Curto, simples, claro e directo

” (..) a verdade é que o Islão é uma ameaça. Uma ameaça ao Ocidente, à Europa e a Portugal.”

in República dos Desalinhados

6 Responses to Curto, simples, claro e directo

  1. Este Islão que temos… Ressabiado. Ressentido. Medievalizado (no mau sentido). Sim… Duvido que fosse assim com todas as formas de Islão que a História conheceu, especialmente no Al Andaluz…

    Mas este, que governa hoje o Sul do Iraque e o Irão.

    E que nos quer governar a nós (a Península está nos objectivos de reconquista do Dr. Al Zawiri)

    É de facto uma Ameaça.

    E os erros dos EUA só têm servido para a agravar. Como aquele atoleiro sangrento que é o Iraque.

  2. […] Apresento-vos o blog Máquina Zero, mantido por alguém que tem medo de dar a cara. Começando pelo titulo, é notória a alusão ao penteado “cabeça rapada”, ou “skin head”. O conteúdo é claramente extremista, e imagine-se, de direita. Estão a juntar as peças do puzzle? Há mais… Passo a citar o post do dia de hoje, 12 de Novembro com o título “Curto, simples, claro e directo”: ” (..) a verdade é que o Islão é uma ameaça. Uma ameaça ao Ocidente, à Europa e a Portugal.” in República dos Desalinhados Também existe uma rubrica, que distingue as personalidades de ascendência africana, mas, sempre no sentido de, terem feito mal, ou denegrido a imagem dos caucasianos. A favor das causas militaristas de Israel, como se pode observar aqui, este individuo refere-se a racismo quando a raça branca é posta em causa, mas, quando escreve diariamente aquelas barbaridades anti-tudo-o-que-não-seja-branco, tem o descaramento de dizer que são apenas factos. O mesmo lançou-me um desafio banhado de ignorância: “E mostra lá uma frase racista que eu tenha escrito…” Primeiro ponto, nunca o tratei por tu, caro “maquinazero”, e agradecia que também não me tratasse dessa forma. O seu desafio é bastante interessante, porque explica bem o seu estado intelectual. Um blog, não é apenas o que nós escrevemos, é também o que citamos, as imagens que submetemos, os títulos que idealizamos, e sobretudo, as respostas que damos aos comentários que nos fazem. Cada característica isolada nenhum significado tem, mas todas juntas fazem-no receber o galardão para “Blog mais Nojento da Web“. […]

  3. Eu concordo há uma certa forma de estar no Islão que é perversa e que não pode ser desculpada à luz de uma mentalidade primitiva, eles sabem muito bem o que estão a fazer, pelo menos os cabecilhas.
    Quanto aos EUA terem invadido o Iraque, não são os americanos que estão a matar os iraquianos, mas os árabes a matar outros árabes. Os curdos são livres e vivem em paz,foram libertos pelos EUA. Os xiítas não sabem viver em democracia mas também estão livres e não se arrependem. Parem com esse moralismo europeista-socialista deixem as pessoas serem livres!

  4. Antonio Marcelo diz:

    Há 3 anos na web dos muçulmanos espanhóis (WebIslam) dizia-se que Espanha (e implicitamente Portugal) eram estados sem legitimidade histórica, a semelhança de Israel. Estávamos a ocupar um território que pertencia legitimamente aos muçulmanos, que foram ilegitimamente espoliados pelos Reis cristãos. Cristãos e muçulmanos não podem viver juntos a menos dos primeiros reconhecerem a superioridade do Islão e respeitarem as suas leis. Este texto foi retirado por razões tácticas. Depois de ler isto, a quem podem espantar os atentados de 2004?

    Estamos a introduzir o inimigo na nossa casa. Noutros países pedem uma lei paralela (uma sorte de sharia) para as comunidades muçulmanas em vez de obedecerem as leis do pais. Isso já acontece na França. Se algum dia, por um sucesso demográfico, forem majoritários, as consequências são claras. Há poucos meses foi publicada na Rússia uma novela de ciência-ficção titulada «A mesquita de Nôtre-Dame de Paris.» A dizer verdade tenho mais medo dos multicultaristas classe Saramago, parvos úteis e traidores, do que dos próprios islamistas. O conde Dom Julião foi muito mais desprezível que Tarik.

  5. Primeiro a minha família, depois os meus amigos, a seguir os meus compatriotas. Só então os outros. Claro, isto basta para fazer de mim um perigoso neo-nazi. O desaparecido Genral D, que foi moda neste país, fez uma música cujo título era “Pula (Branco) mete nojo”. O crime foi ignorado pelo Ministério Público.

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