Suicídio no Maine

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Um dos Estados norte-americanos com maior estabilidade e homogeneidade populacional, o Maine, decidiu suicidar-se há um bom par de anos. Vítimas do politicamente correcto, os governantes daquele estado resolveram reforçar o apoio à imigração proveniente de países africanos, para obter uma maior diversidade cultural – a receita certa para mais crime, mais droga, mais desemprego e mais fraudes na Segurança Social.

Ao mesmo tempo, os EUA abriram as portas a imigrantes provenientes da Somália – que, para além de serem muçulmanos, praticam a mutilação genital feminina. Em 2001, cerca de 4.000 imigrantes chegaram à pequena cidade de Lewiston. Mas o primeiro sítio onde se dirigiram foi aos serviços de assistência social. Os bons resultados começaram a surgir rapidamente. Pouco depois, o mayor de Lewiston viu-se obrigado a apelar publicamente para que não fossem mais somalis para a cidade, uma vez que os recursos financeiros disponíveis não eram suficientes para sustentar tanta gente a viver à conta do erário público.

Porque, ao contrário da população local, os imigrantes somalis não procuram trabalho. Descobriram, há muito, que a assistência social norte-americana é suficientemente generosa para lhes permitir viver sem trabalhar – desde que sejam imigrantes ou membros de uma minoria étnica. E, como habitualmente, começa a estratégia de auto-vitimização dos imigrantes, mal surgem as primeiras críticas: são perseguidos pela polícias, discriminados pelas empresas, etc, etc.

Ao chegar aqui, dei por mim a reflectir sobre um aspecto da imigração em Portugal: porque razão os imigrantes russos e ucranianos não “constroem” guetos como a Cova da Moura ou o bairro Estrela de África?

4 Responses to Suicídio no Maine

  1. Fernando Alves diz:

    Sem querer transformar isto numa questão de cor da pele, deixo aqui a minha opinião:
    O problema é de ordem cultural, sem dúvida. Mesmo com uma lingua muito diferente, os russos e ucranianos adaptam-se melhor ao nosso país porque têm uma cultura e educação mais próximas às nossas.
    A nossa esquerdalha, defensora dos pobrezinhos e oprimidos desde que eles estejam escondidos num gueto e só incomodem os pobres coitados que andam de comboio na linha de Sintra, deveria olhar para o caso da Suiça, que é um país com muitos anos de experiência na emigração e que recentemente aprovou leis que praticamente limitam a origem dos emigrantes a países europeus. Estive em Zurique há pouco tempo e realmente deu para notar que o descontamento dos suiços em relação aos “subsídio-dependentes” era enorme. Por outro lado, o prestígio dos emigrantes portugueses, espanhóis e italianos entre os suiços é enorme. Porque será?

  2. É bom saber que há quem pense como eu. Obrigado.

  3. Vera diz:

    BRILHANTE, Fernando Alves…. BRILHANTE EM TUDO!
    É exactamente essa comparação que já fiz várias vezes em blogs. Comparem os imigrantes de leste com os restantes e vêm diferenças enormes: a cultura, a educação..são europeus e isso diz tudo.
    Olhem para os nossos emigrantes que até viveram em contentores do lixo qd foram para França, Suiça, … Não os vêm para aí a fazer desacatos como os imigrantes africanos, islâmicos, etc pela europa fora, que recebem habitações sociais, educação e subsídios…
    É explícita a diferença de culturas…

  4. Caturo diz:

    Brilhante, sim senhor. Força nisso. É bom que haja cada vez mais portugueses a perceber que a imigração, sendo um mal necessário (se e só se for mesmo necessário, tenho as minhas dúvidas…), então deve ser gerida com inteligência e dignidade, motivo pelo qual só se deve permitir a entrada a imigrantes vindos da Europa.

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