Um defensor da escola “inclusa”

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Os PC’s (“politicamente correctos”) não são exactamente como os ingleses, mas quase. Se, no caso dos súbditos de Sua Majestade, “A gente deita/ Um vintém e sai um deles a sorrir/”, para que um PC salte pelos ares, aos pinotes, feito galarote em roda de galinha fresca basta que se fale em africanos, sem tom reverencial, carinhoso, terno e submisso. E aí os temos, frenéticos, babando-se mais que o Cavaco Silva quando era ministro das Finanças (e tinha aquele problema com a saliva, que lhe escorria pelos cantos dos lábios quando falava, depois corrigido com uma pequena intervenção cirúrgica…) roucos de tanta gritaria, histéricos de tanta agitação, em matilhas extensas, latindo repetidamente: “Fascistas! Xenófobos! Nazis!”.

E se chamamos os bois pelos nomes, lembrando a grande percentagem de minorias étnicas entre os bandidos que fazem das escolas o seu território, aqui d’El-Rei, que os muitos PC’s que medram neste País até trepam pelas paredes, jurando pela santa mãezinha que nunca se hão-de calar, feitos “Manuéis Alegres” de vão de escada, denunciando o Máquina Zero como um “Fascistazito”, alegando que há também gangs de brancos (o que legitima o direito à existência dos gangs de negros, certo, ó sublime inteligência?) e aplaudindo o imbecil do director de turma que eu citei, no post “Professores, sindicatos e o exemplo de Goebbels”. É assim a feliz existência do Henriquin, o homem que apoia a escola “inclusa” e bloga no IncomProftência. Força, camarada. Espero que os seus filhos se divirtam tanto, nessa escola, como os meus se divertiram.

Nota: A imagem que ilustra este post é uma foto de Gérard Bloncourt e mostra, como esta outras, a extrema miséria dos bairros de barracas dos emigrantes portugueses em França, na década de 60. Curiosamente, os filhos e netos destes imigrantes não andam a queimar carros ou a atacar polícias, como fazem hoje os jovens magrebinos e africanos, nem acabaram em guetos como a Cova da Moura ou o Estrela D’África. Porque será?

3 Responses to Um defensor da escola “inclusa”

  1. Continuo sem perceber porque faz um link para mim que não lhe chamei “fascistazito”.
    Eu apenas acho que é xenófobo e intolerante, mas isso encontra-se em todo o lado, não apenas no neo-fascismo. Aliás, até é bem habitual no seu gémeo, o novo esquerdismo.
    Por isso, pelo menos, tente ser rigoroso.

    Já agora o que acha de ucranianos, russos ou moldavos que, por regra, são dos melhores alunos nas nossas escolas?

  2. Meu caro, acho que escolheu um óptimo exemplo do que é uma imigração culturalmente integrável, ao contrário da imigração africana e muçulmana. Os ucranianos, russo e moldavos, aliás, nem sequer constroem guetos, como os africanos. Têm outra ética, em relação ao trabalho, à sociedade, ao casamento e ao ensino. Talc omo os portugueses em França, são comunidades de imigrantes que se integram, ao contrário dos africanos, magrebinos e muçulmanos, que se auto-excluem, auto-marginalizam e se transformam em comunidades criminalizadas.
    Fiz um link para um comentário num post seu, onde o Henriquin me chama “Fascistazito”.
    Porque é que eu sou xenófobo e intolerante? E você, que diz que os ucranianos, russos e moldavos são os melhores alunos das nossas escolas, está a ser o queê? E quais são os piores? Os africanos e os ciganos. Mas isto você não diz. Porquê?

  3. Anónimo diz:

    O Guinote não pratica roleta russa, mas roleta negra (preta), cada tiro que dá é uma bala certa na própria cabeça!

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