Republicação, em homenagem ao Joaquim Santos e à sua poesia

Aqui fica, por sugestão de um bom amigo e leitor, um post com algum tempo mas que se aplica perfeitamente ao Joaquim Santos, o pior autor de poesia em que já tropecei, na blogosfera.

(VI) Pragas da blogosfera – os jovens escritores

Sexta praga: jovens escritores. Proliferam como coelhos na Austrália, lemingues nos países nórdicos e o herpes labial na juventude ocidental. Fazem blogues e mais blogues, onde roçam as palavras pelos egos dos amigos, esperando uma carícia idêntica. Fundam editoras, arregimentam-se em manadas guiadas por uma luminária, escrevem coisas abomináveis que só vendem entre os amigos lá do bairro e a família na terrinha, queixam-se dos críticos do Expresso ou do Público, consoante a pandilha a que estão agregados e vão ao estrangeiro, durante longas semanas. Regressam desses retiros em Massamá ou no Barreiro, em casas esconsas de tias velhinhas, para gabar as últimas novidades com que se cruzaram na Internet. Nos blogues optam por versões minimalistas (tipo “Sim. Sou. Serei?”) ou bolsam intermináveis dissertações sobre a dualidade da perpectiva neorealista de Durckam, por oposição ao sincretismo monocromático de Appelbaum, tendo em conta a interpenetração que é manifesta, nas obras da última fase de Andrew Pitball e Edmund Eggar, dois dos mais significativos escritores da Baixa da Banheira, no último quartel do século XIX.

Tratamento: Infelizmente, não emigram em massa, como os lemingues que se atiram do alto dos fiordes noruegueses e mergulham no mar gelado. E, tal como o herpes labial, não têm cura. Portanto, a única solução é abatê-los a tiro ou tentar dizimá-los com uma mixomatose qualquer, como aconteceu aos coelhos da Austrália.

22 Responses to Republicação, em homenagem ao Joaquim Santos e à sua poesia

  1. LOUIS XVI diz:

    Ora nem mais eh eh eh…

  2. Anónimo diz:

    Bem visto.
    Será que o público vai dar o mesmo espaço a estas análises e opiniões ?
    A ver vamos

  3. Luar diz:

    Quando li este seu texto há uns meses, ainda não conhecia a blogosfera, pelo que só pude apreciar-lhe o humor. Agora que começo a conhecê-la, constato também a sua grande actualidade. 🙂

  4. Obrigado. Um raio de Luar vale mais que muitos ‘sóis’.

  5. Anónimo diz:

    pente zero, este provérbio é em tua homenagem, como mau crítico que és, de tudo e de todos, menos de ti infelizmente, porque tinhas muito a criticar:
    “Não devemos dar demasiada atenção ao que os críticos dizem. Nunca foi erguida uma estátua em honra de um crítico.”
    (Sibelius)

  6. rosa diz:

    isto… está no minímo divertido!

  7. Meu caro anónimo, eu não sou crítico. Sou apenas uma pessoa preocupada com questões de higiene e saúde pública.

  8. Ana diz:

    “questões de higiente e saúde pública”??lool. O Máquina é engraçado…
    “queixam-se dos críticos do Expresso ou do Público”… Huummm… onde é que eu já vi isso, criticarem o panfleto de esquerda mais bem disfarçado de jornal?=)

  9. Boaventura diz:

    Parece uma missa de velhas este blogue. Os senhores chamam os arruaceiros do verbo e vêm todos arremessar pedras por exemplo ao Palavrosavrvs Rex, por exemplo, ao Joaquim Santos. Até parece que têm medo que ele vos faça sombra? Ou se calhar é porque faz muita.

    Pronto, agora vão bater nas vossas avozinhas, está bem, masoquistas?

  10. Anónimo diz:

    Sado-masoquistas do texto , são todos estes acólicos cromos do maquina zero.

  11. Estou aqui estou a fazer uma votação, para eleger o pior poeta da blogosfera… Que acham? Eu sei, eu sei, o Joaquim Santos corre o risco de vencer destacado. E dái, quem sabe? Se calhar há pior…

  12. João M diz:

    MZ, você fez com que o pseudo poeta J. Santos agora permitisse somente comentários de bloggeiros… eheheh

    Censura? Claro que não…

  13. donguisem diz:

    Como sabes isso João M., por acaso eras um dos que andavam a comentar lá sob a capa do anonimato?

  14. João M diz:

    Não Palermoide, não comentei nada naquela espelunca blogueira dado não haver nada digno de comentar. Apenas constatei um facto, tal como é um facto que o Joaquim Santos é eclipse poético, ele e a catrefa de apaniguados, qual grupelho de totós que comungam da mesma ilusão de que fazem poesia. Estão bem uns para os outros… freaks!

  15. João M, palermóide, constataste o quê? Eclipse poético, eu? E que eu tenho uma ‘catrefa de apaniguados’, um ‘grupelho de totós’, ‘ilusão de poesia’, ‘freaks’, nós?

    Repara como és um apaixonado quer por mim quer pelo que escrevo. Já notaste como a tua imaginação fervilha para me definir malevolamente?

    Joãozinho M., essa teima de que a minha poesia é má alegra-me, vindo de um acólito de um blogue tão maneta e pobre como este. É sinal de que não sou mau o suficiente para ser ignorado, mas tão bom que preciso ser insultado, rebaixado e destruído.

    Mas não funciona, João M. Era preciso bons argumentos, em vez de ataques simplistas como os teus e os do máquina.

  16. Está a ver, ó Joaquim Santos, como você até consegue ser minimamente bem educado? Com isto, quero dizer que você é capaz de discutir e dar o troco sem chamar filho da p****, como fez em relação a mim. Se você, com alguns conselhos de gente inteliente, cnsegue melhorar assim, então já olho o mundo com mais alguma esperança…

  17. O mal do Joaquim Santos é que abusa do insulto fácil e critica até os apoiantes. Sei que o R de B foi vítima das suas perfídias , tendo, inclusive, comentado junto de ROY (Miami) com intuitos pejorativos, de forma pouco ética. Anda aí aos saltos de blog em blog a arregimentar apoios, qual
    macaquinho macacóide , qual palermosáurio de choupelo, sem pejo nenhum em apunhalar pelas costas os que julga cantarem mais alto que a alimária pré-histórica. Vejam os comentários que ele deixa em tudo o que é blog. É um caso de psicopatologia blogueira. deus tenha piedade…

  18. donguisem diz:

    João M., antes de mais se alguém é palermóide aqui é o senhor e os restantes escravos do maquina zero que abundam neste blog. Depois, máquina zero, como é possível que tenha apagado um comentário que eu coloquei como resposta aos insultos e palavrões do João M. como já é práctica constante, não tendo o meu comentário um único palavrão, e o do seu vassalo montes deles? O que eu noto é que este blog tem muita falta de boa educação e respeito pelos outros. Muita inveja têm vocês do Joaquim Santos, esse sim uma pessoa educada e respeitador, pois não é ele que anda a criticar o que os outros escrevem nem se intromete na Vida dos outros!

  19. Meu caro donsguisem, se apaguei um post seu sem palavrões insultuosos, as minhas desculpas. Reenvio-o, por favor.
    Quanto ao facto de o sr Jaoquim Santos ser uma pessoa educada e respeitadora, repare na seguinte passagem:

    “# Joaquim Santos Diz:
    Agosto 19th, 2006 às 4:08 pm

    Deves ser lindo, deves. És tão Pedro Correia como o Pedro Correia, portanto, mais um selvagem das letras, um filho da puta do paleio profissional crivado de génio à queima-roupa.

    Quanto à minha poesia, teres-te dado ao trabalho de a ler já me é inspirador e significativo porque faz estatística e depois o comentário emitido é tão importante para mim como o teu mal-funcionante cu e boca para o mundo.”

    Faça como os donos dos rotweilers e pitbuls, leva o Joaquim Santos a uma edcola de boas maneiras.

  20. Não sou anti-nada nem gosto de extremismos ou de radicalismos extremados por motivos fúteis. Convenhamos que J.S. é poeta, talvez poeta menor, mas digno de figurar no ranking. Só o esforço que faz em rebuscar termos estaparfúrdios para dizer coisas tão simples, é digno de encómios. Dado o seu estilo espalhafatoso, assemelha-se a um elefante a partir louça numa loja pequena. O seu ego é demasiado grande para este Portugal tão pequenino e tão restritivo, e as pessoas demasiado medíocres para observarem o óbvio:
    ali há génio oculto!!! Diria, usando a sua feroz terminologia, génio f. da p***!!!

  21. Há génio, há. Um génio tão oculto que ninguém consegue ver…

  22. É bom ser tão assunto de paleio ao maquineta-a-soro e tão fonte de inveja ao carecóide por detrás do meteoro 2006, um gajo que em poucas palavras já elabora tese sobre mim e mostra discurso. Há crateras-cu de espanto e perplexidade nesse velho!

    Não há por aí mais mimos?

    Abéculas!

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