Lido e relido (até acreditar no que li…)

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Os blogues dos jornalistas, estudantes do mesmo, professores e quejandos têm, para mim (leitor fanático de toda a Imprensa, consumidor contumaz de telejonais e noticiários da rádio), um encanto especial: são um virulento descarregar de frustações, ódiozinhos de estimação, pedantices e arrogâncias mal-educadas, tudo muito próprio de quem, no dia-a-dia, escreve amordaçado e auto-censurado, fugindo com a caneta ao rol de dispensáveis, sempre que há uma remodelação lá no pasquim. Ou de quem não escreve, limitando-se a ensinar, com os (maus) resultados que são visíveis. E ainda daqueles que, graças a Deus, nunca hão-de escrever em jornais ou TV’s, mesmo que sejam alegadamente licenciados. Tudo isto, salvo raras excepções.

  • No Corta-Fitas, o Pedro Correia faz jus ao seu cognome (“O melhor do mundo”…) e explica-nos a nós, simples mortais, por que razão a Academia de Estocolmo escolheu o escritor errado, ao atribui o Prémio Nobel da Literatura deste ano. Só falta água-benta.
  • O Rui Afonso escreve num blogue intitulado Comunicação Social, com mais 600 colegas. Ao que tudo indica, deve ser um grupo de estudantes da Universidade do Minho (o futuro do jornalismo…) Cita a grande Maria João Avilez, a tia mais tia do jornalismo: “O nosso meio jornalístico (…) é ressentido e invejoso. Os portugueses são invejosos”.
  • A Fernanda Câncio, que só tem rival na Alexandra Prado Coelho, em matéria de jornalismo de causas, explica (??) como fazer, quando os bandidos não param numa barreira policial (Agarrem-se à cadeira, para não caírem…): toma-se nota da matrícula do carro e procuram-se os meliantes no dia seguinte!
  • O Ricardo Leal Lemos, ainda jovenzito, já alinha com o ódio anti-semita dos colegas mais velhos. Não surpreende, vinda de um rapazito que insulta um camarada de profissão da forma mais baixa e soez, só porque ele aceitou um lugar de assessor.
  • O João Paulo Meneses manda (e bem…) às urtigas o simpatizante comunista que preside ao Sindicato dos Jornalistas (insanável contradição!), a propósito de um apelo qualquer sobre uma idiotice qualquer. Boa. Não lhe doam as mãos.
  • O FTA, que já foi jornalista e agora é assessor num serviço público, faz uma singela homenagem à mãezinha, no blogue onde escreve. De ir às lágrimas, com tanta pirosice.
  • O José Eduardo Fialho Gouveia, que enche páginas n’O Sol, conseguiu colocar QUATRO posts no seu blogue. O último, em Maio de 2006. Arrependeu-se, enganou-se, tem muito trabalho ou é uma cláusula contratual?
  • O Hélder Bastos, professor de jornalismo na Universidade do Porto, desanca no recém-chegado O Sol. Sem dúvida. O melhor exemplo de nado-morto nos últimos 12 anos, se deixarmos de lado a “Manhã Submersa” – perdão, a “Manhã Popular”.

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