Ivan Nunes chocado com condenação de Sadam Hussein

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A Esquerda tem um fraquinho por ditadores. E se forem anti-americanos, upa, upa! Reparem como o Ivan Nunes, no Cinco Dias, espuma e esperneia, porque o Público colocou a condenação à morte de Sadam Hussein na primeira página. Motivo da indignação deste esquerdalho? É simples: “O que é trágico – e não é menos trágico só por ser esperado – é que este enforcamento será o corolário de uma guerra ilegal e injusta.” Ivan Nunes, porque razão não te ofereceste como escudo humano para o Iraque, antes de a guerra começar? Olha que ainda estás a tempo de ir participar nalgum atentado suicida da resistência iraquiana. A malta aqui, no Máquina Zero, promete que te paga a passagem, se garantires que vais.

14 Responses to Ivan Nunes chocado com condenação de Sadam Hussein

  1. tania diz:

    bom acho q nós naum temos o direito de tirar a vida dos seres humanos.

  2. E foi-se o Ditador. Será se foi bom negócio a sua morte? Entendo que não, pois os islâmicos têm mais um mártir para clamar por guerra santa e outras coisas. Foi Sadam um criminoso? Foi sim, sem sombra de dúvida, um genocida de primeira cabeça, digno merecedor do fim que teve. No entanto se lhe preservassem a vida comutando-lhe a pena capital, não teriam os islâmicos mais um motivo. Agora o Taleban juntar-se-á à resistência. Atentado em Bagdad matou cerca de 30 pessoas, e vão matar muitas mais, pois têm agora um mártir, que não é um mártir qualquer, mas um homem que apesar de seus crimes tinha uma legião de seguidores. Que Deus tenha pena de nós ocidentais.

  3. Quando disse que Deus tenha pena de nós ocidentais, o disse porque muitos inocentes vão pagar essa conta, como os infelizes que morreram em Nova Iorque e Madrid. A execução de Sadam no dia de uma festa religiosa islâmica(a festa do sacrifício ou Eid-al-Adha)foi um ato infeliz, pois vai dar a Sadam a auréola de mártir da causa islâmica. Medo mesmo eu não tenho, pois os países sul-americanos não correm tantos riscos quanto os Estados Unidos, a Europa e a Austrália. A Europa sim é que deve temer e muito os efeitos desse ´”martírio”. Se considerarmos que tudo que se faz contra outros povos mais tarde se volta contra quem os fez, o futuro da Europa não é nada promissor. Se lembrarmos que Roma destruiu Cartago com tanto ódio, e que depois os bárbaros acabaram com o Império Romano, como antes os cartagineses haviam arrasado Tartessos, vamos ver que a lei da ação e da reacção é perfeitamente natural. Os senhores europeus estão a sentir agora o que os indígenas brasileiros, os incas, os maias, os astecas e demais indígenas sentiram diante do poderio das nações ibéricas. Estas aqui aportaram com a pretensão de nos civilizar. Os islâmicos também desejam ”civilizar” os europeus.

  4. Talvez tivesse sido melhor que cada povo ficasse em sua terra, que não tivesse havido colonialismo, assim os povos menos desenvolvidos não iriam olhar a Europa com olhos cobiçosos, e esperanças de obter as benesses do ”Welfare State”. Desejo-te um feliz ano novo.

  5. Vera diz:

    Mas João Paulo..pelo seu nome, parece-me descendente de portugueses e não de índios ou aztecas. Se não so tivéssemos colonizado se calahr não estava aí a esta hora..estaria cá. Ou seja, o seu povo, em termos raciais, se calhar é europeu. Portanto, ~´os não o colonizámos, talvez tenham sido os seus antepassados a colonizar o seu actual país. De qualquer maneira, não deixa de ser triste a maneira como actuaram muitos colonos…
    E sim, ficar cada um no seu canto é a melhor das soluções, sem dúvida. Já está masi que provado. Só que isso hoje em dia é..discriminação (tenho um colega que já foi repreendido numa aula de política porque disse “eles” quando se referiu a extremistas islâmicos, por aí está a ver a paranóia).. Então pronto, deixem avançar os conflitos para ver se é melhor. DEixem os povos criar ódios entre si para ver se compensa…

  6. Vera, na verdade a maior parte dos meus ancestrais é portuguesa. As áreas de Portugal onde se mais concentram as freguesias originais dos meus antepassados são o Minho, o Douro e Trás-os-Montes, e em seguida Lisboa e adjacências. Descendo de poucos beirões e de alentejano, recordo-me de um nascido em Olivença. Isto no Portugal continental. No Portugal insular, tenho vários ancestrais açorianos, e alguns da Madeira. Minha varonia é açoriana, e meu nono avô, Diogo Rodrigues, era natural das Ilhas Canárias de onde se passou à Ribeira dos Flamengos, e lá se casou com Bárbara Gularte, em 1635. Também tenho, em menor grau, ascendência indígena (um dos meus antepassados, o maioral Tibiriçá, foi quem ajudou a colonização portuguesa em São Paulo)e negra, tendo linhas bantas e sudanesas. Não alimento ódio contra os portugueses. Muito pelo contrário, sempre visito as páginas portuguesas, principalmente as da Universidade do Minho, onde busco informações genealógicas de antepassados que viveram na Cortegaça,Madalena da Ilha do Pico, Ribeirinha, Cedros, Castelo Branco,São João da Ilha do Pico e outras freguesias. Só que ficar cada qual no seu canto já não é mais possível devido à globalização. O legado da cultura portuguesa foi positivo sob o meu ponto de vista. Temos a cultura, a religião, a inteligência, o sentido de agregação, que por exemplo os espanhóis não têm, visto que eles são a Jugoslávia da Península Ibérica. Tudo isso nos faz irmãos, Vera. Contudo, os interesses da metrópole e os da colônia acabam divergindo. O Brasil teve na União Ibérica a fase de maior expansão territorial. Para vocês foi um longo inverno, posto que ao final dele vocês tenham se livrado de Ceuta e do Perejil, que hoje colocam Espanha como alvo potencial do terror islâmico. Para vocês D.João foi um rei péssimo, monarca que depois da Batalha do Buçaco deixou Portugal ser governado por Beresford. Para nós foi um benemérito, pois dotou o Brasil de tudo que nos faltava. Dona Carlota Joaquina, ao contrário, nos odiava, mas queria tanto a Portugal, que tudo fez para evitar a guerra pensinsular de 1801, pedindo a seus pais que a não fizessem. E assim muitas outras diferenças. O que hoje nos separa é a questão da imigração. A meu ver cabe a vocês promover campanhas publicitárias no Brasil e nos outros países de língua portuguesa explicando que não há vagas para tantos que chegam. Cabe, pois, aos portugueses promover tais campanhas, e os cidadãos devem cobrar isso dos políticos. Exigir mesmo.

  7. Vera diz:

    João Paulo, o grande problema da imigração brasileira em Portugal é o facto de muitos dos brasileiros que para cá vêm não têm o nível cultural que o João tem, por exemplo. Acandando por causar alguns incómodos, como causa qualquer outro imigrante que provém de níveis de instrução mais abaixo. No entanto, conheço alguns brasileiros que são pessoas muito bem educadas, que se integram muito bem..mas são formadas, têm estudos e assim trazem consigo outra atitude e estilo de vida. Por alguma razão temos muitos problemas com imigrantes africanos e não temos quase nenhuns com imigrantes do Leste Europeu, há muitas diferenças para além da raça. ASsim, o problema de alguns imigrantes brasileiros não é o facto de serem brasileiros, é o seu “estilo”…

  8. Com certeza, as atitudes de meus compatriotas incomodam-me a mim, que sempre pautei a minha conduta pela boa educação. Infelizmente é um problema de atitude. A televisão brasileira destrói toda a formação que um pai e uma mãe possam dar aos seus filhos. Você pode ver pelo nível de imoralidade desse lixo televisivo que o Brasil exporta, infelizmente. Há problemas de ética também. Outro dia, esperava eu o autocarro, e enquanto ele não chegava fui a um estabelecimento comercial beber um refresco. A jovem que lá estava primeiro me admoestou na frente de todos, porque eu entrara para dentro do balcão, que estava aberto. Depois ao pagar, com uma nota de dois reais, um suco de 0,60, a jovem me voltou 0,50 alegando que havia me cobrado menos por falta de troco (demasia). Lembrei a ela que havia pago com uma nota de dois reais. Aí, ela me entregou a nota de real que retivera, esperando que eu, semblante de bobo,não dera pela extorsão. Posso imaginar o estrago que tal jovem faria ao nome brasileiro se lhe ocorresse ir para aí.

  9. a morte de sadam para nos ocidentais representa a meu ver o sadismo do mister busch. o grande sanguinario que acha poder mandar no planeta ou seja que o planeta é dele. invadiu o iraque com desculpas esfarrapadas. . .

  10. matar sadam foi ato de covardia.
    manipular pelo autoritario ditador. Mister .Busch. O senhor dono do planeta que se acha.

  11. Anónimo diz:

    “o sadismo do mister busch. o grande sanguinario que acha poder mandar no planeta ou seja que o planeta é dele.”

    Deixa lá que o Saddam não lhe ficou atrás.

  12. Mister Bush. Aprenda a escrever, antes de pensar que tem ideias…

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