Antes um maço de tabaco na prisão que um ramo de flores no cemitério

Um dos meus leitores, soldado da GNR de profissão, deixou aqui o seu testemunho e um apelo:

“Sou gnr e honro a minha profissão todos os dias, também sou insultado todos os dias so por usar uma farda mesmo não tendo feito mal nenhum, lido todos os dias com situações dificeis e com tentativas de agressão, não é facil a vida de um gnr em lisboa deslocado de casa… axo k devia mos ter apoio psicologico em muitas situações, não somos super homens, o crime também nos afecta a nós como o caso apresentado, nós estamos sujeitos a muita coisa e não podemos fazer quase nada pork existe regulamentos k tentamos cumprir.”

“Um dia ouvi uma frase e ainda hoje estou com ela na cabeça: “prefiro k me levem um maço de tabaco a prisão do um ramo de flores ao cemitério…” Tentam nos atropelar, insultam nos, agridem nos, colegas baleados… o k havemos de fazer nós??? em caso de perigo usar a arma pork é a unica coisa que os criminosos ainda respeitam, mesmo as vezes as armas deles serem muito melhores do k as nossas, os carros mais rapidos e serem em numero maior, que havemos nos de fazer??? se alguem encontrar a resposta envie um mail ao ministro da admnistração interna pork este tem nos eskecidos.”

3 Responses to Antes um maço de tabaco na prisão que um ramo de flores no cemitério

  1. Jaï bettancourt de carvalho diz:

    A França è um bom exemplo, destruiram a autoridade dos pais, destruiram a autoridade dos professores, destruirma a autoridade das forças da ordem, destruiram a autoridade do estado, e agora neste momento esta se passando uma verdadeira guerra.

    Houve o caso dos “Tarterêts” depois nos “Mureaux”, “Epinay sur Seine”, mas nem sò “Melun” “Massy Palaiseau” tantos casos de rebelião civil, e tenho varias informações de outras cidades onde a situação està muito tensa.

    “Melun” no tribunal depois de um julgamento por trafico de drogua, confusão geral, porrada envolendo umas 40 pessoas, mas isso tão pouco jà não è noticia.

  2. Luar diz:

    Não tem qualificação e representa, para todos nós, um tremendo risco esta crescente desautorização das pessoas que têm por dever de ofício exercer a autoridade!

  3. Jaï bettancourt de carvalho diz:

    Falando de autoridade !

    Tenho um amigo françês, casado com uma brasileira. O filho dele de 13 anos começou a ter mà frequentações e a cometer delitos. O Pai farto de ir busca-lo a esquadra da policia, um dia prego-lhe uma grande estalada no seu foçinho.

    O filho não teve mais nada que fazer, ligou ao telephone para uma organização que trata de maus tratos a crianças.

    Foi assim que o meu amigo teve direito a um inquèrito social !!!!

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