Hoje, só vou comprar o Expresso

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E como eu, muitos outros. A quantidade de exemplares de O Sol que se vêem nas bancas, à segunda-feira, é mais do que sintomática. É dramática. Ainda não foi desta que alguém conseguiu matar o pai, como disse Balsemão, comentando a saída de José António Saraiva do Expresso e o seu projecto de um novo semanário para concorrer com o ‘excelentíssimo dinossauro’ da Imprensa portuguesa.

13 Responses to Hoje, só vou comprar o Expresso

  1. Portugal é lindo e mais nada... diz:

    Sabe quando foi fundado o jornal “Expresso”?! Sabe há quanto tempo nasceu o jornal “Sol”?! Espere. Não seria de esperar que o “Sol” na sua nascença ultrapassasse o jornal de Pinto Balsemão. Dê tempo ao tempo. Espere.
    ” (…) ‘excelentíssimo dinossauro’ da Imprensa portuguesa, escreve o caro MZ. É discutível. E de que maneira. Sobretudo, de há uns tempos a esta parte.

  2. Tempo é dinheiro, meu caro! Quanto tempo você julga que O Sol aguenta, a vender o que vende?

  3. Portugal é lindo e mais nada... diz:

    Remete-o para o meu comentário anterior. Espere, tenha calma. Parece-me estar mais aflito do que provavelmente aqueles que trabalham no jornal o “Sol”. Será que tem acções no grupo de Pinto Balsemão?!

  4. Portugal é lindo e mais nada... diz:

    Remeto-o para o meu comentário anterior. Espere, tenha calma. Parece-me estar mais aflito do que provavelmente aqueles que trabalham no jornal o “Sol”. Será que tem acções no grupo de Pinto Balsemão?!

  5. Saraiva diz:

    Quando né que o Sol publicará uma entrevista destas:

    Extracto de uma entrevista concedida ao Expresso, a 5 de Junho de 2004, por Musaid Bin Abdel, deputado e ex-presidente da Câmara Municipal de Riade, capital da Arábia Saudita:

    EXP. — A ameaça terrorista tem fustigado, particularmente, a Arábia Saudita. Como têm lidado com a ameaça?

    M.B.A. — O terrorismo não nasceu na Arábia Saudita. Ele foi introduzido de fora para dentro. Os terroristas são aqueles jovens que ficaram no Afeganistão, combatendo a ex-URSS, sob orientação dos serviços secretos americanos, que os denominavam guerrilheiros Mujaheddin. Depois do desmantelamento da URSS foram deixados à sua sorte. Internamente, as nossas forças de segurança seguem de perto os terroristas que estão no nosso país.

    EXP. — Garante que a Al-Qaeda não tem apoio das estruturas políticas e militares sauditas?

    M.B.A. — Sem dúvida alguma. Não tem apoio de qualquer entidade saudita, nem da própria população. A Al-Qaeda levou a cabo vários atentados na Arábia Saudita antes e depois do 11 de Setembro, por isso mesmo não goza de simpatia popular.

    EXP. — Essa alegação não será difícil de conciliar com o facto da maioria dos autores dos atentados de 11 de Setembro serem sauditas?

    M.B.A. — Ainda não existe uma resposta definitiva sobre quem levou a cabo os atentados do 11 de Setembro. Nos próprios EUA, as investigações prosseguem e ainda não provaram que aqueles cidadãos eram de facto sauditas.

    EXP. — Não está convencido de que eram seus concidadãos?

    M.B.A. — Não sei, ainda está tudo por explicar: como eles chegaram aos EUA, como passaram despercebidos… É importante perceber como é que quatro aviões partem de Boston, guiados por jovens de Tora Bora (Afeganistão), são desviados da rota delimitada àquele tipo de voos, em direcção a Washington e Nova Iorque. Onde estava o FBI, a CIA, a Força Aérea? Há demasiadas interrogações. Quem está por trás? Verdadeiramente, não se sabe. Porque é que os computadores estiveram avariados meia-hora na altura do ataque? Se reflectirmos seriamente perceberemos que há mais alguém na base da operação. Quem? Só Deus sabe!

    EXP. — Acha que os atentados podem ter tido apoio interno americano?

    M.B.A. — Talvez, porque não? Porque é que não interceptaram o segundo avião 20 minutos depois? Não um, não dois, mas 20 minutos! É tempo suficiente para reagir e fazer alguma coisa. A primeira coisa que disseram foi que era a Al-Qaeda, então seguiram para o Afeganistão. Não chegaram às conclusões devidas, mas procederam logo ao ataque. Recorde-se que J.F. Kennedy morreu há mais de 40 anos e ainda não se sabe quem o matou. Não sabemos quando a realidade virá à tona. O que percebemos é que os EUA e Israel combatem o mundo árabe, atacaram o Afeganistão e depois o Iraque. Quem se segue? Só Deus sabe!

  6. Caturo diz:

    E quando é que o Expresso, o Sol ou qualquer outro jornal português vão publicar a entrevista referida neste tópico:
    http://gladio.blogspot.com/2005/10/quando-os-muulmanos-condenam-o.html

    Excerto traduzido (em itálico):
    Omar Bakri Muhamad – Decidi deixar o Reino Unido porque a comunidade muçulmana na Grã-Bretanha é considerada como a voz, os ouvidos e os olhos do governo britânico. Esta comunidade permite-se cooperar com a inteligência, a segurança e o exército britânicos. Portanto, considero-a responsável perante Deus devido às suas estranhas fatwas.

    Pergunta – Culpa a comunidade muçulmana na Grã-Bretanha?

    OBM – Não, eu acuso aqueles que foram recrutados pelo governo britânico e eles têm de responder pelas suas acções perante Deus. Hoje, depois de os meus irmãos muçulmanos terem sido mortos, eles viram-se contra os outros e o governo britânico acusou-os de serem anti-semitas. Espero que recebam pancadas na cabeça. Venderam os seus irmãos muçulmanos e eles próprios serão vendidos amanhã.

    P – Mas o senhor disse que era contra a matança de pessoas inocentes e que nada tinha a ver com a organização da Alcaida. Agora, está a apelar à jihad. Como é que explica a sua posição?

    OBM – Eu repeti frequentemente que sou contra a matança de pessoas inocentes em qualquer parte do mundo, mas quem são os inocentes? Guardo a resposta para mim próprio.

    P – Quem é que o senhor define como inocente?

    OBM – As pessoas inocentes estão especificadas no Islão. Eu denuncio a matança de pessoas inocentes independentemente de quem as mata. No entanto, quem são os inocentes? Não tenho de explicar esta questão.

    Pois não tens não, ó Bakri. Pela boca morre o peixe e já disseste tudo sobre a tua real postura a respeito das matanças de inocentes.

    E os outros muçulmanos, os moderados, o que dirão?

  7. Filipe diz:

    Encontrei agora este post e não pude deixar de ficar admirado com alguns (quase todos) comentários. Pois, nada tem a ver com o tema do post. Porquê ir buscar os muçulmanos, etc, etc para discussão neste espaço?!?! Não se entende a divagação. Aqui, o que importa discutir são os dois jornais. Já que aqui estou, deixo a minha opinião. Não podemos comparar o jornal “Expresso” com o “Sol”. O primeiro tem anos de vida. O segundo tem meses. Há que deixar o “Sol” amadurecer, tornar-
    -se um “sol bem risonho”, se me é permitido. Mas para já o “Sol” ganhou um grande Senhor, de seu nome Marcelo Rebelo de Sousa. E parece que as crónicas sobre sexo de Margarida Rebelo Pinto andam a fazer sucesso. Quer se queira quer não, o sexo é sempre um tema que vende. Vamos esperar. Nem sempre o nasce bem tem sucesso inabalável. Veja-se o caso da TV SIC.

  8. Marcelo Rebelo de Sousa, um senhor? Cristo! Deus me perdoe, por invocar o seu Santo Nome! MRS é o segundo maior flop da história política contemporânea ( o 1º é o santana Lopes…), reduzido a comentador, advogado abastado, e saltimbanco do PSD…

  9. Filipe diz:

    É a sua opinião sobre Marcelo Rebelo de Sousa. Estamos completamente em desacordo sobre tal Senhor!

  10. Filipe diz:

    Já agora, caro MZ, Marcelo Rebelo de Sousa não é advogado abastado, é jurista. É diferente. Quem agora voltou a exercer advocacia foi Santana Lopes.

  11. Filipe diz:

    E claro, Marcelo Rebelo de Sousa é um excelente comentador e professor universitário, na minha opinião. Com a vantagem ter um grande “olho clínico” para e na política.

  12. Mea culpa… Não é advogado, é jurista. Discordemos democratica e civilizadamente, sem nenhum de nós tentar cortar a garganta ao outro, como é apanágio da civilização ocidental

  13. Filipe diz:

    Uma das grandes vantagens da Democracia é podermos discordar civilizadamente, sem dúvida.

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