Os assassinos entre nós – Mais de 100 mil muçulmanos britânicos apoiam os terroristas islâmicos

Um pouco por toda a Europa, as zonas onde se concentram imigrantes muçulmanos são áreas de risco, para a polícia. O sonho do multicultarismo transformou-se no pesadelo do conflito permanente, como escreve Theodore Dalrymple.

8 Responses to Os assassinos entre nós – Mais de 100 mil muçulmanos britânicos apoiam os terroristas islâmicos

  1. robertos diz:

    Lusitania Felix……Limpa da Moraima…..?

  2. Por cá, são muito poucos. Felizmente.

  3. magnífico template!

    bem… a nossa grande sorte é termos concentrado a nossa ocupação colonial na áfrica subsaariana… Imagine-se agora se Dom Sebastião tivesse logrado mesmo vencer a moirama e libertar Jerusalém…

    Agora é q seria do bom e do bonito!

  4. Rui Martins diz a “a nossa sorte”? Eu não seria tão optimista, já que muitos dos que nos invadem actualmente, provenientes da nossa ocupação colonial, são muçulmanos e também ressentido em relação aos seus antigos senhores. O multiculturalismo, além de utópico, é sempre nocivo.

  5. robertos diz:

    ¿Por qué sale un cuadro diciendo que la información que das al opinar puede ser redirigida a un lugar que no es seguro? ¿Están hackeando el weblog Maquina Zero? El Sr. Administrador debe investigar…….

  6. […] Leitor amigo, aqui, chamou-me a atençõ para o facto de lhe ter surgido uma janela de alerta, quando colocava um comentário neste blogue, alertando-o para a possibilidade de a informação poder ser redireccionada para um site não-seguro. Já agora, gostrai de saber se isso aconteceu com outros. Obrigado. […]

  7. Orlando diz:

    Isso, a acontecer, não é nada.
    Já fui alvo de ameaças de morte anónimas por email, e como o meu telefone vem na lista e o meu nome não é anónimo (sou mesmo o Orlando Braga), já tive chamadas telefónicas anónimas com ameaças. A PJ já foi informada convenientemente.
    Estamos a lidar com gente perigosa, e por isso, a determinado momento (há duas ou três semanas), ponderei seriamente acabar com o blogue.

  8. Sem dúvida, meu caro, que isto é gente perigosa. E gabo-lhe a coragem. É certo que gozo do conforto do anonimato, mas devido a razões profissionais. Não falta muito para que possa assumir a minha verdadeira identidade. Mas continue. É preciso que haja gente disposta a atirar pela janela os Miguéis de Vasconcelos do nosso tempo.

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