Multiculturalismo em acção no Barreiro

Escreve o Público que a PSP do Barreiro “caracteriza os desacatos registados nas últimas semanas na cidade como ocorrências fortuitas, rejeitando que se trate de criminalidade organizada.” No entanto, segundo a mesma fonte da PSP, que pediu para não ser identificada, “os incidentes são encarados pela PSP da cidade como ‘situações fortuitas’ que podem voltar a acontecer a qualquer altura.”

Ou seja, a qualquer momento o cidadão trabalhador e respeitador da lei pode ter pela frente “12 jovens armados com facas e paus”, tais como os que “efectuaram, no sábado passado, três assaltos na zona velha do Barreiro, depois das 22h30.” E como os que fizeram o mesmo várias vezes, nas últimas semanas.

Estejam descansados, caros habitantes do Barreiro! A PSP, que sabe da poda, já confirmou que os grupos de jovens com facas e paus que vos assaltaram, nas últimas semanas, não tem nada a ver com crime organizado. Deixem roubar à vontade, portanto, porque isto não é crime organizado. E estejam descansados, porque a PSP do Barreiro garante (segundo o jornal o Público) que este tipo de assaltos “podem voltar a acontecer a qualquer altura.”

Mas uma leitura de outro jornal, o Jornal do Barreiro, permite detectar alguns pormenores curiosos, impossíveis de ler no Público e que dão uma perspectiva ligeiramente diferente. Primeiro, gostaria de salientar que o comandante da PSP do Barreiro é um homem de coragem e que, provavelmente, a sua carreira ficará destruída, com as declarações que prestou ao Jornal do Barreiro. O lobby racista da Esquerda multicultural e anti-branca não lhe perdoará. O facto é que os ditos assaltos foram praticados “por um grupo de 12 indivíduos, dos quais 11 são de raça negra, com idades compreendidas entre os 15 e os 20 anos de idade”.

Não foram vários assaltos mas apenas um, diz o comandante da PSP do Barreiro, salientando que “os assaltantes são provenientes de meios sociais destruturados com uma fase criminal bastante extensa.” Um deles, por exemplo, com apenas 16 anos, já foi detido três vezes nos últimos três meses. Pois é. Por cada polícia que prende, há sempre um juiz que os liberta, atento à necessidade de permitir que estes jovens se regenerem. O cidadão comum que compre outro telemóvel, que o juiz não paga.

Cada vez que nos depararmos com um fenómeno destes, citemos o ‘mantra’ do Daniel Oliveira, o jornalista e militante do Bloco de Esquerda, àcerca da entrada de imigrantes em Portugal: “”Bem lhes podem fechar a porta. Eles entrarão pela janela. Felizmente tomarão conta das nossas cidades, como os portugueses que queriam viver melhor tomaram conta de Toronto, Joanesburgo ou Estugarda. E, se não fôssemos tão estupidamente arrogantes, até fariam qualquer coisa desta Europa aristocrata, falida e snobe. Se tivéssemos aprendido com a América, saberíamos que o futuro é dos melhores. E os melhores são os que partem. Espero que não se integrem na mediocridade nacinal. Que venham muitos e façam disto um país.”

69 Responses to Multiculturalismo em acção no Barreiro

  1. Filipe diz:

    Pois, claro. Só as pessoas de raça negra é que fazem assaltos. Os de raça branca não fazem? Senhoras e senhores, o que acontece é que quando os negros assaltam isso é notícia. Já quando os brancos assaltam não se dá tanto destaque. É uma breve, jornalisticamnete falando.

  2. O Filipe olvida que os brancos (portugueses) estão na sua terra, os negros, esses estão em terra alheia, são hóspedes, e como hóspedes não se sabem comportar.

    Curiosamente, o Filipe deve ser daqueles que quando um branco é brutalmente agredido e ainda para mais(para não se deixar o trabalho incompleto)espoliado dos seus bens, isso é relatado pelos meios de comunicação como sendo um assalto fortuito, já o inverso, ésempre, sem excepção racismo. É uma breve, realisticamente falando.

  3. Filipe diz:

    Caro arqueofuturista, quer queira quer não, Portugal é um país multicultural. Os negros não são hóspedes. Nem os negros nem qualquer outra raça ou etnia. Portugal é de todos.

  4. Porque razão é que Portugal é um país multicultural? Poderia explicar-nos, com mais detalhe, o que distingue um país multicultural de um país não multicultural? Angola é um páis multicultural?

  5. Filipe diz:

    Portugal, é sem dúvida um país multicultural. O nosso país consagra a lei da imigração, sem excepções. Se os imigrantes estão devidamente legalizados, Portugal não é o país deles? Claro que é. Ou acha que não, porque não nasceram cá?
    Já agora, não apague o meu comentário, como fez à cara Clara e muito provavelmente a mais pessoas.

  6. Mas, meu caro Filipe, o que diferencia um país multicultural de um país não-multicultural? É que você só repete, feito papagaio, que Portugal é um país multicultural , mas não consegue explicar!!! Além disso, você sabe qual é a diferença entre nacionalidade e direito de residência?

  7. Filipe diz:

    Eu, não repito. O MZ é que não entende ou não se esforça por entender.
    Não apagou o meu comentário, ao contrário do que fez com a cara Clara. Assim, sim. É ser democrata. Mas não se esqueça que Portugal tem uma Democracia participativa. Pelo que, um verdadeiro democrata é aquele que ouve, dá voz a todos.
    Posto isto, passo a responder-lhe mais uma vez. Não pergunte de novo. Estou certo que compreenderá o que escrevo. Independemente, de concordar, de querer, de gostar ou não. Mas contra factos não há argumentos. O caro MZ, não quer que Portugal seja um país multicultural, mas Portugal já o é. E ainda bem, é benéfico. O nosso país tem vindo a registar uma crescida e diversificada entrada de imigrantes. Temos a nossa cultura e podemos conhecer outras bem perto de nós. Encontra outras culturas numa esquina de rua bem perto de si.
    Veja uma notícia recente em: http://dossiers.publico.pt/shownews.asp?id=1272954&idCanal=1900.

  8. Nuno diz:

    Eu “adoro” o argumento dos “Filipes” que por aí há (e são muitos!). Dizem eles “ah e tal, também há assaltantes brancos, não são só os pretos/ciganos/brasileiros/etc.” Ao que apetece responder: “duh”. Eu ficava muito admirado era se num país em que +- 95% da população é branca não existissem criminosos brancos. O que o Filipe não percebe é um conceito tão simples como “proporção”, e é pena.

  9. Meu caro Filipe, esta é a minha última tentativa: é capaz de apresentar um conjunto de características que defina um país multicultural?

  10. Primeiramente Portugal não é de todos, é dos portugueses, caso contrário não estaria contemplado através de constituições nacionais ou até mesmo da ONU o direito dos povos contituirem-se enquanto nações e estados independentes, assente isso nos mais diversos pressupostos, sejam étnicos, culturais, línguisticos, históricos, geográficos e poa aí adiante. Em Portugal vigora actualmente, e infelizmente, o Jus solis, concedendo a quem nasce em solo português a nacionalidade caso os progenitores vivam em Portugal há X anos. Não obstante, e de acordo com um principio elementar para o bem estar de qualquer nação/estado que não deseje ver-se submergido no caos multiculturalista, isto é, multirracista, deverá imperar o Jus sanguinis, ou seja só é português quem for filho de portugueses.

    Mais, Portugal não é uma democracia participativa como refere o Filipe, mas antes uma democracia representativa, algo que os nossos “democratas” cá do pedaço jamis estariam dispostos a abdicar.

    A imigração é benéfica??? Em quê? O multiculturalismo é positivo??? Em quê? Diga isso aos portugueses de raíz que vivem na Margem Sul, na Linha de Sintra, na Linha de Cascais, no Cacém, na Amadora, para ser mais preciso, pergunte-lhes se eles, quando são agredidos, assaltados, violadas, violentadas, etc, se consideram positivo e benéfico o multiculturalismo, esse cancro que deve ser extirpado das nossas sociedades europeias, se ainda restar alguma vontade de não desaparecer pela extinção etno-cultural, mergulhados nesse lodaçal que o Filipe defende, certamente descansadinho desde o seu condomínio de luxo, e compleatamente narcotizado pelo que os prosélitos do multiculturalismo lhe impingiram.

    Deixe-se de ilusões e abra os olhos, enfrente a realidade e deixe lá as utopias esquerdoides extremamente prejudiciais à saúde.

  11. Filipe diz:

    Caro arqueofuturista o senhor é que não tem os olhos abertos e vive utopicamente, tendo a pretensão de contagiar a sociedade portuguesa, com os suas ilusões e pesadelos.

    Nas embaixadas e postos consulares de carreira portugueses podem ser concedidos vários tipos de visto que visam objectivos distintos, têm diversos períodos de validade e só autorizam a entrada temporária no país, subordinada ao fim para o qual o visto foi concedido.

    Existem os seguintes tipos de vistos:

    1. visto de escala;
    2. visto de trânsito;
    3. visto de curta duração;
    4. visto de residência;
    5. visto de estudo;
    6. visto de trabalho;
    7. visto de estada temporária

    A nova lei considera residente o estrangeiro habilitado com título válido de autorização de residência em Portugal.

    O título de residência é o único documento de identificação apto a comprovar a qualidade de residente legal em Portugal.

    Não carecem de visto para obtenção de autorização de residência os estrangeiros que se encontrem nas seguintes situações:

    a) menores, filhos de cidadãos estrangeiros, nascidos em território português, que beneficiam de estatuto de residente idêntico ao concedido a qualquer dos seus progenitores (para efeitos de emissão do título de residência, deve qualquer dos progenitores apresentar o respectivo pedido nos 6 meses seguintes ao registo de nascimento do menor);

    b) familiares de cidadãos nacionais e de cidadãos nacionais de Estados Partes no Acordo sobre o Espaço Económico Europeu;

    c) aqueles que tenham deixado de beneficiar do direito de asilo em Portugal, em virtude de terem cessado as razões com base nas quais obtiveram a referida protecção;

    d) aqueles que sofram de uma doença que requeira assistência médica prolongada que obste ao retorno ao país, a fim de evitar risco para a saúde do próprio;

    e) menores, quando se encontrem numa das situações abrangidas pelo disposto no nº1 do artigo 1921º do Código Civil;
    f) aqueles que tenham cumprido serviço militar efectivo nas Forças Armadas Portuguesas;

    g) aqueles cuja actividade no domínio científico, cultural, económico ou social seja considerada de interesse fundamental para o País;

    h) os que vivam em união de facto com cidadão português, com cidadão nacional de Estados Partes no Acordo sobre o Espaço Económico Europeu ou com estrangeiro residente nos termos da lei (só são consideradas as uniões de facto com cidadãos residentes quando estes possuam essa qualidade há pelo menos dois anos e quando o membro da família se encontre regularmente em território nacional);

    i) aqueles que não se tenham ausentado de território nacional e cujo direito de residência tenha caducado;

    j) os que tenham filhos menores residentes em Portugal ou com nacionalidade portuguesa sobre os quais exerçam efectivamente o poder paternal e a quem assegurem o sustento e a educação;

    l) os que tenham sido titulares de vistos de trabalho durante um período ininterrupto de três anos;

    m) os que tenham sido titulares de autorização de permanência durante um período ininterrupto de cinco anos;

    n) agentes diplomáticos e consulares e respectivos cônjuges, ascendentes e descendentes a cargo, acreditados em Portugal durante um período não inferior a 3 anos.

    Nos casos em que pode pedir a concessão da autorização de residência com dispensa de visto respectivo, os documentos exigidos variam em função da situação particular em que se encontre e que lhe permite ter direito a essa dispensa.

    Para além das situações acima referidas, não carecem igualmente de visto de residência para obtenção de autorização de residência, os menores estrangeiros nascidos em território nacional até à entrada em vigor do DL n.º 34/2003, de 25 de Fevereiro, ou seja até 12 de Março de 2003 e que não se tenham ausentado de Portugal. Este direito é concedido independentemente do estatuto dos progenitores (que não necessitam de serem residentes legais).

    Meus senhores, antes de escreverem, informem-se.

  12. Filipe diz:

    Caro Nuno, lamentável que não entenda o conceito de não discriminação.

  13. Nuno diz:

    Dizer a verdade é “discriminar”… Está boa!

  14. Filipe diz:

    Qual é a sua verdade, caro Nuno?

  15. Caturo diz:

    A verdade é que as pessoas não devem ter todas os mesmos direitos. Na Nação, só os filhos dos nacionais podem ser cidadãos de pleno direito.

    E Portugal é uma nação de raça branca e língua indo-europeia – ou então, pura e simplesmente não existe.

    Não é pelo facto de uma elite apátrida ter resolvido dar cidadania sem olhar à raça que ficamos obrigados a aceitar os negros como Portugueses.

    Era o que faltava.

    Isso seria o cúmulo da indignidade.

    Por conseguinte, toda e qualquer injustiça deste género pode ser desfeita, assim se consiga alterar a lei mediante um crescimento político das forças genuinamente nacionais.

  16. Caturo diz:

    Meus senhores, antes de escreverem, informem-se.

    Mas o que é que isso quer dizer no contexto?
    Em que é que os factos copiados de algum código legal alteram aquilo que foi dito pelo Arqueofuturista no essencial?

    Mais areia para os olhos da parte do Filipe…

  17. Filipe diz:

    Caro Caturo, para si não está contextualizado!? Para mim, está. As leis têm de se ser cumpridas. E, é muito bom saber o que elas consagram.

    Mas caro Caturo, da sua parte pelo que tenho visto, o senhor é dono da sabedoria, inteligência, cultura, capacidade argumentativa… Você está sempre certo, os outros, sempre errados. Faz sempre o mesmo jogo. Joga sempre à defesa, mas é um mau defensor. Tem de arranjar outras tácticas, caso contrário, nem ao prolongamento consegue ir. E, quando tiver a melhorar… o árbitro apita, final do jogo. E você perde.
    Isto para lhe dizer, que você tem por hábito dar a sua “colherada”, mas nunca traz nada de contributivo. Lá está, defende-se sempre da mesma forma.

  18. Caturo diz:

    Para mim, está. As leis têm de se ser cumpridas.

    As leis podem ser mudadas. E é nisso que teremos de apostar.
    Porque, sem isso, a Europa morre.

  19. Caturo diz:

    Mas caro Caturo, da sua parte pelo que tenho visto, o senhor é dono da sabedoria, inteligência, cultura, capacidade argumentativa… Você está sempre certo, os outros, sempre errados.

    Pois é. O caro Filipe, pelo contrário, é o símbolo da humildade… não possui sabedoria, nem inteligência, nem cultura, nem capacidade argumentativa… Nunca tem razão e os outros estão sempre certos…
    Pois…
    Por isso é que vem para aqui dizer às pessoas que não sabem do que falam e etc. e tal…

    Poupe no discurso auto-vitimista. Só serve para perder tempo e tornar tudo mais fastidioso.

  20. Caturo diz:

    Joga sempre à defesa, mas é um mau defensor

    Para provar isso, o Filipe terá, primeiro, de marcar golo.

    Ora, até agora, o Filipe está completamente a zero.

    Ainda não foi capaz de aduzir um único argumento que possa ser válido nesta discussão.

    Nem tampouco é verdade que eu esteja à defesa – é que as suas jogadas nem sequer passam do meio campo.

    Entende? Provavelmente não… a ver vamos.

    Tem de arranjar outras tácticas,

    Porquê, se estas chegam e sobram para o impedir de fazer seja o que for? É como dizem os brasileiros: «em tchime que istá ganhando, não si méxi…».

    Isto para lhe dizer, que você tem por hábito dar a sua “colherada”, mas nunca traz nada de contributivo

    Pelo contrário – desarmo, duma ponta à outra, todos os dogmas que você e quejandos para aqui trazem.

    Vocês julgam fazer uma grande coisa quando aparecem com a vossa arenga pseudo-humanista, porque julgam que assim conseguem calar os «racistas».

    Ora o que vocês não estão à espera é que nós, eu neste caso, rejeitemos os vossos dogmas na sua própria raiz.

    Ou seja, nada do que vocês dizem tem para nós qualquer valor, precisamente porque rejeitamos em bloco o vosso ideário, feito todo ele de uma «ética» profundamente aberrante.

  21. Caturo diz:

    Ainda não foi capaz de aduzir um único argumento que possa ser válido nesta discussão.

    E reforço – o Máquina Zero pergunta-lhe porque é que Portugal há-de ser considerado como um País multirracial.

    E a sua resposta, Filipe, qual é?…

    Um paupérrimo «é porque é… porque já é… porque os meus donos conseguiram impor essa lei… e agora há que respeitá-la…».

    Ou seja, baseia-se num dado adquirido e acabou, não aceita sequer ter de justificar moralmente essa asquerosa e ultrajante imposição.

    E, quando lhe atiram isso à cara, o Filipe pura e simplesmente não responde, ou finge que não leu.

    E depois dessa triste figura, ainda vem dizer que está a ganhar e tal…

    Mas não, Filipe. Isto aqui não é o cenário me(r)diático ao qual você está habituado. Não é uma daquelas vergonhosas mesas-redondas televisivas nas quais todos os convidados concordam com os seus valores.

    Aqui está em igualdade de circunstâncias relativamente àqueles que pensam dum modo diametralmente oposto ao seu.

    E, neste cenário, o Filipe não tem demonstrado a mínima competência argumentativa.

  22. Filipe diz:

    Claro, caro Caturo, você sabe tudo. É o “mestre” em argumentar validamente… em tudo. As suas palavras falam por si. Tem a pretensão de que com estes seus “belos” discursos ser o rei da razão. E cantar vitória. Só que eu não entro no seu jogo. Aqui, não há (ou não devia haver) pessoas a pensar em vitórias ou derrotas. O que interessa é trocar ideias, que naturalmente podem ser diferentes. Mas aí está o lado bom de trocar ideias, com quem as tem e sabe trocar.

  23. Caturo diz:

    E cantar vitória

    Mas foi você quem cantou vitória.

    Porque é que continua a esconder-se atrás dessas queixinhas e tentativas de caricaturar o oponente?

    Será para esconder a sua insuficiência argumentativa?…

    Venha à liça, homem. Apresente argumentos. E argumentos não é fazer como você faz, que é dizer «ai você tem a mania que tem razão mas eu é que tenho» – porque, de facto, mas rigorosamente tudo o que você diz, tudo bem espremidinho, não dá mais do que isso.

  24. Caturo diz:

    Só que eu não entro no seu jogo. Aqui, não há (ou não devia haver) pessoas a pensar em vitórias ou derrotas.

    Se me contassem, eu não acreditava neste descaramento. Pois o caro Filipe é que vem dizer, textualmente, passo a citar,
    Faz sempre o mesmo jogo. Joga sempre à defesa, mas é um mau defensor. Tem de arranjar outras tácticas, caso contrário, nem ao prolongamento consegue ir. E, quando tiver a melhorar… o árbitro apita, final do jogo. E você perde.

    e agora diz que não pensa em vitórias ou derrotas?…

    Será verdade?

    Será que isto existe mesmo?…

  25. Filipe diz:

    Caro Caturo, você consegue ser engraçadinho. Parece que o estou a ver a escrever e ao mesmo tempo com o dedo a apontar… Do tipo: “ah, e mais… e o tipo disse que… eu agora vou dizer que… Atenção, também tenho de dizer que…”. E por aí fora. Deve ser daqueles que ao falar “espeta” com o dedo. Digo-lhe mais uma vez (acho que vai ser a última, porque o caro Caturo é uma pessoa inteligente. Aliás, acima da média), que não entro nos seus jogos de escrita. O senhor só ataca, critica os outros, mas argumentos? Zero.
    Quando alguém por aqui aparece, com ideias que não vão de encontro às suas, eis que o senhor num passo de magia, aparece. É o advogado de defesa deste blogue. Só pode. Mas foi uma má contratação.

  26. Caturo diz:

    O senhor só ataca, critica os outros, mas argumentos?

    Você é que afinal está apostado em mostrar-se engraçadinho. Parece que fala só para irritar pelo seu descaramento. Torna-se infantil. De facto, é o Filipe quem não apresenta qualquer argumento, mas apenas dogmas assentes em factos consumados – e quando eu e outros deitamos por terra o seu edifício colado com cuspe, o Filipe queixa-se de que somos sabichões…

    Mas foi uma má contratação

    Má para si, evidentemente, porque, de facto, muitos são os seus rodriguinhos a meio do campo, mas bolas nas redes, é o viste-las…

  27. Filipe diz:

    Caro Caturo, não tenho quero irritar quem quer que seja. Não se irrite, tenha calma.
    Eu, já dei a minha opinião e argumentei sobre o tema deste post. Você pode não concordar. Aliás, não concorda.
    Tem a sua opinião eu tenho a minha. Agora, eu não faço “jogos de comentários”, que só tem mesquinhez. Estamos entendidos? Claro que sim, o Caturo é inteligente.

  28. Caturo diz:

    Ficamos pois entendidos…

  29. Filipe diz:

    Assim é que se fala.

  30. Caturo diz:

    E quem assim fala não é gago…

    Concordamos em discordar.

  31. Que bonita que é a Democracia… Ok, desculpem lá o tom de gozo, mas não levem a mal. Uma boa discussão é algo de pedagógico

  32. Nuno diz:

    “Caro” Filipe, a “minha” verdade é a verdade estatística que demonstra (mesmo com todos os malabarismos “politicamente correctos”) que os imigrantes – especialmente certas comunidades imigrantes – são proporcionalmente mais criminosos que os nacionais. E dizer isto, não é “discriminar” é dizer a verdade, e você, se está tão certo da justeza da sua causa, não devia ter necessidade de escamotear a verdade.

  33. Filipe diz:

    Caro Caturo, em Democracia, podemos concordar ou discordar. Nem mais. Eu “falo” consigo discordando pelo que os dois já dissemos.

  34. Filipe diz:

    Caro Nuno, essa sua verdade estatística está onde?

  35. Nuno diz:

    Que me recorde, já o Independente, o CM, o DN e o Público publicaram estatísticas sobre essa relação (tenho de começar a fazer um livro de recortes para estas ocasiões…). Até o ACIME, perante este facto inegável, se sentiu na necessidade de arranjar uma desculpa para escamotear esta realidade inegável. Cito: “A população estrangeira detida nos estabelecimentos prisionais aumenta todos os anos, situando-se nos 15,7% (…) segundo os últimos dados apresentados pelo director-geral dos Serviços Prisionais, Luís Miranda Pereira.”, “A maioria dos detidos não nacionais são homens e nasceram nos países africanos de língua oficial portuguesa (PALOP)” (http://www.oi.acime.gov.pt/modules.php?name=News&file=article&sid=554).

    A explicação do ACIME é elaborada e lógica, mas não altera em nada a realidade.

    PS: Como é óbvio estes valores não incluem os imigrantes naturalizados e os de 2ª e 3ª geração, como estes da notícia.

  36. Filipe diz:

    Caro Nuno, os jornais noticiam. Nomeadamente, estatísticas.

    Já que faz referência ao Alto Comissário para a Imigração e Minorias Étnicas (ACIME), é importante citar tudo e não apenas citar o que lhe convém, para defender a sua opinião. Passamos a citar: “Um estudo financiado pelo Alto-Comissariado para a Imigração e Minorias Étnicas (ACIME), ontem (7 de Março de 2005) apresentado publicamente, concluiu que existe uma maior representação dos cidadãos estrangeiros nos tribunais e nas prisões portuguesas comparativamente com os cidadãos portugueses.

    Para os autores do estudo, Hugo Seabra e Tiago Santos, no entanto, esse fenómeno deriva quer das condições sociais e demográficas dos arguidos estrangeiros, quer de preconceitos xenófobos por parte dos responsáveis judiciais, quer de uma maior dificuldade em conseguirem bons advogados.

    Uma análise dos dados relativos aos processos julgados em tribunal, entre 1997 e 2003, mostrou que 11 em cada 1000 estrangeiros foram condenados criminalmente, enquanto a taxa relativa aos portugueses é de sete condenados por cada 1000 habitantes.

    Quando se atenta ao tipo de medidas de coacção aplicadas a disparidade é ainda maior. A prisão preventiva é mais aplicada aos estrangeiros (oito por cento dos arguidos) do que aos portugueses (dois por cento), o mesmo se passando com a prisão efectiva. Como demonstram os últimos dados, de 2003, não existe uma diferença assinalável entre a condenação à prisão, mas os portugueses beneficiam mais da suspensão dessa pena, apenas acabando por ser detidos, após a condenação, em seis por cento dos casos, para 12 por cento dos estrangeiros.
    Segundo o estudo – intitulado “A criminalidade de estrangeiros em Portugal, um inquérito científico” -, também o tempo de cumprimento da pena é maior entre a comunidade estrangeira. Em 2003, a média, para os estrangeiros, era de 54 meses, mais dez meses do que a média dos condenados portugueses.

    Uma das explicações para estas diferenças terá que ver com o facto de os arguidos estrangeiros praticarem, proporcionalmente, crimes mais pesados segundo o Código Penal, como o tráfico de droga: do total de penas de prisões efectivas, por exemplo, sentenciadas em 2003 contra estrangeiros, 47 por cento derivavam do crime de tráfico de droga, contra 15 por cento das dos portugueses.
    Mas os dois investigadores do Númena, o centro de investigação em ciências sociais contratado para elaborar o estudo, somam outras justificações decorrentes das desigualdades sociais entre portugueses e estrangeiros. Afirmam, nomeadamente – sustentando-o com exercícios de dedução estatística – que, se a população portuguesa tivesse as mesmas características quanto ao sexo, à idade e à condição perante o trabalho, a proporção de nacionais no que respeita à prática de crimes seria igual à dos estrangeiros.

    Outras hipóteses de análise apontam para “algum preconceito na máquina judicial”, decorrentes da observação de que, face às mesmas categorias de crimes, os estrangeiros são punidos de forma mais severa. Por último, os investigadores ponderam ainda se os arguidos estrangeiros não serão também vítimas das defesas oficiosas, a cargo de advogados menos competentes.

    Juiz pede reflexão

    Convidado para comentar o estudo, também o juiz e professor de Direito da Universidade Católica Paulo Pinto de Albuquerque sublinhou “a constatação de que há discriminação” por parte do sistema judicial, reclamando uma reflexão e uma reacção ao estudo, “muito importante e inovador”, por parte dos responsáveis políticos. Magistrado durante 14 anos no Tribunal da Boa Hora, Pinto de Albuquerque ressalvou, todavia, nunca ter tido conhecimento de que preconceitos xenófobos tivessem influenciado uma decisão judicial: “A experiência que eu tenho é exactamente a contrária. Contudo, os dados são o que são.” O juiz desvalorizou as questões apontadas pelos investigadores relativas aos defensores oficiosos.

    Miranda Pereira e o Leste

    O director-geral do Sistema Prisional referiu que o crescimento da taxa de estrangeiros nas prisões resultará, em parte, de mais condenações de imigrantes do Leste, nomeadamente ucranianos. Miranda Pereira disse ainda que a taxa de reclusos estrangeiros é, actualmente, de 15,7 por cento, com os nacionais dos PALOP a serem os mais representativos (52,8 por cento), embora numa tendência decrescente. Integrando um painel de comentadores dos resultados da investigação, este responsável salientou o facto de os números relevarem um tratamento discriminatório por parte dos juízes. “Admito que um juiz, inconscientemente, possa pensar: “E se tu fosses cometer crimes para a tua terra?””, disse.”.

    Na verdade, racismo fomenta racismo. Discriminação fomenta revolta, frustração, injustiça…
    Tem de haver tolerância. Uma sociedade sem tolerância é como uma fonte sem água.

  37. Nuno diz:

    O que você cita são os tais “malabarismos politicamente correctos” de que eu falava.

  38. Filipe diz:

    Caro Nuno, estamos entendidos. Para si, o que eu cito são “malabarismos politicamente correctos”. Para mim, o que você cita é somente uma realidade. Considero ser importante não remeter para o esquecimento a outra face da realidade.

  39. Caturo diz:

    Os factos estão bem à vista – e a ACIME, para disfarçar a coisa, e, ao mesmo tempo, reforçar o complexo de «culpa» dos Europeus, trata de dizer que a culpa da criminalidade africana recai sobre a pobreza e a discriminação racial, explicação perfeitamente gratuita, sem qualquer sustentação, uma vez que:
    – os emigrantes portugueses em França eram miseráveis e não andavam em gangues;
    – a maior parte do pessoal que trabalha no campo jurídico é da Esquerda liberal, motivo pelo qual a acusação de «racismo» não tem qualquer sentido. É dessa gente, e doutras, que se faz a força do BE e do PS.

  40. Pedro diz:

    Sim, em Portugal a criminalidade aumentou exponencialmente com as gente de África e do Brasil.

    Além da criminalidade, os brasileiros e os africanos contribuem para a conflituosidade social e são problemáticos para a coesão nacional.
    São psicológicamente instáveis, sempre dispostos a criar conflitos e ganharem dinheiro rápido. Mesmo aqueles que andam com a biblia debaixo do braço e aqueles fatos ridiculos todos roçados e sorrisos amarelos, criam problemas nos bairros em que se instalam, estão desenraizados, não têm capacidade para se integrarem numa sociedade civilizada e ordeira como a portuguesa.
    Portugal tem que começar a seleccionar quem recebe, os de Leste sim os brasileiros e os africanos não. A conflituosidade faz parte daquelas culturas lá do Brasil.A conflituosidade e violência corre-lhes no sangue, faz parte da alma brasileira e africana, assim dedicam-se ao crime, cambalachos, e prostituição.
    assim nada contribuem para o progresso muito menos para a ordem em Portugal. Pelo contrário,os imigrante de Leste, sabem trabalhar e comportar-se como pessoas civilizadas são pessoas sérias e competentes por isso se integram bem em Portugal.

    Os brasileiros e africanos estão a ser um fracasso como são no país deles,e estão a ser repatriados à custa dos portugueses, que além de os suportarem com os seus problemas e hábitos anti sociais, ainda têm que os pagar a viagem de volta para aqueles que se decidiram ir embora, aos milhares que já estão a viver do subsidio de desemprego ainda vamos ter que os suportar durante mais uns largos meses.

    Somente os imigrantes de Leste são dignos de viverem em Portugal, os africanos e brasileiros só dão despesa e criam problemas, nem as crianças gostam deles, faça-se um referendo o povo português que decida.

  41. Pedro diz:

    É senso comum que a criminalidade é feita por africanos,brasileiros, e ciganos, daí querem impedir que as estatísticas incluam a raça e a nacionalidade. Aparecem depois, hipocritamente, a contestar a realidade porque não há dados estatísticos. Hipocrisia suprema.

    Mais recentemente com o aumento da emigração portuguesa em condições precárias, os portugueses trabalham e cumprem as leis do país onde estão, ao contrário dos africanos e sul-americanos que são mais propensos à criminalidade e atitudes anti sociais.

  42. Pedro diz:

    Comentário por Filipe — Novembro 14, 2006 @ 10:17 am

    Como sempre o ciclo vicioso.
    O ónus da culpa é sempre das pessoas e das sociedades que recebem as gentes estranhas. Os fanáticos do multi culturalismo, mesmo quando são forçados a reconhecer a origem de conflitos étnicos por parte das gentes que chegam à Europa, o álibi oscila entre a discriminação, o racismo e os problemas sociais,que oprimem os coitadinhos, nunca, mas nunca, consideram a possibilidade que é evidente para todas as pessoas que circulam na rua – os imigrantes e seus descendentes não se querem integrar e, são crescentemente hostis aos Europeus.

  43. Filipe diz:

    Nunca aqui disse que a culpa é das pessoas e das sociedades que recebem outros povos. É evidente, que todos os imigrantes (sejam eles de que raça forem) têm de se integrar e cumprir as leis de Portugal, neste caso.
    Para o caro Pedro, só aos imigrantes de Leste, Portugal pode abrir a porta. E, deveríamos colocar um “muro” aos brasileiros, africanos e povos de etnia cigana.
    É a sua opinião, se calhar, por alguma experiência vivida. Não sei. Eventualmente, outras pessoas terão outra opinião baseada em outras experiências.
    Para mim, não devemos pôr barreiras. Mas reafirmo que, todos os imigrantes em Portugal têm ou deviam estar devidamente legalizados e cumprir as leis portuguesas. E claro, se lhes derem possibilidade de se integrarem (como já muitos estão devidamente integrados) na sociedade portuguesa e, se integrarem, óptimo. Tem é de haver maior eficácia e eficiência nesse controlo. Não considero ninguém “coitadinho”, seja português, brasileiro, ucraniano… Não sou é a favor da discriminação e não sou racista.
    Discriminação, racismo… só gera racismo.
    Várias culturas podem viver em comunidade, havendo tolerância de todos.

  44. Pedro diz:

    E, deveríamos colocar um “muro” aos brasileiros, africanos e povos de etnia cigana
    Impedi-los de se entrarem em Portugal, e de se fixarem, diz o bom senso, mais válido que as suas experiencias pessoais vividas que lhe andam a tolher o discernimento e a comprometer o futuro de todos nós, portugueses. O Filipe está-se a revelar um fanático do multiculturalismo, isso já nem é abertura a novas culturas, é já a recusar-se a ler a realidade, não se consegue desprender das utopias.

  45. Pedro diz:

    Não há muitos imigrantes integrados na sociedade portuguesa, excepto os imigrantes de Leste.

    Por outro lado, quanto mais cedências lhe fizerem, quanto mais sobem na vida, mais prepotentes ficam, excepto os imigrantes de Leste que ao contrário dos africanos e dos brasileiros são pessoas bem formadas e civilizadas. Veja os pretos americanos que constam na lista de personalidades negras aqui no blog, não são trabalhadores precários nem explorados, nem prostitutas brasileiras, são licenciados, aparentemente integrados (para um fanático multiculturalista), que usam o poder adquirido invariavelmente à custa de cedências e do sentimentos de culpa do Homem Branco, para imporem a sua agenda de afirmação africana.
    Isto deveria servir-lhe de lição, mas o seu fanatismo, porque é isso que se trata fanatismo, não lhe permite analisar esta situação de forma realista.

  46. Filipe diz:

    Caro Nuno,o seu bom senso diz-lhe o que escreveu. O meu diz-me o que escrevi. O que defendo não tem nada de utópico, como de certo concluirá. Mas sim, realista. A realidade existe, a lei existe… sou da opinião que se todos tivermos tolerância, todos conseguimos viver com culturas diferentes. A tolerância é a base de tudo. E, não catalogar, os imigrantes de Leste de muito trabalhadores, os brasileiros e os africanos como “oportunistas”. Não fazer generalizações. Há de tudo. O povo português é um povo com grandes feitos históricos, é um povo TRABALHADOR. Mas também há quem não seja. Catalogações e dar-lhes “pernas para andar” só originam mais racismo, revolta, frustração, angústia e por aí adiante.

  47. Filipe diz:

    A prepotência,formação, civilização? Existe em todas as culturas. Há portugueses, africanos, brasileiros… bem formados e civilizados, e os que não têm esses grandes pilares na vida.
    E caro Nuno, um imigrante integrado numa sociedade não tem de ter um “canudo académico”. A integração não passa pela licenciatura, por favor!
    Sou branco, mas não tenho qualquer sentimento de culpa. E o Homem Branco também não tem. Quantos às cedências, já o piano toca outra música. Todos temos ou deveríamos saber ceder na vida. A cedência é uma grande virtude. Assim, como uma porta bem fechada, é outra. Depende dos casos e do entender de cada um de nós e, com efeito, dos seis benefícios ou malefícios na prática.
    Por fim, tem uma forma diferente de ver a realidade e de lidar com ela. O seu conceito de fanático é diferente…

  48. Filipe diz:

    No meu comentário 46, deve ler-se caro Pedro e não Nuno.

  49. Ainda continuo à espera que alguém me explique quais são as características que definem um país multicultural. Portugal é multicultural? O Paquistão é multicultural?

  50. Pedro diz:

    Se as populações de toda a Europa recusam o multiculturalismo/multiracialismo ou a invasão sob a capa da imigração, traduzindo-se esta recusa em atitudes fácilmente constatáveis como o abandono dos bairros e das zonas das cidades que começam a ser ocupados por imigrantes, evitando os cidadãos nacionais por ver os seus filhos conviver e crescer na mesma escola no mesmo bairro nos mesmos espaços sociais que os imigrantes extra-europeus, se os empregadores, se tiverem a possibilidade de escolha optam por trabalhadores de Leste em detrimento de extra europeus, veja o caso paradigmático dos trabalhadores rurais em Espanha em que os africanos e magrebinos são substituidos por trabalhadores de Leste, isto deveria indicar-lhe que a sociedade que pretende revolucionar recusa determinantemente a sua utopia. No entanto, voçês persistem em recusar a realidade teimando em impor-nos a sua utopia, inclusivamente alterando leis, e regulamentos para servirerem a vossa agenda. Qundo lhes descrevem a realidade, acusam-nos de racismo e de fomentar atritos sociais e intolerancia, recusando-se sequer que sejam identificadas e amplamente discutidas só porque vão contra a sua opinião.

    Persisitindo assim o seu ciclo vicioso, porque as sociedades europeias começam a estar fartos desta invasão/multiculturalismo/ multiracialismo/ a sua receita são mais cedências, mais gente que não se integra, mais cedências, mais gente que não se pretende integrar, como para evitar-mos conflitos sociais não se deve descrever esta realidade porque na sua opinião as consequências são piores, temos que ser nós a ceder novamente e aceitar quem viola comportamentos e valores que nós devemos preservar, quando devemos ser intolerantes para com estas violações, inclusivamente o cumprimento das leis, e A Soberania Nacional.Ora se isto é seu bom senso……
    É utópico, não é razoável, o seu fanatismo toldou-lhe o discernimento dando-lhe uma leitura distorcida da realidade

    Como as pessoas que lidam com a realidade, não partilham da sua opinião, é utópico, não é razoável, o seu fanatismo toldou-lhe o discernimento dando-lhe uma leitura distorcida da realidade voçês vêem assim aumentada a vossa importância tendo assim pernas para andar, para poderem exercer a vossa influência com as vossas teorias de sensibilização para a integração da diversidade, seja nas empresas, nas universidades na comunicação social enfim, uma mina de ouro depois de terem perdido o filão dos filhos da classe operária lá vos apareçeram mais uns quantos desfavorecidos para servirem de arma de arremesso e andarem entretidos com as novas utopias.

    São evidentes as diferenças de comportamento social, civilidade e ética de trabalho, entre europeus, africanos, sul americanos, isto é um dado adquirido.

    Filipe, óbviamente não é preciso uma licenciatura para se estar inserido numa sociedade, nós Os portugueses somos O exemplo vivo disso. Os portugueses e seus descendentes são exemplo de integração nos paises de acolhimento, mesmo com reduzida escolaridade. Nós, portugueses, ao contrário dos africanos e sul americanos depois de beneficiarem dos privilégios proporcionados pelos dos paises de acolhimento e com a escolaridade não integramos movimentos e agendas reivindicativas hostis para com o país que nos acolheu sublinhando/ a pertença a um grupo étnico.

    De facto a integração não passa pela licenciatura, mas como a educação é um dos campos minados por voçês, basta observar a agressividade com que perseguem a diversidade étnica nas admissões e contratações, a tentativa de alterarem o curriculum tradicional, em beneficio de estudos politizados e politicamente correctos em favor de grupos étnicos, cedendo a nossa História a nossa Lingua se tal for necessário, os workshops a infiltração dos Beeess e a cultura de não ferir susceptiblidades que está aqui a reproduzir, nem com isto conseguem evitar que alguém com educação seja hostil ao Estado que o acolheu.

    Grande virtude na vida é o saber agradecer. O agradeciemnto por terem o privilégio de poderem melhorar as condições de vida deles e dos seus familiares, de poderem ter uma perspectiva de prosperidade e segurança, porque puderem viver na Europa, e não a conseguiam obter nos paises de origem, isto é um privilégio não um direito. Eles é que têm de estar agradecidos por esta oportunidade. Eles, os que vieram para a Europa é que devem aprender a agradecer, voçês com tanta cedência quando for preciso fechar a porta e estabelecer limites não conseguem essa virtude.É o resultado de viver alheado da realidade .

    Isto se alguma vez procurarem essa virtude, o que eu duvido, porque só facto o de se discutir essa possibilidade estamos a fomentar atritos sociais e étnicos.

  51. Filipe diz:

    Não pretendo revolucionar sociedade nenhuma. Onde é que viu isso escrito, caro Pedro?
    Sabe o significado de utopia?
    Alguma vez me recusei a debater o que quer que seja (mas posso, atenção)? Ainda não reparou, que a sua visão da realidade é diferente da minha? Devemos viver num país diferente. Deve ser isso.

    A realidade é esta: “…Por outro lado, quanto mais cedências lhe fizerem, quanto mais sobem na vida, mais prepotentes ficam, excepto os imigrantes de Leste que ao contrário dos africanos e dos brasileiros são pessoas bem formadas e civilizadas…”, foi você que escreveu. Isto significa o quê? Racismo, quer queira quer não.
    Agora, vem reafirmar que os imigrantes de Leste são trabalhadores. Nunuca disse o contrário. Mas não há imigrantes brasileiros, africanos igualmente trabalhadores? Você, só tem um prato na balança?

    Claro que devemos discutir a realidade. O problema é que o caro Pedro só vê a realidade de um lado. Mas a “sua realidade” que vê é aquela que gostaria de ter e na qual se tenta apoiar para defender essa sua cegueira. O que o conduz à discriminação e ao racismo. A sua escrita fala por si.

    Quanto ao discernimento, razoabilidade, fanatismo, já lhe disse, o Pedro tem a sua opinião e argumenta como se vê. Eu, tenho a minha e argumento como também se vê. Posso ter opinião?! Obrigado. Pode ser diferente da sua ou de outras pessoas, não pode?! Obrigado.

    “São evidentes as diferenças de comportamento social, civilidade e ética de trabalho, entre europeus, africanos, sul americanos, isto é um dado adquirido”, escreve o Pedro. É um dado adquirido para si. Para mim não é.

    O Pedro é que falou da licenciatura. Lembra-se? Pode ler. No seu entender, os portugueses são um bom exemplo de integração em outras sociedades políticas e sócio-económicas. Não digo o contrário. Mas os todos os africanos e sul americanos, para si são uns ingratos. Que grande leitura que você faz da realidade. Sim, senhor!

    “…De facto a integração não passa pela licenciatura, mas como a educação é um dos campos minados por voçês, basta observar a agressividade com que perseguem a diversidade étnica nas admissões e contratações, a tentativa de alterarem o curriculum tradicional, em beneficio de estudos politizados e politicamente correctos em favor de grupos étnicos, cedendo a nossa História a nossa Lingua se tal for necessário, os workshops a infiltração dos Beeess e a cultura de não ferir susceptiblidades que está aqui a reproduzir, nem com isto conseguem evitar que alguém com educação seja hostil ao Estado que o acolheu…”: vocês?! Refere-
    -se a quem? Pedro, foi você que falou na licenciatura. Cito-o para o situar: “…Não há muitos imigrantes integrados na sociedade portuguesa, excepto os imigrantes de Leste.

    Por outro lado, quanto mais cedências lhe fizerem, quanto mais sobem na vida, mais prepotentes ficam, excepto os imigrantes de Leste que ao contrário dos africanos e dos brasileiros são pessoas bem formadas e civilizadas. Veja os pretos americanos que constam na lista de personalidades negras aqui no blog, não são trabalhadores precários nem explorados, nem prostitutas brasileiras, são licenciados, aparentemente integrados (para um fanático multiculturalista), que usam o poder adquirido invariavelmente à custa de cedências e do sentimentos de culpa do Homem Branco, para imporem a sua agenda de afirmação africana.
    Isto deveria servir-lhe de lição, mas o seu fanatismo, porque é isso que se trata fanatismo, não lhe permite analisar esta situação de forma realista”.

    Sem dúvida, gratidão é mais uma boa qualidade que o Homem tem ou devia ter. Está convencido que só os portugueses que emigraram os imigrantes de Leste é que agradecem. Pois, não sei o que lhe diga. Esta sua capacidade de discriminar e NÃO DE FAZER A LEITURA DA REALIDADE NO SEU TODO, é repugnante.

    O Pedro é que parece estar alheio a tudo e alienado.

    Esse seu discurso é que fomenta ainda mais atritos sociais, raciais, étnicos, frustração, revolta aos imigrantes que estão devidamente legalizados e que trabalham. Pedro, você põe tudo no mesmo barco. Eu, como certamente já entendeu, depois desta nossa “conversa” faço outra leitura da realidade. Leitura essa, que na realidade corresponde à realidade. (poderia ter escrito: que na verdade corresponde à realidade…) Desculpe a redundância, mas fi-la propositadamente.

  52. Vera diz:

    Claro..o português que vá arrumar carros para o Colombo…

  53. Vera diz:

    ops..post errado!

  54. Ponto de ordem fundamental,como se dizia antigamente nas RGA’s: nunca se pode referir nenhum aspecto negativo de uma comunidade imigrante, excepto daquelas que são constituídas por caucasianos cristãos… Tudo o resto é racismo e xenofobia…

  55. Filipe diz:

    “Ponto de ordem fundamental,como se dizia antigamente nas RGA’s: nunca se pode referir nenhum aspecto negativo de uma comunidade imigrante, excepto daquelas que são constituídas por caucasianos cristãos… Tudo o resto é racismo e xenofobia…”, escreve MZ. Gostaríamos que clarificasse esta sua afirmação. Qual a razão pela qual nunca se deve referir nenhum aspecto negativo de comunidade imigrante? Diz MZ, que se exceptuam as que são constituídas por caucasianos cristãos. A que caucasianos cristãos se refere? Obrigado.

  56. Meu caro Filipe, estou a ser irónico! Pode-se referir que as comunidades imigrantes provenientes de Leste trazem consigo “terríveis” mafias organizadas, mas não se pode dizer que dois dos grupos mais eficazes, em matéria de crime organizado, são a rede caboverdeana de tráfico de droga (CVerde, GBissau, Portugal, Holanda) e a rede angolana de roubo e viviação de carros de luxo para exportação para áfrica, via Roterdão… O não se pode tem a ver com o pessoal de Esquerda, politicamente correcto, que “não deixa”… porque desata logo a gritar: “Racismo!Xenofobia!Racismo!Xenofobia! Chamem a Polícia! Chamem as Nações Unidas!”

  57. “viciação de carros”, digo

  58. Filipe diz:

    Obrigado pela clarificação, caro MZ.

  59. Eu só queria que os utentes desse blog que colocam essas opiniões sobre os brasileiros o fizessem de maneira explícita, isto é, nas tv’s, nos jornais. Seria necessário que os brasileiros que vivem aqui no Brasil passassem a saber da opinião amorosa que vocês têm deles. Sim, porque quando isso acontecer tenho a certeza de que ficará ainda mais difícil que os portugueses consigam visitar o Brasil, seus parentes etc..de modo tranqüilo. Já sei que é difícil fazer turismo no meu país normalmente mas imaginem quando os brasileiros (que não dão a mínima aos portugueses) souberem da opinião racista e xenofóbica que vocês destilam sobre eles…ahahah..adeus viagem ao Brasil.

  60. Meu caro Jean Michel, ainda bem que agora está na Europa e consegue fazer três refeições por dia…

  61. Anónimo diz:

    umbiguismo…isso é um grande problema de umbigo…falta de compreensao..o problema da criminalidade não é um problema de “raças”mas de exclusao social…quem conhece o guetto sabe q brancos ,negros,vermelhos e amarelos fazem o mesmo pois vivem a mesma realidade..abram os olhos e tentem compreender…quando a nossa realidade não é a melhor mudamos,procuramos algo de melhor para nos e para os nossos ,não importa para onde se vá exigimos respeito….moralistas e racistas acham q vão ficar em Portugal durante mt tempo?a situação piora dia ápos dia e então quando for a vossa vez de ir para um país estrangeiro vamos ver se não exigem respeito e se não se revoltam…hipocrisia é uma coisinha nojenta assim como essa epidemia de egoismo…

  62. desordem casual diz:

    MAS Q GENTE ESTUPIDA!agora li a coisa mais cómica da minha vida”africanos e sul-americanos são mais propensos a criminalidade a comportamentos anti-sociais”mas estas a dizer isso cm base em q???é assim cada um é profundamente influenciado pelo meio em q vive…se vives numa favela num guetto resumindo se nao existem condições e prognostico de um futuro as unicas oportunidades q surgem são no crime é claro q vais pender para esse lado!mas quem é q te disse q tds os sul americanos e africanos são mal formados e vem de destas realidades?mas q mania injusta de por td no mesmo saco!não é justo julgar-se uma pessoa q é unica ,pela sua nacionalidade ou cor ..ninguém aqui é feito por um formula em q se pode julgar e caracterizar..cada caso é um caso exclusivo.A partir do momento em q as pessoas deixarem de por rotulos a tudo e a todos , deixarem de olhar para os outros cm branco ou negro, mas cm um ser humano acreditem q td mudava para melhor.tirar a pala do preconceito é abrir os olhos para uma realidade de beleza,ritmo cor e felicidade..continuem infelizes e recalcados,perdendo td o q outras realidades vos poderia ensinar e continuem igorantes a gritar barbaridades cm se fossem verdades absolutas…metem nojo infelizes

  63. PP&I diz:

    Aos comentadores das mensagens 61 e 62, só lhes tenho a dizer duas palavras: Portugueses e «Biddon-ville».

    Para bom entendedor, meia palavra basta.

  64. Como se alguém quisesse ir ao Brasil, ó Jean Michel. Eu estou muito bem no meu cantinho (que vos pariu) e não me importava de ser uma espécie de Lampião para os vossos imigrantes que por aqui andam a importar as vossas práticas de “pedir carros emprestados”.
    O senhor deve ser como aquele estúpido Ítalo-Brasileiro (ou uma coisa assim) que andou a culpar os problemas do Brasil nos Portugueses. Burro e ignorante como é, esqueceu-se de que o seu próprio país (cof cof) teve um presidente Brasileiro, que até ditador era e que nada fez para atenuar o problema, tal como as dezenas de senadores, prefeitos, etc etc etc.
    E isso do “dar a mínima” (típico termo abichanado de Zuca armado em intelectual, sim, porque o Brasil teve/tem grandes intelectuais, que merecem todo o meu respeito, atenção) nem tem resposta, é que pura e simplesmente o ser Português está no sub-consciente de boa parte dos Brasileiros, vem ao de cima praticamente todos os dias. E o mais giro, quer sejam Brasileiros da Alemanha, de Itália ou até do Líbano, todos eles têm a bela da “costelinha” Portuguesa ihihihi.
    Agora se é tão inteligente e se leu alguma coisa de Gilberto Freyre, vá ruminar no que aqui escrevi.

  65. Esse Ítalo-Brasileiro que mencionei é um jornalistazeco qualquer da Rede Globo.
    E o tal presidente era o General Médici.

  66. Não dá para ser patriota não me misturo com idiota diz:

    E ai oh gentinha miseravel e racista, esquecem-se completamente que o vosso comportamento, era o mesmo que o vosso amado “profeta” Le Pen da Frente Nacional Francesa, ao qual o vosso capo “Mário Malvado” lambe as botas cordialmente e como grande ideólogo! Engraçado não? Engraçado mesmo que os “defensores de Portugal” lambam as botas sujas de sangue português derramado por cabeças de fralda como vós num país mesmo aqui ao lado, onde NÓS!( esta é para os nazis) fomos espancados, mortos, roubá-mos ( porque havia muita gente passando necessidade) Porque português também rouba e mata, português também se farta de gente como vocês, que agridem e minam as nossas gentes com um idário falso, contraditório, oposto ao sentimento de ser cidadão de um qualquer país. E quem diria mas são os estrangeiros que devido à disseminação de ideias coladas À força da chapada como as vossas que sofrem todo esta idiotice que vocês começaram! Que graças a gente de merda como vós morrem portugueses um pouco por todo o mundo, que grandes patriotas, como muitas vezes só os emigrantes conseguem ser e ter orgulho e amor no país que deixaram, ao contrário de nós que vivemos incomodados com gajos que roubam no estado, e idiotas na rua que roubam a segurança e liberdade de quem trabalha ou estuda, de quem se forma como uma pessoa melhor, de quem se mata a trabalhar para idiotas como vós se orgulharem do País que tem, do país que os imigrantes sustentam às costas, de um país que os discrimina e presenteia com ódio e ingratidão .Querem salvar os portugueses? Comecem por tratar bem os imigrantes, que talvez alguém tão besta como vós se lembre de que também tem emigrantes no seu país, e que ama os seus compatriotas, que também sofre com o sofrimento destes lá fora, por um comportamento que é igual ao vosso!Vocês e a vossa gente são o real perigo para portugueses, vocês sim deviam odiar e matar os estrangeiros, mas os estrangeiros nazis como vocês que matam muito português.

    Bora lá defender a pátria?

  67. Caturo diz:

    Ó palhaço de Dezembro 18, 2006 @ 1:57 pm , quando tiveres argumentos novos com jeito, aparece para dizer qualquer coisa. Metes nojo com a tua estupidez e repetição de «slogans» já deitados por terra. Não é verdade que este País dependa dos imigrantes; não é sequer verdade que precise deles (não precisa, de certeza absoluta, dos imigrantes africanos e brasucas mulatos); além disso, os emigrantes portugueses não andaram a fazer lá fora o que a brasucagem e a pretalhada fazem cá.

    Vai-te educar e, de caminho, toma banho.

  68. PP&I diz:

    Não gosto de responder pelas outras pessoas. Mas detesto comentários desta vileza. Caro anónimo, quando comunistas, bloquistas ou esquerdistas empedernidos como vosselência usam a palavra ‘nazi’ ou ‘extrema-direita’, ou ‘fascismo’, não estão a usar palavras. Na boca de vosselências, estes vocábulos transformam-se em «cuspo». Porque os autores não passam de carroceiros e criaturas com mentalidade totalitária.

  69. Vera diz:

    Jean Michel, muito simples: este é o nosso país. a reputação dos imigrantes brasileiros aqui não é das melhores. Estamos no nosso direito. Se os brasileiros quiserem, vêm cá e voltam passado umas semanas, turismo..não nos importamos. Eu pelo menos não me importo.

    Quanto à importância e à forma como os brasileiros nos iam tratar, é-me indiferente. Quem saíria prejudicado eram eles: perderiam milhares de turistas por ano. Nós? Podemos continuar a ir para as Caraíbas.

    De qualquer fomra, Jean Michel, há uma diferença entre não os querer cá e tratá-los mal no seu próprio país.É claro que não vou para o Brasil falar mal de brasileiros.

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