Descubra a diferença

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9 Responses to Descubra a diferença

  1. Ora bem, o MZ é “típico Português opressor fascista racista xenófobo neo-nazi de extrema-direita” e o Mantorras é um “excluído*, vítima de racismo, de séculos de exploração, do racismo dos Portugueses, de uma comunicação social racista, de adeptos racistas, de tascas racistas, etc., etc.,” etc…
    Portugal já começa a ter a ridícula hipersensibilidade dos Americanos nestas questões. Mas pronto, temos este caso e o a queixa do SOS Racismo (anti-branco, claro está) contra o FC Porto, por ter escrito num comunicado que “um Grego” fez uma entrada perigosa sobre um jogador do Benfica. Temos uma inovação, desta vez foi racismo de brancos contra brancos. E esta, hein?

    * – Da equipa do Benfica. Não joga e depois vem fazer figuras destas para a comunicação social.

  2. Antonio Marcelo diz:

    As organizações anti-racistas buscam implantar a censura de imprensa e esconder a origem étnica das pessoas envolvidas em qualquer acontecimento. A finalidade é ocultar as verdadeiras consequências da imigração na vida dos países, e semear a confusão.

    Isto pode gerar muitos problemas. Os cidadãos romenos que vivem em Espanha não gostam do qualificativo de «romenos» para os ciganos dessa nacionalidade que vivem da mendicidade e latrocínios.

    Outra vez foram publicadas notícias totalmente tendenciosas e falsas. Era preciso ler outros jornais ou a “letra pequena” para perceber o engano. Exemplos:

    «Cidadãos de origem portuguesa e discriminados e rejeitados pela população numa povoação de Astúrias. Há trinta anos que moram em barracas. »

    Os ditos “portugueses” eram ciganos que moravam naquela localidade desde os anos 70, e que como é costume entre eles, são incapazes de integrar-se em qualquer sociedade. É sobejamente conhecida a abundância de apelidos portugueses em regiões fronteiriças (Andaluzia, Extremadura espanhola, etc.). Não podia acontecer de outro modo entre povos ibéricos.

    «Duas cidadãs portuguesas agredidas por skind heads em Alcobendas (Madrid)»

    Noutros jornais reconheciam que as duas “portuguesas” eram de origem angolana. Não tenciono entrar no assunto se são justificadas ou não estas agressões. Muitos “pretogueses” estão a emigrar para Espanha e a abandonar Portugal e isto pode provocar rejeição em alguns indivíduos. Mas nenhum português ibérico é discriminado em Espanha e integram-se totalmente nela. Muito mais do que a maioria dos espanhóis em Portugal, incapazes de aprender e falar a língua com fluência.

  3. Errata: onde escrevi “entrada sobre jogador do Benfica” é favor ler jogador do FC Porto. O tal de “Grego” entrou sobre um “Brasileiro”.
    A “crise Mantorras” já está resolvida, o homem já jogou neste fim-de-semana, rejubilemos.
    A maioria dos “Portugueses” agredidos lá fora são indivíduos que de Portugueses pouco ou nada têm, normalmente não passam de “Portugueses de papel”, tipo os Timorenses, ups, “Portugueses” de Belfast…

  4. Ou os dois “portugueses” condenados a mais de 25 anos de cadeia, que faziam parte de um gang violentíssimo, com mais dois africanos… Quando as fotos são publicadas, surprise! são todos negros….

  5. ahaha!

    Bem visto, MZ.

    Saudações.

  6. Areg diz:

    lol o mantorras por dizer isso é admirado e elogiado

    tu por dizeres isso és racista, xenofobo, nazi, és ma pessoa, enfim és tudo de mau

    e as pessoas como nao pensam, nem se dao conta que para a mesma coisa tem 2 criterios diferentes

  7. LUSITANO diz:

    Realmente os pretos são culpados por tudo!

  8. Sendo um afro-português ou mestiço claro se preferir, só posso dizer que respeito esse seu orgulho na comunidade a que pertençe, quanto a mim tento não ser um afrocêntrista nem racista, porém não posso esquecer a história da erradamente chamada “Raça Branca”, pois não tenho orgulho nenhum nisso, por outro lado também não tenho nenhum orgulho no massacre do Ruanda, sendo assim nem tenho orgulho em ser negro, nem branco, embora seja um convicto nacionalista negro, apenas pelo facto de ser contra a assimilação ou uniformização cultural subtilmente imposta (actualmente) pelas sociedades ocidentais, eu sou antes um defensor de uma adaptação cultural sendo defessor acérrimo da manutenção das raízes culturais!

    Cumprimentos

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