Greve geral e atestados médicos

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Perto de metade dos funcionários públicos adoeceu, nas duas últimas greves gerais. Espantoso. Recordam-se de um cartoon omnipresente nas repartições públicas, no pós-25 de Abril? Tinha uma pergunta em letras grandes: “Você disse urgente?” E por baixo um boneco, agarrado à barriga, perdido em gargalhadas.

15 Responses to Greve geral e atestados médicos

  1. kukas diz:

    Tenho algumas dúvidas que a escolha desta bela imagem dos porcos tenha sido a melhor para ilustrar este post sobre funcionários públicos. Mais: temo que os porcos se revoltem. Já não era a primeira vez…

  2. Carolina diz:

    Os funcionários públicos fizeram greve. É um direito que lhes assiste, consagrado constitucionalmente.

  3. Carolina diz:

    A percentagem da adesão à greve não é clara. Os dirigentes dos sindicais dizem uma coisa, o Governo diz outra. Deve ter rondado os 45% a 50%.

  4. Carolina, você está u pouco confusa. Eu não falei em percentagens de adesão à greve. Falei nas percentagens dos funcionários públicos que, não tendo trabalhado nesses dias, apresentaram atestados médicos…

  5. Carolina diz:

    Não estou confusa. Pronunciei-me sobre a greve. Aqui deixo o que penso acerca dos atestados médicos: Pois, para não perderem o dinheirinho… Tem de começar haver mais vigilância aos médicos que passam atestados médicos, sem motivo de doença ou assistência a familiares… Mas a entidade empregadora, neste caso o Estado, só não vê se não quiser. É muita coincidência. Que as há, há… MAS, MAS… Os trabalhadores que apresentam atestados médicos podem ser consultados por um médico da entidade empregadora.
    Porém, há que dizer que houveram funcionários públicos que não fizeram greve (direito que têm), para não perderem o dinheirinho que ao fim do mês faz falta.

  6. o leitor assíduo diz:

    Carolina, os médicos que passam atestados aos funcionarios publicos são os mesmos que passam aos do sector privado. O problema está nos médicos?…em parte até pode estar…mas não vá por aí!

  7. Carolina diz:

    Os médicos que passam atestados médicos aos funcionários públicos e privados podem ou não ser os mesmos. É a classe médica. O problema está nos médicos e nos trabalhadores, caro leitor assíduo. Penso que fui clara no comentário anterior. Não devo ir por onde? Os médicos tem um Código Deontológico. Os trabalhadores não devem apresentar atestados médicos fraudulentos. As entidades empregadores, no caso de dúvida, podem e devem actuar.

  8. Ana diz:

    Aaaahhh!! Então aqui está o retrsto do que eu digo! ALGUNS (e ponho em caps lock para não deixar dúvidas À vossa qualidade de interpretação textual e, consequentemente, inteligência) portugueses são mesmo preguiçosos… Se fala em metade dos funcionários públicos, é bastante… E se se fingiram de doentes para não ir trabalhar nos dias da greve, é porque não lhes interessa muito lutar pelos seus direitos. Lá está, ALGUNS portugueses gostam é de estar à sombra da bananeira e esperar que os outros façam o seu trabalho.
    Um bem-haja e no hard feelings…

  9. Ana diz:

    Espero que desta vez me tenha feito entender para a comunidade que visita este espaço… Eu sei como pode ser difícl analisar ou interpretar um enunciado… Mas acho que desta vez o caps lock ajuda… Se não surtir efeito, para a próxima é um desenho…

  10. Carolina diz:

    Cara Ana, sabe ler não sabe? Sabe interpretar aquilo que lê, não sabe? Ainda bem. Sabe não confundir pessoas e opiniões, não sabe? Quero acreditar que sim, porque o que aqui escrevi em nada significa que os portugueses sejam preguiçosos. O povo português sempre foi e é um povo trabalhador. Entende?

    Escrevi: “A percentagem da adesão à greve não é clara. Os dirigentes dos sindicais dizem uma coisa, o Governo diz outra. Deve ter rondado os 45% a 50%”. É a leitura que eu faço e que a maioria dos comentadores fazem, devido ao facto de haver grandes discrepâncias de percentagens entre os sindicais e o Governo. Diz a cara Ana, que é bastante. É significativo de facto. E?

    “…E se se fingiram de doentes para não ir trabalhar nos dias da greve, é porque não lhes interessa muito lutar pelos seus direitos. Lá está, ALGUNS portugueses gostam é de estar à sombra da bananeira e esperar que os outros façam o seu trabalho”, disse a Ana. Minha Cara, há de tudo em todos as classe e em todos os países. Você, parece que tem vergonha de ser portuguesa. Lamentável! Eu tenho muito orgulho.

    Da minha parte lhe digo, que quem tem dificuldade de leitura e interpretação é você. Desenho?! Quem sabe. Para a próxima tente opinar com um desenho. Pode ser que ser que se exprima melhor desenhando. Melhores leituras, bons desenhos e passe bem.

  11. Ana: a sua expressão de felicidade, ao ler algo de negativo em relação a portugueses é chocante! Mais nada.

  12. Ana diz:

    Nada disso, meus caros… Tenho muito orgulho em ser portuguesa… Tenho pena é que hajam ignorantes no meu país… mas quanto a isso nada posso fazer… Há em todo o lado…

    Cara Carolina, eu não me estava a referir aos seus comentários, acalme-se… A conversa dos preguiçosos vem de uma quezília antiga aqui no espaço do Máquina… que não tem a ver com o que vc escreveu… Para ser sincera, nem li os seus comentários… quando aqui comento, comento o texto do post, não comento comentários a não ser que sejam dirigidos à minha pessoa…

  13. Carolina diz:

    Cara Ana,

    Aqui fica o esclarecimento:
    No seu comentário nrº. 8 pode ler-se: “… Se fala em metade dos funcionários públicos, é bastante… E se se fingiram de doentes para não ir trabalhar nos dias da greve,…”. Como pode verificar no meu comentário nrº. 3, quem se referiu à percentagem de adesão à greve dos funcionários públicos fui eu. Passo a transcrever: “A percentagem da adesão à greve não é clara. Os dirigentes dos sindicais dizem uma coisa, o Governo diz outra. Deve ter rondado os 45% a 50%“. Deste modo, referiu-se ao meu comentário. Até porque o post não se refere à percentagem. Eu, é que considerei importante escrever sobre a percentagem. Como tal, admita que não fez uma boa leitura. Aliás, a cara Ana diz que: “…Para ser sincera, nem li os seus comentários…”. Parece que leu. Não teve foi o cuidado de ver quem o escreveu.

  14. Ana diz:

    “Perto de metade dos funcionários públicos adoeceu, nas duas últimas greves gerais.”

    Ó Carolina… isto está no texto do Máquina… Era a isso que eu me estava a referir… Volto a dizer… não li os seus comentários… Entendido?

  15. Carolina diz:

    Cara Ana, você não deve estar a ler o mesmo que eu. Não quer admitir, não admita. Teimosia pode ser uma qualidade, mas neste caso é defeito. Há alturas que devemos dar o braço a torcer. Fica-nos tão bem…! Como diz que: “…não comento comentários a não ser que sejam dirigidos à minha pessoa…”. Devia ler todos os comentários e quem os assina, claro!

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