Prémios anuais Máquina Zero – Edição de 2006

12/31/2006

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Aviso prévio: Os Prémios Máquina Zero são inspirados nos prémios anteriormente atribuídos pela defunta Grande Reportagem, a primeira vítima da Controlinveste.

Prémio “Só cadáveres de crianças árabes é que nos comovem” – Ex-aequo, para as jornalistas Alexandra Prado Coelho e Alexandra Lucas Coelho, pela sua cobertura do conflito israelo-árabe.

Prémio “Pilatos é um anjinho, ao pé de mim” – Para Jorge Coelho, pela forma como protestou pelo estado a que o Portugal chegou, depois de o ter governado durante bastante tempo.

Prémio “Investidor inteligente do ano” – Para António Mexia, ex-ministro e gestor de empresas (dos outros…) que colocou uns bons trocados no negócio de selos da Afinsa.

Prémio “Bin Laden mensageiro da Paz” – Para o Tayeb Habib, administrador do site da Comunidade Islâmica da Web (http://www.myciw.org/)* e admirador do ideólogo do terrorismo islâmico, Syed Qtub, a quem chama “mártir“.

Prémio “Contributo mais inovador para a evolução da Língua Portuguesa” – Para o muçulmano Hamid, por considerar que a expressão “porcos judeus” não é uma expressão racista.

Prémio “Venham mais que eu gosto muito” – Para o Daniel Oliveira, pelo seu desejo inflamado de ver os imigrantes substituírem os portugueses e tomarem conta das nossas cidades.

Prémio “O que é que o Cristo-Rei está a fazer ali na margem Sul?” – Para a Fernanda Câncio, jornalista do DN e de causas, que se indignou pelo facto de o Primeiro-Ministro se ter benzido publicamente

Prémio “Continua assim que ainda apanhas com uma fatwa – Para Alberto Gonçalves, colunista do Correio da Manhã que denuncia a selvejaria religiosa dos adeptos de Maomé

Prémio “Os amigos são para as ocasiões” – Para Ivan Nunes, pelas lágrimas derramadas ao saber da condenação à morte de Sadam Hussein

Prémio “São rosas, Senhor” – Para Moita Flores, pela sua capacidade de não chamar os boi pelo nome

Prémio “Só os tansos é que tiram a carta de condução, nós cá somos mais espertos” – Para o clã Monteiro, ciganos de Montemor, que conduzem sem licença, com o beneplácito das autoridades locais

Prémio “Um colete de forças, urgente” – Para Ana Gomes, a deputada socialista cuja prioridade política é derrubar o Governo de José Sócrates

Prémio “Hitler até gostava de criancinhas” – Para a fadista (?) Valéria Mendez, a mulher que não hesitaria “em dar um tiro, a um qualquer judeu nogento, que puxa os cordelinhos, na sombra, para dar continuidade à maior ignomínia do inicio do século XXI- A continuação duma ocupação, condenada pelas Nações Unidas, e pela esmagadora maioria dos países do mundo”.

Prémio “Cuidados psiquiátritos gratuitos para deputados, já!” –  Para o deputado Madeira Lopes, um  homem que considera todos os casamentos como sendo de conveniência

Prémio “Sou de Esquerda mas ando um bocado baralhado” – Para Manuel Alegre, o aristocrata que saltita entre a Esquerda mais caviar e a Direita mais caviar. E sem entornar a taça de campanha…

Prémio “O Islão é perfeito mas eu cá vivo na Europa, à cautela” – Para Faranaz Kechavjee, muçulmana que se diverte a defender terroristas e insultar católicos, nas páginas do Público

Prémio “Vi um holofote de 10.000 volts na estrada de Damasco” –  Para Carlos Narciso, jornalista, que se converteu às teorias da conspiração do 11 de Setembro, depois de ver fotografias do edifício do Pentágono

Prémio “Eu só vim cá ver a bola” – Para Nuno Rogeiro, que participou, por mero acaso (?), na conferência anti-Holocausto em Teerão

Prémio “Sou mais marroquino que sueco” – Para José Miguel Júdice, pela sua tese de apaziguamento do terrorismo islâmico através da submissão nacional

Prémio “Tenho a ética nas nádegas” – Para o jornalista Ricardo Leal Lemos, que ficou arrepiado por se sentar no mesmo lugar de um colega que foi exercer funções de assessor de Imprensa da Câmara de Lisboa

Prémio “Aceito partilhar a minha casa com uma dúzia de imigrantes senegaleses” – Para Vasco Prazeres, cronista da revista do Diário de Notícias, defensor da admissão de todos os imigrantes africanos na Europa, sem limites

Prémio “Passas a andar com uma matrícula ao peito” – Muçulmana britânica, portadora de burka, que mostrou o passe social ao motorista do autocarro mas recusou-se a destapar a cara

Prémio “Se o teu avô lá tivesse estado, não pensavas dessa maneira” – Para o cineasta Pedro Costa, que diz que a o bairro da Damaia e o campo de concentração de Auschwitz não são assim tão diferentes

Prémio “A minha Pátria não é a Língua Portuguesa” – Ex-aequo, para o Joaquim Santos e o Tiago Pregueiro, os dois piores poetas da Internet.

Prémio “O meu cérebro encolheu e desapareceu” – Para o muçulmano que aqui afirma que “no Islão é proibído bater na mulher, excepto em situações em esta ponha em risco a sua própria vida ou da família, e outras situações de infidelidade(…) E nunca se pode bater na cara”

Prémio “Eu sou tão inteligente, não sou?” – Para o jornalista Pedro Correia, do Corta-Fitas, pela forma clara como explica quem deveria ter ganho o Prémio Nobel da Literatura em 2006, em lugar do turco Orhan Pamuk (cuja obra, aliás, confessa desconhecer…)

Prémio “Eu cá gostava mesmo era de não ser português” – Para o Alto-Comissário para a Imigração e Minorias Étnicas, Rui Marques, pela sua manifestação de alegria ao saber que estão a aumentar os casamentos entre portugueses e estrangeiros

Prémio “Mais dhimmi que eu é difícil” – Para o jornalista Francisco Camacho, que sugere ao Papa (e a todos nós…) tento na língua a fim de não ofender os muçulmanos

E tenham todos uma boa passagem de ano. Que 2007 nos traga mais paz e menos Islão.

Máquina Zero


Muçulmanos tentam impedir missa da meia-noite em Montpellier

12/30/2006

Um grupo de muçulmanos invadiu a catedral de Montpellier, em França, aos gritos e numa atitude agressiva, tentando impedir a celebração da missa. Os fiéis presentes reagiram e expulsaram-nos da Igreja. Deviam tentar isso por cá. De certeza que lhes acontecia algo mais, para além de serem expulsos.


Cinco passos para uma solução do problema islâmico do Ocidente

12/30/2006

We separationists affirm the following:

  1. Islam is a mortal threat to our civilization.
  2. But we cannot destroy Islam.
  3. Nor can we democratize Islam.
  4. Nor can we assimilate Islam.
  5. Therefore the only way to make ourselves safe from Islam is to separate ourselves from Islam.

Ora aqui está uma boa ideia para incluir nas resoluções de fim de ano…


Mensagem de Natal do Canal 4 (UK)

12/29/2006

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Para ver e depois vomitar.