!
    Em breve controlarei o Universo, Teixeira… podes fugir mas não te podes esconder HA! HA! HA! HA!! HA! HA! HA! HA!! HA!! HA!!

  98. Gonçalo Ribeiro Luppi Telles Espirito Santo de Bragança Gusmão diz:

    eu ja ouvi tambem dos brasileiros que se o brasil tivesse sido descoberto pelos ingleses era um pais diferente

    Sim, os ingleses, os alemães e os holandeses. Só dizem mal dos portugueses, em menor dimensão dos espanhóis e italianos. Coitados dos brasileiros são mesmo um povo complexado, frustrado, sem história nem identidade. Aquele sitio está perdido, por isso é têm todos que fugir de lá. Aquilo por lá não tem futuro nenhum para a esmagadora maioria do povo apenas para uma minoria, mesmo essa está com os movimentos limitados na sua própria terra.

    A Europa, os USA o Japão estão cheios de refugiados lá do Brasil, situação que só encontra paralelo com africanos. Aquilo está mesmo nas ultimas, o pior para nós. Para os brasileiros, Portugal é obrigado a recebê-los, porque fomos nós que os colonizámos. Não deve tardar muito para sermos uma minoria na nossa própria terra, com aqules refugiados a invadirem Portugal, e a transformarem Portugal numa favela de chinelinho de enfiar no dedo. É o declínio da nossa civilização.

    • Este é um equívoco que eu mesmo sempre combati. Não acho que ter sido colonizado por franceses, holandeses ou ingleses tivesse sido melhor para o Brasil. Os holandeses, quando em Pernambuco mostraram sua verdadeira face ao perseguirem o culto católico. E proibirem o Bispo da Bahia de nomear párocos para as igrejas que ficavam vagas.

  99. Stran diz:

    estou de volta 😉

  100. Camões diz:

    Ora bem vindo, Stran!

  101. Camões diz:

    E lembra-te que o blg continua em meu poder…

  102. b ranco diz:

    nao vou dizer que sao todos mas a grande parte dos brasileiros sao peeosas que nao tolerao um decuido dos outros mas querem sempre que os outros tolerem os seus decuidos teem a mania que sao mais esperoto que outros se nao fosse as novelas as caipirinhas algumas mulheres mas nao todas pois muitas tem uma pela que parece que ja á anos que nao se lavao tirando isso é um pais sem orientacao matao-se uns aos outros nao teem pena das pessoas que matao bem para mim esses e angolanos deveraio levantar um murro que tivesse mais de 15 km de altura para nao sairem de la para fora vejao as casas que a pretada teem em portugal dada pelo estado portugues e vejao o modo de agradecimento deles para nos pois nós fomos o unico povo que lhe ensinou a falar ter boas maneiras a escrever ate a nossa relegiao bem tudo e no final o que somos para eles tanto angolanos como brasileiros para uns azuis para outros anedotas
    vivo na almemanha que é um pais onde o racismo era visto a todas as ruas e hoje em dia se pode ver uns 5 % só no outro lado da alemanha a antiga DDR ai sim esses que andavao como pedintes hoje em dia teem uma zanga aos estrangeiros que nem calculao por isso é que os alemos da parte ocidental nao se dao bem com os da parte oriental pois uma parte do nosso ordenado vai para para outro lado tipo de inmposto chamado soderiadade para dar de comer a esses filhos da puta que nao fazem nada
    mas enfim aqui onde estou a outro tipo de problemas como os russos e romenos que dizem que sao de familia aleman e se tiverem uns 59 anos sao aceites em fabricas dao-lhe creditos e outras tantas regalias coisa que no final tem um reforma igual aos que trabalharao a vida toda ai acho que nao esta justo mas sao coisas do governo

  103. Camões diz:

    Pois, ó branco… e tu deves ser o único “bom imigrante” que está aí na Alemanha…
    Quanto á ingratidão dos Angolanos, parece que se esqueceram da guerra colonial e da expulsão de meio milhão de Portugueses aquando da descolonização exemplar,

  104. Stran diz:

    Obrigado. Espero que tenhas passado umas boas semanas…

    Já nã me lembro é em que ponto ficaram as nossas discussões…

  105. Camões diz:

    Stran, a discussão já passou… muitas seguirão, veremos quem converte quem desde que reine a razão.

    (espero eu)
    Cumprimentos

  106. Camões diz:

    Ah! E este blog continua morto, aliás, está cada vez mais com o pé para a cova!

  107. b ranco diz:

    pois é camoes eu estou na alemanha mas a trabalhar nao ando a roubar e a lixar ninguem como fazem muitos angolanos em portugal que vivem á custa do estado portugues alem disso a quando foi a saida dos portugueses de angola o estado deveria pensar muito bem antes de aceitar angolanos vindos de lá e na certa a falarem mal do nosso pais eu nao me considero um racista mas mas vejo as coisas noutras dimensoes para mim angola e outras colonias forao entregues de um abrir e fechar de olhos numca houve um acordo (penso eu ) entre portugal e as ex-colonias muitos portugueses derao o seu melhor para que esses paises podesse progerdir e o que aconteceu cubanos e russos tumarao o nosso lugar

    ja te esqueceste quantos anos os brasileiros estivrem de costa viradas para portugal e se vais ao brasil vais ver o trato que te dao muitos deles dizem que nao te entende só para nao te ajudarem

  108. Camões diz:

    Olhe Branco, eu sou a favor de tratar todo e qualquer Português com o maior respeito quer ele esteja em Angola, Macau ou em Trás-os-Montes.

    Depois, tal como você anda por aí honestamente muitos outros andarão. O problema são algumas hordas colonizadores e terceiro mundistas que por esta Europa vagueiam.

    Nunca fui ao Brasil, mas aquilo que tenho ouvido é: “No Brasil se disseres que és Português eles tratam-te como um Rei!”

  109. José M.M. Victoria diz:

    Dou fe. eu ando por as tres cuartas partes do mundo, mas cuando chego ao Brasil sou tratado como, um Brasileiro mais, talves um pouco melhor.

  110. Hélenzinha diz:

    Racismo???? Tow fora…
    Eu sow

    Namoradeira…
    Educada…
    Gostosa…
    Radical…
    Amiga.

    Eu odeio RACISTAS e RACISMO.

    Quem me descriminar tá fritoooooo…
    bjs!!!
    DOLLO TODUS

  111. José N. Ferreira diz:

    O problema do racismo e da xenofobia, por virem da bruma dos tempos, é dos mais complexos. Existe infelizmente por toda a parte este abominável sentimento, mas em Àfrica e, nomeadamente, em Angola é duma acuidade dramática porque envenena as ralações de vários grupos rácicos e étnicos. Só c/conhecimentos históricos e da sociedade africana se pode tentar perceber, para o combater. Algumas breves e modestas “dicas”, no caso de Angola:1) Racismo entre etnias. Por exemplo um Cuanhama (Ovampo) pela s/cultura acha-se superior a qualquer outra etnia angolana, seja Muila, ou Ovimbundo, ou Kikongo,etc., tratando-os a estes com desprezo. (Mas isto também sucede, por exemplo, na Europa: na Belgica, os Valões chegam a odiar os Flamengos ou vice-versa). 2)Racismo resultante do complexo de inferioridade que há entre alguns angolanos negros de cultura mais arcaica ou tribal, que se manifesta contra angolanos criôlos (negros, mulatos, mestiços ou brancos) de cultura mais evoluída, resultante muitas vezes de resquícios de ressentimentos e revolta originados por injustiças do tempo colonial que esses angolanos de cultura mais arcaica ou tribal foram vitimas, e que ainda não conseguiram ultrapassar, projectando erradamente nesses criôlos as culpas desse periodo.3)Racismo proveniente de injustiças causadas pela guerra intestina que Angola sofreu, praticada simultaneamente pelos dois exercitos nas populações afectas a cada um dos adversários.4)Racismo originado pela crise económica, politica e social que Angola vem atravessando, que só agora se vislumbra solução, com a paz alcançada há pouco.5)Reacção xenófoba, que é bem patente em Luanda, contra o branco que o colonizou, esquecendo-se (ou ignorando) o angolano negro que ele, como pertencente ao grupo Bantu, que invadiu parte do Centro e todo o Sul de África, também colonizou os territórios que são hoje Angola, escorraçando, escravizando e dezimando as populações indígenas que encontrou:Bosquímanes(Khoisans)e Hotentotes. É preciso não esquecer que ainda no sec.XIX, por exemplo, uma parte do Zulus (os Shonas, que os Portugueses chamavam Vatuas), invadiu o que é hoje Moçambique e submeteu, escravizou os povos que encontrou. Aliás, ao contrário do que vulgarmente se pensa, eram os próprios africanos que vendiam aos europeus os escravos que foram trabalhar nas plantações das Américas. Isto, óbviamente não desculpa a execrável escravatura que, apesar de vir desde o Néolitico, é uma das maiores nódoas da Humanidade. Sobre o racismo de certos brancos em Portugal contra os negros que vieram para cá depois do 25Abril74, eles ignoram os negros desde o sec.XV que estão em Portugal (isto, descontando os que os Romanos e Árabes trouxeram, anteriormente, para a Penisula Ibérica). Quando o Marques de Pombal (que se diz que tinha uma bisavó negra) acabou com a vinda de escravos para Portugal, no fim do SecXVIII, por exemplo, dez por cento da população de Lisboa era negra. Com a miscigenação esta população diluiu-se na população branca. Quase de certeza muito racista branco que está contra os negros, que cá estão, têm avós pretos.

  112. b ranco diz:

    eu nao tenho nada contra os negros nem outras racas nao sou e nunca me considerei um racista o que nao gosto é que seja pessoas que nao tem nada a ver com o passado e pagar as favas no presente é como os alemoes novos eles nao teem culpa que os antigos erao muito dels a favor do regime nazi mas a malta nova nao tem culpa disso mas estao a carregar essa carga por muitos anos

  113. t.g diz:

    muitos de vocês estão a falar deste mal social que abate o mundo (racismo)eu nunca estive na europa e não sei como é pessoalmente, em portugal tenho amigos que lá vivem que passaram tão mal por ai que quando tiver um filho já mais o mandarei para ai ,e aqui amigos portugueses que trabalham em grandes empresas com nomes pelo mundo a fora, o português em Angola e me desculpe o que vou dizer se ofender alguem hipocrita, mesquinho e o que sabe tudo os outros são inferiores a ele,eu tenho contacto constante com portugueses na vida pessoal e profissional e vejo isso o pior racista é o proprio portugues a seguir do angolano negro, porque preto é cor não raça.E eu sou angolana negra com orgulho e varias vezes que estive em jantares e festas com portugueses principalmente sai de lá chocada , tudo bem que existe portugueses com uma visão para o mundo olhando o angolano como seu semelhante de igual sem preconceito uns dizem que são negros de coração .obrigada

  114. KYALA diz:

    eu tenho 19 anos,vivo em portugal há 10 e também já sofri muita descriminação racial e consegui ultarpassar!só acho k os brancos fazem muita tempestade num copo de água no k diz respeito a descriminação..vocês deviam era passar pelo k nós negros passamos!só tenho uma coisa a dizer a este senhor,e digo o mesmo k os os tugas sempre nos disseram aki:”kem está mal k se mude!”volte para a sua terra,pk portugal é um lindo país para se viver!akele abraço**

  115. Dibassano diz:

    Apreciei os comentários de muitos e cheguei a uma conclusão: Existe racismo em Angola? Tenho certeza que não .Nunca houve racismo existe sim uma pequena regeição do negro ao branco. Imaginemos um brasil pátria dos amerindios indios que foram totalmente riscados do mapa … até hoje estes mesmos indios os detentores do espaço natural é espezinhado. Em angola e eu o convido a cá vir conforme puderem é o melhor dos países de áfrica onde te poderás sentir o mais seguro possivél, quanto a chamarem de pulas (branco) não é uma palavra ofensiva, pejorativa mas é a forma de determinarmos alguém diferente do negro como sendo branco. Ao branco chamamos pula ao mestiço ou mulato chamamos latón e ao negro nos chamamos de mbumbos. Não há racismos nestas palavras é só uma maneira carinhosa de chamarmos as pessoas tendo em contra a sua côr.
    Aqui respeitamos o branco mas não nos submetemos ao branco. Apesar que a cor da pele não nos mostra o caracter da pessoa pois as vezes vale mais um branco que dez negros… e eu que escrevo sou negro ou mbumbo que é a mesmissima coisa
    ao

  116. Dibassano diz:

    dO QUE TINHA A DIZER FOI DITO

  117. Anónimo diz:

    Oi pessoal meu nome é Aistides da Fonseca e sou mestiço. É o seguinte: Em Angola quando se sta a falar de estrangeiros todos nós temos de ter em conta que nos estamos a refeir de homens brancos, mesmo existindo em grande parte esses covardes e bruçais do Congo que fazem e desfazem essa porcaria e ninguém diga nada pelo facto de serem pretos iguais aos mesmos. Só dizem ahh deixa estar assim mesmo esses são nossos irmãos. porque esses merdas reclamam bastante a presença dos brancos em Angola? Parece mentira meus irmãos, mas é a realidade de que se os portugas não colonizassem_nos essa merda téria as tripas cagueiras ligadas ao cérebro, ainda tomando banho com folhas de capim, sem avanço tecnológico nenhum, continuando a comer com as mãos, ter aquele espirito selvagem e muito mas. Meus irmãs nós devémos muito aos portugas, a eles devemos a civilização em Angola e muito mais por isso não é correcto que não os queremos ver nessa terra que os mesmos também muito fizeram para que se transformasse no que é hoje seus covardes, opurtunistas, desavergonhados, repugnantes, selvagem bruçais, pessímistas e invejosos. Vós contituies a espécie mais maquiavélica da face da terra. Que deixem em paz os brancos e mestiços e que não apaguem os seus futuros promissores que os mesmos lhes é adquirido por essencia e que é irreverssível. Temos em conta que Angola por origem é terra de africanos mas sem a intervenção dos europeus essa merda séria terra de animais o que vós sois por essencia e que os caracteriza seus opurtunistas em tudo. É uma lição deixada por um mestiço, por isso mesmo sou mestiço e tenho liberdade racial e muito orgulhoso disso. Virão só! Um negro pode ter cabeça para deixar essas dicas mas não vai pelo simples facto de ser negro mas com um mestiço as coisas tornam_se completamente diferente. Apredam com os mestiços conforme o meu pai dizia que eu tinha muito o que apreender com ele. Obrigdo e fique mal quem quizer mas é a verdade pura meus irmãos e que tem de ser limpada.

  118. Aristides da Fonseca diz:

    Oi pessoal meu nome é Aistides da Fonseca e sou mestiço. É o seguinte: Em Angola quando se sta a falar de estrangeiros todos nós temos de ter em conta que nos estamos a refeir de homens brancos, mesmo existindo em grande parte esses covardes e bruçais do Congo que fazem e desfazem essa porcaria e ninguém diga nada pelo facto de serem pretos iguais aos mesmos. Só dizem ahh deixa estar assim mesmo esses são nossos irmãos. porque esses merdas reclamam bastante a presença dos brancos em Angola? Parece mentira meus irmãos, mas é a realidade de que se os portugas não colonizassem_nos essa merda téria as tripas cagueiras ligadas ao cérebro, ainda tomando banho com folhas de capim, sem avanço tecnológico nenhum, continuando a comer com as mãos, ter aquele espirito selvagem e muito mas. Meus irmãs nós devémos muito aos portugas, a eles devemos a civilização em Angola e muito mais por isso não é correcto que não os queremos ver nessa terra que os mesmos também muito fizeram para que se transformasse no que é hoje seus covardes, opurtunistas, desavergonhados, repugnantes, selvagem bruçais, pessímistas e invejosos. Vós contituies a espécie mais maquiavélica da face da terra. Que deixem em paz os brancos e mestiços e que não apaguem os seus futuros promissores que os mesmos lhes é adquirido por essencia e que é irreverssível. Temos em conta que Angola por origem é terra de africanos mas sem a intervenção dos europeus essa merda séria terra de animais o que vós sois por essencia e que os caracteriza seus opurtunistas em tudo. É uma lição deixada por um mestiço, por isso mesmo sou mestiço e tenho liberdade racial e muito orgulhoso disso. Virão só! Um negro pode ter cabeça para deixar essas dicas mas não vai pelo simples facto de ser negro mas com um mestiço as coisas tornam_se completamente diferente. Apredam com os mestiços conforme o meu pai dizia que eu tinha muito o que apreender com ele. Obrigdo e fique mal quem quizer mas é a verdade pura meus irmãos e que tem de ser limpada.

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