Jean Raspaill e Enoch Powell – Duas visões premonitórias num dia de cólera

Em 1973, Jean Raspaill publicou “Le champ des saints”. Para quem o leu, lembrá-lo e olhar para o número de ilegais que desembarcam todos os dias nas Canárias, na ilha de Malta e nas costas de Espanha e Itália, é arrepiante. O futuro, escrito trinta anos antes. Em 1968, Enoch Powell, deputado conservador britânico, proferiu um famoso discurso que lhe custou a carreira política, alertando para o risco de uma ‘guerra’ civil, na Inglaterra, devido ao aumento do número de imigrantes.

O livro de Jean Raspaill chegou a ser editado em Português. O título, se a memória não me atraiçoa, era “200 milhões – Mortos, todos nós”. E o tema é uma actualidade dolorosa: centenas de milhares de esfomeados do Terceiro Mundo embarcam em todo o tipo de navios e dirigem-se à Europa. Ninguém tem coragem de disparar um torpedo, de afundar um barco. E eles começam a desembarcar nas nossas praias, numa torrente interminável. Espero que alguém se lembre de o reeditar.

O discurso de Enoch Powell, intitulado ‘Rivers of Blodd’, é fácil de ler, na Internet. Tal como é fácil olhar para alguns dos exemplos que Powell dá e ver como são realidade, na Europa de hoje. Sobretudo em Inglaterra, onde procriam os mais sanguinários extremistas, abrigados da mão pesada da Justiça por uma tolerância que não se pode aplicar aos assassinos e aos genocidas.

A hipótese de ilegalizar o Islão começa a fazer sentido, como uma medida necessária para a sobrevivência da Democracia.

2 Responses to Jean Raspaill e Enoch Powell – Duas visões premonitórias num dia de cólera

  1. João M diz:

    Muito pertinente este postal, revelador de extrema lucidez e mais ainda de forte coragem intelectual, sem receio de abordar o tabu da imigração/IMinvasão/colonização da Europa pelos seus antigos colonizados.

    Tenho em meu poder uma cópia da extraordinária obra de Jean Raspail “Mortos 200 milhões, todos nós!” e de facto fé arrepiante verificar como, à distância de mais de 30 anos, Raspail foi tão profético.

    O mais gritante, revoltante, é o constatar de que aqueles que outrora defendiam a descolonização de África pelas potências europeias, são hoje os principais promotores do imigracionismo… refiro-me, claro está, à cáfila daesquerda e a uma direita envergonhda, autênticos e activos colaboracionista do etnocídio de que a Europa será vítima.

  2. karla diz:

    “A hipótese de ilegalizar o Islão começa a fazer sentido, como uma medida necessária para a sobrevivência da Democracia”.
    Democracia?!Creio q não,isso só assegura a conveniencia da DITADURA! Essa idéia não tem nada haver com Democracia. A Europa só está colhendo o q plantou,ou melhor, o q deixou de plantar.

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