O ódio de um muçulmano português (ou portador de passaporte português?) em relação ao seu próprio país

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O Convidado de Honra é um muçulmano português que nos tem “honrado” com os seus comentários, neste blogue. Já aqui fizémos referência à sua pobreza gramatical e ortográfica, própria de um imigrante auto-exluído da sociedade onde vive, e também salientámos a sua indigência mental. Mas o Convidado de Honra ainda não nos tinha permitido apreciar uma faceta mais sinistra da sua personalidade: o ódio ao país que lhe dá passaporte (porque nacionalidade é mais do que isso…) e à sociedade em que vivemos (e que, não sendo perfeita, também não achamos que seja tão má que deva ser completamente destruída)

O Convidado de Honra tem um tal ódio ao seu próprio país que distorce e falsifica a realidade, de forma a apresentar ao mundo um Portugal habitado por animais selvagens. Excluindo, claro, os muçulmanos portugueses (que eu prefiro designar por “muçulmanos portadores de passaporte português”). O debate começou neste post, com uma chamada de atenção minha à dificuldade de entendimento de língua portuguesa e de conceitos actuais (Liberdade, Democracia, Direitos Humanos, etc, etc) manifestada pelo Convidado de Honra.

Nas suas réplicas, este muçulmano portador de passaporte português comparava a obrigação de as mulheres muçulmanas enfiarem sacos pela cabeça abaixo com o facto de as freiras também andarem de cabeça coberta. É óbvio que este senhor, acima de tudo, não percebe a maior parte das frases que aqui se escrevem. E confude Direitos com obrigações legais ou imposições religiosas, não distinguindo (naturalmente!) uma coisa da outra. Mas aqui começa a calúnia e difamação, em relação aos habitantes não-muçulmanos do país que tão generosamente lhe concedeu um passaporte. Desse lote, selecciono três pérolas. (Por favor! Leiam até ao fim, antes de atirar com computador contra a parede) :

  • “As freiras andam cobertas da cabeça aos pés, tal como as muçulmanas que seguem à risca. Com a excepção de que as freiras não se podem casar. O que é um direito de qualquer mulher no Islam – o direito de obter satisfação sexual pelo marido. Os padres, cardeais, e papas também não se podem casar. O que é um direito de qualquer homem no Islam – o direito de obter satisfação sexual pela esposa.”
  • “No Islam a mulher tem o direito de manter a sua identidade e o seu nome após o casamento, não tendo de mudar o último nome, para que não seja considerada propriedade do homem. O que não acontece no cristianismo.”
  • “Em relação a bater na mulher e agora Vera, preste bem atenção a este link Violência doméstica aumenta em Portugal. Estamos com certeza a falar de um país civilizado onde morrem mais mulheres vítimas de violência domestica do que de cancro.”

Por aqui se vê que este muçulmano portador de passaporte português não recua perante nada, para “provar” que o Islão é superior a tudo. Não hesita em mentir, falsificar, inventar, caluniar, da maneira mais torpe, nojenta, criminosa e asquerosa, todo um país e os milhões de pessoas que nele vivem, para alcançar os seus objectivos. Este muçulmano portador de passaporte português faz-me lembrar uma observação de Jorge Sampaio, um homem de Esquerda por quem eu não serei suspeito de ter simpatias. Dizia ele que aquilo que nos une tem ser mais do que o que nos separa…

Este muçulmano portador de passaporte português acusa os portugueses de serem tão selvagens que, neste país, morrem mais mulheres vítimas de violência doméstica do que de cancro. Não falta muito para que o Convidado de Honra afirme que nós, portugueses não-muçulmanos (cerca de 99,6 % do total) assamos crianças no espeto e as comemos ao almoço, que andamos nús nas ruas e que limpamos o traseiro com o mesmo guardanapo com que limpamos a boca. É este o calibre de um bom muçulmano: fanático, intolerante, incapaz de aceitar que haja pessoas que vivem de forma diferente e que não adoram o mesmo Deus.

Tão fanático e tão intolerante é este muçulmano portador de passaporte português que até nos ACUSA de sermos uns ANIMAIS ASSASSINOS, responsáveis PELA MORTE DE MAIS DE 17.000 MULHERES POR ANO (*), vítimas de VIOLÊNCIA DOMÉSTICA. Exactamente. De acordo com este muçulmano portador de passaporte português, o Convidado de Honra, os maridos portugueses MATAM MAIS DE 17.000 MULHERES POR ANO, À PANCADA. E agora digam-me: gente desta merece andar por aí com um passaporte onde se diz que é cidadão português? Merece viver no país que tão alarvemente insulta e calunia? Não merece.

(*) Como se pode ver aqui, o número de mulheres mortas vítimas de violência doméstica foi de cerca de 60 (Exacto, SESSENTA MORTES), em 2005. A taxa de mortalidade devido a tumores cancerígenos, referente apenas a indivíduos do sexo feminino, foi de 166,5/por 100 mil habitantes, em 1998. O que dá cerca de 16.665 mulheres mortas devido a cancro, por ano.

E já que esta afirmação criminosa do Convidado de Honra teve origem na sua explicação dos “Direitos” (??) da mulher no Islão, convém acrescentar que o Corão, aqui (Sura 4:34), autoriza expressamente que um marido bata na mulher – algo que viola a lei, em Portugal, podendo ser considerado incitação à prática de crime (o que também é crime, ver aqui artºs 297º e 298º do Código Penal…) Por outro lado, os Hadith do profeta Maomé (citações das suas palavras que constituem normas orientadoras da aplicação de princípios islâmicos) incluem uma aprovação clara do espancamento das mulheres por parte do marido, como se pode ler aqui (Livro 11, 2142, Narrado por Umar ibn al-Khattab)

Se ainda houvesse dúvidas quanto á actualidade desta autorização para que qualquer muçulmano bata na mulher, temos os exemplos do iman de Fuengirola, Kamal Mustava, recentemente condenado, em Espanha, por ter escrito um livro onde explicava a técnica muçulmana de bater na esposa. Em França, o iman Abdel Bouziane foi expulso, por defender publicamente o mesmo comportamento bárbaro.

Por último, aqui estão alguns vídeos recentes onde clérigos islâmicos explicam as REGRAS PARA ESPANCAR A ESPOSA:

  • Não bater à frente das crianças
  • Não bater na cara nem noutros sítios sensíveis
  • Não partir ossos
  • Não fazer sangue

9 Responses to O ódio de um muçulmano português (ou portador de passaporte português?) em relação ao seu próprio país

  1. Caturo diz:

    Por último, aqui estão alguns vídeos onde clérigos islâmicos explicam as REGRAS PARA ESPANCAR A ESPOSA:

    Não bater à frente das crianças
    Não bater na cara nem noutros sítios sensíveis
    Não partir ossos
    Não fazer sangue

    Isto sim, é civilização! Olá se é!… Bem melhor do que os grunhos portugueses a fazer sangue nas mulheres…

    Mulheres portuguesas, alegrem-se: se o Islão se impuser neste País, vão passar a poder apanhar pancada como deve ser, isto é, vão passar a ter o privilégio de levar na cara por meio de um método disciplinado e respeitoso!, e não como têm apanhado até aqui!!!…

  2. Caturo diz:

    Civilização do Al-Andaluz: volta, estás «aperdoada»!…

  3. Caturo diz:

    agora digam-me: gente desta merece andar por aí com um passaporte onde se diz que é cidadão português? Merece viver no país que tão alarvemente insulta e calunia? Não merece.

    É o mesmo problema com todos os muçulmanos a viver no Ocidente.

    Ora leia-se:
    http://gladio.blogspot.com/2006/08/muulmanos-na-europa-no-so-europeus.html

    O Dr. Azzam Tamimi, do Instituto de Pensamento Político Islâmico, é frequentemente convidado para ir à televisão falar do Islão, dizendo que os muçulmanos recusam a violência e tal… pode-se pois partir do princípio de que o Dr. Tamimi é um muçulmano moderado exemplar, daquele tipo de mafométicos que os mé(r)dia gostam de exibir como quem diz «Estão a ver, os muçulmanos são uns gajos porreiros e pacíficos!»

    Ora o Dr. Azzam Tamimi declarou, recentemente, que os fiéis de Alá são muçulmanos na Europa, não são Europeus de religião islâmica.

    Isto depois de ter afirmado peremptoriamente que seria capaz de levar a cabo um atentado terrorista suicida contra Israel.

  4. Convidado de Honra diz:

    Cada vez mais de desiludo convosco… Vêm uma coisa e escrevem outra, típico de mentes fechadas e preconceituadas e sem abertura e tolerância para com os diferentes.

    Ainda bem que viu o vídeo, foi pena não ter percebido, mas eu faço o favor de o interpretar para voçês:

    Legenda: “…He should be masculine and defend her…”
    Tradução: …Ele deve ser masculino e defendê-la (à mulher)…

    Legenda: “…Men have authority over women. They dont have this authority in order to beat women but in order to protect the women’s right…”
    Tradução: …Os homens têm autoridade sobre as mulheres. Não têm esta autoridade para bater nas mulheres mas para lhes proteger os direitos…

    Legenda: “…But when does the beating come?”
    Tradução: …Mas em que circunstâncias é que se pode bater?

    Legenda: “…The beating comes after the admonition. Which lasts a long period of time, and after sending the wife to a separate bed. Only after this does the beating come. And to whom? To the disobedient wife and disobedience is disregarded to the truth…”
    Tradução: …Pode bater depois da admoestação que dura há muito tempo e depois de mandar a esposa para uma cama separada. Só depois disso se poderá bater e a quem? À esposa desobediente e desobediência é desconsiderada à verdade…

    Legenda: “…A wife who endangers her husband and her own life – What’s better, that she gets slapped or that she ruins her family, herself, and society?”
    Tradução: …A esposa que põe em perigo o marido e a própria vida – O que é melhor, dar uma estalada ou que ela arruine a sua família, a si própria e à sociedade?

    Espero que agora tenham percebido, se ainda não perceberam cá vai outra vez:

    Legenda: “…He should be masculine and defend her…”
    Tradução: …Ele deve ser masculino e defendê-la (à mulher)…

    Legenda: “…Men have authority over women. They dont have this authority in order to beat women but in order to protect the women’s right…”
    Tradução: …Os homens têm autoridade sobre as mulheres. Não têm esta autoridade para bater nas mulheres mas para lhes proteger os direitos…

    Legenda: “…But when does the beating come?”
    Tradução: …Mas em que circunstâncias é que se pode bater?

    Legenda: “…The beating comes after the admonition. Which lasts a long period of time, and after sending the wife to a separate bed. Only after this does the beating come. And to whom? To the disobedient wife and disobedience is disregarded to the truth…”
    Tradução: …Pode bater depois da admoestação que dura há muito tempo e depois de mandar a esposa para uma cama separada. Só depois disso se poderá bater e a quem? À esposa desobediente e desobediência é desconsiderada à verdade…

    Legenda: “…A wife who endangers her husband and her own life – What’s better, that she gets slapped or that she ruins her family, herself, and society?”
    Tradução: …A esposa que põe em perigo o marido e a própria vida – O que é melhor, dar uma estalada ou que ela arruine a sua família, a si própria e à sociedade?

    Quanto à sua pergunta persistente, simplesmente não me apetece responder.

  5. Não lhe apetece RESPONDER, ó Convidado de Honra??? Mas alguém o obrigou a vir aqui fazer comentários??? Você vem aqui comentar , dizer que o Islão é melhor que tudo, e depois diz que não lhe apetece responder, quando se pergunta SE O SEU PROFETA AUTORIZA OU NÃO O ASSASSÍNIO DE QUALQUER MUÇULMANO QUE SE CONVERTA A OUTRA RELIGIÃO?
    Além de muçulmano, você é cobarde, hipócrita e dissimulado…

  6. E mais: não tente traduzir nada para Português. Você não sabe o suficiente desta língua para falar correctamente, quando mais para traduzir. Fico satisfeito por você confirmar que sim senhor, o Islão considera legítimo que um marido bata na mulher. Os meus cumprimentos à sua esposa, que deve ser uma mulher feliz.

  7. […] O “Convidado de Honra”, muçulmano portador de passaporte português que tem defendido, aqui, a superioridade moral do Islão, confirma que O ISLÃO PROÍBA O MARIDO DE BATER NA MULHER, MAS AUTORIZA O MARIDO A BATER NA MULHER PARA LHE PROTEGER OS DIREITOS. Confusos? É normal, estamos a discutir com um muçulmano. Aqui fica parte do raciocínio citado pelo “Convidado de Honra”, numa tradução feita por ele (Nós desiludimos o CH: “Vêm uma coisa e escrevem outra, típico de mentes fechadas e preconceituadas e sem abertura e tolerância para com os diferentes.”) […]

  8. […] Enquanto os islamitas em Portugal assumem a prepotência plena de dizerem as maiores bacoradas sobre a cultura portuguesa e sobre as raízes cristãs do nosso povo, no mundo islâmico a carnificina continua: desta feita, um padre cristão foi decapitado por islamitas no Iraque, raparigas cristãs são violadas e há dias uma criança de 14 meses, filha de cristãos iraquianos, foi crucificada naquele país. Nos fóruns da comunidade islâmica da web [Google] em Portugal, a herança cultural do nosso povo é ridicularizada, alvo de chacota; a defesa do direito dos homens maometanos em baterem nas mulheres é assumida publicamente por eminências pardas do maomedanismo em Portugal, indo não só contra o nosso C. Penal como contra a própria Constituição. Perante isto, o poder judicial demite-se; o poder político acobarda-se. Mas esquecem-se que quem manda em Portugal, em última instância, é o povo, e chegará a hora de se “clarificarem” situações deste tipo. Não perdem pela demora. Technorati Tags: comunidade islâmica da web, islamismo, islamofascismo, Islão, Portugal   […]

  9. […] (*) – Dedicado ao Convidado de Honra, muçulmano alegadamente português, que aqui se insurgiu contra Portugal, dizendo que neste País morriam mais mulheres vítimas de violência doméstica que de cancro, ao mesmo tempo que garantia que a violência contra mulheres não é problema existente nas sociedades muçulmanas. […]

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