O assessor de Imprensa da CM de Lisboa visto pelo Ricardo Leal Lemos

Numa carícia mútua entre especímenes da classe jornalística, descoberta aqui, leio palavras indignadas contra um jornalista que foi para assessor de Imprensa. A conversa começa com um exemplo perfeito da petulância e da arrogância de um destes plumitivos, um tal Pedro Correia, do Corta-Fitas. Convém saber que este é o tipo de pessoa que conhece um dos melhores restaurantes do mundo, uma das melhores praias do mundo, já leu alguns dos melhores livros do mundo, viu os melhores filmes do mundo, etc, etc. Profissional da melhor casta, claro.

Pelo que escreve no blogue sobre a generalidade dos colegas, percebe-se que ele é uma excepção, um raio de luz no negrume da incompetência, uma estrela cintilante no firmamento plúmbeo do jornalismo português. Depois de uma das suas tiradas de génio incompreendido que sabe como salvar o jornalismo português, Pedro Correia recebe um elogio babado e canino do Ricardo Leal Lemos, outro ilustre representante dos jornalistas que se recusam a ser pé-de-microfone.

E o camarada Ricardo, sem a subtileza e a ironia do “Guarda Ricardo”, mas de chanfalho na mão, “ladra” ao ritmo do post do inefável e luzidio Pedro Correia. Diz ele que “Ser “pé-de-microfone” é um terror que pode afectar só alfuns jornalistas mas assola muitas vezes a cabeça do jornalista-cadete que de de repente se vê com um ministro ou secretário de esatdo, qual bife da vazia soculento em em sangue, para trincar…” (sic)

E logo a seguir, adianta: “E agora, o segundo comentário sobre este post: os assessores. É arrepiante pensar que no lugar onde estou, esteve sentado há dois anos o actual assessor de imprensa da Câmara de Lisboa. não percebo como lá vão parar, e reconheço que talvez até seja divertido num grande multinacional, por causa da comunicacção com a imprensa especializada e da construção de campanhas de imagem. Mas aparar os golpes de gigantes com pés de barro, especialmente em organismos públicos, tendo por vezes de mentir em público a torto, ou talvez apenas a menos direito, é algo de perturbador. A culpa é do público, apetece dizer. Leiam jornais e vejam televisão. Não ponham jornalistas no desemprego para não serem enganados!!!

“Soculento”, sem dúvida! Feliz é o jornal que pode ter na sua Redacção dois jornalistas tão brilhantes como estes. Deve ser por causa disso que as vendas do DN não param de aumentar. Aprendam, ó caterva de escribas que vegeta por esses paquins fora e que não consegue chegar aos calcanhares dos ditos cujos! Aqui estão dois exemplos do “verdadeiro” jornalismo, que nunca serão pés-de-microfone ou assessores de Imprensa da Câmara Municipal de Lisboa. Como vocês…

14 Responses to O assessor de Imprensa da CM de Lisboa visto pelo Ricardo Leal Lemos

  1. Anónimo diz:

    Este blog mais parece uma conversa de tias, em q se fala mal de todos, mas nada se faz de construtivo. Arranje um Vida própria!

  2. Para construir, estão cá os empresários da construção civil. E para serem construtivos, estão cá os intelgentes como você.

  3. Deves ser lindo, deves. És tão Pedro Correia como o Pedro Correia, portanto, mais um selvagem das letras, um filho da puta do paleio profissional crivado de génio à queima-roupa.

    Quanto à minha poesia, teres-te dado ao trabalho de a ler já me é inspirador e significativo porque faz estatística e depois o comentário emitido é tão importante para mim como o teu mal-funcionante cu e boca para o mundo.

  4. Ó meu caro Joaquim Santos, filho da puta é você. Para além de mau poeta.

  5. Anónimo diz:

    O Joaquim Santos pode ser bom ou mau poeta, mas pelo menos é poeta, enquanto que o senhor não é nada, aliás é, é um difamador e um caluniador, que nada faz e quer ser reconhecido à custa de quem faz algo e não se limita a falar mal dos outros.

  6. Faço, faço. Meu caro. Faço idiotas como você sentirem-se felizes e realizados, com este tipo de comentários. Você é um digno sucessor do director dos Echos de Aljustrel. Quando Bismark invadiu a França, o homem dos Echos espumava, como bem conta um dos grandes da nossa literatura: “Amanhã, dou cabo dele, nos Echos”. Imagine-se a preocupação do chanceler alemão…

  7. Tanta lição de história para esconder que a idiotice está toda nessa pseudo função de pensar dar felicidade e realização com a oportunidade de estes comentários.

    Lá porque usa o vocabulário do metenojismo completo: ‘plumitivo’, ‘pérola’, o máquina já pensa que funciona como reforço positivo da própria mediocridade.

    Usar o bordão linguístico «Meu caro» é tique ou falta de imaginação?

  8. E boa educação, meu caro. Coisa que os seus pais não tiveram oportunidade ou possibilidade de lhe dar.

  9. Anónimo diz:

    Boa educação , CARO pente zero, é respeitar o que é dos outros, e não ser um metediço, que só sabe criticar os outros, mas que não faz nada de jeito, como fazem os idiotas como o senhor!

  10. Esta a ver, caro anónimo? Acaba de confirmar o que no meu comentario anterior

  11. […] O Ricardo Leal Lemos, ainda jovenzito, já alinha com o ódio anti-semita dos colegas mais velhos. Não surpreende, vinda de um rapazito que insulta um camarada de profissão da forma mais baixa e soez, só porque ele aceitou um lugar de assessor. […]

  12. Ricardo Leal Lemos diz:

    Muito tempo depois, tive oportunidade de ler este post, verdadeiramente por acaso. Longe de insultar qualquer assessor, ex-jornalista, a verdade é que a profissão em causa implica muitas vezes falar a “menos direito” como já tive oportunidade de dizer, e por muito interessante que seja a actividade de assessor pelas matérias que possa tratar de acordo com as organizações, sofre com toda a certeza de um condicionamento ideológico e quotidiano bem maior que o de um jornalista no seu órgão de comunicação em relação aos editores e sou disso testemunha.
    Muito tempo passado, digo que me orgulho de falar, sim, e longe de ser anti-semita, não me esqueço da História, em que um estado (Israel)ganhou um pedaço de terreno à custa de um povo autóctone que o ocupava, o povo palestiniano. A Máquina zer pode cortar o cabelo de quem lhe apetecer, mas não de quem já o tem rapado por estar na tropa da imprensa.

  13. Cbr diz:

    Caro Ricardo, o senhor é a favor do multiculturalismo?

  14. […] jovem jornalista do Diário de Notícias foi aqui referido por comentar, em termos ofensivos, a ida de um colega seu para assessor de Imprensa da Câmara Municipal de Lisboa. O jovem Ricardo […]

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