Grupo de africanos ataca PSP em Vila Franca de Xira – Um episódio típico das minorias adeptas da guerra racial

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A identificação com o seu próprio grupo racial, quaisquer que sejam as circunstâncias, é um dos mais primitivos impulsos do homem – salvo raras excepções, como o Daniel Oliveira e o Rui Marques. Esse impulso está relacionado com um ancestral instinto de sobrevivência, que requeria uma especial ligação entre membros da mesma família alargada, vulgo clã, normalmente agrupados naquilo que eram as tribos. Com o evoluir da tecnologia, que permitiu relacionamentos entre grupos autónomos antes isolados, inicialmente através das estradas e meios de transporte, a noção de tribo como o mais amplo elemento agregador de comunidades familiares transferiu-se para o conceito de nação, com a cultura como factor aglutinante e ainda sob a forma de reino. A transição para o Estado moderno, republicano e laico processou-se com rapidez, a partir daí.

Uma das mais nocivas consequências do multiculturalismo é a fragmentação da Europa dos Estados e dos Povos no continente das tribos. Começa-se por aceitar grupos de imigrantes cuja cultura torna quase impossível a sua integração na sociedade. Vítimas da chantagem dos PC’s (Politicamente Correctos…) as sociedades europeias não exercem pressão sobre essas comunidades de imigrantes para que elas assimilem a cultura que as rodeia, antes estimulando a sua rejeição. Exemplo disso é a tolerância europeia quanto aos casamentos forçados, mutilação genital feminina e poligamia.

Depois da construção do gueto cultural e demográfico, o passo seguinte é a sua exclusão do universo legal da sociedade em que se insere. Sendo os conceitos subjacentes à noção de Justiça essencialmente culturais, não é aceitável que uma comunidade exclusivamente constituída por guineenses ou paquistaneses (*) veja os seus conflitos regulados por posturas legais e forças da ordem que seguem outro universo cultural. Daí a necessidade de autonomizar o gueto em relação à acção da Polícia, instrumento fundamental de aplicação de Justiça. Em Portugal, hoje em dia, em dezenas de bairros maioritariamente habitados por minorias étnicas, a Polícia apenas entra com um dispositivo reforçado, com escudos, capacetes, caçadeiras, etc. Não faltará muito para que sejam utilizados carros blindados.

No episódio que inspirou estas linhas, cerca de duas dezenas de jovens africanos atacaram a polícia de Vila Franca de Xira, ao aperceberem-se de que os agentes da autoridade tinham detido um indivíduo, também africano. “Assim que se aperceberam de que a PSP tinha detido um indivíduo, os desordeiros acentuaram o teor dos insultos aos agentes, tentando mesmo agredi-los. ‘A situação obrigou à chamada de reforços. Uma Equipa de Intervenção Rápida da PSP de Oeiras reforçou os efectivos da esquadra da Vila Franca”, escreve o Correio da Manhã, na sua edição de hoje. “A violência dos confrontos obrigou a que os agentes recorressem aos bastões para dispersar a multidão. O indivíduo que havia sido inicialmente conduzido para fora do recinto da feira foi o único a ser levado para a esquadra.”

Resultado final? Multiculturalismo 1, Polícia 0.

(*) Nota: dada a inexistência de guetos de ucranianos, russos ou brasileiros, estas comunidades não são incluídas no grupo de minorias adeptas da guerra racial.

10 Responses to Grupo de africanos ataca PSP em Vila Franca de Xira – Um episódio típico das minorias adeptas da guerra racial

  1. corta bolsas diz:

    Los del Este de Europa (Rumanos, Bulgaros, Moldavos)…..¿Son de fiar?

  2. Fernando Alves diz:

    Muitos dos tais Romenos, Bulgaros ou Moldavos, que em Espanha são um grande problema mas que em Portugal ainda não representam comunidades significantes, são na realidade de origem cigana.
    Os ciganos representam uma grande percentagem da população romena. Quanto à sua percentagem na Bulgária e na Moldávia já não sei ao certo mas tenho a ideia que também é elevada.
    Tal como os africanos, também os ciganos são geradores de grandes conflitos com a sociedade onde se inserem.

  3. Caturo diz:

    Precisamente, Fernando Alves – não se confunda ciganos com eslavos.

  4. Vera diz:

    exacto…qd falamos (ou pelo menos eu me refiro) em romenos não incluo os ciganos…

  5. Jaï bettancourt de carvalho diz:

    Não penso que as nações européias vão desaparacer por causa du multiculturalismo.

    Por uma razão muito simples !

    Antes das nações desaparecerem, o que vai desaparecer em primeiro serà a democratia.

    O primeiro paìs a desaparecer a democratia serà a França.

    O pior não são os motins, mas a recuperação por partidos politicos e colectivos ethno-indentitarios, jà pondo em causa jà pondo em causa os fundamentos historicos das nações, particularmente em França, cujo suas mentalidades e discursos são comparvèls a grupos rebeldes africanos, onde se adevinha por tràz dum certo tipo de populismo reflexos fachistas.

    O descontentamento é tal, nas forças de polica, da guarda atè no exercito, que a idéia dum golpe de estado jà està caminhando.

  6. Quando a Justiça falha, só resta aos cidadãos honestos tomar a Justiça nas suas mãos. Um bom alerta para os PC’s (Politicamente correctos…) portugueses..

  7. Daniel diz:

    Parece uma situação semelhante ao que despoletou os motins em França.

    Desta vez ficou por aqui,( de notar que das hordas que injuriaram e tentaram agredir os agentes policiais nem um foi preso)mas não deve ser mera coincidência a GNR, que patrulha a maioria da Linha de Sintra, ter ido acompanhar actuação policial durante os motins em Paris.

  8. Exactamente. É apenas uma questão de tempo e da continuação dos estímulos da Esquerda, especialmente do Bloco de Esquerda, e as minorias africanas das grandes zonas urbanas portuguesas farão o mesmo que em Paris. Não me parece é que a GNR e a PSP, bem como a opinião pública, reagem como lá. Ora digam lá a esses rapazinhos para começar a queimar carros, que vão ver o como é que os proprietários reagem…

  9. Nasceu um novo espaco de amizades e encontros, com videochat, mapas, blogs, albuns de fotos, videoteca, música e noticias sobre Africa! http://www.africamente.com

  10. António Marcelo diz:

    Antes das nações desaparecerem, o que vai desaparecer em primeiro serà a democratia.

    O primeiro paìs a desaparecer a democratia serà a França.»

    Infelizmente deixaram-se ir as coisas tão longe que será preciso um Cirurgião de Ferro para extirpar este cancro.

    Sendo os grupos da esquerda e outros, mesmo na direita, responsáveis desta situação, não será possível resolver este problema por meios democráticos.

    Nunca gostei das ditaduras, mas numa situação de pura sobrevivência os mecanismos do Estado de Direito são totalmente ineficazes para resolver o problema. É uma luta a morte. Quando tudo acabar será possível recomeçar a partir de zero sobre bases novas e mais lógicas que evitem cometer erros passados.

    É lamentável para mim chegar a estas conclusões, mas a realidade é teimosa.

    As ditaduras, mesmo se durarem décadas devem ser sempre temporárias, mas existem momentos em que outras hipóteses são impossíveis. Só existem duas escolhas: sobreviver a qualquer preço ou morrer.

    Europa e Ocidente sobreviverão!

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