Hina Salem, mais uma vítima da tolerância multiculturalista da Europa em relação ao Islão

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Tinha 20 anos de idade. Foi degolada pelo pai, com a ajuda do tio e de um cunhado. Enterraram-na com a cabeça virada para Meca, como manda o Islamismo, a sua “religião da paz e do amor”. “Matei-a porque vivia com um italiano, era uma p*** e não me obedecia”, afirmou o pai, um imigrante paquistanês em Itália, quando foi preso.

Será que o presidente da Comunidade Islâmica de Lisboa, Karim Abdul Vakil, condena estes “assassínios de honra”, alegadamente justificados pelo Islão, de acordo com os seus autores? Ou Karim Abdul Vakil acha que é apenas o cumprimento dos princípios da Sharia e fica num estranho silêncio?

E o xeque David Munir, da Mesquita de Lisboa? Condena, sem reticências, este assassínio? Ou coloca um “mas”, salientando que é preciso ter em conta o “contexto cultural, o peso da tradição”? E o xeque Rachid Ismael, da Comunidade Islâmica de Palmela, uma comunidade ligada aos Tabligh Jamat, movimento fundamentalista islâmico?

E o senhor Yossuf Adamgy, que edita em Portugal obras do neo-nazi David Duke e que as vendia na Feira do Livro Islâmico, dentro da própria Mesquita de Lisboa? Nada tem a dizer, em relação a isto? Ficam todos em silêncio? Aprovam ou condenam?

Todos estes muçulmanos, defensores da Sharia, defensores do carácter imutável do Alcorão, da impossibilidade de haver interpretações do seu livro sagrado, da proibição total de introduzir alterações à Sharia, todos estes portuguese de fé diferente da minha, aproveitam esta oportunidade para provar que estão integrados na sociedade portuguesa, que acreditam nos seus valores, ou ficam em silêncio, mostrando que apoiam estes assassínios justificados com o Islão, pelos seus autores? É que, quem cala, consente!
E os muçulmanos portugueses que, todos os dias, nos fóruns da Comunidade Islâmica da Web (*), despejam ódio contra todo o Ocidente, contra a Europa, contra Direitos fundamentais, como a Liberdade, apoiando o que eles designam pela “ira dos jovens muçulmanos britânicos”, justificando a colocação de bombas no metro londrino por causa da política externa de Tony Blair, estes muçulmanos portugueses, nada têm a dizer sobre este caso? Não nos querem esclarecer, a nós, não-muçulmanos, se é legítimo ou não, em alguma circunstância, um pai matar uma filha? Não nos querem explicar se, em Portugal, uma jovem muçulmana portuguesa pode converter-se a outra religião e continuar viva?

(Pergunto isto porque, recentemente, um muçulmano afegão que se converteu ao cristianismo teve que fugir do país, para não ser liquidado. Detalhes “insignificantes” da “religião do amor e da paz”…)

E a europdeputada Ana Gomes? Vai submeter à aprovação do Parlamento Europeu uma resolução, pedindo uma sentença exemplar, como fez no caso da morte do transexual Gisberta? E a Joana Amaral Dias e seus apaniguados do Bloco de Esquerda? Calam-se? E a f., essa jornalista de causas, que escreve no Diário de Notícias? E toda essa gentalha que andou aí agitada, em torno da morte da Gisberta? A morte de Hina Salem não tem o mesmo peso? A sua vida não tem o mesmo valor? A forma como foi morta não é ainda mais chocante?

Ou o facto de os assassinos serem muçulmanos e imigrantes, proveniente de um país do Terceiro Mundo, acolhidos nesta Europa de Direitos e Tribunais, de tolerância e multiculturalismo, modifica a vossa reacção?

(*) – Caso não consiga entrar no site da Comunidade Islâmica da Web, devido às tentativas de boicote, por parte do seu gestor técnico, de todas as ligações originadas neste e noutros blogues, que não lhes lambem as botas, escreva o endereço no seu browser e vá lá directamente: http://www.myciw.org/

10 Responses to Hina Salem, mais uma vítima da tolerância multiculturalista da Europa em relação ao Islão

  1. chesterton diz:

    ¿Condenan las amenazas al diputado español Gustavo de Aristegui?

  2. Anónimo diz:

    no solemente!
    Es necessario tambiem amenaçar los que las hacem.

  3. Anónimo diz:

    Quando é que publica o livro traduzido por Yossuf Adamgy? As férias já lá vão…

  4. Ó muçulmano anónimo, onde é que eu prometi “traduzir” um livro puvblicado pelo Yaossuf Adamgy? Você tem que~mudar de tradutor ou arranjar um dicionário português-árabe ou português-urdu que seja melhor…

  5. Anónimo diz:

    foi você que prometeu republicar o livro… não sou muçulmano mas não tenho também gosto por homens como você deve ter… porque parece um maricas frustrado…

  6. Bem, meu caro, você tem alguma dificuldade em ler Português. Vá lá buscar o post onde eu prometo publicar um livro (???) do Yossuf Adamgy!! Você faz confusão. O que eu prometi foi publicar na íntegra o artigo racista que o sr. Yaossuf Adamgy publicou na revista Al-Furqán, defendendo a tese de que os judeus não são seres humanos. Logo que tiver tempo – eu trabalho, sabe? Sabe o que isso é? – para rebuscar numa pilha de arquivos que cobre várias prateleiras de minha casa dar-lhe-ei o prazer de ler esse artigo, na íntegra.
    Deixo esta resposta ao seu comentário e o dito cujo online por mais um dia. Amanhã, apagarei ambos. Você pertence àquela categoria de pessoas que não sabe distinguir entre crítica verrinosa e contundente, e o insulto pessoal gratuito.

  7. Anónimo diz:

    você aparenta não trabalhar, não vive de social security?

    então fico a espera do artigo, estou curioso…

  8. Bem me parecia que você continua a ter problemas com a língua portuguesa.

  9. judeu diz:

    bem voce ve-se k sente bastante por essa hina salem…acaso nao foi sua namorada pois nao!!??
    shalom

  10. ana diz:

    gente parva só consegue fazer comentários parvos!!
    não ligue!!

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