José Mário Branco, comuna e consciência moral dos jornalistas

Com a devida vénia ao Paulo Querido, tropecei neste monte de esterco com a ajuda dele. O comuna e cantor de intervenção José Mário Branco zurze nos jornalistas e até cita ex-camaradas seus de partido, que agora engordam no Clube de Jornalistas, para apelar a um jornalismo de resistência. Acho curiosa, na citação feita pelo Paulo Querido, uma frase: “Paul Nizan (1905-1940), jornalista comunista, disse que os jornalistas devem ser os ‘historiadores do imediato”. Aqui está algo impossível: “jornalista comunista”. Ou se é uma coisa, ou se é outra.

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