
This entry was posted on Sábado, 28 de Outubro, 2006 at 12:42 AM and is filed under Blogging. You can follow any responses to this entry through the RSS 2.0 feed. You can leave a response, or trackback from your own site.

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“Maquina Zero”, poderia ser um reconhecido sitio de cabeças rapadas, sem cabelos e sem ideias…ao invés temos uma maquina zero, interventiva, audaz, sempre com grande sentido de oportunidade em reconheçer o essencial, deixando de lado o acessório…Bem hajam todas as “maquinas zero” do nosso Portugal.
Obrigado. O Máquina Zero não em a ver com skinheads, com sim com aquele veho conceito de que um homem só era homem, a sério, depois de ir à tropa – ou seja, à Máquina Zero….
Hoje em dia já as mulheres entram na tropa com cabelo pela cintura! ahah (espero eu)
Inspiração qb. É um “debate” extremamente importante. Por favor. Já agora, também há homens com H maísculo, que têm cabelos comprimidos.
” (…) cabelos compridos, fica a correcção.
Pois. Mas vocês deviam experimentar fazer uma pista de obstáculos ou andar cinco dias em manobras de campo com cabelo comprido (seja homem ou mulher..) durante o verão.. De qualquer forma, a tropa era uma escola de maturidade, de sentido de responsabilidade, momento de construção de noção de equipa, grupo, comunidade – tudo coisas que se perderam, nesta geração de adultos imersos numa infantilidade chocante, com a mãe a lavar-lhes a roupa até aos 35 anos… Por irónico que pareça, uma das coisas que fazia muito bem ao pessoal, na tropa, era ter que lavar a próprio roupa e fazer a cama…
Com cabelo comprido é possível fazer variados penteados: o tradicional e sempre na moda, rabo de cavalo, uma trança, carrapito, entre outros.
Nada contra a tropa, mas não é preciso ser tropa para lavar a própria roupa e fazer a cama… Há que aprendemos no nosso berço. Seja ele de ouro, prata ou de palhinhas.
Não chega. A tropa era uma escola de homens responsáveis. Não basta lavar a roupa e fazer a cama, como bem diz.