Somália: casamentos só combinados

Os extremitas islâmicos que colocaram a Somália debaixo da sua pata determinaram que só vão válidos os casamentos feitos com a concordância de ambas as famílias. Ou como é possível recuar 300 anos em alguns minutos. Graças ao Islão.

20 Responses to Somália: casamentos só combinados

  1. Caturo diz:

    Mas nada disso interessa à Esquerda… não se vê um Daniel Oliveira a abordar o assunto para debitar a sua revoltantemente cretina prosa intencionalmente moralista e a meter nojo aos cães.

  2. Filipe diz:

    Na lei portuguesa, o casamento é um contrato entre duas pessoas… No Islão e não só, as leis, as culturas são outras. Infelizmente, não temos uma varinha mágica com poderes de mudar estas realidades.

  3. Caturo diz:

    Nesse caso, convém manter essas gentes bem longe da Europa. Porque, de facto, não podemos, nem sequer devemos mudá-los.

    Mas podemos, e, acima de tudo, devemos, salvaguardar a nossa identidade e o nosso modo de vida. A Liberdade e o Rosto são bens sem preço, acima de tudo o resto – constituem a própria garantia da Dignidade.

  4. Filipe diz:

    Não são estas gentes que nos vem “roubar” a nossa identidade e o nosso modo de vida. E muito menos a dignidade. Não há que temê–los.
    Neste post, o que está em “apreciação” é o casamento de tais povos.

  5. Caturo diz:

    São estas gentes que nos vêm prejudicar na preservação da nossa identidade sim, na medida em que entrem desmesuradamente pela Europa adentro e comecem a impor os seus valores e tomar conta do território pelo número.

    É matemática. É como um mais um serem dois.

  6. Caturo diz:

    Aliás, a culpa maior nem é deles, mas sim de quem os mete cá – e, sobretudo, de quem quer impedir os Europeus de salvaguardarem a sua identidade.

  7. Filipe diz:

    A identidade dos Europeus não está posta em causa por gentes de culturas diferentes.

  8. Portanto, meu caro Filipe, admite respeitar a cultura islãmica, aqui em Portugal, no que diz respeito aos casamentos combinados?

  9. Caturo diz:

    A identidade dos Europeus não está posta em causa por gentes de culturas diferentes.

    Pois não – se e só se essas gentes ficarem longe em vez de iminvadirem a Europa e terem cá os mesmos direitos que os Europeus.

  10. Filipe diz:

    Admito não ser o momento nem o lugar certo de “discutir” tal assunto.
    Agora, é evidente, que o povo islão com nacionalidade portuguesa, tem de se reger pelas leis portuguesas. Logo, os “casamentos combinados”, estão fora de questão, em Portugal.

  11. Filipe diz:

    Caro Caturo, os portugueses têm uma cultura demasiado forte para se deixarem ir “abaixo”, com outro tipo de culturas.

  12. Ok. Obrigado, meu caro Filipe. Folgo em saber que acha a Constituição superior à Sharia. Agora pergunta lá ao sheik Munir se também pensa assim…

  13. “pergunte”, digo….

  14. Filipe diz:

    É a sua interpretação do que escrevi, caro MZ. Mas não foi isso que escrevi.

  15. Vera diz:

    “os portugueses têm uma cultura demasiado forte para se deixarem ir “abaixo”, com outro tipo de culturas. ”

    Se tiverem a força que mostraram a defender Olivença…ou a resistir a culturas e estilos africanos..upa upa…

  16. Carolina diz:

    O que dizer sobre este tipo de leis: casamentos só são válidos com a concordância de ambas as famílias? É lamentável que tal aconteça em pleno século XXI, independentemente de ser lá longe. Mas não tenhamos receio, essas leis não chegam a Portugal nem à Europa.

    O título do post “Somália: “Casamentos só combinados””. Em Portugal, e não só, também existem casamentos combinados. Aqueles em que um dos cônjuges (e até a família do mesmo) pensa para si mesmo qualquer coisa do tipo: “Que bom seria eu casar com ele ou com ela. Ele(a) é rico(a)…”. E com um bom teatro não dão o nó, com regime de comunhão de bens adquiridos. Conseguem o chamdo “golpe do baú” e em regime de comunhão geral de bens (quando não existam filhos de nenhum dos cônjuges).
    Há ainda os casamentos combinados, para se obter nacionalidade…

    Com uma pitadinha de ironia também se dizem verdades.

  17. Miazuria diz:

    Para os muçulmanos, as nacionalidades, particularmente as europeias, sao meramente instrumentais, o que conta é a “Ummah”(Nação Islâmica)…
    O resto só convence ou engana os incautos e os ingénuos úteis.

    Cumprimentos

  18. Vera diz:

    OS casamentos por conviniência não estão inscritos na lei, no mundo Ocidental…Já nos outros…

  19. Carolina diz:

    Então, anda por aí muita ingenuidade.

  20. Carolina diz:

    Em Portugal, os casamentos por conviniência não são legais. Claro! Daí que tenha escrito: “…que um dos cônjuges (e até a família do mesmo) pensa para si mesmo qualquer coisa do tipo: “Que bom seria eu casar com ele ou com ela. Ele(a) é rico(a)…”. E com um bom teatro não dão o nó, com regime de comunhão de bens adquiridos. Conseguem o chamdo “golpe do baú” e em regime de comunhão geral de bens (quando não existam filhos de nenhum dos cônjuges).
    Há ainda os casamentos combinados, para se obter nacionalidade…”.

    Mas que eles existem, não há dúvidas. Se calhar, todos nós sabemos de algum caso.

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