O fardo camuflado da imigração nos ombros do Português médio

O programa Prohabita já gastou 370 milhões de euros em habitação social, titula o Público, o panfleto de Esquerda melhor disfarçado de jornal. No meio da história, admite-se que as barracas aumentaram e que parte substancial deste fenómeno tem a ver com a imigração e com as comunidades ciganas. Parte substancial dos últimos 20 anos da minha vida foram gastos a pagar as prestações da casa que adquiri, quando casei. Descubro agora que uma outra parte que me tem sido sacada pelo Estado, como impostos, tem ido para o bolso de muitos imigrantes e alguns ciganos, cuja apetência para trabalhar e pagar impostos é bem conhecida.

Regularmente, há uns patetas de esquerda que fazem contas e dizem que os imigrantes dão lucro. Claro que não contabilizam os custos com a habitação social, assistência médica, prevenção e combate da criminalidade. Em França, no auge da revolta da escumalha, uma notícia revelava que a segurança social francesa tinha descoberto um agregado familiar com cerca de 60 pessoas – o patriarca africano, cinco ou seis mulheres e uma horda de filhos. Tudo a viver à conta do contribuinte francês.

À nossa conta, vivem também largos milhares de imigrantes que, meia-dúzia de anos depois de construírem a barraca, são contemplados com uma casa, assistência médica, escola para os filhos, enfim, tudo aquilo que nornalmente não têm no seu País. Claro que, para o Daniel Oliveira, isto é bom. É preciso não esquecer que o ex-dirigente do Bloco de Esquerda  ambiciona ver os portugueses substituídos por imigrantes. Se houvesse jornalistas com alguma lucidez, perguntariam aos responsáveis do Prohabita qual a percentagem de imigrantes é que residem em habitação social. Ora aqui está um dado que não se verá, em nenhum jornal MSM (MainStream Media). Muito menos no Público.

26 Responses to O fardo camuflado da imigração nos ombros do Português médio

  1. Ana diz:

    Concordo… Mas se vires bem, muitos desses que vivem em barracas e que vivem à custa dos seus impostos (sim, porque estagiária escravizada não desconta…lol), são portugueses. Sim, são. Quanto aos imigrantes, até podem trazer lucro sim… Enquanto o tuga preguiçoso descansa a receber do fundo de desemprego (que vêm também dos seus impostos), eles, não todos, como é óbvio, vêm cá para trabalhar nos sítios que os tugas desprezam. Porque são muito finos para trabalhar nas obras ou em cafés, mas vão para a apanha do morango no estrangeiro.
    Mas concordo contigo. Casas dadas a gente que não faz um cu da vida (desculpe a expressão), enquanto eu vejo um futuro negro quando quiser comprar casa para mim, não me parece certo. E vi no outro dia no telejornal que muitos deles pagam uma renda de um e dois euros… E no entanto não pagavam a renda há mais de um ano! Portugal no seu melhor…

  2. Minha cara, a única hipótese de conseguires comprar casa antes dos 35 anos (estou a ser optimista..) é fazeres uma barraca e seres contemplada num plano de realojamento. Se houver dinheiro pra ti, depois de serem realojados entre 40 a 60 % dos estrangeiros que residem em bairros de barracas (investiga lá e vê se as percentagens não são essas..)

  3. João M diz:

    Ó Ana, desculpe lá, mas essa de que os portugueses não querem trabalhar e que os outros, os imigrantes, vulgo invasores/colonizadores, vêm para cá fazer o que nós, portugueses, não queremos fazer, já não pega e já chateia! Esse é um argumento manhoso da esquerda que, orfã de causas, ciente de que a luta de classes já era, vira-se agora para aqueles que encara como o futuro proletariado e motor da revolução, os delinquentes e imigrantes. Olhe que não estou a inventar, quem disse isto foi Marcuse, um ideologo comunista, tal como o famoso Brecht proferiu outrora que quando um povo deixa de servir, muda-se de povo…
    Mas como eu dizia, essa não pega, não pega porque não é verdade, ou como justifica o facto dos portuguese fazerem na França, na Suiça, na Alemanha esses tais trabalhos que aqui a Ana diz eles não querem fazer? A resposta é simples, nesses países eles são bem remunerados, já aqui não se pode dizer o mesmo, porque todos sabemos como mal pagos são os assalariados lusos. Os pobrezinhos imigrantes que “agarram-se” a qualquer trabalho por tuta e meia, vêm agravar a situação já que a sua presença no mercado de trabalho significa inevitavelmente uma descapitalização dos trabalhadores portuguêses. Por alguma razão cada vez mais se diz: Imigração, os patrões dizem sim, os trabalhores dizem não!

  4. Minha cara ANA, um pequeno pormenro: os imigrantes dão lucro, diz você. Certo. E os portugueses, dão prejuízo? Bem, se fosse assim, tínhamos uma boa solução…

  5. Ana diz:

    Mantenho a minha posição, sim… Porque o que muitos portugueses querem é emprego, não trabalho. E os senhores reparem que são coisas completamente diferentes.
    Os imigrantes podem dar lucro, sim. Se ficassem legalizados e a descontar para o IRS, podiam colmatar a dívida que os tugas deixam por pagar. Claro que não se sabe se os imigrantes iam ser assim tão honestos e pagar tudo, também tenho essa consciência.
    Se os portugueses dão prejuízo? Alguns dão! Ora vejamos as listas do fundo de desemprego e vejamos aqueles que recebem propostas de trabalho e mesmo assim não querem. Felizmente, o Governo mudou isso.
    Tenho muito orgulho de pensar como a esquerda, ideologia politica com a qual me identifico. Mas atenção, não com tudo da esquerda. Eu defendo até uma miscelânea da direita e da esquerda, porque ambas têm coisas boas.

    Eu sei do que falo. Convivo com muitos imigrantes brasileiros, o meu namorado é brasileiro e não tenho vergonha nenhuma de dizê-lo. Muito pelo contrário, orgulho-me de ser daquelas pessoas que não falam sem saber, sem conhecer. Claro que há imigrantes que vêm para cá para a droga, para roubar, para a prostituição. Mas (in)felizmente contam com a concorrência da máfia lusa. Mas há outros que vêm para cá à procura de uma vida melhor. Tal como os portugueses que vão para o estrangeiro vão. Porque havia de ser diferente? Afinal, somos todos iguais! Quando os emigrantes tugas no Canadá foram expulsos toda a gente ficou muito chocada. Mas querem fazer o mesmo cá! Como se costuma dizer: não faças aos outros o que não queres que te façam a ti”. Já dizia o meu professor de Ética…
    Cumprimentos para o Máquina e para o João M.

  6. Ana diz:

    Quanto à questão da percentagem de imigrantes a viverem em casas sociais, disso não tenho conhecimento. E como não falo sem saber…. (raio de hábito desconhecido para tanta gente, não é?)
    Mas vou investigar.

  7. Investigue. Verá que não estou a enganá-la….

  8. João M diz:

    Já agora, entre tantas coisas que se insinua que os portugueses não querem fazer, só não entendo o motivo de a esmagadora maioria dos apanha e varredores de lixo serem portugueses de pura cepa? Ah, pois, é um pormenor, não interessa…

  9. Ana diz:

    Eu quando disse que ALGUNS portugueses não gostavam de trabalhar, queria dizer isso mesmo. E se não o disse de forma tão explícita, devia tê-lo dito para não deixar lugar a dúvidas. E varredor de lixo é das profissões mais importantes na nossa sociedade. Imagine-se lá sem eles… O lixo seria aos montes, o lixo literalmente, não no sentido figurado, porque esse já há às toneladas…

    Máquina, longe de mim pensar que me está a enganar. Acredito que seja assim, e temos o exemplo de Vila de Rei.

  10. João M diz:

    A Ana escreveu «Enquanto o tuga preguiçoso descansa a receber do fundo de desemprego»

    Como tal, não venha agora dizer que se referia apenas a ALGUNS portugueses. Essa tendência para generalizar é algo típico de pessoas vindas do quadrante esquerdo da sociedade. Têm já formatado o seu cerebrozinho e depois disparam destas tiradas absurdas.

  11. Ana diz:

    Exactamente…. o tuga preguiçoso… personificação do sujeito, que devido ao artigo definido “o”, se refere a pessoa singular… Confesso que talvez não me tenha expressado da melhor maneira, mas acho que não é difícil de perceber. Ao que parece, não é só a “gentinha” da esquerda que tem o seu cerebrozinho formatado sem ver mais nada à frente do que as suas ideologias.
    Felizmente ainda há pessoas portuguesas trabalhadoras. E felizmente também que essas pessoas são em maior número do que as ditas preguiçosas. Como eu, como você, como o Máquina. Mas não pode negar que há muita gente vagabunda por aí…

    Eu sou vinda do quadrante de esquerda da sociedade? Ora bem, talvez sim. Mas não acho que tenha o cerebrozinho formatado, estou sempre a aprender coisas novas, e a fortalecer as velhas.

    Cumprimentos

  12. João M diz:

    Pois, pois, desculpas e essa de aprender coisas novas e a fortalecer as velhas diz tudo do dogmatismo em que vive encerrada, agrilhoada a vetustas concepções contrárias à realidade e à lógica, mas que teimam através de alguns, cada vez menos felizmente, em persistir como os últimos de ontem…

  13. Ana diz:

    Nem por isso…

  14. Ana diz:

    O senhor fala de uma maneira que até assusta….lol.

    Ora bom fim-de-semana!

  15. Ana, nunca, mas nunca (na minha humilde opinião…) é aceitável dizer que um ser humano dá lucro! Não se pode encarar uma pessoa dessa forma! E fico admirado quando vejo gente de Esquerda (uma corrente ideológica que pretende ter o exclusivo da bondade) a esgrimir este argumento. Se os imigrantes não dessem lucro, expulsavam-se?
    Os imigrantes, minha cara, salvo raras excepções, trabalham por salários inferiores aos dos naturais do país para onde vão. É assim em Portugal, com os ucraninanos e é assim na África do Sul, com os moçambicanos.
    Os imigrantes servem, basicamente, para permitir a sobrevivência de detrminado tipo de indústrias e actividades económicas, reduzindo substancialmente as despesas e aumentando a competitividade dos seus produtos.
    Quando os imigrantes são membros de comunidades culturalmente integráveis, tudo bem. Quando não são integráveis, o resultado é catastrófico, como aconteceu em França, recentemente. Em Portugal, não há ‘Covas da Moura’ nem ‘6 de Maio’ de ucranianos ou brasileiros. Porquê?

  16. Ana diz:

    Tem razão. Visto namorar com um imigrante e ir casar com ele, não me devia ter expressado desta forma. Peço desculpa a vós que aqui estais e aos que nos acompanham lá em casa.

    Por muito baixo que eles venham receber aqui, na maior parte dos casos ganham sempre mais do que ganhavam lá! O meu namorado é a excepção, porque ganha a mesma coisa. Mas felizmente isso vai mudar e vai trabalhar naquilo que sabe e no que é formado: artes gráficas. E recolham as garras, porque o Centro de Emprego primeiro investigou se havia um português para o local. Não havia.

  17. João M diz:

    «Tem razão. Visto namorar com um imigrante e ir casar com ele, não me devia ter expressado desta forma. Peço desculpa a vós que aqui estais e aos que nos acompanham lá em casa.»

    É pá, não consigo deixar esta passar em branco. Namorar com um brasileiro e ir casar com ele, enfim, é algo a que não me diz respeito (já agora, ele é do nordeste brasileiro, de sangue mestiço e nasceu a dançar samba?), mas o que aqui mais me fez “crescer pelo na venta” foi esse acto de auto-flagelação e comiseração. É incrível, é ridiculo e até mesmo obsceno, como certas pessoas, reféns de velhos e bafientos dogmas, se humilham tanto. Hja nobreza de espírito, tenha um pingo de auto-estima, saber reconhecer um erro é algo louvável, porém, agora humilhar-se é deplorável. Por estas e por tantas outras que nunca poderia ser de esquerda, não tenho perfil para papeis de coitadinhos, totós do mundo que acreditam na bondade natural do ser humano e demais balelas.

    Olhe, o seu namorado está legal em Portugal? Veja lá, não se deixe enganar, é que esses tipos são do mais manhoso que há e só se querem casar para regularizarem a sua situação…

  18. Não percebo, minha cara Ana. a que propósito é para aqui chamada a sua relação com um imigrante? E por que diabo é que o facto de você se relacionar com A ou B diminui ou aumenta o seu direito a ter opinião? Ou será que estaria a ser irónica?
    Por outro lado, e já que puxou o assunto, o seu namorado éobviamente, uma excepção. Ou há outra razão para as pessoas imigrarem que não seja melhorar a sua vida, ter um melhor salário, não ser assaltado todos os dias, não correr risco semanal de levar um tiro, viver num país onde há escolas e hospitais, estradas e polícia, ambulâncias e água corrente, electricidade e gás?

  19. Ana diz:

    Esse senhor não sabe o que diz, nem diz o que sabe. Tão típico de gentinha… tsc tsc…

    Caro Máquina, assim não dá. A minha referência à minha relação foi só para demonstrar que conheço bem a situação dos imigrantes. Não estava a ironizar nada, e, quando falei dele, foi para saberem que falo com conhecimento de causa e que, de facto, há excepções. Também há portugueses lá fora a roubar e a traficar, não podia ser diferente.

    Se ele é legal ou não, e se vai casar comigo para se legalizar, isso já estou farta de ouvir. Típico deste Portugal com a mania que é colonizador e que se enterra na própria m****. Não está, mas vai estar daqui a um mês. Não precisa de mim para isso. E vai saber mesmo bem calar a boca a essa gente que só sabe falar daquilo que não sabe, porque, na verdade, não sabem NADA.
    E vai ganhar mais do que muitos que andam para aí (e por aqui), que ocupam o seu tempo a ir ao blog dos outros, cheios de ideologias anti-esquerda e, definitivamente, sem vida própria. E não vamos precisar de casas sociais, nem de nada. O nosso suor dá dinheiro.

    Um bem-haja, Máquina. O seu blog é agradável, mas…. assim não dá!

  20. Ana diz:

    Ó João M., você nasceu na aldeia, ao pé das vacas, já com bigode, crucifixo de ouro e unha grande, a comer sopas de cavalo cansado e a ouvir o belo do faducho e o Emanuel? Aí está a minha resposta. Não seja tão xenófobo, só lhe fica mal e, acima de tudo, mancha este Portugal de que tanto se orgulha.

  21. João M diz:

    Ó Ana, você é é uma pateta, e uma paeta ignorante que se arvora em gente culta, mas que na realidade é bem frustrada por não saber o que anda a fazer neste mundo, aliás, complexo típico do esquerdalho.

    Diz você ao MZ que assim não dá. Pois não, não dá aturar as suas contradições pessoais, a sua necessidade de auto-afirmação. Assim não dá, como tal, vá andando (pela sombra…), desapareça, não chateie.

    Ah, e não sou xenófobo, você é que é xenófila, você é que namora com um brasuca e é você é que, ser desenraizado, que coloca os outros acima dos seus, estilo menina mimada que se rebela contra a família.

    A Ana é um produto desta sociedade, é apenas uma entre tantos seres massificados, sem capacidade de raciocinar por si própria e desprovida de qualquer sentido de identidade e amor próprio.

  22. Como calculam, não me meto nessa discussão. Até porque discordo de ambos, em vários aspectos e concordo com ambos, noutros.

  23. Ana diz:

    Você é engraçado. E não muda o discurso.

  24. Ana diz:

    !Namorar com um brasileiro e ir casar com ele, enfim, é algo a que não me diz respeito ” Ora nem mais! Tenha mais respeito então!

  25. João M diz:

    Tenha você respeito por si própria. Pense bem no que vai fazer, olhe que lhe vão dizer que é para toda a vida, e quem sabe se não vai assinar um contrato de violência, de profunda tristeza e amargura. De tanto contactar consigo neste espaço gentilmente cedido pelo MZ já começo a ter tiques de humanitarista esquerdoide e a preocupar-me com o seu bem estar, já viu? Não diga que não sou seu amigo!

  26. Ana diz:

    Caro João M.:
    dizer que é meu amigo não é coisa que vai ouvir da minha boca. Mas noto-lhe uma pitada de humanidade e preocupação com o bem-estar dos outro seres humanos. “Tiques de humanista esquerdoide”? Veja lá como foi brindado com tão belo sentimento!
    Agora falando mais a sério: obrigada pelos ‘conselhos’, mesmo sendo infundados. Graças a Deus tenho respeito por mim própria, e sei bem o que estou a fazer. O ‘contrato’, como você diz, é de facto para a vida toda. Não o vejo como contrato, mas isso já depende da concepção que cada um tem do casamento. Violência, tristeza e amargura? Assim de repente até parecia que estava a falar de um casamento português.lol. Estou a brincar. Não vejo porque havia de passar por isso. Por ele ser brasileiro? Também não acredito que era essa a ideia que queria passar. E se era, não devia ser. Porque assim até pareceria os membros desse novo grupo extremista de extrema-direita cujo líder andou aí a vangloriar-se com armas na TV, que dizem à boca cheia: NÃO À MISTURA DE CULTURAS!
    Não vou estar aqui a dizer que nos amamos muito e que é por isso que nos vamos casar. Porque isso sinto no meu coração e ele no dele. E acredite, desde que estou com ele já perdi a conta às vezes em que me disseram isso, ‘Amigos’ meus inclusive. Não diria que estou habituada, porque nunca se habitua com isso. Nem devia sentir a necessidade de me justificar. Mas faço-o. Afinal, trata-se da minha vida.
    Como já disse algures num comentário, ele não vai precisar de mim para se legalizar, porque já o vai estar quando casarmos. Algures neste mundo, ainda há mais gente que se casa por amor, e não por estabilidade económica ou pessoal. E casar por amor é possível entre duas pessoas de países diferentes, mesmo que esses países sejam ‘irmãos’. E nós sabemos que infelizmente, Portugal e Brasil não são definitivamente irmãos. Tenho pena é que quando isso aconteça, todos pensem que seja por conveniência.

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