Bater na mulher – Uma prática muçulmana comum

Aqui ficam alguns exemplos para quem ignora ainda uma realidade actual. Estes vídeos estão disponíveis no YouTube, aqui. As imagens dispensam legendas.

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9 Responses to Bater na mulher – Uma prática muçulmana comum

  1. Ricardo Leal Lemos diz:

    É verdade que vem tarde este esclarecimento, meu caro, até prque o meu blogue será em breve fechado para obras e substituido por outro, mas a estrela de david tem MESMO 6 pontas. Ora veja: http://www.uni.pt/homepages/docentes/delfim/comunic/cHelenaSousa97442/simbolos.htm e http://pt.wikipedia.org/wiki/Estrela_de_Davi

    Felicidades.

  2. Dou a mão à palmatória. afinal, sou humano! As minhas desculpas…

  3. Saraiva diz:

    Na MEMRI TV?

    “MEMRI is the single most important source for understanding what is happening in the Greater Middle East and what we must know to fight effectively the war against terrorism both at home and abroad.” – April 14, 2004, R. James Woolsey, Former Director of the Central Intelligence Agency (1993-1995)

    http://www.memritv.org/aboutus.asp

    CIA dixit!

  4. E o que é que isso tem a ver com o facto de o Corão, os Hadiths, e o “Convidado de Honra” permitirem que a o marido muçulmano bata na mulher? O que é que a CIA tem a ver com o conteúdo do Corão?

  5. Saraiva diz:

    Tem a ver com traduções desonestas e “seleção” cuidadosa de textos. A Memri constrói a idéia de que as mídias árabes são dominadas por um grupo de fanáticos anti-ocidentais e anti-semitas.

    Fundado em 1998 pelo coronel Yigal Carmon, ex-membro dos serviços de informação israelenses, o Middle East Media Research Institute (Memri) [Instituto de Pesquisa Midiática do Oriente Médio], instalado em Washington, é um centro de tradução das mídias, essencialmente árabes e iranianas, para línguas européias. Seu sítio na internet indica que ele “explora o Oriente Médio através das mídias da região. O Memri cria uma ponte entre o Ocidente e o Oriente Médio por meio de traduções das mídias em árabe, hebraico e persa, além de análises originais das tendências políticas, ideológicas, intelectuais, sociais, culturais e religiosas da região”.

    É por isso que, por diversas vezes, autores árabes ou eventualmente europeus qualificaram o Memri como arma de propaganda ao serviço do governo de Tel-Aviv, do Likud e de seus grupos de pressão. É verdade que, desde sua criação, de cada seis membros de sua equipe três eram antigos membros dos serviços israelenses.

    O coronel Carmon dispõe de uma sólida base em Israel. Fluente em árabe, ele foi conselheiro anti-terrorismo de dois primeiros ministros – Itzhak Shamir e Itzhak Rabin. Ele se beneficia de importantes apoios em Washington – ele se associou, além disso, a Meyrav Wurmser, uma veterana do Memri, que dirige o departamento de Oriente Médio no Hudson Institute, próximo dos neoconservadores norte-americanos. O Memri se beneficia, enfim, de inúmeros doadores, especialmente os da The Lynde and Harry Bradley Foundation, a mais importante fundação da direita norte-americana.

    http://diplo.uol.com.br/2005-09,a1163

  6. Bem vindo, Saraiva. Já tínhamos saudades de um anti-semita como você. A propósito, isso muda alguma coisa em relação ao facto de o Islão permitir que o marido bata na mulher?

  7. Caturo diz:

    Claro que não muda, Maquinazero… o Saraiva está apenas a querer atirar areia para os olhos de quem o lê, ou seja, limita-se a pôr em causa a fonte da notícia, mas, claro, sem fornecer qualquer «tradução» alternativa e «séria» das palavras reais do clérigo que ali aparece a dizer verdades sobre o Islão.

    Não admira.

  8. […] (*) – Esta homenagem é suscitada pelo quase total (e cúmplice…) silêncio do Bloco de Esquerda em relação à forma como as mulheres muçulmanas, em Portugal e pelo mundo fora, são oprimidas, espancadas, exploradas, violadas, assassinadas, queimadas com ácido e vítimas de Mutilação Genital Feminina – tudo isto com o beneplácito e a autorização dos responsáveis religiosos muçulmanos. […]

  9. Já li imensos documentários de mulheres e custa saber que as mulheres são apedrejadas até morrer ,são mutiladas em criança,são queimadas vivas pela própria familia…nem parece que estamos no século21. Já perguntei isto em muitos sitios mas nunca ninguem me soube responder: Existe alguma maneira ou instituição pa tentar pelo menos ajudar essas mulheres? se souberem respondam por favor!!! fiquem bem

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