Eu, a minha cultura e os outros

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A única cultura que me interessa defender, é a minha. Quanto às outras culturas, não tenho nenhum interesse em que acabem, mas não me preocupo especialmente em defendê-las – atitude igual à dos seus protagonistas em relação à minha cultura. As outras culturas servem para eu me deliciar com uma gastronomia diferente, achar piada a uns grupos folclóricos curiosos, distrair-me com música original, divertir-me com costumes exóticos, ler livros com uma perspectiva diferente do mundo ou preocupar-me com psicopatas assassinos que me querem converter à fé islâmica à força de atentados bombistas. Quanto ao multiculturalismo, é um castelo de cartas que não resiste a um simples desafio de futebol entre duas selecções nacionais. Lembram-se do Portugal-Angola, no Estádio de Alvalade? Ou viram imagens do França-Argélia, em 2001?

74 Responses to Eu, a minha cultura e os outros

  1. Al-Pensativo diz:

    «ou preocupar-me com psicopatas assassinos»

    Target: USA – Alvo: Estados Unidos

    Durante um dia inteiro, a CNN fez um levantamento de todas as situações em que poderiam ocorrer ataques terroristas nos Estados Unidos, programa a que deu o nome de: «Target – America». Jon Stewart, do Daily Show, com um humor excepcional dá-nos os pormenores.

    Jon Stewart:
    – Portanto o que a CNN nos está a dizer é que somos vulneráveis em todo o lado. O perigo está circunscrito a localizações geográficas. Vocês sabem: lugares.

    Vídeo – 4:32m

  2. “Procuram dias melhores em Portugal, mas acabam por viver assustadas nas malhas da violência e da chantagem de redes de tráfico humano difíceis de desmantelar.

    «A maior parte delas têm entre os 20 e os 30 anos, e muitas foram iniciadas na prostituição no país de origem, quando ainda eram adolescentes. Muitas deixam filhos para trás», explica Madalena Duarte, responsável pelo estudo.

    A investigadora conta que estas mulheres têm carências económicas graves e a situação ilegal que enfrentam em Portugal serve de chantagem para uma situação de prostituição que se torna irreversível.

    «Quando as mulheres chegam a Portugal não têm visto, retiram-lhes o passaportes, exigem-lhes o pagamento de dívidas que vão aumentando de dia para dia, e depois ficam ao serviço de vários bares de alterne», conta.

    A socióloga explica que estas mulheres ficam de pés e mãos atadas porque permanecem muito pouco tempo em Portugal e não chegam a criar laços com ninguém.

    «A maior parte destas mulheres não fica mais de seis meses em Portugal para não criarem laços com ninguém, e também desconfiam muito da polícia pelo que dificilmente conseguem pedir ajuda», acrescenta.

    A maior parte destas mulheres vem do Brasil mas também de países da Europa de Leste como a Rússia e a Moldávia.” in TSF

    Também acha, que as brasileiras estão a tirar postos de trabalho às prostitutas portuguesas?

  3. E você,pelos vistos, apoia a vinda de prostitutas brasileiras, porque não tiram postos de trabalho às prostitutas portuguesas, certo?

  4. Meu caro Al-Pensativo, você sabia que o Daily Show não é um noticiário, mas sim um programa cómico? Não sabia? Mas olhe que é…

  5. Al-Pensativo diz:

    Não, Máquina Zero. Pelo que tenho visto, e já vi bastante, O Daily Show é um verdadeiro noticiário. Os programas cómicos estão na CNN, na Fox News, e nas outras estações.

    Tal como o vídeo que aqui trouxe demonstra perfeitamente:

    Vídeo – 4:32m

  6. Ok, meu caro Al-Pensativo Também há quem acredite em discos voadores…

  7. Pedro diz:

    Racista, Nazi, fascista, xenófobo e etc…

    este post só vai originar ainda mais actos racistas dos jovens.

    A culpa é sua, é nossa, dos Brancos, dos Europeus,das sociedades Europeias, jamais de quem nos ataca, jamais. Estes pobres coitados que vieram para Europa fazer aquilo que os Europeus não fazem,apenas precisam de mais uns subsídios e umas amnistias para facilitar a integração.

    • ola pedro tens razâo a 50%,mas agora lê^,o seguinte sabes que em dijon france alguem do municipio fez um banquete que constava de vinho e grelhada p,penso carne de porco ,pois pra nâo incomodar essa gente ,ficou tudo em aguas de bacalhau,,,,,,,depois fizeram eles um com carne allal que é morta como em portugal no meu tempo agora nâo sei ,talvez nâô degolem mais os animais, sâo gente que conservam o efeito de ter sido colonizados,é dizer tambem que os francezes nâo têm grande educaçâo,tem-se por exemplo de villepin ou ferri,,,,,,,,,se te trato por tu é porque tenho 74 anos dà-me um pouco do teu saber até sempre francisco pedrais bilro au revoir
      P.S MA EDUCACAO RELACIONA SE UNICAMENTE A CLASSE BAIXA

      • Anónimo diz:

        francisco pedrais bilro,diz parace impossivel o casa de um portugue^s ter posto o filho de 3 anos a lavar na maquina,so porque o miudo era traquinas ,mas com 3 anos,naô tinha ele ja mae,o gajo pai chama-se dos santos .mas que santiinho,um caso assim na nossa

  8. Vera diz:

    O pessoal anda inspirado para escever sobre multiculturalismo..a avaliar pelos últimos dois posts publicados sobre o tema!

  9. Não necessariamente maquinazero.
    O seu discurso é que deixa passar por diversas vezes, a mensagem de que os estrangeiros vêm para cá roubar o que de melhor Portugal tem.
    Quis apenas dar o exemplo da prostituição e colocar-lhe aquela simples questão. Questão essa, que, ao invés de ser respondida, foi contraposta com outra interrogação.

    Um pequeno aparte:
    Mudei a localização do meu Blogue, para o Blogger. E fiz a migração dos posts e respectivos comentários (dos quais alguns são seus).
    Achei por bem informá-lo.

  10. Pedro diz:

    A verdade é que os imigrantes africanos e brasileiros vêm para Portugal e corrompem muito do bom que Portugal tem.

    Face a isto, o discurso dos apoiantes da imigração é precisamente o inverso, a imigração é uma solução para corrigir os males de Portugal e dar um pontapé na crise, sem efeitos secundários, nada de criminalidade, nada de conflitos sociais, nada de criar clivagens na sociedade portuguesa, apenas problemas sociais que se resolvem com mais esforços no sentido da integração.

  11. http://blogexpressao.blogspot.com/2006/11/imigrantes-africanos-no-ensino-superior.html

    Caro Pedro, leia esse post, e depois diga-me o que fazer com mais de 17.000 jovens africanos e brasileiros, que estudam em Portugal.
    Estão a corromper alguma coisa?
    Ahhh já sei… Estão a ocupar os lugares dos portugueses.
    Para vocês, ou estragam, ou ocupam.

  12. O Mário Lopes gosta de mandar arei para os olhos dos outros ou é realmente pateta para acreditar nas patranhas que emite nesse blog.

    Acaso sabia o Mariozinho dos subsídios concedidos a esses estudantes pelo estado português? Dinheiro esse obviamente proveniente do erário público, isto é, directamente dos nossos impostos e que servem para encher o bandulho a esses parasitas, que além de todo o mal provocado no nosso país, nem sequer aplicam os conhecimentos aqui adquiridos nos seus países de origem.

    Além disso, as vagas que essa parasitagem alógena ocupa só prejudicam os estudantes portugueses, que não obstante terem médias para entrar, ficam a chupar no dedo, porque tudo é dado de bandeja aos nossos colonizadores.

    Enfim, é o imposto da imigração…

  13. Filipe diz:

    Caro Mário Lopes, sobre o estudo da socióloga Madalena Duarte a que se refere, tenho a dizer o seguinte:

    – De facto, há mulheres a quem é prometido “este mundo e o outro” para melhorarem de vida e, depois, quando chegam a um determinado país pseudo-risonho, vêem-se nas teias de tráfico humano. É verdade que, as redes de tráfico humano são difíceis de desmantelar. Mas cabe à justiça averiguar tais redes. É o dever da justiça.

    – O facto dessas mulheres já terem sido prostitutas nos seus países de origem e terem carências económicas graves e uma situação ilegal, em Portugal; (embora sejam situações muito complicadas) não são situações irreversíveis ao ponto de se deixarem chantagiar e cair novamente na prostituição.
    Devem é procurar ajuda nas entidades competentes, legalizarem-se e procurarem um trabalho digno.
    Todos sabemos através dos órgãos de comunicação social, o que uma prostituta ganha por dia. Existem mulheres que já tiveram oportunidade de sair da prostituição, mas não quiseram, precisamente por causa do factor dinheiro. Outras que, durante o dia têm os seus trabalhos e à noite prostituem-se.

    – Quanto à questão que levanta: pergunte às prostitutas portuguesas. A resposta será certamente afirmativa. Através de reportagens televisivas ficamos a saber, que na prostituição há muita competitividade.

    – E claro que as promessas de melhoria de vida se passa também com homens. Quantas são as pessoas que emigram, com promessas de tudo e mais alguma coisa: contratos de trabalho, residência assegurada, etc. Quando chegam ao destino, nada disso se verifica. E só pretendem é juntar o dinheiro suficiente para voltarem aos seus países. A decisão de emigrar tem de ser ponderada, bem analisada, para não se cair no “conto do vigário”.

  14. Filipe diz:

    “http://blogexpressao.blogspot.com/2006/11/imigrantes-africanos-no-ensino-superior.html

    Caro Pedro, leia esse post, e depois diga-me o que fazer com mais de 17.000 jovens africanos e brasileiros, que estudam em Portugal.
    Estão a corromper alguma coisa?
    Ahhh já sei… Estão a ocupar os lugares dos portugueses.
    Para vocês, ou estragam, ou ocupam”, escreve Mário Lopes. Esta é outra realidade. Tem toda a razão. Não estão ocupar os lugares de portugueses. Mas sim a aproveitarem o que Portugal lhes proporciona. Quantos são os portugueses que estão na faculdade e, em vez, de fazerem o curso em cinco ou seis anos, fazem-no em sete, oito e até dez anos!? Pois, é uma realidade à vista de quem a quer ver. Estes jovens africanos e brasileiros candidataram-se ao ensino superior, em pé de igualdade com os portugueses. Estão lá por mérito próprio.

    • o patéta diz:

      bom dia pois pensava eu porque eu tinha partido de portugal tinham vindo comigo todos os parvos mas finalmente segundo que verifico,nasceram outros pra aduirir os lugares vagos,se vocés soubessem o que se sofre num pais estyrangeiro quando teus meios de subsistencia se acabam, fechavam o bocal ,compreendo portugal tem bastante com seu povo,mas digo-lhes sejam mais docéis sobretudo com brasileiras de boca profunda,a quem podem fazer mal, as paripatisienes senâô aos que exploram as portuguesas ( concurencia) miséria nâô é crime, au revoir

  15. Não seja falso Filipe, porque sabe bem que esses “estudantes” alógenos estão na sua maioria nas universidades por acordos de cooperação que reservam vagas para esses parasitas.

    Dá-me asco este paternalismo que pretende apresentar essas sanguessugas como sendo pessoas que estão aqui para ajudar e contribuir para o avanço do país, porém, ninguém consegue dizer, apontar, referir que contributos são esses.

    • bom dia senhor que confunde o castilhano com o português ,anda em que classe na primeira ou anda a estudar castilhano,asco em português mêsmo do alentejo diz-se nôjo,até sempre e nâo desmorêça que eu nem sequer tirei a terceira classe ,e estou entrando nos 74 anos ,ou antes direi tirei-a quarta classe nos adultos em santos ,lisboa e sou alentejano et trés orgueilleux de létre, ou natres de l,étre ,no redondo alentejo uma senhora baptizou-me o 30 chico au revoir

  16. Caro arqueofuturistazinho (o uso dos diminutivos deve ser moda em ambientes nacionalistas), é lógico que eles não estão cá para fazer avançar o NOSSO país.
    Mas também não estão cá para fazer o contrário.
    Aposto consigo que, quando um brasileiro vem para Portugal, vem para melhorar a sua vida, e não para elaborar um plano maléfico com o objectivo de mergulhar Portugal no fosso.
    Quando fala nas vagas que são ocupadas por estrangeiros nas universidades portuguesas, posso-lhe adiantar que, existiram este ano 40521 candidatos em Portugal, para 46.528 vagas, não contando com a necessidade da criação de exames de equivalência (antigos ad hoc) para adultos com mais de 23 anos que não possuam o 12º ano, tentando assim admitir mais 4200 alunos.
    Foram 989 cursos, e mais de metade ficaram com vagas por preencher.
    86% dos candidatos entraram no ensino superior, e desses, 61% ficaram no curso escolhido como primeira opção.
    O que nos estão a roubar arqueofuturistazinho?
    Ahhh, também já sei o que me vai responder.
    Estes dados foram sabotados por etno-masoquistas de esquerda.
    Se responder algo diferente, vai-me surpreender.

  17. Outra coisa.
    Agradecia que não me chamasse pateta, e que se comportasse como um homenzinho, que não concordando com o que as outras pessoas dizem, respeita o seu direito à opinião.

  18. Caro Mário Lopes: A escolha da protituição para exemplificar o meu alegado discurso xenófobo não foi grande escolha. Onde é que eu escrevo “que os estrangeiros vêm para cá roubar o que de melhor Portugal tem”? O que eu digo é que o preço da política de imigração actual é caro: miséria, exclusão, criminalidade, encargos gigantescos com a segurança e assistência social, com a reconversão de guetos, etc, etc.
    Mas veja o DN (http://dn.sapo.pt/2006/11/20/economia/imigrantes_ganham_menos_26_os_portug.html)e perceba que a imigração é essencialmente uma forma de as empresas reduziram o custo da mão-de-obra.

  19. Filipe diz:

    Caro arqueofuturista, tem de mudar a sua forma de escrita para debater comigo seja o que for. Colocar entre aspas estudantes, que com todo o direito estão nas universidades, chamar-lhes sanguessugas… Tenha paciência. Você, tem um vocabulário muito pobre e reles.

  20. Concordo absolutamente consigo maquinazero.
    O problema é sobretudo político.
    Só não concordo com a frieza com que por vezes trata as pessoas de outra etnia.
    Mesmo que a maioria sejam criminosos, nada lhe dá o direito* de generalizar, porque, basta haver um imigrante digno respeitador das nossas regras, e o senhor já está a ser injusto.

    *Você tem o direito de o fazer, “nada lhe dá o direito” é apenas uma expressão.

  21. The Studio diz:

    Caro Mário Lopes, não sei se acredita no que você próprio diz ou se está a tentar fazer dos outros parvos. É provável que haja vagas que ficam por preencher no Ensino Superior… Mas os cursos em que ficam vagas por preencher são os cursos que ninguém quer. Vá lá ver em medicina quantas vagas ficaram por preencher. Esses estudantes não vêm preencher as vagas que nós deixamos livres. Entram ao abrigo de acordos de cooperação e tiveram direito a vagas especiais passando à frente de todos os Portugueses. Quanto a serem alunos tão aplicados que terminam todos em 5 anos e os portugueses serem todos calões e terminarem em 7 ou 8 anos, vê-se mesmo que não sabe o que está a dizer. Aliás, acho mesmo que só está a dizer essas patetices porque acha que está a fazer boa figura.

  22. Miguel Ângelo F. M. Valério diz:

    Permitam-me meter a colher…

    A discussão sobre as vagas no ensino superior e a “pseudo” ocupação das vagas por estudantes vindos dos PALOP’s (maioritariamente) está viciada à partida, porque simplesmente (pelo menos é o que transparece pelos vossos discursos) não conhecem a realidade do acesso ao ensino superior por parte desses estudantes.

    É importante esclarecer o seguinte:

    As vagas (numerus clausus) para os alunos com o ensino secundário realizado em Portugal (o chamado contigente geral) não dependem dos alunos oriundos dos PALOP’s, nem estes concorrem para essas vagas.

    O número de vagas para o contigente geral, é idêntico sejam quantas forem as vagas para os alunos dos PALOP’s. Não aumentam nem diminuem, logo é falso o argumento sobre o roubar de vagas.

    O que acontece é que são estabelecidos diferentes conjuntos de vagas que não estão dependentes das outras.

    Se existirem 5 vagas para alunos dos PALOP’s e 50 para o contigente geral, o simples facto de aumentar as primeiras para 1o não significa a diminuição das últimas para 45. Elas MANTÊM-SE.

    O que acho ridiculo nestes discursos de cariz xenófobo é a ideia de estudarem com “subsídios concedidos a esses estudantes pelo estado português” ou que “nem sequer aplicam os conhecimentos aqui adquiridos nos seus países de origem.”

    E o que acontece com os estudantes portugueses que vão estudar para os EUA, Inglaterra, Noruega, Suécia?

    Não recebem subsidios desses países e voltam posteriormente para Portugal?

    É certo que alguns não o fazem, mas também é certo que alguns alunos dos PALOP’s também ficam por Portugal (será que aqui surgirá o argumento de … e depois ainda ficam por cá a ocupar os empregos…)

    Ou será que também defendem que os portugueses não devem ir para esses países ganhar conhecimentos para os utilizar no desenvolvimento dos países de origem?

    Sejam coerentes…

  23. Paulo diz:

    Este post está arrasador. Simples, claro, correcto e conciso. Fica tudo dito em meia-dúzia de palavras, com tantas outras imagens a complementá-las na perfeição. Parabéns!

  24. Paulo diz:

    Sr. miguel Valério, pense numa coisa: se essas vagas extra não fossem abertas, mais ficariam para os portugueses. Isto para não falar nos subsídios que andamos a dar para que os “estudantes dos PALOP” (leia-se os filhos das “elites” políticas dos PALOP, que não são necessariamente os melhores alunos desses países) passem 7 e 8 anos de férias em Portugal. Ai dinheirinho, que tanta falta nos faria…

  25. Filipe diz:

    Caro The Studio, no final do seu comentário 22, dirigindo-se ao caro Mário Lopes escreve o seguinte: “…Quanto a serem alunos tão aplicados que terminam todos em 5 anos e os portugueses serem todos calões e terminarem em 7 ou 8 anos, vê-se mesmo que não sabe o que está a dizer…”.

    Para seu conhecimento, quem se referiu aos anos que os estudantes demoram a acabar um curso, fui eu, no comentário 15. Já leu?! Óptimo! Então, já verificou que escrevi: “…Quantos são os portugueses que estão na faculdade e, em vez, de fazerem o curso em cinco ou seis anos, fazem-no em sete, oito e até dez anos!? Pois, é uma realidade à vista de quem a quer ver. Estes jovens africanos e brasileiros candidataram-se ao ensino superior, em pé de igualdade com os portugueses. Estão lá por mérito próprio“.

    Posso ajudá-lo na leitura:

    – Não escrevi que todos os estudantes imigrantes são aplicados, e que todos terminam os cursos em cinco anos.
    – Não escrevi que todos os estudantes portugueses são calões.
    – Não escrevi que todos os estudantes portugueses terminam ou seus cursos em sete ou oito anos.

    Se me permite, recomendo-lhe que saiba interpretar o que lê. Não distorça o que os outros escrevem.

  26. Caro Filipe, agradeço ter esclarecido o The Studio.
    Subscrevo tudo o que disse.

    Agora dirigindo-me ao resto:

    “A sua opinião política assenta em dogmas e em certezas.” Mário Lopes
    “E a sua opinião? Assenta em quê? Em dúvidas e hipóteses?” maquinazero

    É exactamente este, o ponto de divergência entre mim e os que pensam como o maquinazero.
    Vocês generalizam, para depois poderem catalogar TODOS os imigrantes de “criminosos” ou “socialmente problemáticos”.
    No meu caso, e nos que pensam como eu, não generalizamos, e olhamos para cada situação como um caso isolado, com uma solução distinta e personalizada.
    Claro que, era muito mais fácil mandá-los todos embora, tal como se faz, quando um lote de produtos alimentares chega com prazo de validade caducado a uma superfície comercial.
    Mas, estamos a lidar com pessoas, que, normalmente, abandonaram o seu país por necessidade, e não com, frascos de compota.
    E não, não estou a dizer isto apenas para fazer boa figura, caro The Studio.
    Se quisesse fazer boa figura neste blog, escreveria “HAIL KAMERAD”.

  27. Filipe diz:

    Caro Mário Lopes, não tem de agradecer. O seu a seu dono.

  28. The Studio diz:

    Caro Filipe, eu sei muito bem ler Português e entendi muito bem o que quis dizer:

    Leia-se o que escreveu: “…Quantos são os portugueses que estão na faculdade e, em vez, de fazerem o curso em cinco ou seis anos, fazem-no em sete, oito e até dez anos!? Pois, é uma realidade à vista de quem a quer ver. Estes jovens africanos e brasileiros candidataram-se ao ensino superior, em pé de igualdade com os portugueses. Estão lá por mérito próprio“.

    1- Diz, ou dá a entender que um grande número de estudantes Portugueses termina o curso em 7,8, 10 anos.

    2- Está a efectuar uma comparação com os Africanos e Brasileiros, portanto está implícito que para estes tal não é válido e que portanto são melhores que os Portugueses.

    3- Se acaso entendi mal e não é isto que pretende dizer, então esclareça-me porque ISTO é o que está lá.

    4- Que os Africanos e Brasileiros estão lá por mérito próprio É MENTIRA. Eles não concorrem com os Portugueses, são abertas “vagas especiais” para eles.

  29. The Studio diz:

    Caro Miguel Valério,

    Estou surpreendido com a qualidade da sua argumentação. Imaginemos um curso que tem capacidade máxima para 60 vagas. Dessas 60 vagas, 55 são entregues aos 55 candidatos com melhores médias e 5 são entregues a candidatos africanos. Se aumentarem essas vagas de 5 para 10, isso não significa que as 55 passem a 50? Então, significa que um curso com capacidade máxima para 60 alunos passa a funcionar com 65 alunos?

    Depois vem com o brilhante argumento dos Portugueses que foram estudar para os EUA. Por favor diga-me quantos alunos Portugueses nos EUA conhece que tenham passado à frente de alunos americanos com médias superior ao abrigo de “vagas especiais para Portugueses”. Se conhece algum dou-lhe razão, caso contrário reconheça que está a dizer patetices. Os Portugueses que entram nessas universidades entram porque são bons para isso e não por favor. Entram porque concorrem com outros candidatos em igualdade de circunstâncias e conseguem os lugares. Não entram porque a universidade cria vagas especiais para eles.

    Quanto ao argumento da xenofobia dou-lhe razão. Hoje em dia alguém que não seja completamente tapadinho é logo apelidado de xenófobo ou racista. E já agora, os anti-xenofobos e anti-racistas são esses que andam por aí a gritar “morte aos americanos, morte aos israelitas”, certo?

  30. Quando são criminosos é porque estragam o país, quando estudam ou trabalham é porque ocupam o lugar de outros, quando são pobres gastam recursos à ajuda social, e quando existem, é apenas porque existem.

    Alguns de vocês orgulham-se de o serem, outros tentam sempre negar, mas o que é certo, é que, na grande maioria, os nacionalistas são apenas racistas e xenófobos camuflados por detrás de partidos com nomes pomposos.

    “Lá vem o gajo da esquerda, que não pensa, que vive na ilusão, que não quer bem ao seu país, e que prefere o dos outros” É isto que vão dizer?
    Nem precisam.
    Sei perfeitamente do que me “acusam”.
    E tenho plena consciência, que por vezes o que defendo é uma utopia.
    Mas, prefiro defender uma utopia, que uma realidade degradante.
    Desculpem a minha persistência.

  31. Vera diz:

    Pode defender a utopia do desenvolvimento do Terceiro Mundo a curto prazo..assim já não teriam que emigrar. Não era uma utopia bem mais agradável?

    “E já agora, os anti-xenofobos e anti-racistas são esses que andam por aí a gritar “morte aos americanos, morte aos israelitas”, certo? ”

    Pois…:P

  32. Nem a propósito… Você disse exactamente aquilo que eu estava à espera, ainda não tinha feito refresh à página, e por isso, visionado o seu comentário.

    Lá vem o senhor com o “Vocês”.
    Sabe se eu digo ou penso isso que acabou de afirmar? Que ando por aí a gritar “morte aos americanos, morte aos israelitas”? No entanto acuso-o de ser xenófobo e racista.
    A sua necessidade de criar rótulos é comparável à de uma empresa do sector vinícola.

    Por acaso, discordo das medidas governativas do senhor Bush (por Bush, entenda-se toda a máquina politica em vigor nos EUA).
    Também não sou a favor dos ataques Israelitas a tudo o que seja circundante.
    Mas isso não faz de mim um defensor da Jihad.
    Se você tiver duas cores à disposição para pintar uma parede, não é obrigado a optar por uma delas, poderá sempre ir à loja escolher outra.

  33. Filipe diz:

    Caro The Studio,

    Dei-lhe o benefício da dúvida. Mas agora, está bem explícito que não sabe interpretar o que lê.

    Ora, leia com atenção:

    Escrevi: “…Quantos são os portugueses que estão na faculdade e, em vez, de fazerem o curso em cinco ou seis anos, fazem-no em sete, oito e até dez anos!? Pois, é uma realidade à vista de quem a quer ver. Estes jovens africanos e brasileiros candidataram-se ao ensino superior, em pé de igualdade com os portugueses. Estão lá por mérito próprio“.

    – “… Quantos são os portugueses…”, logo, não significa que a maioria ou todos os estudantes portugueses termine os seus cursos em sete, oito e até dez anos.

    – “…Estes jovens africanos e brasileiros candidataram-se ao ensino superior, em pé de igualdade com os portugueses…”. Será que entende?! Não há qualquer comparação no que escrevi e tudo é bem explícito. Não digo se os estudantes portugueses são melhores ou piores, que os estudantes africanos e brasileiros. Pois, há estudantes excelentes, bons, razoáveis, menos bons e muito pouco esforçados, independentemente da raça, sexo, nacionalidade… Acredito que agora entendeu.

    – Claro que entendeu mal. Tudo o que entendeu não foi por mim escrito. Distorceu o que escrevi. Essa, é que é a verdade.

    – Os estudantes africanos e brasileiros estão lá por mérito próprio. Quais vagas especiais!?

    Volto a recomendar-lhe melhor cuidado na leitura e respectiva interpretação (e não distorção).

    • bom dia é conhecido de gente com um pouco de consciencia que quando se tem um complexo de inferioridade se sai do normal seja em superioridade seja em agresividede,é o caso dos portugueses no estrangeiro sao suoeriores no trbalho sem se darem conta qu estao arrebentado com o calmeirao que mais tarde ve^m a sofer,para bom entededor atè logo,

  34. Vera, a utopia de haver paz no mundo, igualdade de direitos, e boa vontade das pessoas, implica que todos os países, incluindo os do “Terceiro Mundo” tenham situações económicas e sociais estáveis.

    Mas agora quero colocar uma questão.
    Se eu decidir estudar e trabalhar em Amesterdão estou a trair a minha pátria?

    E se eu decidir fazer o mesmo, mas em Riade, na Arábia Saudita?

    • bom ir trabalhar pra o estrangeiro nâo é deixar de ter ;pensamento em portugal é apenas tentar ser superior,modificando-se,em frança buscam reparadores de elevadores ,, e médicos ,eu ja ca estou hà 41 anos,e creia-me ninguem esquece o sitio aonde passou sua infancia,, a europa unida serve pra podermos deslocar-nos sem que haja senhores como um senhor que havia na doane espanhola que dizia que quem saia em badajoz pra ir pra portalegre era porque ia comprometido e tinha que haver revista,em portugal deixem entrar so cristâos,é sempre melhor, até sempre

  35. Vera diz:

    Tudo depende do trabalho. Mas à partida, num emprego normal, não… o simples acto de trabalhar não é trair, desde que não prejudique os interesses do seu país… Se for trabalhar para a máfia ou serviços secretos e agir contra o seu país…aí já o estás a trair. Mas que pergunta foi essa?

  36. Foi uma pergunta que necessita de outra:

    Se o movimento nacionalista de Amesterdão (por exemplo) for contra a minha presença nessa mesma cidade é legitimo?

  37. The Studio diz:

    Caro Filipe, vamos lá a ver se nos entendemos: Não afirmou que a maioria dos Portugueses termina o curso em 7 ou 10 anos, mas quando pergunta “Quantos terminam em 7 ou 10 anos?” só pode ser interpretado que em sua opinião muitos Portugueses terminam em 7 ou 10 anos. Se não está a efectuar nenhuma comparação, então qual o sentido de dizer que muitos Portugueses levam 7 ou 10 anos a terminar? Fica descontextualizado. Porque não escreveu antes que muitos Africanos e Brasileiros levam 7 ou 10 anos a terminar?

    Bem, mas vamos ao que é importante: Esses estudantes Africanos (os Brasileiros não sei) não concorrem com os Portugueses para os mesmos lugares. Têm vagas especiais para eles nas universidades Portuguesas e passam à frente dos alunos Portugueses mesmo que os Portugueses sejam melhores alunos. Não estão lá por mérito próprio ao contrário do que diz, a não ser que ser Africano seja um mérito.

  38. The Studio diz:

    Caro Mário Lopes,

    Não sei onde falei em “vocês”, apenas disse e repito se quiser, que hoje em dia ser “anti-xenófobo e anti-racista” é ser xenófobo anti-americano e racista anti-semita. Dou-lhe o exemplo da manifestação anti-semita em frente à embaixada de Israel organizada por organizações ditas anti-racistas. A si não lhe coloquei nenhum rótulo, não o conheço para saber se se inclui no grupo ou não. O senhor a mim é que desatou a colocar-me rótulos apesar de não me conhecer de parte nenhuma, portanto devia estar a olhar para o espelho quando fez esse comentário dos vinho.

    Não sei se o senhor se inclui no grupo mas pelos vistos sim, para se sentir tão atingido

  39. A nossa grande diferença, é que, quando eu falo, digo que “alguns de vocês” ou, “na sua grande maioria são”, e o senhor diz coisas do género:
    “ser anti-xenófobo e anti-racista é ser xenófobo anti-americano e racista anti-semita”

    Quanto a essa do ser atingido e ter-me incluído no grupo, não merece resposta, porque se eu o ofender severamente, é certo que merecerei uma resposta da sua parte, e isso não faz com que você seja, o adjectivo que lhe empreguei .

  40. Filipe diz:

    Caro The Studio,
    Eu, já entendi que gosta de distorcer ou de interpretar à sua maneira. Isso está bem patente. Mas sabe que há escritos que só têm uma interpretação. Você, pura e simplesmente, está a distorcer um texto muito claro, porque lhe convém para sustentar a sua opinião. Mas em vez de ir por essa via, opine com argumentos contributivos, e não à custa da distorção do que os outros escrevem. Entende esta grande diferença?! Não. Explico: pode discordar com os meus argumentos, mas não distorça aquilo que escrevo.

    – Escrevi: “…Quantos são os portugueses que estão na faculdade e, em vez, de fazerem o curso em cinco ou seis anos, fazem-no em sete, oito e até dez anos!? Pois, é uma realidade à vista de quem a quer ver. Estes jovens africanos e brasileiros candidataram-se ao ensino superior, em pé de igualdade com os portugueses. Estão lá por mérito próprio“. Ou seja, há estudantes portugueses que concluem os seus cursos em cinco ou seis anos, outros; em sete, oito e até dez anos. Pelo que, estes últimos são estudantes menos aplicados, que estão ocupar vagas a outros estudantes (independentemente de serem portugueses ou não), que pretendem sentar-se na cadeira de uma faculdade, para estudarem afincadamente. Está tudo dentro do contexto.

    – Nas candidaturas ao ensino superior não há vagas especiais para os imigrantes. Os exames são os mesmos. Estão todos em pé de igualdade. De onde é que retirou essa irrealidade? Ou querem substimar a inteligência dos africanos e brasileiros?!

    – Mais: certamente que um africano tem todo a honra e orgulho em sê-
    -lo. Assim como eu tenho em ser português.

    Aproveite o seu estúdio para melhor as suas capacidades de leitura.

  41. Vera diz:

    “Se o movimento nacionalista de Amesterdão (por exemplo) for contra a minha presença nessa mesma cidade é legitimo? ”

    É legítima sim. Os holandeses são os legítimos soberanos na sua terra. Só não seria legítimo no caso de uma europa unida políticamente, a todos os níveis. MAs como não é, por enquanto, a posição nacionalista deles para com qualquer estrangeiro é legítima. A meu ver…

  42. Obrigado por me responder Vera.
    Gosto de tentar conhecer o “vosso” ponto de vista para depois poder criticá-lo.

    Hoje já não vai ser possível, mas prometo continuar o debate amanhã.
    Boas noites.

  43. The Studio diz:

    Caro Mário Lopes:

    Eu não disse que o senhor é Americanófobo nem Anti-Semita. O que lhe digo da minha experiência pessoal aqui na internet e não só, é que 99% das pessoas que se afirmam anti-xenófobas e anti-racistas são precisamente os maiores racistas (anti-semitas) e os maiores xenófobos (odeiam americanos). E essas pessoas têm por hábito apelidar os outros de racistas e xenófobos. Se o senhor não se inclui nesse grupo, ainda bem. Mas certamente sabe que a recente manifestação em frente à embaixada de Israel (onde não faltaram palavras de ódio aos Judeus a Israel e aos EUA) foi promovida pela Rede Anti-Racista.
    Isto é uma simples constatação. E se acaso esteve atento à blogosfera, certamente se apercebeu que não era possível distinguir entre os textos dos neonazis e os das “organizações anti-racistas” no seu ódio anti-semita. Se lhe colocassem dois textos à frente o senhor não saberia qual deles, foi escrito pelo neonazi e qual foi escrito pelo “anti-racista”. Alguns blogs até apresentaram vários textos para comparação.

  44. The Studio diz:

    Filipe,

    Eu logo vi que estava a falar de outra coisa qualquer e não do assunto em causa. As vagas a que nos referimos não são vagas para alunos imigrantes que fazem o secundário em Portugal. São vagas abertas ao abrigo de acordos de cooperação para alunos que vêm de África. O sentido desses acordos é o de formar quadros que posteriormente irão ajudar a desenvolver os seus países. O que se passa é que esses alunos “passam à frente” dos alunos Portugueses mesmo que mais qualificados e depois raramente regressam aos países de origem. E se quer saber, esses alunos por vezes também passam 7, 10 anos para terminar os cursos, não são só os Portugueses.

  45. Filipe diz:

    Caro The Studio,
    Mas quem é que está a falar em vagas para alunos imigrantes que fazem o secundário, em Portugal? Estou a falar de imigrantes que fazem o secundário nos seus países ou noutros. E não existe qualquer diferença. Mais uma vez, você tira ilacções erradas.

    Sabe que existem vários tipos de vistos? Já ouviu falar nisso? Quero acreditar que sim.

    Com efeito (e nunca disse o contrário), os estudantes imigrantes têm de terminar os seus cursos, consoante o visto que têm.

  46. The Studio diz:

    Filipe,

    Nesse caso sim, existem vagas especiais para alunos dos PALOP (do Brasil não sei, nem faz muito sentido visto que o Brasil tem boas universidades). Esses estudantes não se sujeitam ao mesmo processo de candidatura que os alunos Portugueses. Se não sabe isso, informe-se.

  47. Filipe diz:

    – Não, caro The Studio, não existem aquilo a que você chama “vagas especiais” para alunos dos PALOP.

    – “(do Brasil não sei, nem faz muito sentido visto que o Brasil tem boas universidades)…”, escreve você. Então, um imigrante brasileiro não pode estudar em Portugal ou noutro país, pelo facto do Brasil ter boas universidades!? Por favor… Se quiser, explique este seu critério de escolha. Portugal também tem boas universidades e, no entanto, temos jovens e não só a estudar noutros países. É contra?

    – Os estudantes imigrantes candidatam-se ao ensino superior com as mesmas regras que os portugueses. Você, é que se deve informar.

  48. The Studio diz:

    Caro Filipe,
    Deixe-me dizer-lhe o seguinte: Quem não sabe o que diz sempre pode optar por ficar calado. Faria melhor figura. Eu estou na Universidade e conheci vários alunos que entram através dessas vagas que o senhor acha que não existem.

    Mas já agora, esclareça-nos lá como acha que se processa a entrada dos alunos dos PALOP nas universidades Portuguesas. Chegado o final do ano, os alunos do 12º fazem provas nacionais nas suas escolas secundárias e consoante a média que conseguem candidatam-se aos cursos que desejam. E os alunos dos PALOP? Apanham um avião, chegam a uma escola secundária qualquer e dizem que também querem fazer testes sobre a matéria leccionada em Portugal e que se calhar nem sabem qual é? Ou pedem ao MNE que lhes mande uns testes para eles fazerem lá?

  49. Filipe diz:

    Caro The Studio, a mim você não me manda calar. Para além, de lhe recomendar melhoras leituras, interpretações, seja bem educado.

    Se está na Universidade, dispensará com certeza uma lição da minha parte e, é mais uma razão para saber as regras de candidatura dos estudantes imigrantes. Essas vagas “especiais” que você fala não existem. Informe-se. E constatará quem tem razão.

  50. «hoje em dia ser “anti-xenófobo e anti-racista” é ser xenófobo anti-americano e racista anti-semita» Ao dizer isto, e visto que, eu sou “anti-xenófobo e anti-racista” está a incluir-me no grupo de pessoas que são “xenófobas anti-americanos e racistas anti-semitas”.
    Depois há outra coisa que lhe quero dizer.
    Quando escrevo aqui a minha opinião é a MINHA opinião, e não tenho nada a ver com esses supostos 99%, nem tão pouco, com o que a Blogosfera anda por aí a dizer.
    Não sou filiado em nenhum partido, nem defendo ideologias de grupos políticos.
    Por acaso, pelo tipo de princípios que defendo, podem classificar-me como militante de esquerda, mas apenas por coincidência, e não por conveniência política.
    Portanto, sempre que quiserem argumentar comigo, escusam de dirigir os comentários a mim e aos meus. Dirijam-no apenas a mim.

  51. Já leu Pepetela ou José Eduardo Agualusa? São ambos angolanos, e frequentaram o ensino superior português.
    Agora imagine o que se perdia, se assim não o fosse possível.

  52. Desculpe lá, você mistura alhos e bugalhos. Pepetela frequentou a universidade, em Lisboa, entre 1958 e 1961. Desde 1995 que deixou Angola e vive em Portugal. O Agualusa deixou Angola pouco tempo depois da independência e desde então que vive entre Portugal e o Brasil. Entrou na faculdade (Agronomia, julgo eu…) na qualidade de cidadão português.Ambos são brancos, descendentes de portugueses e têm ambos a nacionalidade portuguesa.
    A isto, chama-se um tiro ao lado…

  53. Nota: Agualusa frequentou a universidade em Lisboa já depois de ter saído de Angola, onde passou uns tempos na prisão, como elemento da OCA… Mas inscreveu-se como cidadão português….

  54. Não misturo alhos e bugalhos.
    Simplesmente para mim, à priori e independentemente da cor da pele e da descendência, Pepetela e Agualusa são Angolanos.
    Simplesmente não dou tanto valor à percepção que os meus cones oculares têm do tom de pele das pessoas, e por isso, peço desculpa.

  55. Eu não sou racista mas prefiro pessoas assumidas do que os filantropos ant-racistas do politicamente correcto que criticam a sinceridade e na verdade são um bando de xenófobos e racistas da pior espécie. Em Portugal a maioria das pessoas são racistas embora finjam não o ser é por isso que em Portugal existe o pior tipo de racismo o que marginaliza os outro fazendo-os de coitadinhos ao mesmo tempo que lhes tira qualquer chance de integração na sociedade tratando-os simplesmente como iguais.

  56. Eu não sou racista mas prefiro pessoas assumidas do que os filantropos ant-racistas do politicamente correcto que criticam a sinceridade e na verdade são um bando de xenófobos e racistas da pior espécie. Em Portugal a maioria das pessoas são racistas embora finjam não o ser é por isso que em Portugal existe o pior tipo de racismo o que marginaliza os outro fazendo-os de coitadinhos ao mesmo tempo que lhes tira qualquer chance de integração na sociedade que ocorreria tratando-os simplesmente como pessoas normais que devem estar sujeitas às mesmas regras.

  57. Filipe diz:

    Caro The Studio,
    O seu comentário 49, diz: “Caro Filipe, Deixe-me dizer-lhe o seguinte: Quem não sabe o que diz sempre pode optar por ficar calado. Faria melhor figura…”. Desta forma, o que escreve no seu comentário 52: “Caro Filipe,
    Eu não mando calar ninguém!…”, é no mínimo contraditório.

    Se se quiser esclarecer consulte, nomeadamente:

    http://www.portugal.gov.pt/Portal/PT/

    http://www.fl.uc.pt/acesso_infor/inf_alun_lic.htm. Ou, dirija-se pessoalmente, por exemplo, ao Ministério da Educação. Não confunda atribuição de Bolsas de Estudo com acesso ao Ensino superior. Estamos conversados.

  58. Filipe diz:

    Caro The Studio,
    No seu comentário 49: “Caro Filipe,
    Deixe-me dizer-lhe o seguinte: Quem não sabe o que diz sempre pode optar por ficar calado. Faria melhor figura…”. Desta forma, o que escreve no seu comentário 52: “Caro Filipe,
    Eu não mando calar ninguém!…”, é no mínimo contraditório.

    Se se quiser esclarecer consulte, nomeadamente:

    http://www.portugal.gov.pt/Portal/PT/

    http://www.fl.uc.pt/acesso_infor/inf_alun_lic.htm. Ou, dirija-se pessoalmente, por exemplo, ao Ministério da Educação. Não confunda atribuição de Bolsas de Estudo com acesso ao Ensino superior. Estamos conversados.

  59. Mancha diz:

    joao é por isso que mesmo nos paises que fazem esforços e gastam milhoes (porque os tem, portugal é um pais pobre) na sua integraçao, os imigrantes continuam a fazer-se de coitadinhos, vivem mal, precisam de ajuda, senten-se marginalizados, revoltam-se, destroem, assaltam, violam, etc, etc..

    os irlandeses esses sim é que foram altamente marginalizados pelos ingleses quando chegaram a nova iorque e mesmo assim em poucos anos a maioria ja estava a viver bem. Deram a volta, trabalharam, juntaram dinheiro, investiram e deram a volta pois sao mais inteligentes que essa cambada de gente europeia que tu tanto defendes.

    Os irlandeses foram muito mais discriminados e mal tratados que os imigrantes europeus actuais e nao aconteceu nada parecido com a actualidade, os irlandeses rapidamente ficaram a viver bem, nao se andavam a queixar feito parvos, feito coitadinhos e incapazes como os africanos que ja vivem ha imensos anos na america ainda fazem ou como os imigrantes da europa fazem.

    Ganha mas é juizo Joao Vasco e ve o problema com olhos.
    Isto trata-se claramente das diferenças raciais, umas raças sao mais inteligentes e mais capazes em certos assuntos e outras nao.

    Pretos bem na vida? é quase tudo à custa do desporto ou da musica de merda que fazem

  60. Meu caro Mário Lopes, Pepepetela e Agualusa são angolanos ou portugueses conforme lhes dá jeito… Pepetela arrependeu-se de ter sido o primeiro branco a matar brancos, na guerra colonial, e veio viver para Portugal, pouco satisfeito com a independência que ajudou a “construir”.
    Agualusa, que era um puto de 14 aninhos no 25 de Abril, armou-se em malandro depois da independência, passou uns meses na prisão, meteu o rabinho entre as pernas e veio armar-se em exilado político para Portugal.
    Um e outro optaram pela estabilidade financeira e social em Portugal, depois de terem contribuído para a destruir, em Angola. Com angolanos destes, bem lixado está aquele país…

  61. Pêlo Emriste diz:

    BUAHAHAHAHHH!!! É a melhor piada que li nos últimos.

    «A única cultura que me interessa defender, é a minha. Quanto às outras culturas, não tenho nenhum interesse em que acabem, mas não me preocupo especialmente em defendê-las nos!!!»

    yeah… Depois chega-se á conclusão que todas as culturas são iguais porque todas pensam assim…

    Vamos lá brincar á festa tribal!

    FESTA TRIBAL!
    MATA E COME O INIMIGO!
    QUE ELE ESPERA FAZER-TE O MESMO…

  62. Felipe diz:

    ……..

  63. filipe diz:

    Caro the studio… vejo tens a calar agora….
    ficou provado que estais a se enganar no que diz…. nao sabes o que fala…

  64. bom dia a todos estâô vendocomo ainda vamos abem nos lembrar de salazar,viviamos na miséria mas ele também nâô é como agora,uma coisa carros de policia ,gnr ser controlado o carburante aproximativamente com a kilometragem,carros militares etc,sabem vocés que ha em portugal bases aérias de aonde saem bons,taloês de gasolina vendidos a gente publica a metade pre^ço,claro isto falando de 1970,se nessa época isso existia como sera agora,,o facto de ter um automovel de funçaô naô dà o direito a ir às compras ou de ferias com ele,se alguns dirâo que naô sei o que digo entâô digam melhor até sempre

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