Mulheres são culpadas das violações de que são vítimas

Esta é mais uma homenagem a esses campeões do multiculturalismo, incansáveis defensores das minorias étnicas, acérrimos inimigos de tudo quanto é europeu, cristão e branco. Já adivinharam? Claro, só podia ser o Bloco de Esquerda. Um dos elementos do Muslim Council of Britain elogiou o clérigo muçulmano que acusou as mulheres australianas de serem culpadas pelas violações, por não usarem o saco de batatas enfiado pela cabeça abaixo. O atrasado mental, recordam-se os leitores, comparou as mulheres australianas sem véu a “carne destapada”, deixada na rua. “Se os gatos vierem e comerem a carne, de quem a culpa? Dos gatos ou da carne?”

37 Responses to Mulheres são culpadas das violações de que são vítimas

  1. om-observador dos maometanos diz:

    Justo seria cortarem os testiculos aos muçulmanos.
    Verdadeiramente as hormonas deles é que são as culpadas.
    Tiravam-se-lhes os órgão produtores dessas hormonas e… remédio santo.
    Já as mulas podiam andar desenssacadas e à vontade.
    Já a beleza femimina, que é também beleza divina, podia ser apreciada em todo o seu esplendor sem haver o problemas dos mulos pecarem e estragarem essa beleza.
    mulos=abreviatura de mu-çu-l-man-os

  2. Portugal é lindo e mais nada... diz:

    A culpa está na cabeça das pessoas! Uma mulher pode e deve andar vestida como entender: com ou menos decotes, saias mais ou menos compridas…
    Que comentário o seu, caro om-observador dos maometanos. Por favor.

  3. O OM tem alguma razão, na sua ironia. Os muçulmanos têm sérios problemas de carácter sexual, porque não podem ver os cabelos de uma mulher ou os tonozelos de uma mulher. Será porque se descontrolam e tentam violá-la?

  4. Portugal é lindo e mais nada... diz:

    Somos da opinião que não tem razão nenhuma. E o que escreveu o caro om-observador… é no mínimo vergonhoso. ” (…)Os muçulmanos têm sérios problemas de carácter sexual, porque não podem ver os cabelos de uma mulher ou os tonozelos de uma mulher. Será porque se descontrolam e tentam violá-la?”, diz MZ. Será que só os muçulmanos têm problemas em ver o tornozelo de uma mulher?! Por favor. Novamente, racismo puro e duro.

    • Vasco diz:

      Cara pessoa..

      1º o islão não é uma raça… !!
      2º sim, é essa a desculpa que os muçulmanos utilizam para violarem mulheres não islamicas ou muçulmanas que não estejam devidamente vestidas.. porque segundo a sua religião (a única coisa a que muitos muçulmanos têm lealdade) o podem fazer..
      3º são os próprios muçulmanos que o dizem com comentários como: ela andava com os cabelos à mostra por isso ele (crente) não teve outra hipótese senão violar a kufar (descrente) ou crente ocidentalizada…

  5. om diz:

    Faz mais sentido dizer que a culpa está nas hormonas dos muçulmanos do que na beleza das mulheres.
    Porque para haver violação tem de haver iniciativa, e isso são eles que a têm e não elas.
    Por isso mais sentido tirar as hormonas a eles do que tapá-las a elas.
    Isto não é racismo, mas pode ser islamofobia e desmascaramento da paranoias dos maometanos.
    Se se indignou com o meu 1º comentário, onde está a sua indignação anterior pelas declarações do tal clérigo muçulmano ?

  6. Portugal é lindo e mais nada... diz:

    Ficamos na dúvida se é o próprio caro om, que escreveu o 5.º comentário deste post, assinado por om. Mas em todo o caso, passamos-lhe a responder.
    A culpa está na cabeça das pessoas, repito. Independentemente da raça, religião, cultura…

  7. om diz:

    Pois, mas no islão ou para os muçulmanos isso é lei.
    Culparem as mulheres pelos pecados e desvarios dos homens.
    E a maioria dos muçulmanos aceitam e defendem esse tipo de comportamneto e essas leis. Se assim não é , pelo menos não se indignam e ainda procuram compreender e justificar tais comportamentos e leis.

  8. om-2 diz:

    Exemplo de racismo.
    Os pretos por serem pretos foram escravizados aos milhões pelos mulos. Além de os escravizarem também os caparam. E isto sem terem pecado. Os mulos acautelaram-se. Se caparam os outros, mesmo sem eles terem pecado, então que se capem a eles próprios, porque ainda por cima eles próprios reconhecem que nem sempre se sabem controlar. Não andem é a culparem as pobres mulheres pelos crimes que eles próprios fazem.E a indignarem-se quando alguém lhes diz a verdade. Se se capassem já não cometiam crimes nem deixavam descendência e íam mais fácilmente para o paraíso.
    No paraíso alá dava-lhes um brinquedo novo e prontes.
    Era só vantagens.

  9. Miguel Ângelo F. M. Valério diz:

    Em relação ao post apresentado, talvez seja interessante referir que em Portugal, em 1989, um acordão do supremo tribunal de justiça que ia no mesmo sentido…

    … o acordão da coutada do macho ibérico…

    Será que os juízes eram de esquerda?

  10. Portugal é lindo e mais nada... diz:

    Tanta vergonha escrita. Racistas!

  11. Ó meu caro Miguel e isso faz com seja aceitável bater na mulher? Caramba, ainda por cima você é professor! O que é que ensina às crianças? Que Portugal não presta e que no Irão as mulheres têm mais direitos do que aqui?

  12. Miguel Ângelo F. M. Valério diz:

    Talvez não tenha compreendido o objectivo do meu comentário…

    A ideia não era a de tornar aceite as práticas existentes no Irão, mas apenas demonstrar que também em Portugal muitas mentalidades necessitam de ser alteradas, quando temos juizes no topo da carreira que vêm este assunto na perspectiva apresentada… seja quais forem as suas (dos juizes) aproximações ideológicas e “cultura” religiosa.

    Obviamente, que fique claro, que NUNCA poderia concordar com tais afirmações (as apresentadas no post e as do acórdão).

    Pelo contrário, simplesmente REPUDIO-AS.

    Um abraço,

  13. Caro Miguel Valério, você coloca ao mesmo nível o que aquele juiz expressou no acórdão e o que o iman australiano disse sobre a violação das mulheres?

  14. Miguel Ângelo F. M. Valério diz:

    Obviamente que não… Se não houvesse outros motivos, o facto de a acusação ter sido confirmada pelo acórdão seria o suficiente.

    Contudo, não podia deixar passar em claro, os factos apresentados como “atenuantes” pelo mesmo acórdão…

    O objectivo do meu comentário, era apenas o de sublinhar a necessidade de mudanças de mentalidade em larga escala, sendo que o problema apresentado (porque o é, e porque existe) não é único de culturas que não a nossa, como muitas vezes se tenta passar, por exemplo, em órgãos de comunicação.

    Um abraço.

  15. Meu caro Miguel Valério, concordo com a necessidade de se progredir ainda mais, em Portugal e no Ocidente em geral. Mas discordo quando se argumenta com as nossas falhas como factor impeditivo de criticarmos as flhas dos outros, quando há uma diferença abissal entre ambas. No entanto, uma das ‘técnicas’ mais usadas pelos adeptos da ‘relatividade’ é exactamente essa…

  16. Miguel Ângelo F. M. Valério diz:

    Caro MZ:

    Diga-me por favor onde argumentei “com as nossas falhas como factor impeditivo de criticarmos as flhas dos outros”??

    Um abraço

  17. desculpe, não me referia a si, mas sim a um conjunto de habtuais comentadores que, neste blogue, usam esse argumento, tipo “o Islão oprime as mulheres? e então o Ocidente que só lhes deu direito de voto noprincípio do século XX?”

  18. Filipe diz:

    O multiculturalismo nada tem a ver com este post. O tema é interessante para debate, porque levanta preocupação, realidade pelo mundo fora. Mas a seu texto de abertura não é genuinamente verdadeiro.

  19. DESCULPE? Importa-se de provar?

  20. Filipe diz:

    Caro MZ, quando afirmei que “O multiculturalismo nada tem a ver com este post. O tema é interessante para debate, porque levanta preocupação, realidade pelo mundo fora. Mas a seu texto de abertura não é genuinamente verdadeiro”, pretendo dizer que infelizmente não é só o clérigo mulçulmano que diz que as mulheres são culpadas de serem violadas. Entende? Contudo e, já se sabe que as leis muçulmanas são repugnantes, revoltantes.

  21. Meu caro, então formule esse raciocínio de outra maneira! O meu texto de abertura é verdadeiro! Não contém falsidades nem erros. Pode não ser exaustivo o completo. O que é diferente de não ser “genuínamente verdadeiro”. É certo que há gente que considere que “elas andam a pedi-las, quando andam pelas ruas de mini-saia”, para além dos clérigos muçulmanos.
    A diferença é que gente dessa manda bocas numa roda de amigos, à mesa do café, e pouco mais…
    Algo diferente de ser o líder espiritual dos muçulmanos na Austrália a afirmá-lo…

  22. Filipe diz:

    Não disse que o seu texto de de abertura não é verdadeiro. A verdade é que retrata apenas a realidade sobre os muçulmanos. Uma outra realidade é a que existe, em Portugal e não só: violadores que culpam a mulher pelos seus actos criminosos. Muitas vezes tentando desculpabilizarem-se ou “minimizarem” a violação perante o tribunal, com frases do tipo: “ela provocou-me com o cruzar de pernas e com a sua mini-
    -saia”, “ela provocou-me com o seu generoso decote”… Como é evidente nada disto justifica uma violação. A mulher pode andar de mini-saia, com decotes generosos, com calças justas, etc. Não se pode avaliar uma mulher por aquilo que ela veste.

  23. Bem, disse que o meu texto de abertura “não é genuinamente verdadeiro”… mas se não era essa a sua ideia, tudo bem…!

  24. Filipe diz:

    Sim. A palavra genuinamente não é a correcta dentro do contexto em causa, caro MZ. Por vezes, acontece. Mas espero que tenha ficado esclarecido com os meus posteriores comentários.

  25. Ok. Afinal, o meu texto de abertura não era falso.

  26. Filipe diz:

    Atenção: não disse que o texto de abertura do caro MZ, era falso. Agora, é você que está a aplicar uma palavra errada: neste caso, falso.

  27. Bem, meu caro, qual a diferença entre “não é genuinamente verdadeiro” e falso?

  28. Filipe diz:

    Sim, meu caro. Passo a explicar mais uma vez. Como já disse no comentário nr.21: “O multiculturalismo nada tem a ver com este post. O tema é interessante para debate, porque levanta preocupação, realidade pelo mundo fora. Mas a seu texto de abertura não é genuinamente verdadeiro”, pretendo dizer que infelizmente não é só o clérigo mulçulmano que diz que as mulheres são culpadas de serem violadas…”. Por outro lado, reafirmo que na sua essência o multiculturalismo não têm ligação directa com o título deste post. vide comentário nr.19: “O multiculturalismo nada tem a ver com este post…”.

    Não complique o que não é complicado. É tão simples, como uma mais um ser igual a dois.

  29. Tem toda a razão, meu caro. O meu texto é verdadeiro. O resto, é opinião sua – à qual tem todo o direito. A quase totalidade dos muçulmanos acha que as mulheres violadas têm culpa da violação e dizem-no publicamente. Entre os não-muçulmanos, uma minoria pensa o mesmo mas só o diz à boca fechada, com raríssimas excepções.
    E olhe, boas notícias: no Paquistão, já é possível uma mulher apresentar queixa por ter sido violada. Antes, não era possível. As queixas nunca eram aceites. Só se houvesse quatro testemunhas masculinas a confirmar a violação e a identidade do violador.
    Alá não é grande, mas pode ser que um dia cresça.

  30. Filipe diz:

    Pois, caro MZ, o seu texto é verdadeiro. No comentário nr. 19´disse: “O multiculturalismo nada tem a ver com este post. O tema é interessante para debate, porque levanta preocupação, realidade pelo mundo fora…”. Quem pensa e não diz também está no seu direito. Mas é lamentável. Estamos em Democracia, podemos opinar. As verdades devem-se dizer.

    É mesmo uma boa notícia: “…E olhe, boas notícias: no Paquistão, já é possível uma mulher apresentar queixa por ter sido violada. Antes, não era possível. As queixas nunca eram aceites. Só se houvesse quatro testemunhas masculinas a confirmar a violação e a identidade do violador…”. Permita-me perguntar-lhe, onde leu?

  31. Meu caro, pode ler essa boa notícia na BBC, no The Age (Austrália) e no New York Times…. Dois pormenores que não referi: se uma mulher violada não apresentasse as 4 testemunhas masculinas, era julgada por adultério ou por ter relações sexuais sem ser casada; e só os tribunais islâmicos é que podiam julgar estes casos…

  32. Filipe diz:

    Agradeço a informação facultada, caro MZ.

  33. Segredo azul diz:

    ninguém deve ser capado…
    Se possuem esses órgãos por algum fundamento o é…
    O erro das violações é o mesmo que em qualquer outro local, no entanto os muçulmanos desfrutam de certas regras como a mulher andar sempre tapada… é verdade que ao se destaparem não estão a provocar no real sentido da palavra mas tambem se vivem e convivem naquele mundo em que as regras é que a mulher deve andar tapada deve segui-las…
    As violações são efeitos de desejos e de provas por vezes… Os arguidos possuem problemas mentais sim, mas nem sempre isso pode ser justificação para o que fazem…

  34. ISLAMOFASCISMO diz:

    Os arguidos possuem problemas mentais sim, mas nem sempre isso pode ser justificação para o que fazem…

    VAMOS VER SE OS SUPOSTOS PROBLEMAS MENTAIS PERMANECEM APÓS A CASTRAÇÃO..!!

  35. Segredo azul diz:

    castração?
    Era um meio de os atingir, mas e segundas oportunidades não existem?

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