Cães raivosos

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O ministro saudita do Interior(*), prícipe Nayef, acusou os extremistas islâmicos de estarem ao serviço de potências estrangeiras, culpou os sionistas pelos ataques às torres gémeas e isinuou que os Estados Unidos são responsáveis pela criação da Al-Qaeda. Eis aqui uma alma gémea do Daniel Oliveira e de outros esquerdistas. O fundamento ideológico é igual: a América e os judeus são a origem de todo o mal no mundo.

(*) Via Western Resistance

16 Responses to Cães raivosos

  1. o leitor assíduo diz:

    estes homens dão a cara…e vc não!
    Quem é o makina zero?…ninguem sabe, pois é!

  2. Júlio Pomar diz:

    «América e os judeus são a origem de todo o mal no mundo»

    Errado! Os tipos que sequestraram o governo americano é que são a origem de quase todo o mal no mundo.

  3. leitor assíduo diz:

    maquinazero, o que tem o senhor contra o islamismo? muitos mas muitos dos seus blogs são contra essa religião! Será que você quer por as pessoas contra uma religião? Acha que qualquer religião ensina o mal? Não é por acaso que 1/4 da população mundial é muçulmana. São todos burros menos voçê, é isso que quer provar?? pense bem no que está a fazer. Se calhar é uma grande perca de tempo. Mas por outros lado até pode ser bom. Com o pretexto de falar mal, voçê irá tentar saber mais sobre essa religião e acabará por descobrir o quão magnífica ela é. Desejo-lhe o meu sincero boa sorte.

  4. Júlio Pomar diz:

    É evidente que foram os homens de Cheney que levara a cabo o 11 de Setembro. Que outra explicação pode haver para quatro aviões teram andado a passear despreocupadamente pelos céus americanos sem qualquer intervenção da Força aérea. Só um atrasado mental é que não vê isto.

  5. O leitor assíduo, como bom muçulmano, tem sérias dificuldades em aceitar que eu tenha o direito de me expressar livremente. Em Portugal, esse direito ainda existe. Você, como bom muçulmano, quer destruir a nossa Constituição e substitui-la pela Sharia. Eu não. Vamos a ver quem ganha.
    Quanto aos restantes posts, como dizia George Bernard Shaw: “Never wrestle with a pig. You get dirty and besides the pig likes it”.

  6. Vera diz:

    Por esse raciocínio, o Bin Laden e o Bush são primos… Visto que o grande amigo da presidência americana (Bin) teve a grande coragem de admitir a autoria dos atentados, tudo para salvar o seu primo! Isso é que é amizade!

  7. andrefilipe diz:

    A vida real começa-se a parecer cada vez mais com as teorias do Fox Mulder, só faltam mesmo os extraterrestres.

  8. Vera diz:

    Em frente à janela do meu quarto costumam passar mts ovnis… Um dia deixei a janela aberta de noite e acho que me raptaram..ou pelo menos acordei com pintinhas vermelhas… eles voavam! mas n os via..

  9. Caturo diz:

    Daniel Oliveira é das criaturas com forma mais humana mais aviltantes que respira em Portugal.

    http://gladio.blogspot.com/2006/05/extrema-esquerda-ou-arete-do-nojo.html

    «Arete» – conceito grego de busca constante da excelência, do «sempre mais, mais alto, melhor».
    Diz-se que constitui a base da educação helénica.

    Mas o que é o melhor, o mais alto, o excelente? A resposta a tal questão prende-se com a determinação do critério no qual se baseia o juízo de valor.

    Quem está convencido da correcção do seu critério para avaliar as suas escolhas e o mundo em redor, tende a evoluir no sentido ditado pelo critério escolhido; e, no campo da Filosofia ou da doutrina política/religiosa, o indivíduo, em guiando-se deste modo pelas suas convicções, molda-se progressivamente, na sua existência, pelo valor ou ideal que elegeu acima de todos os outros.

    E, assim, os mais puramente idealistas tornar-se-ão tanto mais profundamente opostos quanto mais opostas sejam as suas opções ideológicas – mais brilhantes, mais fanáticos, mais espirituais, mais cruéis, mais isto ou aquilo, consoante o ponto de vista de quem sobre eles fizer um juízo de valor.

    Ora, no mundo actual, o grande combate político, e até religioso, consiste no combate entre a globalização (em qualquer das suas vertentes: não apenas capitalista, mas também esquerdista, cristã ou islâmica) e os que lhe resistem em nome da Identidade. A oposição entre estas duas facções, ontologicamente diferentes, atinge já níveis nunca antes vistos – e a repulsa mútua passa da simples discordância ao asco violento.

    A radicalização é um processo em curso que, a cada passo, inspira mais rancor ou nojo aos que se radicalizam na direcção oposta. E, para que não fique uma ideia errada do que aqui se afirma, é de lembrar que a origem da palavra «radical» é precisamente «raiz», isto é, fundamento, essência.

    O radical está pois convicto das suas ideias. E o radical universalista pretende impor as suas crenças aos outros, porque, acreditando na igualdade universal, não vê razões para que aquilo que para ele é bom não seja igualmente bom para todos os outros homens do mundo.

    Como se disse, a radicalização sucede por etapas. Um bom exemplo do nível de radicalismo que os internacionalistas já atingiram no mundo actual é o artigo de Daniel Oliveira, militante do BE, na sua coluna do Expresso.

    A propósito dos encómios que dirige ao programa televisivo «Lisboetas» sobre a imigração em Portugal, D.O. diz:
    «Desde que o homem é homem que os mais fortes entre os mais miseráveis chegam às cidades ricas para nelas mudar a vida e que os mais fracos entre os mais ricos se assustam.»

    Isto é partir do princípio de que, numa sociedade, o curso normal da actuação individual consiste em que cada um trate de si e nada faça pela Estirpe. Em tal visão do mundo, a consciência de Povo, de salvaguarda da sua própria gente, é coisa que pura e simplesmente não existe.

    Ora é precisamente isto que os engenheiros de almas, os Dr. Frankenstein dos tempos actuais, pretendem: agir sobre o humano de modo a dele extirpar todo o conceito de Estirpe com o intuito de o tornar num Homem Novo, ou seja, o apátrida puro, o pária absoluto, o sem-raça orgulhoso de o ser.

    Repare-se, entretanto, noutras declarações do mesmo esquerdista, no mesmo artigo:
    «Felizmente, tomarão conta das nossas cidades»

    O mundo pertence por direito aos mais forte… diz o esquerdista…
    Se um antigo colonialista europeu assim falasse relativamente ao domínio europeu de África, qual não seria o escarcéu da Esquerda militante contra o imperialismo racista, opressor, etc.. Porque África era dos negros e tal.

    Mas isso era dantes… quando era preciso destruir o poder europeu além fronteiras é que se gritava a plenos pulmões «África é dos negros!». E era, de facto. E os conservadores da Direita «moderada» encolhiam os ombros, incapazes de ripostar a tão justa declaração.

    Mas agora, a conversa é outra… já não interessa dizer que África é dos negros porque, agora, África é mesmo dos negros e, quem sabe, até podia acontecer que houvesse muito povo a retrucar, pela mesmíssima lógica «… então, a Europa é dos brancos!» e isso é que não pode ser de maneira nenhuma.

    Agora já não é pois altura de dizer que isto ou aquilo pertence aos nativos… agora é altura de dizer que tudo pertence a todos.
    E os burgueses europeus mais ideologicamente desarmados e subordinados à influência cultural esquerdista, que domina os mé(r)dia, fazem como os seus antecessores espirituais – encolhem os ombros, sobretudo porque já têm em cima do lombo um brutal sermão sobre as supostas culpas do branco europeu e o dever da solidariedade e mais o anti-racismo, ou seja, o leque completo dos venenos mentais criteriosa e maciçamente injectados diariamente nas veias dos Europeus por meio dos meios de comunicação sucial.
    Bem dizia William Pierce que os burgueses conservadores não eram obstáculo para os revolucionários…

    Outra de D.O.:
    «Os melhores são os que partem (isto é, os emigrantes)»

    Quer com isto dizer, o esquerdista, que há melhores e piores… mais capazes e menos capazes… e que os mais capazes devem ser recebidos com prazer…

    Quem disse isto… andará a ler Nietzsche?…
    De facto, tais declarações fedem a desprezo pelos chamados «fracos».

    Mas a Esquerda não era afinal…o apelo à igualdade e a a defesa dos desfavorecidos?

    Não.
    A mais pura Esquerda não é isso.
    A mais pura Esquerda consiste na militância por uma ética que, bem vistas as coisas, é de origem cristã (mas sem Deus): a queda de todas as barreiras entre os homens, o amor universal como mandamento obrigatório e supremo, usando para isso todos os instrumentos necessários.

    Jesus Cristo disse:
    Quem ama o pai ou a mãe mais do que a Mim, não é digno de Mim; e quem ama o filho ou a filha mais do que a Mim, não é digno de Mim.
    Mateus 10,37-39

    Ora, o que é Jesus senão o amor universal para além e contra todas as barreiras?

    Mateus, 5:39-45:
    39 Eu, porém, vos digo: não resistais ao mau. Se alguém te ferir a face direita, oferece-lhe também a outra.
    40 Se alguém te citar em justiça para tirar-te a túnica, cede-lhe também a capa.
    41 Se alguém vem obrigar-te a andar mil passos com ele, anda dois mil.
    42 Dá a quem te pede e não te desvies daquele que te quer pedir emprestado.
    43 Tendes ouvido o que foi dito: Amarás o teu próximo e poderás odiar teu inimigo.
    44 Eu, porém, vos digo: amai vossos inimigos, fazei bem aos que vos odeiam, orai pelos que vos [maltratam e] perseguem.
    45 Deste modo sereis os filhos de vosso Pai do céu, pois ele faz nascer o sol tanto sobre os maus como sobre os bons, e faz chover sobre os justos e sobre os injustos.
    46 Se amais somente os que vos amam, que recompensa tereis? Não fazem assim os próprios publicanos?
    47 Se saudais apenas vossos irmãos, que fazeis de extraordinário? Não fazem isto também os pagãos?
    48 Portanto, sede perfeitos, assim como vosso Pai celeste é perfeito.

    Retornando ao colunista bloquista… Como se chama, na linguagem dos valores, a quem glorifica a força do alienígena e apoia a vitória do alienígena no seio da nossa gente, contra uma parte da nossa própria gente, como se não devesse haver nenhuma lealdade de grupo?

    Traidor.

    Não se trata sequer de um juízo de valor ou de um insulto político, mas de uma realidade objectiva.

    A extrema-esquerda é pois, objectivamente, a doutrina da traição instituída – da dissolução de todas as lealdades de sangue em prol do «outro», para, como objectivo último, acabar com todas as barreiras entre os homens.
    A influência continuada do lóbi intelectual esquerdista sobre o mundo da cultura ocidental conseguiu criar nichos de pensamento no seio dos quais a traição à Nação já não é crime (em breve, trarei aqui um texto a respeito do facto aparente de a acusação de traição estar já fora de moda, como se a lealdade tivesse deixado de fazer sentido).
    E só um tipo humano já muito alterado por sucessivas vagas de acção mental guiada pelo princípio do amor universal pode aceitar este ideal como bom e desejável.
    Para os que pensam tratar-se aqui duma novidade, tenho só de lembrar, por exemplo, as palavras de um dos doutores da Igreja, o mártir Justino:
    nós que antes matávamos e nos odiávamos e não compartilharíamos nosso lugar com pessoas de outra tribo devido a seus [diferentes] costumes, agora, depois da vinda de Cristo, vivemos juntos com eles.

    Quem disse isto? Justino ou Francisco Louçã? Louçã não fala em Cristo… e fica por aí a diferença.

    E continua, D.O.,
    «E mostra-nos a nós, que somos estrangeiros para os imigrantes.»

    Estarmos aqui ou noutra terra qualquer é igual – somos sempre estrangeiros perante o «outro». Muito bem. Mas esta declaração do óbvio a meio do artigo não é inocente – pelo contrário, destina-se a fazer crer que, nesta terra, seremos nós tão estrangeiros para eles como eles são para nós. Só que a palavra «estrangeiro» aplica-se somente ao que é de fora. E os donos da terra são, nessa terra, tudo menos estrangeiros. Os estrangeiros são e serão sempre os «outros». Nesta terra, eles é que são os exóticos – nós é que somos o eixo central. E o escriba de Esquerda pretende precisamente anular este pressuposto.

    «Bem lhes podem fechar a porta. Eles entrarão pela janela.»

    Ou seja, a «inevitabilidade» como justificação ética.
    O comunicado do PNR disse-o com precisão:
    Mas essa esquerda é useira e vezeira neste tipo de argumentação, esta sim verdadeiramente hipócrita, de querer obrigar as pessoas a aceitar certas e determinadas situações só porque elas já existem e nos são apresentadas, por eles, como sendo boas.
    Senão repare-se que, são eles, os tais que se julgam intelectualmente superiores ao resto do povo, que nos querem obrigar a aceitar a união entre homossexuais «porque estas existem», que nos querem obrigar a aceitar a droga «porque esta existe», que nos querem obrigar a aceitar a imigração «porque esta existe», que nos querem obrigar a aceitar a (alter) globalização «porque esta existe», e por aí adiante, até que um dia se voltem a repetir as insinuações de que se deve legalizar a pedofilia… porque esta existe!

    Fiz questão de citar o comunicado do PNR para mostrar o quão certeira foi a análise do partido, não apenas para aquele caso em particular, mas também para este, e, de facto, para todos: a mentalidade esquerdista é sempre a mesma, inclusivamente no que respeita aos seus estratagemas psicológicos.

    «Que venham muitos e façam disto um País.»

    A intenção parece ser provocatória. O bloquista pretende com isto escandalizar os mais nacionalistas/patriotas, porque se sente bem em fazer papel de «irreverente-da-vanguarda-internacionalista». Um tique juvenil de adolescentes que não cresceram, enfim.
    Independentemente da intenção, não é de forma nenhuma negável que a vontade constante de rebaixar o País/Raça/Estirpe faz parte do processo de lavagem cerebral que transformará o «europeu grunho» num «excelente ser humano» (linguajar da moda esquerdista), um «cidadão do mundo» que já se libertou dos vínculos da raça, cortando-os de si próprio já sem qualquer escrúpulo.

    Nos EUA, todos os homens duma seita de ovniologistas espirituais castraram-se voluntariamente e viveram felizes com a sua opção porque, diziam, não precisavam de sexo e tinham-se desse modo livrado dessa barreira espiritual. E depois, quando o cometa Halley passou, suicidaram-se todos para irem a cavalo no cometa para a estrela Sirius (não estou a inventar nada). As autoridades policiais foram encontrar os seus cadáveres no seu centro de reunião.

    Para quem não tenha percebido, a diferença entre estes e os internacionalistas militantes, é que os primeiros, pelo menos, suicidaram-se sozinhos, não obrigaram outros a segui-los para o seu paraíso imaginado.

  10. Vera diz:

    O caturo mais inspirado do que nunca! lol…

  11. o leitor assíduo diz:

    makina zero….bem pelo contrário, sou leitor assiduo do seu blog e partilho de todas as suas opiniões. Mas não é por isso ke vou deixar de mostrar o meu descontentamento para com essa falha(na minha opinião).

  12. Paulo diz:

    O islão è uma bela religião !

    Sò quem não leu o al-corão è que pode afirmar uma coisa destas !

    Uma religião racista, que codifica o escavagismo, e que faz apelos muito claros a matar critãs e judeus.

    ” o destino do muçulmano e de matar os seus enimigos e de ser matado por eles ”

    Concerteza uma bela religião !

    Toda a gente fala sobre a interpretação do al-corão.

    O al-corão não se interprèta, e a sua compréenção è livre. Qualquer muçulmano è livre de fazer tudo aquilo que entender, e não deixa de ser muçulmano. Qualquer acto, mesmo o pior, jà esta escrito por Deus.

    O islão ensina, que os cristãs são porcos a quem deus lhes deu aparencia humano, e que os judeus são macacos.

    O islão ensina que tudo o què nosso, na realidade è dos muçulmanos, e insita claramente a ataquar os cristãs e judeus para adequirir os seus bens que ligitimamente Deus lhes atribui.

    Bela religião, quem não queria ser tambem muçulmano ?

  13. ignorante diz:

    CAMBADA DE IGNORANTES !

  14. Vera diz:

    Andas com falta de hobbies…

  15. .. e excesso de trabalho!

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