Os aliados do terror ou as serpentes que nos mordem o calcanhar

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Já sabemos que Roma não paga aos assassinos dos seus generais. Também sabemos, porque a História nos ensinou isso, que quem se junta aos seus inimigos, morre às suas mãos. Outra lição que nos ficou do passsado mostra que os cobardes não são poupados, por o serem – apenas são os últimos a ser executados.

Alguns dos comentários que aqui recebo são elucidativos dos três exemplos que referi. Vez por outra, aparece um onde se concentram aqueles três defeitos de carácter. E não estou a falar do Daniel Oliveira, claro. Esse, já nós sabemos que tem por maior ambição que as nossas cidades sejam ocupadas por imigrantes, que substituam todos os portugueses, como ele escreveu no Expresso.

O exemplo mais recente, postado por um tal “carlos”, é daqueles que eu designo por ‘dihimista autofágico’. Aqui ficam alguns excertos da sua defesa do “direito ao terrorismo”, disponíveis, na íntegra, nos comentários a este post:

  • “Sabe que apesar de a jihad estar expressa no Corão (sabe como são tratados os gentios no Antigo Testamento?), a civilização muçulmana foi bastante tolerante durante a maior parte da História. Bem mais que a cristã.”
  • Curiosamente, o abrandamento da sanha cristã e o seu “humanismo” sempre ao lado dos fascistas e quejandos (Portugal, Espanha, Itália, América Latina) coincide com a erupção do fundamentalismo islâmico. Porque será?
  • Percebe o absurdo do homem do final do século XX? Ter de levar com estes arcaísmos todos, de Bush a Bin Laden) depois de duas décadas de libertação (60 e 70) e da promissora queda do Muro?
  • Sem paternalismos, recomendo-lhe a leitura de “Quem matou Daniel Pearl?”, do Bernard Henry-Levy. Dá para perceber várias coisas, entre as quais que os extremistas nascidos na Europa são diferentes dos seus comparsas da Ásia. Mais perigosos, certamente…
  • Quanto à culpa… a culpa é de todos, a culpa não é de ninguém. Deixe lá a culpa…

22 Responses to Os aliados do terror ou as serpentes que nos mordem o calcanhar

  1. carlos diz:

    Caro MZ

    Qual o problema das frases que cita? O problema está no facto de achar que eu defendo o “direito ao terrorismo”. Pelo contrário, tento compreendê-lo para melhor o combater.
    O seu problema é parecido com o dos americanos: foram para o Iraque sem primeiro tentarem compreender onde se iam meter.
    Uma atitude bem diferente da que tiveram na II Guerra em relação ao Japão. Talvez por isso tenham tido melhores resultados…

  2. Orlando diz:

    “a civilização muçulmana foi bastante tolerante durante a maior parte da História. Bem mais que a cristã.”

    O meu bisavô também era mais tolerante que os homens do seu tempo: não espancava a minha bisavó com uma tranca ou bengala, como era costume; usava antes um sapato cardado, mais macio; por isso, em nome da tolerância, não há nenhum mal em espancar a mulher com um sapato cardado.
    Dou-lha toda (razão). Abaixo as trancas, vivam os sapatos!

    “sanha cristã e o seu “humanismo” sempre ao lado dos fascistas e quejandos (Portugal, Espanha, Itália, América Latina)”

    Não percebi esta. “Humanismo” tem a ver com “Racionalismo” e não com “Cristianismo” ou religião. Grande confusão naquela cabecinha.

    “Percebe o absurdo do homem do final do século XX? Ter de levar com estes arcaísmos todos, de Bush a Bin Laden) depois de duas décadas de libertação (60 e 70) e da promissora queda do Muro?”

    Aqui, Carlos “O Chacal” dá o dito pelo não dito. Afinal, a civilização muçulmana já é arcaica e não tolerante. Em que ficamos?

  3. carlos diz:

    Caro Orlando,

    Quanto à tolerância dos muçulmanos refiro-me, por exemplo, à civilização do Andaluz. Ouviu falar de Averróis? E dos sufis?

    Quanto ao “humanismo”, não sei se reparou nas aspas.
    Porquê? A Inquisição não existiu? Sabe como morreu Vico?
    A Igreja de Cerejeira não abençoava a PIDE de Salazar?
    E, com honrosas excepções, como o nosso Antonio Vieira, não abençoou o genocídio de milhões de índios? Não se considerava durante as cruzadas que quem matasse um infiel ia direcito ao céu?

    Claro que a uma civilização que se guia pela vontade de Deus ou Alá é arcaica. Se a sua opinião é diferente…

  4. Hummm. Claro. Portanto, aquilo que o Ocidente fez, no passado, justifica que os muçulmanos, sobretudo aqueles nascidos e criados na Europa, tenham o direito que rebentar com os nossos filhos e irmãos, nos autocarros, aviões e carruagens do metro?
    E isso justifica os cerca de 200 mortos em Madrid, certo? Ou não? É que se justifica, você é um terrorista. Só não tem coragem suficiente para colocar bombas. Mas aplaude. Outro conselho: faço-o baixinho e discretamente, mantendo o anonimato, não vá algum familiar dos mortos espanhóis reparar no seu apoio aos assassinos de Madrid.

  5. DLM diz:

    Temos o inimigo entre portas, Maquina Zero

    “a civilização muçulmana foi bastante tolerante durante a maior parte da História. Bem mais que a cristã.”

    Não sei o que entende por tolerancia mas sob nenhum ponto de vista o islão foi tolerante na sua expansão.

    Maomé conseguiu converter os árabes cristãos e judeus à fé muçulmana à força, pois era a única forma de manterem a cabeça assente nos ombros.
    A primeira matança de judeus (sim, já são velhas), foi ordenada pelo próprio Maomé nas imediações de Medina em que ele próprio e as suas hostes degolaram 900 hebreus masculinos e venderam as crianças e mulheres no mercado de escravos. Como vê não lhe andam a contar a historia toda.

  6. O problemas das suas frases, meu caro, é a táctiva da Esquerda anti-semita e da Extrema-Direita: relativizar Bin Laden, proclamando Bush como o “outro mal”, o Yin e o Yang. Só um espírito perturbado e assustado, ansioso por sobreviver, daqueles que diz sempre “vamos conversar, que a conversar é que as pessoas se entendem”, é capaz de rastejar dessa forma, comparando um assassino louco com um presidente de um país democrático, livremente eleito pelos seus concidadãos.
    Pois, pois. Vá lá, mande a lista dos defeitos que fazem com que você não considere os EUA uma Democracia. E já agora, Portugal, é uma Democracia? E já agora, qual é o país onde há uma verdadeira Democracia, para você?

  7. Meu caro DLM, este Carlos é daqueles jovens confusos, educados numa sociedade destituída de valores que não sejam a tolerância e o relativismo. Nunca deve ter tido que lutar por nada e não percebe que a Liberdade e a Democracia não caiem do céu. Ou as merecemos, lutando por elas, ou acabamos debaixo das sandálias de um árabe qualquer. No caso deste rapaz Carlos, imagino que ele prefira isso a viver num regime opressor como aquele que temos, fruto da civilização ocidental.

  8. carlos diz:

    Meu caro MZ e DLM,

    Quanto às suas perguntas:
    “Portanto, aquilo que o Ocidente fez, no passado, justifica que os muçulmanos, sobretudo aqueles nascidos e criados na Europa, tenham o direito que rebentar com os nossos filhos e irmãos, nos autocarros, aviões e carruagens do metro? E isso justifica os cerca de 200 mortos em Madrid, certo? Ou não?”

    – Não. Não justifica. Continuam a confundir-me com o nosso inimigo. Acreditem que não são mais contra o Bin Laden e quejandos do que eu. Não consigo entender nem aceitar a lógica cobarde dos ataques contra civis.
    Mas acho que vocês são ingénuos e menosprezam o “inimigo”. Se isso vos dá algum gozo, compreendo. Mas não chega. É preciso conhecê-los, para os derrotar no mesmo terreno.
    Quanto ao DLM: meu caro, se você não sabe que durante séculos os moiros aceitavam com muito mais facilidade judeus e cristãos do que vice-versa, eu prescindo da discussão.
    Esporadicamente, todos se massacraram mutuamente. Leia a Biblia. Veja quantas vezes Deus permitiu aos judeus passar cidades ao fio da espada. Velhos, mulheres, crianças.
    Mas isso hoje não me interessa. É outra vez a questão da culpa: todos a temos no cartório…
    Interessa, sobretudo, guardar os valores da minha e de outras civilizações que considero inalianáveis. Para mim, fanatismos, violência, etc., são coisas do passado que posso compreender no contexto de antanho mas nunca hoje num mundo global. Graças a Galileu, Descartes, Kant e até Marx vivemos noutro tipo de mundo e temos outro tipo de responsabilidades. E nenhum de nós no Ocidente pode dizer que não sabe. Por isso é que os extremistas construídos na Europa são mais perigosos. Porque têm acesso a uma forma de saber muito mais real e poderosa. A que deriva do nosso Renascimento (volto a recomendar o Henry-Levy).
    Os moiros ainda estão no século XV, como o calendário deles, aliás, indica. A precisar de renascer. De descobrir os seus valores ancestrais que foram atolados pelo Islão, como os nossos o foram durante a Idade Média recobertos pelo cristianismo.
    Muitos morreram pela liberdade que hoje usufruimos. Não serão uns ayatolahs quaisquer (nem vocês), que me impedirão de pensar e de ser livre. De me tentar defender, como deve ser, devidamente munido de conhecimento, das ameaças que hoje o mundo enfrenta.

  9. carlos diz:

    Caro MZ,

    Ainda não tinha lido as suas últimas considerações. Se o meu caracter lhe interessa mais do que os temas em discussão, tudo bem. Finalmente, talvez o seu blog seja mais um exercicio de psicologia do que outra coisa qualquer.

  10. Ora bem! Afinal, o nosso amigo Carlos é frontalmente contra Bin Laden, o terrorismo, etc. E considera que os “moiros ainda estão no século XV, como o calendário deles, aliás, indica. A precisar de renascer. De descobrir os seus valores ancestrais que foram atolados pelo Islão, como os nossos o foram durante a Idade Média recobertos pelo cristianismo.”
    Parece-me que há aqui terreno comum. Só falta o amigo Carlos modificar aqueles termos pouco educados que utilizou noutro post, para podermos continuar a discutir civilizadamente.

  11. carlos diz:

    Caro MZ,

    Não só sou contra os que refere como contra os que, pela lusa inteligensia, se travestem de defensores daquilo que eles sabem lá o que é. Gostava de ver a Joana Amaral Dias de burka compulsiva, ora lá isso gostava.
    Por exemplo: no aeroporto de Frankfurt, enquanto esperava pelo avião, estava um tipo barbudo sentado à minha frente com a sua mulher de burka. Sabe o que fiz? Fui queixar-me a um polícia porque entendo que na Europa ninguém tem o direito de cobrir a sua face, à excepção do Carnaval. O polícia sorriu e disse-me que tivesse juizo. Eu não tive: quis apresentar queixa e apresentei. Se as nossas mulheres têm de usar chaddor no Irão, então as deles, se querem estar na Europa, têm de seguir o nosso rito, que passa pela total visibilidade da face, até no sentido de nos reconhecermos. Porque é assim que nós somos.
    O relativismo cultural tem de funcionar para os dois lados. Ou não será assim?

  12. DLM diz:

    Caro Carlos, antes do islão passar à espada judeus e cristãos já judeus e crsitãos conviviam e toleravam-se. Nada de novo portanto. E sem o estorvo de sofrerem pesados tributos, pois a dada altura os tolerantes maometanos perceberam que precisavam dos infiéis para darem rendimento.

  13. carlos diz:

    Caro DLM,

    Todos se passaram à espada, todos se cobraram mutuamente tributos, todos são horríveis se considerados do nosso ponto de vista pós-II Guerra. Repare que está a falar de malta cujas crenças vêem todas do mesmo buraco, aquela zona de pastores bárbaros, sem o refinamento pagão que a Europa e o Extremo Oriente ostentavam.
    Já estou como Nietzsche: como explicar que 3 séculos depois de conquistar um pedaço de deserto habitado por fanáticos, Roma tenha retirado os seus deuses dos altares e posto lá uma judia e um judeu?

    Caro MZ,
    Respondo-lhe aqui para não estarmos a voltar para o post do Sol.

    Quem lapida as mulheres até à morte sao os afegãos pashoun e outras tribos das montanhas do Af. e do Paquistão. Até parece que ouve todos os dias noticias de mulheres lapidadas…
    É exactamente por existirem diferenças radicais entre turcos, persas e árabes que não considero que os muçulmanos sejam todos iguais, se guiem pela mesma cartilha ou tenham os mesmos hábitos culturais.
    Agora a discussão. Sim, meu caro, o relativismo cultural existe. Tem de existir. Por favor, não me venha com os exemplos do costume, a perguntar-me se eu acho bem isto ou aquilo.
    Quem mostrou o relativismo cultural ao mundo moderno foram os portugueses (ver o Divino Marquês e as suas conclusões morais sobre a Rainha Ndzinga de Angola) e a sua primeira globalização. E foi o relativismo cultural que provocou grandes mudanças e avanços no pensamento ocidental.
    Aliás, o relativismo cultural é um conceito totalmente ocidental. Os outros ainda não chegaram lá. Alguns no Ocidente também não.

  14. Orlando diz:

    Carlos:

    Moses Maimonides, filósofo judeu nascido em Córdova (Espanha) em 1138 e que escreveu “O Guia dos Perplexos” (existe até um blogue com esse nome), deixou-nos o seu testemunho sobre o tratamento que recebeu dos muçulmanos do reino de Granada: “Nunca uma nação molestou, degradou, destruiu e odiou tanto o judeu como eles”.
    El Andalus é um mito.

    O Presentismo é um método de análise histórica através do qual as ideias e perspectivas actuais são anacronicamente utilizadas em exemplos alegóricos ou em interpretações do passado. A maioria dos historiadores modernos procura evitar o Presentismo no seu trabalho porque acredita que ele (o Presentismo) cria uma ideia distorcida das matérias em análise. Um exemplo de Presentismo:
    Um exemplo de Presentismo:

    “Os hipócritas ocidentais, defensores da democracia representativa, criticam o Hezbollah pelo seu anti-judaísmo, mas esquecem-se deliberadamente do que os Católicos fizeram aos judeus durante a Inquisição, na Idade Média”.

    Aquilo que se faz em nome de Deus, não tem nada a ver com Deus. Se em meu nome alguém matar, não posso justamente ser incriminado por isso. Vc tem que começar a pensar com a cabeça, em vez de raciocinar com o coração.

  15. PENTE UM

    O inimigo existe e alojou-se entre nós.
    O inimigo reza várias vezes por dia e não pronuncia um palavrão.
    O inimigo educa no ódio, na repressão religiosa, no cruel policiamento moral, na vigilância canina
    do teu blogue e no castigo corporal,
    e pretende exportá-los para o amolecido e tranquilo Ocidente
    acavernizando a nossa paz de espírito com a bem-aventurança do Terror.

    O inimigo conspira dentro do Ocidente, num fermento malígno de atentados no metro, no comboio.
    O inimigo sonha derrubar a podridão moral ocidental para instalar a podridão da irrepreensibilidade moral hipócrita,
    por isso, nas arábias o inimigo corta pescoços em público, lâmina alta rebrilhando ao sol duro,
    em grandes espectáculos sanguinários e moralmente exemplares.

    O inimigo orquestra espectaculares atentados suicidários sobre o oceano,
    urde novas acções tenebrosas nas escuras caves europeias,
    onde vive,
    onde estuda e aperfeiçoa Química e Física
    numa criatividade maligna,
    enquanto aparenta civilidade e bonomia,
    saudando-nos sorridente e pacato pelas nossas ruas.

    O inimigo cresce-nos dentro, imigrando em massa,
    construindo mesquitas aos milhares em França e exigindo regimes de excepção
    aos seus lenços-mulher numa pureza exterior toda textil e por isso eficiente
    na dissuasão cobiçadora.

    O inimigo lapida, degola, persegue e tortura quem, nas arábias, não subscreve as suas teses teológicas
    e não obedece à tirania do Corão
    e a mulher,
    o judeu
    o cristão,
    o infiel
    são somente máscaras de demónio que se vai em procissão calcar e apedrejar.

    O inimigo decapitaria, se pudesse, as lideranças democráticas ocidentais,
    só com esse poder de colocar em causa a confiança que os cidadãos nelas depositam
    de os defenderem.

    O inimigo existe e conspira por dentro.

    O inimigo!…

    Depois há as reacções democratizantes napoleónicas na ponta dos fuzis ocidentais.
    Depois há as invasões libertárias no Iraque e a alegria das bombas, a festa da metralha,
    da cavalaria aéria, da eficácia bélica como espiral de ineficiência inútil sobre a resiliência vietnamita.
    Depois há o medo ocidental que impele ao uso fraco da força e os negócios ocidentais que restringem
    a exigência da justiça e dos Direitos Humanos também nas Chinas.
    Depois há o negócio das armas de ponta e o argumento por que se espera
    para usá-las e vendê-las.

    Mas dão-me licença que considere execrável
    toda a espécie de morticínio como resolução de problemas e ridícula
    toda a veleidade de alguma vez pulverizar o inimigo?
    Permitem-me que considere inúteis quaisquer tácticas violentadoras da vida humana,
    os danos colaterais infantis,
    sem que passe eu por isso e só por isso a ser considerado um poeta mau ou o pior poeta blogoesferiano
    em que o infalível Máquina-a-Soro, o papa da prescrição bombística e da solução musculada,
    tropeçou ultimamente?

    Deixam-me ou não ser anti-religião-unitária, anti-pensamento unitário, pró-pluralismo, mas desarmadamente?
    Será que poderei acreditar no fim da impunidade local e planetária, mas por um caminho policial e não militar?
    Posso discordar da bala e da bomba por princípio sem significar com isso a avestruzização da minha consciência,
    a fuga da questão ou a falta de atitude?

    É preciso quebrar o circuito.

    Não ruíu a seu tempo o rígido, proselitista e ameaçador muro de dogmatismo marxista castrador da pessoa?
    Por que não há-de ruir também a seu tempo este muro de fanatismo
    dos detentores e administradores exclusivos da ira divina, cultores da morte,
    assassinadores de Deus nos que assassinam?
    E porque não haveremos de fazer com que esse muro desmorone mediante as trocas comerciais,
    as parcerias, o diálogo, o conhecimento cultural recíproco mediado pelas pessoas concretas
    e pelo poder da amizade?

    Os enforcados, as lapidadas e torturados de Teerão,
    os silenciandos compulsivamente das arábias e mais além
    esperam de nós muito mais que a resposta da bomba.

    Joaquim Santos

  16. Coitadinhas das crianças que têm este espírito perturbardo como professor. Será que os pais delas sabem?

  17. Pronto, máquina-a-soro, ou pegas pelo poeta ou pegas pela profissão do poeta, o que deixas é o argumentário que o conteste no bolso.

    Não tens argumentos, pois não? Sim, já reparamos nisso. Mas parece que tens o privilégio e o exclusivo do insultozinho.

  18. “Mas as crianças, Senhor, / porque lhes dais tanta dor?!… ” – É só isto que me preocupa. Maus poetas há às toneladas. “A gente atira um vintém e sai um deles a sorrir…”

  19. albimorena diz:

    Se os srs. são tao favoraveis à guerra, ao armamento e à eliminação de pessoas, por favor estão convidados a alistarem-se, levando convosco os seus familiares, principalmente os mais jovens e, de preferência, já que são tão patriotas, democráticos e defensores dos direitos ocidentais pelo uso brutal da força, coloquem-se em posição de combate bem na linha da frente!

    Seria o maior contributo que pessoas como vcs poderiam dar à humanidade.

    Albimorena

  20. Se vocelência, a maquineta, o diz, os cromos que obedecem a vocelência mecanística concordarão com vocelência: quando o papa zerone fala infalível, o mundo responde reverente: «Há-moscas».

  21. Cara Albimorena: Já lá estive. Na guerra. ainda serei capaz de lá voltar, mesmo com estes cabelos brancos. Pelo menos, não seremos conduzidos à matança como cordeiros. Quando passa pelo momumento aos mortos na Guerra Colonial, o que faz? Cospe-lhes para cima?

  22. Aqui, pelo que alguns visitantes deste blogue escreveram, se vê como a Europa está doente, decadente, decrépita, tal como se percebe igualmente que isso não é mais do que um reflexo de uma outra doença, a xenofília, o etnomasoquismo, a auto-flagelação étnica.

    Enfim, estas pessoas são parte de uma certa Europa, uma Europa que se assemelha a uma velha rica e que olha e reccorre a jovens (os povos que nos invadem e colonizam) com uma vontade libidinosa e que lhes abre a porta sem perceber que eles apenas a desejam ver morta para lhe ficarem com as riquezas.

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