Navegando pelos esgotos da Europa (I)

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  • O sexo e os muçulmanos são uma combinação perigosa. Sir Henry Morgan, que bloga no “Reconquista”, publicou um extenso e pormenorizado trabalho de investigação sobre a correlação entre a percentagem de residentes muçulmanos e os crimes sexuais registados pela polícia, nos “borough”, divisão administrativa que fica entre o município e a freguesia portuguesas. Conclusão? Quanto mais muçulmanos, maior é o número de crimes sexuais.
  • Em Inglaterra, o fenómeno do “white flight” começa a causar preocupações à sociedade e ao Governo. O principal resultado do multiculturalismo, no Reino Unido, tem sido a produção de bombista-suicidas, a construção bairros recialmente segregados e fuga do país dos ingleses brancos. À medida que aumenta a população imigrante em Londres, os ingleses brancos fogem da cidade. Um fenómeno que não é exclusivo da Europa…
  • O jovem Paulo, pouco mais de 20 anos, ajudou a mãe, Aurora, a matar Vanessa, de 5 anos de idade e a tentar desfazer-se do corpo. Vanessa, filha de Paulo e neta de Aurora, foi metida viva dentro de uma banheira de água a ferver e queimada com um ferro em brasa. O tribunal, “generoso”, condenou-os a, respectivamente, 14 e 18 anos de cadeia. O tribunal da relação, menos “generoso”, subiu as penas para 18 e 20 anos. O Paulo, portanto, estará cá fora com 40 e poucos anos. Parabéns, tribunais, parabéns senhores juízes responsáveis por estas sentenças!
  • Outro caso exemplar (no mau sentido…) foi a pena de prisão suspensa aplicada a um casal de amantes, cuja negligência grave provocou a morte de uma bébé de sete meses. Os facínoras deixaram cinco crianças fechadas à chave, numa casa, com um aquecedor ligado, para poderem ter relações sexuais à vontade. Resultado, um incêndio que causou a morte de uma das crianças.Parabéns, mais uma vez, senhores juízes responsáveis por esta sentença!
  • O programa de troca de seringas, em Portugal, custou um milhão de euros, no ano passado. Quase três milhões de seringas foram trocadas. No mínimo, outras tantas doses de droga injectadas, depois de compradas. Quantos advogados, empresários, funcionários bancários, funcionários públicos e outros profissionais de sectores diversos serão necessários, para conseguir branquear os milhões de euros resultantes deste negócio? E perante isto, que sentido fazem posições como a destes autênticos “talibans” da Comissão Nacional de Protecção de Dados?
  • A palavra “Portugal” tem origem na palavra árabe que designa “laranja”, diz este indigente mental, assinalado pelo Combustões. Não sabiam? Ficam a saber. Faz parte de uma onda de revisionismo histórico, lançada por extremistas muçulmanos e que será, aparentemente, apoiada pelo presidente da Comunidade Islâmica de Lisboa, o banqueiro Abdul KarimVakil – um português que acha ser necessário reescrever a História de Portugal, para colmatar a grave lacuna quanto ao período de domínio muçulmano.
  • Mapa de sobrevivéncia em França: saiba onde se situam e veja os mapas das 751 “zonas urbanas sensíveis”, eufemismo com que as autoridades francesas designam os bairros dominados pela ralé, onde os franceses brancos não podem entrar e a polícia é sistematicamente atacada. Se vai a França visitar parentes, pode ir descansado. Não consta que nenhum bairro de maioria portuguesa esteja incluído nesta lista.
  • A popular figura de S.Nicolau, mais conhecida entre nós por Pai Natal, foi banida pela municipalidade de Viena. Estes colaboracionistas e traidores austríacos, tal como os convertidos, são sempre mais extremistas que os extremistas. É caso para perguntar: quanto tempo vai demorar até determinada gente pedir a abolição de símbolos cristãos nas decorações de Natal, em Portugal, argumentando que o Estado e suas instituições (incluindo Câmaras Municipais) são laicos? E onde é que eu já ouvi isto?
  • O Basofelog foi encerrado pelo seu autor, depois de várias pessoas terem sido ameaçadas de morte por gangues de pseudo-rapers, convencidos de que tinham descoberto a sua identidade. Estes anormais – os “basofes” – continuam a ser devidamente destacados pelo blogue A Vaca Tem 6 Lados, que ainda nos vai dando uma imagem de quando em quando. O que aconteceu ao Basefolog é um caso de polícia. Sugeria aos envolvidos que apresentassem queixa na Judiciária.

12 Responses to Navegando pelos esgotos da Europa (I)

  1. Prof. Karamba diz:

    «A palavra “Portugal” tem origem na palavra árabe que designa “laranja”, diz este indigente mental, assinalado pelo Combustões. Não sabiam? Ficam a saber. Faz parte de uma onda de revisionismo histórico, lançada por extremistas muçulmanos e que será, aparentemente, apoiada pelo presidente da Comunidade Islâmica de Lisboa, o banqueiro Abdul KarimVakil – um português que acha ser necessário reescrever a História de Portugal, para colmatar a grave lacuna quanto ao período de domínio muçulmano.»

    De facto, em Árabe, laranja diz-se Portugal. E, se não me engano, também no Persa, que é uma língua indo-europeia com influências vocabulares árabes, tal como sucedeu com o Português. Daí essa engraçada associação, que nada mais é que coincidência. Este facto, aliado à ideia de que muitos frutos novos terão sido introduzidos na Península pelos árabes, criou o mito, entre alguma gente, que Portugal, num passado distante, teria sido uma espécie de Terra das Laranjas, e que o nome seria um legado árabe. Ora quem viva em Portugal e tenha estudado a sua história sabe que a origem do nome vem do “Portu Cale”. E como a maior parte das pessoas não faz ideia do que o nome quer dizer e de onde vem, fica aqui um interessante link:

    http://www.agal-gz.org/portugaliza/numero0/boletim00nova05.htm

    Quanto às suas habituais paranóias sobre o revisionismo histórico islâmico, penso que o caso é bem mais grave do que pensa: a historiografia portuguesa, desde que existe, é largamente “pró-árabe”. Nunca se referem massacres, conquistas, violência ou o que quer que seja nos manuais escolares que lemos desde a primária. Apenas o seu legado civilizacional e a sua excepcional tolerância, pelo menos por estas paragens. Lá dizia o Herculano que os Árabes tinham sido a “jóia da Península”. Assim, o único revisionismo que poderia existir seria no sentido inverso: diabolizar ou menosprezar o que é, habitualmente, exaltado como uma herança grandiosa (o legado islâmico peninsular). Honestamente, não sei o que é que anda a preocupar o Abdul Karim Vakil…

  2. Prof. Karamba diz:

    Mais sobre a associação do nome Portugal com laranjas, no seguinte link:

    http://monsu.desiderio.free.fr/jardin/orange.html

  3. ozebone diz:

    «…Em Inglaterra, o fenómeno do “white flight” começa a causar preocupações à sociedade e ao Governo…. À medida que aumenta a população imigrante em Londres, os ingleses brancos fogem da cidade…»

    —»»» E quando não tiverem nenhum sítio para aonde fugir???

    -» O caminho a seguir é:
    (…antes que seja tarde demais…)
    -> Reivindicar o LEGÍTIMO Direito ao SEPARATISMO ÉTNICO AUTÓCTONE (a divisão dos países):
    ——> 1) um espaço ( 50% ) de Reserva Natural de Povos Nativos: para a preservação das Identidades Étnicas Autóctones -> será para aqueles europeus (uma minoria) que pretendem estar no Planeta – com dignidade, coragem e determinação – a Lutar pela Sobrevivência da SUA Identidade Étnica.
    ——> 2) outro espaço ( 50% ) de Competição Global: para os ‘Globalization-Lovers’… –»» “Tchau boa viagem”!…
    { ver: blog separatismo-50 }

    ANEXO:

    -» Falar em ‘Traidores’… é coisa de IDIOTAS… que andam por aí a fazer figuras tristes….

    -» Um exemplo: o político francês GEORGES FRÊCHE que em Novembro de 2006 disse que “havia muitos negros na selecção bleu”… foi depois obrigado a demitir-se do seu cargo político.

    -» Ora, o político francês não quis ver… aquilo que toda a gente sabe: os europeus (a Maioria) estão mobilizados, não para a Sobrevivência da sua Identidade,… mas sim… mobilizados para a Curtição-Parasita… isto é:
    -1- O pessoal pretende andar no Planeta a curtir mão-de-obra servil imigrante ao ‘preço da chuva’…
    -2- O pessoal pretende andar no Planeta a curtir a existência de alguém que pague as Pensões de Reforma [apesar de… nem sequer constituírem uma Sociedade aonde se procede à Renovação Demográfica!!!]

    -» O político francês – tal como aqueles que não querem ver a realidade – andou por aí a fazer figuras tristes…

  4. Sliver diz:

    Eu estou de acordo com Vakil quando diz «que acha ser necessário reescrever a História de Portugal, para colmatar a grave lacuna quanto ao período de domínio muçulmano». O Al-Andaluz precisa de ser desmistificado.

  5. Antonio Marcelo diz:

    «A palavra “Portugal” tem origem na palavra árabe que designa “laranja”, diz este indigente mental, assinalado pelo Combustões.
    ……………..

    … um português que acha ser necessário reescrever a História de Portugal, para colmatar a grave lacuna quanto ao período de domínio muçulmano.»

    Outra teoria revisionista nega a existência da conquista maometana. Segundo eles tratou-se de uma guerra civil entre visigodos. Uma parte deles, a vitoriosa facção do Conde Dom Julião adoptaram o islamismo.

    Trata-se de ignorar que houve uma invasão e menosprezar a grande epopeia dos povos ibéricos: A Reconquista.

  6. Jaï bettancourt de carvalho diz:

    Não vale a pena entrar em grandes assuntos para perceber o que se passa em França, grandes analìses socio-economiquas não servem para nada, debates sociétais etc….

    Hoje o regime françês è a penas anarquia !

    Todos os aspectos da sociédade françesa não fazem sentido !

  7. Caturo diz:

    Também em Grego «Portugal» significa «laranja»…

  8. Quem deve estar a gostar deste debate é o senhor Marques Mendes.

  9. PP&I diz:

    Parabéns, tribunais, parabéns senhores juízes responsáveis por estas sentenças!

    Devia render graças ao Poder Legislativo, que faz as leis, não ao Poder Judicial que as aplica.

  10. Pois. Um juiz é apenas um juiz, tanto no regime nazi como no regime norte-coreano. Limita-se a aplicar a Lei….

  11. PP&I diz:

    Ora pense lá um bocadinho máquina zero, não vê nenhuma diferença entre os dois casos? É que no regime nazi ou norte-coreano, um juiz que determinasse uma sanção contra um judeu ou dissidente político apenas por o ser, estaria a proceder injustamente (ou imoralmente). Aí, a exoneração da obrigação é perfeitamente compreensível e justificada.
    Outra coisa, bem diferente, é um juiz abster-se de julgar um caso sob pretexto de não-concordância com o ordenamento jurídico, nomeadamente com a duração da pena criminal. Aí, a aplicação do direito estaria sujeito à impressionabilidade do juiz, o que tanto vale dizer que não haveria direito.

  12. Meu caro PP&I, a mão-leve dos juízes é por demais conhecida. Bem como o facto de haver uma larga maioria de Esquerda, entre juízes e magistrados. Por isso é que as organizações sindicais de juízes e magistrados do MP têm sido sempre dominadas or elementos ligados ao aparelho do PCP.
    E não me parece que o nosso ordenamento juridico seja tão espartilhado que aos juízes nada mais reste aplicar a pena. Há limites mínimos e máximos… Porque não os máximos? A verdade é que, pleo menos num caso recente, a Relação agravou a pena de ujm infanticida. Porque não a fixou logo nesse valor o tribunal que o julgou?

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