Dois mentecaptos trocam impressões sobre as semelhanças entre a Damaia e Auschwitz

pedro_costa_cannes.jpg

Hesito sobre quem colocar em primeiro lugar, se o jornalista Óscar Faria, se o cineasta Pedro Costa. Qual deles será mais mentecapto? É difícil chegar a uma conclusão. Que partilhem este pódium, ex-aequo. Pedro Costa é um representante daquilo que eu classifico como os “cineastas do esgoto”, especialistas em filmar imersos na imundície da sociedade, como se nada mais existisse. Óscar Faria será, aparentemente, jornalista do Público e tece loas a Pedro Costa e ao seu génio, na edição de hoje do panfleto de Esquerda melhor disfarçado de jornal, a propósito do último “filme” (?) do dito cineasta, “Juventude em Marcha”.

A dada altura, Óscar Faria afirma, naquilo que se supõe ser uma pergunta da entrevista que faz a Pedro Costa: “Ventura (*) lembra um dos prisioneiros de Auschwitz, com aquela camisa listada…”

E Pedro Costa responde: “Nunca tinha pensado nisso. A camisa que arranjámos parecia-nos dos anos 70, mas lembro que, em “Casa de Lava”, filmei o nosso próprio campo de concentração, o Tarrafal. Por vezes, sinto que não é assim tão diferente a tortura, o castigo, a sentença de morte numa barraca da Damaia ou em Auschwitz.”

(*) Nota: Ventura é um dos personagens do “filme” (?) “Juventude em Marcha”, de Pedro Costa.

54 Responses to Dois mentecaptos trocam impressões sobre as semelhanças entre a Damaia e Auschwitz

  1. The Studio diz:

    Trata-se do chamado “jornalismo de causas”, em que o “jornalista” faz campanha política disfarçada de notícias. Quanto à comparação da Damaia com Auschwitz é um rasgo de genialidade. Penso que o governo deveria apoiar estas gentes da Damaia oferecendo bilhete da avião só de ida para todos eles.

  2. Vera diz:

    AHAHAHAH uma morte na Damaia ou em Aschwitz..

  3. O que me dá asco é que se Portugal é tão bera, a Damaia tão má para viver, porque é que estes parasitas não arrumam a tralha e não se metem no primeiro voo para a terra deles, afinal ali devem sentir-se no paraíso.

  4. Paulo diz:

    A diferença é que em Auschwitz as criancinhas não tinham escolas muito bem equipadas para destruir e os residentes não viviam à custa do tráfico de armas, de passar droga ou de fundos sociais pagos pelo Estado.

  5. o leitor assíduo diz:

    Meu caro Paulo, “tirou-me” as palavras da boca….
    Essa gentalha fala tanta patetice a proposito de Auschwitz e do Tarrafal que vê-se logo que nem sabem do que falam…..começam logo com o ridiculo de meterem os dois no mm saco.
    Haja mais “mákinas zero” para abrir os olhos ás novas gerações…mas não se deixarem levar por estas ideologias nojentas!

  6. Concordo absolutmente Leitor Assíduo, é imperioso que as novas gerações não se deixem levar por essas ideologias nojentas, como o multiculturalismo, o esquerdismo patológico, o humanitarismo hipócrita e demais dejectos em forma de ideias.

  7. Vera diz:

    O Paulo sobe salientar bem as diferenças!

  8. Pedro diz:

    Artigo do expresso Hospital Amadora-Sintra, mais de 40% dos partos são de imigrantes. é o caos étnico a instalar-se para grande satisfação dos fanáticos do multiculturalismo. Devem estar muito contentes pela crescente massa de desenraizados e seus descendentes naquele gueto afro-tropicalista por coincidência uma das regiões mais degradadas de Portugal.

  9. Vera diz:

    Viram a reportagem sobre a família cigana que acabou de dar agora no telejornal da sic?

  10. Paulo diz:

    Eu vi, Vera. Deviam dar mais reportagens daquelas, para ver se as pessoas abrem os olhos de uma vez por todas. Uma amiga minha ligou-me logo a seguir e disse: “Realmente agora percebo-te… vocês têm razão. Se eu fosse cigana ou africana davam-me tudo e era uma coitadinha da sociedade, como sou portuguesa e licenciada, nem nos centros comerciais me querem”. Fim de citação!

  11. HH diz:

    que falaram na reportagem da sic????

  12. Alguém acha que se devia acabar com os subsídios ao cinema em Portugal?

  13. Carolina diz:

    Caro João Vasco, é certo que a sua pergunta é isso mesmo, uma pergunta. Mas não deixa de surpreender pela negativa. Porquê colocar tal questão!?
    Olhe, mas aqui fica a minha resposta, com uma pergunta? Acha que a Cultura Potuguesa está assim tão bem encaminhada, que se justifique acabar com os subsídios cinematográficos, em Portugal?

  14. Cara Carolina, por isso mesmo é que deviam acabar com os subsídios. Os subsídios penalizam a cultura. Os realizadores de cinema, e não só, seriam obrigados a procurar patrocinios e a realizar filmes decentes que o público deseja ver. Posso lhe pôr também a questão de outra maneira, acha bem que umas pessoas se matem a trabalhar para que outros, que não têm qualquer incapacidade, possam viver à custa do Estado para fazer o que bem lhes apetece? Eu não.

  15. Vera diz:

    “Eu vi, Vera. Deviam dar mais reportagens daquelas, para ver se as pessoas abrem os olhos de uma vez por todas. Uma amiga minha ligou-me logo a seguir e disse: “Realmente agora percebo-te… vocês têm razão. Se eu fosse cigana ou africana davam-me tudo e era uma coitadinha da sociedade, como sou portuguesa e licenciada, nem nos centros comerciais me querem”. Fim de citação! ”

    Exacto. E quem diz licenciado diz mestrado ou doutorado. Eu quando ouvi aquela parte dos subsídios…até doeu…

    “que falaram na reportagem da sic???? ”

    Sobre uma família cigana que já tinham entrevistado há uns 8 anos e agora voltaram a entrevistar para ver se tinham evoluído ou continuavam na mesma, ou pior..
    Há 8 anos os miúdos desse acampamento cigano, na altura com idades à volta dos 7 (rapariga) e os rapazes acho que tinham à volta de 12. Agora, os rapazes já têm à volta de 20 anos, um chegou a fazer a 2ª classe e o outro a 4ª se não em engano (não puderam continuar na escola porque já tinham mais de 15 anos); enquanto a rapariga acabou a 4ª classe mas como mulher cigana não podia continuar a estudar, casando-se aos 13 anos com um homem de 20.
    Depois, as crianças de há 8 anos foram casando, etc e tal, o acampamento deles às vezes serve de acolhimento para ciganos que vêm de fora e… o nº de pessoas a viver naquele acampamento já triplicou. triplicou e..ninguém trabalha. Uns tiraram cursos porque foram obrigados pela câmara, estão inscritos no centro de emprego mas nng os chama, as mulheres mal sabem escrever, assim como os homens..enfim, é complicado.
    DE qualquer forma, a parte final da entrevista mostrou bem a filosofia de vida daquela gente: os homens não trabalham, as mulheres fazem de domésticas, passam todos o dia a jogar às cartas e a fumar…e vivem do dinheiro do Estado. Um deles recebia 740€ (!!!) por mês para sustentar tb a mulher e os 4 filhos. Dizia que não queria trabalhar porque em qq emprego receberia menos que 740€…e que gosta daquele estilo de vida (aquilo que nós conhecemos por não fazer a ponta dum corno) e portanto nem está interessado em arranjar emprego.

    Conclusão da reportagem: a família só deixou de viver em barracas de madeira para viver em barracas de tijolos, continuam a viver às custas do Estado e…a reclamar por caixotes do lixo ao Sr presidente da câmara que dizem não ter cumprido as suas promessas…

    A minha conclusão: Se és cigano pede ao Estado, se és branco pede à banca.

  16. Vera diz:

    “Alguém acha que se devia acabar com os subsídios ao cinema em Portugal? ”

    Depende do que vão subsidiar.

  17. Pedro diz:

    Olhe, mas aqui fica a minha resposta, com uma pergunta? Acha que a Cultura Potuguesa está assim tão bem encaminhada, que se justifique acabar com os subsídios cinematográficos, em Portugal?

    Comentário por Carolina — Novembro 26, 2006 @ 12:57 pm
    É isto um fanático do multiculturalismo.

    Um subsidíodependente, um dependente do Estado, da máquina estatal, um inimigo da iniciativa privada, do génio Humano, da capacidade de empreender ao serviço da comunidade, um limitado, em suma, um comuna que vê nas massas de gente que vem de outras culturas com outros modos de vida e não se integram, como mais carne para canhão para poderem explorar as suas teorias, as suas workshops de tolerância e integração. Isto é gente que não quer enfrentar a realidade, é gente alienada, é gente inútil.

  18. Mancha diz:

    Olhe, mas aqui fica a minha resposta, com uma pergunta? Acha que a Cultura Potuguesa está assim tão bem encaminhada, que se justifique acabar com os subsídios cinematográficos, em Portugal?”

    E aqui fica a minha pergunta. Achas que é alguma mais valia patrocinar filmes desses que nao contribuem em nada, rigorosamente nada para a cultura portuguesa?

    Se fossem fazer um filme histórico, documentario, ou mesmo um filme com um minimo de cultura e que falasse acerca de Portugal ainda va la.
    Agora fazer um filme de pretalhada, a viver em bairros e queixar-se do branco e que vivem mal, etc, etc nao contribui rigorosamente nada mas mesmo nada para a cultura portuguesa.
    contribui é para a cultura afro-europeia e africana.

  19. Carolina diz:

    Caro João Vasco,

    Não, os subsídios não penalizam a cultura. Se a cultura está como está, imagine sem subsídios do Estado. Quem é que lhe disse que os realizadores não procuram patrocínios?
    Qualquer realizador quando faz um filme, fá-lo desejando que o público o vá ver. Isto parece-me óbvio! “…realizar filmes decentes que o público deseja ver…”, disse o cara João Vasco. O que para si é um filme decente, para mim pode não ser. É subjectivo. Dou-lhe como exemplo “O Crime do Padre Amaro”. Filme que teve quase 400 mil espectadores. É um bom filme!? Para mim, não é. Daria no mínimo uma boa série, como mais tarde a SIC fez.
    Os realizadores não vivem à custa do Estado. Muitos fazem investimentos. Não sei é se sabe quanto custa realizar um filme. E claro, depende do tipo de filme. Por exemplo, um filme de época é muito mais caro. Os realizadores não fazem aquilo que lhes apetece. Você sabe quantos não os realizadores ouvem!?

  20. Vera diz:

    “Dou-lhe como exemplo “O Crime do Padre Amaro”. Filme que teve quase 400 mil espectadores. É um bom filme!? Para mim, não é. ”

    O Eça até deve ter chorado de raiva na sepultura…

  21. Carolina diz:

    Escreve o caro Pedro, comentando o meu comentário nr.14.
    “É isto um fanático do multiculturalismo.
    Um subsidíodependente, um dependente do Estado, da máquina estatal, um inimigo da iniciativa privada, do génio Humano, da capacidade de empreender ao serviço da comunidade, um limitado, em suma, um comuna que vê nas massas de gente que vem de outras culturas com outros modos de vida e não se integram, como mais carne para canhão para poderem explorar as suas teorias, as suas workshops de tolerância e integração. Isto é gente que não quer enfrentar a realidade, é gente alienada, é gente inútil”.
    Meu Caro, não se trata de os realizadores serem dependentes do Estado. O que acontece é que ainda são poucos os privados que patrocinam a Cultura. Ainda não existe uma mentalidade aberta nesse sentido. Seja você tão comuna como eu! Quanto ao resto do seu comentário: “…que vê nas massas de gente que vem de outras culturas com outros modos de vida e não se integram, como mais carne para canhão para poderem explorar as suas teorias, as suas workshops de tolerância e integração. Isto é gente que não quer enfrentar a realidade, é gente alienada, é gente inútil. Sabe o que lhe digo, não me merece qualquer resposta. A não ser dizer-lhe que a sua conversa é sempre a mesma. Cá para mim, você é que deve ser um dependente do Estado e vive à custa de todos nós. Só pode. Tanta é a sua raiva “mascarada“… Passe bem. Tenha um Bom Natal e Bom 2007!

  22. Carolina diz:

    Caro(a) Mancha,
    Remeto-o(a) para o meu comentário nr.20. Leia, se quiser.
    Você, sabe quantos realizadores gostariam de fazer filmes de época, que retratam Portugal!? Não deve saber. São muitos, quase todos! Só que esses filmes são muito mais caros. E o Estado não os subsidia. Quanto aos patrocínios de particulares, também já aqui falei. São muito poucos (quase nenhuns, que investem na Cultura).

  23. Carolina diz:

    Cara Vera,

    Ao que eu me refiro, como é evidente, é à a adaptação do abra de Eça de Queiroz ao filme. Mas podia não gostar desta obra, mas gosto. Fale com profissionais do meio, e logo vê o que lhe respondem. Inclusivamente, alguns dos actores que participaram no filme.
    Daria um óptimo filme de época, essa é que é a verdade. Seria era um filme muito mais caro. Mas está no seu direito de ter gostado, claro!

  24. Filipe diz:

    Claro que o filme (não a obra) “O Crime do Padre Amaro” não é um bom filme, cinematograficamente falando. Concordo consigo, cara Carolina.
    E, também, tem toda a razão, quando diz que profissionais do meio têm a mesma opinião. Sei disso e sei do que fala. Na realidade, a adesão a tal filme, deveu-se em grande parte ao “boom” de Soraia Chaves (que como primeira experiência como actriz nem esteve mal). Mais, o filme tem cenas de sexo “escaldantes”. E isso, como todos sabemos, vende e muito. Sem dúvida que, a obra “O Crime do Padre Amaro” daria um bom filme de época. Mas como a Carolina, também já referiu, isso encarece e muito.

  25. Vera diz:

    “Mas está no seu direito de ter gostado, claro! ”

    Hm? Eu detestei!!!! Pegar numa obra do Eça para fazer um filme daqueles…quase que mete nojo. O filme faz perder toda a arte da obra.. Aquele ambiente de bairro social, aquele hiphop…uma obra de um dos mais prestigiados escritores de Portugal tornada naquilo… Parece-me, no mínimo, de mto mau gosto.
    E que se diga a verdade: aquele filme teve audiência por causa de certas cenas, não pela qualidade cinematográfica..

  26. Pedro diz:

    A não ser dizer-lhe que a sua conversa é sempre a mesma. Comentário por Carolina — Novembro 26, 2006 @ 7:54 pm

    Eu apenas ponho em evidencia os aspectos que são constantes no seu discurso, os seus sintomas de aversão à realidade e a sua tendência para recorrer ao Estado, aos subsídios, e demais complacências externas para minorar os efeitos resultantes dos alheamentos, seja no tema da imigração, seja em produzir filmes que não interessam a ninguém e são feitos apenas porque são subsidiados:

    Meu Caro, não se trata de os realizadores serem dependentes do Estado. O que acontece é que ainda são poucos os privados que patrocinam a Cultura. Ainda não existe uma mentalidade aberta nesse sentido. Comentário por Carolina — Novembro 26, 2006 @ 7:54 pm

    Pois cá está, eles são patrocínios, eles são subsídios, a sua raiva ao mercado é sempre a mesma, a realizar, a produzir aquilo que realmente é apelativo ao mercado, à realidade, é incontornável no seu discurso, a si e a muitos desses teóricos do multiculturalismo.

    Para empreender não são necessários subsídios ou patrocínios, ou é exequível economicamente e financeiramente ou não é, ou é apelativo para os mercados ou não é, isso de depender de um complacências externas, seja de um mecenas, ou ser escravo dos lobbies e máquinas estatais da concessão de subsídios,cheira mesmo a converseta de alguém que precisa sempre da bengala, do apoio, e consequentemente estar mais dependente de certas “agendas” e do consentimento de certas ” ideais” de certos “grupos de elite ” imporem as suas vontades, as suas utopias, ao público.

    O facto de eu evidenciar que as elites que dominam os media, cultura, as Universidades, e o political establishement estão desfasadas da realidade e da opinião publica é que lhe provoca a si toda essa raiva.

    Muitos esquerdistas viraram-se para o multiculturalismo após o colapso da União Soviética, funcionando este como um substituto para o anti capitalismo e não como uma extensão natural desse sentimento anti capitalista, funcionando o multiculturalismo como uma plataforma ideológica na qual a esquerda pode reivindicar o acesso ao poder é a mais pujante da ideologia de esquerda.

    Nas sociedades do ex pacto de varsóvia e restantes regimes comunistas o público era constantemente bombardeado com doutrinação ideológica por via dos media, a permanente lavagem cerebral a que têm de submeter o público, as audiências, os cidadãos para demonstrar que a ideologia dominante é a benevolente, a correcta, a justa, a iluminada, é um bom indicador que o inverso é verdade. A este mecanismo instituído pelas elites soma-se o sistema tácito que vigora, humilhando, perseguindo, ostracizando, aqueles inconformados que não seguem as directivas do politicamente correcto do establishement, i.e multiculturalismo, as perseguições publicas a censura, eg. rotulando de fascista ( por exemplo os Heróis do Mar eram um grupo musical fascista vá-se lá saber porquê) todos aqueles que não se submetem à ideologia oficial.
    Implica que o Estado e demais grupos de interesses controle, regule e envolva-se em todos os sectores da sociedade deixando de lado o lugar à iniciativa privada é liberdade expressão à capacidade de empreender ao serviço da comunidade, do mercado, em detrimento das agendas e vontades de certos grupos de interesses. Note-se aqui a consonância com as novas leis que regulamentam a liberdade de expressão, atitudes e comportamentos nas tais de sociedades multiculturais que inclui reescrever a história dos paises antigas potências coloniais( a benevolência do Islão em oposião à maldade e brutalidade das cruzadas, a exploração do negro pelo branco, o sentimento de culpa eterno do Homem Branco) a impossibilidade sequer de debater estes assuntos, é um facto consumado e já está, não se designa a raça porque é discriminação e racismo, não se discute amplamente os crimes das minorias étnicas porque isso apenas alimenta mais o racismo por parte dessas mesmas minorias étnicas, verifica-se uma alteração da natureza das Instituições, eg o Estado a financiar filmes….. é fácil de perceber a orientação do funcionamento dos Estados dos países Europeus na direcção totalitária para suportar a nova coluna vertebral do Estado, ie o multiculturalismo, tudo desejado e estimulado por certos grupos. As mesmas organizações e as mesmas individualidades que suportavam o comunismo são as mesmas que agora suportam o multiculturalismo adoptando o mesmo modus operandi, agora sob a capa da diversidade, do anti racismo, a essência essa é a mesma.
    Os pseudo intelectuais boémios nos media, nas universidades querem abalar as fundações das nossas sociedade e substitui-las por outra coisa qualquer.
    É óbvio que estes grupos não conseguem ter sucesso na implementação das suas agendas se houver uma forte resistência popular, daí esta lavagem cerebral pelo sistema instituído vendendo o multiculturalismo, se dependesse da vontade popular, dos consumidores do publico alvo, do mercado estes filmes etno-suicidários auto humilhantes para os trabalhadores portugueses esforçados, dignos e honrados, que apenas pretendem abalar a auto confiança do povo português nunca sairiam das mentes alienadas desta gente, dependem dos subsídios dos patrocínios, não dos bilhetes vendidos no mercado.

    Logo, se calhar, é comunista e não sabe, ou então não está ser honesta connosco, e a sua raiva a quem ataca o Estado, que é muito mais nosso do que desses grupos elitistas alienados, está assim justificada.

  27. Carolina diz:

    Cara Vera, pensei que tinha gostado do filme “O Crime do Padre Amaro”, (estava no seu direito), mas vejo que também não gostou. Eça de Queiroz deve ter achado “um crime” o que fizeram com a sua obra.

  28. Carolina diz:

    Caro Pedro,

    Deste seu discurso pseudo-
    -intelectual e pseudo bem elaborado, apenas me merece dizer o seguinte:

    Quem é utópico e irrealista é você.
    Não tenho qualquer tendência para recorrer ao Estado. ESTAMOS A FALAR DE CINEMA, CULTURA. Não generalize. É notória, a sua tendência para se apoiar em qualquer cabide, para misturar tudo. E ainda, com a desvantagem de pensar que está a ser ESPERTO, de modo a defender a sua visão da realidade. Mais, nunca disse que o Estado devia subsidiar todos os filmes portugueses. Bem pelo contrário (aliás, não patrocina), o Estado devia ser o primeiro a educar o público quanto à Cultura. Mas, mais facilmente um filme que não é tão caro, em termos de meios, guarda-roupa, cenários, deslocações… é patrocionado pelo Estado. Infelizmente!
    Comunista deve ser você, que só defende utopias.
    A sua sabedoria do meio artístico, cinema… Enfim, de Cultura é: NENHUMA.
    Sem mais. Passe Bem.

  29. Pedro diz:

    Pois… mas também no tema da imigração o ónus da integração recai sobre o Estado. A máquina estatal ao dispor dos seus protegidos:- as massas de imigrantes que não se integram, servindo de plataforma para a implementação de politicas multiculturais e de integração de imigrantes e seus descendentes.

    o Estado devia ser o primeiro a educar o público quanto à Cultura.
    Comentário por Carolina — Novembro 27, 2006 @ 2:53 am

    O que é exactamente o mesmo que financiar filmes que ninguém vê, alimentando lobbies pseudo culturais.

    Este ano, por falta de verbas, não se vai realizar a festa da música no CCB, evento que atraia milhares de jovens. No entanto filmezecos que ninguém vê, nem interessam a ninguém, produzidos para alimentar estes vícios de lobbies de pseudo-intelectuais continuam a ser produzidos uns quantos.
    Por favor…

  30. Carolina diz:

    Caro Pedro,

    De uma vez por todas, não se baralhe e não tente distorcer o que os outros escrevem. Concentre-
    -se num tema.

    “…O que é exactamente o mesmo que financiar filmes que ninguém vê, alimentando lobbies pseudo culturais…”, escreveu Pedro para comentar uma frase minha no comentário nr.º 29, que foi a seguinte: “… o Estado devia ser o primeiro a educar o público quanto à Cultura…”. Meu caro, leia tudo o que as pessoas escrevem. Mais palavras para quê…!? Da minha parte, não. Obrigada. É bom trocar ideias com pessoas, mas quando estas distorcem o que os outros dizem… NÃO.

  31. Vera diz:

    “Eça de Queiroz deve ter achado “um crime” o que fizeram com a sua obra. ”

    Exacto..daí até ter “chorado de raiva na sepultura” visto que não podia fzer nada para proibir aquela desgraça…

  32. Carolina diz:

    Pois é, Vera. Esperemos por melhores adaptações de grandes escritores portugueses, para filmes.

  33. Cá para mim, acho que deviam acabar com o cinema português. Aliás, eu até acho que nem existe cinema português. Há dois ou três cavalheiros que andam com umas câmaras de filmar de um lado para o outro e, no final, alegam terem feito filmes. Duvido.

  34. Carolina diz:

    Está a falar a sério, caro MZ?

  35. Cara Carolina, reflectindo bem, estou a falar a sério, mas no que toca ao cinema subsidiado. O subsídio, na minha opinião, destina-se a premiar o que já seu provas de ser bom… Querem fazer filmes? Passem fome, como os pintores e poetas de antanho. A dificuldade aguça o engenho. Comecem por fazer anúncios publicitários, que é uma óptima escola de cinema. Quem não consegue dar uma mensagem convincente em 10 segundos, não vai fazê-lo em duas horas…

  36. Carolina diz:

    Caro MZ, Estas suas linhas bem trabalhadas, poderiam dar um guião de um filme: “Cá para mim, acho que deviam acabar com o cinema português. Aliás, eu até acho que nem existe cinema português. Há dois ou três cavalheiros que andam com umas câmaras de filmar de um lado para o outro e, no final, alegam terem feito filmes. Duvido”.
    Quase todos os realizadores de cinema realizam anúncios publicitários, dão formações, aulas.

  37. Vera diz:

    “agarrem-se a meia duzia de granadas e rebenetem convosco!”

    Amigo… esses não são os nazis..são os muçulmanos!

  38. Pedro diz:

    Desde quando é que esta propaganda é “educar o público quanto à cultura”? Porque têm que chamar alguma coisa a este investimento massivo para fazerem a lavagem cerebral aos portugueses para que estes aceitem o multiculturalismo e estes filmes etno-suicidários, humilhantes para todos os trabalhadores portugueses esforçados e honrados, com o objectivo de abalar a auto confiança do povo português e criar complexos de culpa.

    Não consegue mesmo entender, ou está distorcer que se há dinheiros públicos para esta propaganda pro multiculturalismo faltam para aquilo que realmente interessa, como o exemplo que eu avancei, certamente que outros exemplos podem facilmente ser incluídos na lista de projectos que poderiam ser implementados mas por falta de verbas e vontades politicas em nome do politicamente correcto não avançam. No entanto, para estas e outras acções de propaganda ofensivas a Portugal, para impingirem o multiculturalismo disfarçado de cultura, não faltam nem verbas nem meios para a sua promoção.

  39. seus filhos da puta nazis! agarrem-se a meia duzia de granadas e rebenetem convosco! são uma vergonha para mim!morram!

    Comentário por anti skins — Novembro 27, 2006 @ 6:14 pm

    Será este um dos 4 indivíduos (3 desgraçados e um imbecil) da fotografia? Ou o propagandista Óscar Faria?

  40. Meu caro anti skins, vá arrotar para outra freguesia…

  41. Carolina diz:

    Caro Pedro, lá está você a utilizar uma frase minha: “…educar o público quanto à Cultura…” (vide meu comentário 29) e a distorcê-la. Quem é que está a fazer propaganda seja para o que for!? Já lhe desejei Bom Natal e Bom 2007! Passe bem.

  42. Pedro diz:

    A iniciativa em associar a concessão de subsídios a filmes, às responsabilidades do Estado na educação para a cultura foi da sua parte não da minha. Mas depois de ler algumas linhas sobre como os

    indefectíveis defensores do multiculturalismo, do politicamente correcto, recorrem a estes

    mecanismos para a lavagem cerebral, agora chama-lhe distorção.Imagine-se se estes temas fossem

    amplamente debatidos na praça pública. Como se estes, e outros, processos de lavagem cerebral para
    a imposição do multiculturalismo e politicamente correcto com a cobertura do Estado, não fossem do
    seu agrado.

  43. Carolina diz:

    Caro Pedro, releia, nomeadamente, os meus comentários nrs. 29 e 31. Você tem direito a ter e defender a sua opinião, que como é evidente, não tem de ser igual à minha. NÃO TEM É O DIREITO DE DETURPAR AQUILO QUE OS OUTROS ESCREVEM.
    Acho que uma mão já não chega para contar as vezes que o caro Pedro, recorre à expressão “politicamente correcto”. Você está a ser exaustivamente incorrecto. Essa é que é essa. Tenha um Bom Natal e um bom Ano Novo, repleto de “politicamente correcto”, “socialmente correcto” e de tudo o mais “correcto” que desejar!

  44. tá panha tá mata diz:

    A mi qi stá trabadja na Portugal dos Pequeninos. Amí cae cambuta cima bo. Amí qui stá representa portugal lá na terra di bu primo hitler . Ami stá mata todo arguém qui stá flá quel cuso. Biba portugal.

  45. Anónimo diz:

    «A mi qi stá trabadja na Portugal dos Pequeninos. Amí cae cambuta cima bo. Amí qui stá representa portugal lá na terra di bu primo hitler . Ami stá mata todo arguém qui stá flá quel cuso. Biba portugal.»

    Desculpem. Gostava de comentar, mas não compreendo o pretoguês, o cabo-verdiano ou a gerigonça que for.

  46. Antonio mMrcelo diz:

    Já percebo. Os revisionistas neo-nazis negam a existência de Auschwitz e os tolos anti-racistas negam a existência do arrastão. A imprensa mentiu, as testemunhas e vítimas mentiram, a polícia também mentiu, e os únicos em dizer a verdade são esses «tolerantes» anti-racistas e esquerdistas, que como já é sabido, nunca mentem.

    Os assaltantes dos comboios da linha de Estoril também não eram pretos, mas nazis brancos com a cara tingida.

    Estaline morreu, mas quantos discípulos ficaram!

  47. Vera diz:

    Lol..É provocação. Deve estar à espera que fique tudo do avesso por ele falar macaquês..digo..crioulo.

  48. Anónimo diz:

    ami ka tá desculpam.A bo é bimbo propre. A bo cae inocenti

  49. Vera diz:

    “Já percebo. Os revisionistas neo-nazis negam a existência de Auschwitz e os tolos anti-racistas negam a existência do arrastão.”

    AHAHAAH! Essa foi bem dita!

  50. Antonio Marcelo diz:

    Os arrastadores e assaltantes de comboios não eram delinquentes comuns, mas membros da Mocidade Pretoguesa.

  51. Vera diz:

    Como disse um conhecido meu “A culpa não foi deles..iam todos a fugir de 2 negros que começaram à pancada e de repente os telemóveis começaram-se a colar aos chinelos…”.

  52. maria diz:

    eu, desculpem o mau jeito, gostei do filme!!!! gostei da história, goatei da fotografia, gostei de tudo, nem percebo porque tañta zanga com o filme, posso dar um conselho?
    calma !

  53. Vera diz:

    O que é que a calma tem a ver com a crítica ao filme? lol
    Uns gostaram outros não..é natural.

Deixe uma Resposta

Preencha os seus detalhes abaixo ou clique num ícone para iniciar sessão:

Logótipo da WordPress.com

Está a comentar usando a sua conta WordPress.com Terminar Sessão / Alterar )

Imagem do Twitter

Está a comentar usando a sua conta Twitter Terminar Sessão / Alterar )

Facebook photo

Está a comentar usando a sua conta Facebook Terminar Sessão / Alterar )

Google+ photo

Está a comentar usando a sua conta Google+ Terminar Sessão / Alterar )

Connecting to %s

%d bloggers like this: