Aborto – Declaração de princípios

Neste blogue, não se discute o aborto. Vota-se no(s) referendo(s) e respeita-se a lei, embora com a necessária tolerância de quem aceita a existência do mundo real, duro, cruel e impiedoso, como o ser humano que o constrói, ao contrário do que dizem as teses de Jean Jaques Rousseau. Porque discutir o aborto é o mesmo que debater a existência de Deus: uma discussão interessante para teólogos, fanáticos religiosos e muçulmanos na véspera de cometerem atentados bombistas contra civis inocentes. Tal como Deus, o aborto é, na generalidade, uma questão da esfera da privacidade de cada um e da sua consciência.

140 Responses to Aborto – Declaração de princípios

  1. Antonio Marcelo diz:

    No entanto desejava salientar que em cada ano acrescenta-se na Europa a adopção de crianças do terceiro mundo enquanto centenas de milhares de crianças europeias são exterminadas no ventre materno, e a crise da natalidade vai cada vez pior.

    E depois falam em «colmatar» esses vazios demográficos por meio da importação maciça de trabalhadores extra-europeus, que parem filhos que não podem alimentar.

    Eu sou agnóstico e não tenho em conta razões religiosas, mas desde um ponto de vista racional, isto é demencial.

  2. Vera diz:

    Como pode ser da esfera pessoal de cada um se envolve mais do que uma pessoa?

  3. Vera diz:

    PAra mim..o aborto do ponto de vista racional e humano..é demente e assinala uma grave crise de valores.

  4. Por enquanto, a lei só reconhece personalidade jurídica ao recém-nascido.

  5. Vou apenas citar algumas das razões que me irão “obrigar” a votar a favor da interrupção voluntária da gravidez:

    – Despenalizar o aborto, não é o mesmo que liberalizar ou legalizar.
    – Despenalizar não obriga ninguém a abortar. Quem entender que as suas convicções não o permitem, simplesmente não aborta.
    – As cadeias não têm capacidade para prender todas as mulheres que interrompem a gravidez, por isso, na prática, o aborto está legalizado, mas sem condições, regras e controle.
    – Proibir o aborto, é impor moralidade.

    http://blogexpressao.blogspot.com/2006/12/interrupo-voluntria-da-gravidez.html

    Não quero que ninguém, se sinta ofendido, nem quero mudar convicções.

  6. Carolina diz:

    Para quem não trabalha com leis diariamente, pode consultá-
    -las. Pode discordar da lei, mas é importante saber o que ela consagra. De facto, nos termos legais, um feto não tem personalidade jurídica.

    Tudo é discutível. Há é assuntos mais delicados para debate, seja em TV, Rádio, Imprensa… blogues. E o Aborto é um deles, mas pode ser discutido. Aliás, é pedagógico que se discuta. Sem que o debate se incline para a esfera privada e fira susceptibilidades, claro está.

  7. Carolina diz:

    Para quem não trabalha com leis diariamente, pode consultá-
    -las. Pode discordar da lei, mas é importante saber o que ela consagra. De facto, nos termos legais, um feto não tem personalidade jurídica.

    Tudo é discutível. Há é assuntos mais delicados para debate, seja em TV, Rádio, Imprensa… blogues. E o Aborto é um deles, mas pode ser discutido. Aliás, é pedagógico que se discuta. Sem que o debate se incline para a esfera privada e fira susceptibilidades.

  8. PP&I diz:

    A Alemanha nazi também não reconhecia personalidade jurídica aos judeus. Isso legitima auschwitz?

  9. Vera diz:

    Eu tb não disse que a lei reconhecia personalidade jurídica ao feto.. MAs porque é que o ser humano só tem direito à vida depois de nascer? Isso signficaria que se poderiam matar criaças aos 9 meses de gestação, n? Umas horas antes do parto… Ainda não tinha nascido.
    Acho que nestes casos, convém distinguir o legal do legítimo.

    “- Despenalizar não obriga ninguém a abortar. Quem entender que as suas convicções não o permitem, simplesmente não aborta.”

    Então a vida de alguém deve estar dependente da “sorte”, da moral dos pais que lhe calharam na “rifa”?


    – As cadeias não têm capacidade para prender todas as mulheres que interrompem a gravidez, por isso, na prática, o aborto está legalizado, mas sem condições, regras e controle.”

    Não interrompem, cessam, terminam, para sempre. Tem mais pena de alguém que, conscientemente, infringe a lei do que alguém que é impedido de viver?

    “- Proibir o aborto, é impor moralidade.”

    Tal como proibir o homicídio, o roubo, a violação o é…Ou queria viver numa anarquia?

  10. Então diga-me Vera… É a favor dos métodos contraceptivos? Esses métodos impedem que vidas sejam geradas.
    Se me vai dizer que, é diferente, porque não há crime, já que, nessa altura ainda não existe feto (e bla bla bla), não vale a pena. Tenho uma pergunta mais clara.
    Todos os espermatozóides têm direito à vida? Vamos prender os adolescentes que descobrem a masturbação? E a quantidade de vidas que se vão pela sanita abaixo, sufocadas pelo latex e pelo lubrificante dos preservativos?

    Vamos defender a vida a todo o custo… Para depois nos queixarmos dos problemas da segurança social a todo o custo.

  11. mf diz:

    Passei no blogue e resolvi espreitar os comentários deste artigo. Lendo os espermatozóides Sr. Mário Lopes só posso congratular-me com o nível intelectual a que questões de cariz ideológico, como a liberalização do aborto, chegam a ser discutidas. Pergunto-me sempre, para dilaceração da minha alma, será que eles acreditam genuinamente no que dizem e pensam estar perante um argumento colossal, inexpugnável talvez, ou o assunto alterando-os de tal forma que mesmo sabendo não haver ponta por onde pegar, vão em frente pois para o fim todo o argumento vale!? Não sei, mas é confrangedor.

  12. mf diz:

    errata: “Lendo os espermatozóides do Sr. Mário Lopes…”

    Prevenindo previsíveis mal-entendidos, fique claro que não classifiquei o Sr. Mário Lopes com qualquer tipo de epíteto.

  13. Não compreendo o que quer dizer…
    Foi a palavra “masturbação”? Ou foi aquela analogia das “vidas que se vão pela sanita”, que o(a) deixou indignado(a)?
    Fique sabendo que acredito genuinamente no que digo e penso, e não, não é um argumento colossal, foram apenas questões que quis colocar aos que defendem o “Não”.
    Desculpe se o(a) deixei chocado(a), mas é um costume meu tratar as coisas pelos devidos nomes.

    Vou elevar o nível intelectual da conversa, substituindo todas as palavras que possam ser chocantes, ora vejamos:

    «Toda a “fonte da vida” tem direito à vida? Vamos prender os adolescentes que descobrem o “acto de prazer, que culmina, com a expulsão da fonte da vida”? E a quantidade de vidas que se vão pelo “objecto cerâmico, da família do bidé, cuja principal diferença reside no tipo de escoamento, e no uso que se lhe dá” abaixo, sufocadas pelo “material sintético de que é feito o invólucro da fonte da vida” e pela “gordura, também ela sintética” dos “invólucros da fonte da vida”?»

    Pronto, perdeu-se um argumento de “baixo nível intelectual”, mas ganhou-se um livro da Paula Bobone.
    Obrigado mf.

  14. Não tinha reparado nisso, até ter escrito a Errata.
    Mas não se preocupe, porque, mesmo que fosse com intenção da sua parte, nunca iria renegar o meu passado.

  15. Vera diz:

    “É a favor dos métodos contraceptivos? Esses métodos impedem que vidas sejam geradas.”

    Como acabaste de dizer..eles previnem..não a destroiem. Julgo que há uma grande diferença…

    Quanto ao resto da pergunta, se não descobre a diferença entre um espermatozóide e um feto, e se ainda não lhe occorreu que também é preciso uma parte feminina no processo de formação da vida, então pergunte ao seu médico, de certeza que lhe mostrará um livrinho a explicar o que é e como se faz.

    “Vamos defender a vida a todo o custo… Para depois nos queixarmos dos problemas da segurança social a todo o custo.”

    Preferia que esse dinheiro fosse gasto a prevenir abortos do que com reabilitações de Covas da Moura e afins.
    MAs se é a favor da legalização do aborto porque ter essas crianças e evitar abortos de mães que sem apoio não os conseguiriam ter…Vá votar dia 11, mas faça-me um favor: explique essa sua razão, durante a campanha, às câmaras de televisão..Tenho a certeza que a Plataforma do Não lhe vai agradecer.

    “Fique sabendo que acredito genuinamente no que digo e penso, e não, não é um argumento colossal, foram apenas questões que quis colocar aos que defendem o “Não”.”

    Lol..deixa-me adivinhar…fez o liceu em Humanidades?

    “Desculpe se o(a) deixei chocado(a), mas é um costume meu tratar as coisas pelos devidos nomes.”

    Correcção: ALGUMAS coisas pelos nomes..outras não convêm aos que defendem o aborto.

  16. Carolina diz:

    Este post tem como título “Aborto -Declaração de princípios” e no corpo do texto do mesmo, pode ler–se: “Neste blogue, não se discute o aborto (…)”. Pois é, este post é uma pequenina “ratoeira”. Claro que o Aborto se discute, tal como disse no meu comentário nrº. 6.

  17. “se não descobre a diferença entre um espermatozóide e um feto, e se ainda não lhe ocorreu que também é preciso uma parte feminina no processo de formação da vida, então pergunte ao seu médico” ai sim? por isso é que gosto disto dos blogues, estou sempre a aprender.

    “Preferia que esse dinheiro fosse gasto a prevenir abortos do que com reabilitações de Covas da Moura e afins.” Vera no seu melhor chauvinismo.

    “Vá votar dia 11, mas faça-me um favor: explique essa sua razão, durante a campanha, às câmaras de televisão..Tenho a certeza que a Plataforma do Não lhe vai agradecer.” E explique isso da prevenção de abortos e da Cova da Moura, às câmaras de televisão…

    “Lol..deixa-me adivinhar…fez o liceu em Humanidades?” Devo confessar que sim. E você, fez o liceu?

  18. Vou deixar aqui alguns dados que merecem ser discutidos.

    1.Somos o único país da Europa onde as mulheres são julgadas por aborto.
    2.Uma em cada 6 mulheres portuguesas admite ter feito um aborto.
    3.Uma em cada 200 jovens dos 15 aos 19 já abortou.
    4.A Associação do Planeamento Familiar estima que se façam por ano entre 20 a 40 mil abortos clandestinos em Portugal.
    5. Muitas mulheres ficaram estéreis e algumas morreram na sequência de abortos clandestinos.
    6. Todos os anos cerca de 9000 portuguesas abortam em clínicas espanholas.

    Dá-se tanta importância a um feto com 10 semanas, e negligencia-se o que se passa com as “nossas” mulheres.

    Uma questão, para todos os defensores do “Não”, aqui presentes:
    São a favor do aborto, quando o feto tem anomalias que o impedem de, após o nascimento, viver uma vida normal?
    Gostaria que isto me fosse respondido. Obrigado.

  19. Vera diz:

    “Lol..deixa-me adivinhar…fez o liceu em Humanidades?” Devo confessar que sim. E você, fez o liceu?

    Economia, e nem por isso deixei de gostar de filosofia e ciência política.

    “1.Somos o único país da Europa onde as mulheres são julgadas por aborto.”

    Não, pelo menos na Irlanda e na Polónia também o fazem. E mesmo que fossemos, em que é que isso legitima a prática de aborto?
    (Agora vinha a típica pergunta: Se eles se atirarem a um poço, tb se atira?)

    “2.Uma em cada 6 mulheres portuguesas admite ter feito um aborto.
    3.Uma em cada 200 jovens dos 15 aos 19 já abortou.
    4.A Associação do Planeamento Familiar estima que se façam por ano entre 20 a 40 mil abortos clandestinos em Portugal.
    5. Muitas mulheres ficaram estéreis e algumas morreram na sequência de abortos clandestinos.
    6. Todos os anos cerca de 9000 portuguesas abortam em clínicas espanholas.”

    Repito a pergunta. Isso legitima a prática de aborto? O aborto foi uma prática que sempre existiu e existirá, tal como o roubo, violação, agressão, homicídio…e não é por isso que as legalizamos.

    “Dá-se tanta importância a um feto com 10 semanas, e negligencia-se o que se passa com as “nossas” mulheres.”

    Pois é Mário, isso é quase o que os defensores do aborto fazem: não dão importância ao feto e negligenciam as mulheres. Não se dão conta que ao facilitar a prática tornam-na quase a única opção para muitas mulheres sem qualquer tipo de apoio? Digamos que num país em que se prefere subsidiar abortos em vez de recém-nascidos…é cada vez mais difícil ter filhos. Daí que o NÃO ao facilitismo que é a legalização da prática ao aborto, acompanhado de políticas preventivas e de apoio, possa ser a saída que muitas futuras mães desejavam… Uma mãe que com condições para ter o filho continua a querer abortar, fá-lo por egoísmo, desprezo pelo que é uma vida e irresponsabilidade. O filho não lhe caiu na barriga de um dia para o outro, sem ela dar por nada.

    A questão de Portugal ser o único país europeu ainda a penalizar o aborto foi interessante..O caminho do desenvolvimento passa pela legalização do aborto? PAra sermos mais “modernos”? PAra acompanharmos a Espanha, os EUA, a Holanda naquilo que podemos (já que o que é bom ainda não conseguimos acompanhar, olha..acompanha-se o mau!)?
    Na minha opinião, a evolução de uma sociedade passa tb pelo respeito pela vida, e por alguma razão a UE se assume contra a pena de morte, contra a escravidão, contra genocídios, a favor dos direitos animais, etc.. O aborto não se encontra no caminho da evolução, mas sim no caminha da regressão… Voltar àqueles tempos medievais, se é que é preciso tanto, quando umas vidas valiam mais que outras…
    Nós mostraríamos algum sinal de inteligência se aprendessemos com os erros dos outros. Infelizmente, os socialistas que nasceram primeiro põe a nossa evolução, enquanto seres humanos, em causa..preferindo a evolução das contas de certas “clínicas” e “médicos”.

  20. Vera diz:

    Ah, ia-me esquecendo:

    “São a favor do aborto, quando o feto tem anomalias que o impedem de, após o nascimento, viver uma vida normal?”

    Existem casos de anomalias já contemplados na lei, assim como existem vários tipos de anomalias. No entanto, pessoalmente, sou contra.

  21. Muito bem, é essa a sua posição.
    Eu não me vou pronunciar mais, pois, qualquer coisa que diga, é logo catalogada como “socialismo”, “coisas da esquerda” e afins.
    Não sei se as pessoas já se aperceberam, mas isto não é uma questão politica, nem tão pouco deveria ser difundida no seio dos partidos.
    Concordo com a Carolina, quando diz que “é pedagógico que se discuta”, mas apenas num contexto de princípios do individuo, e não como uma opinião partidária generalizada.

    Quanto aos dados ali apresentados, são apenas isso, dados, que achei interessante serem debatidos, mas a Vera, veio logo com a conversa das “modernices” e de acompanhar o que se faz no “estrangeiro”, algo que eu nunca referi.

    Portanto, fiquemos por aqui, pois, tal como os meus, os seus argumentos são repetitivos.
    Dia 11 de Fevereiro, vamos às urnas, e depois, apenas espero que, não se façam manifestações de cartaz em punho, independentemente do resultado do referendo.

  22. PP&I diz:

    Com certeza.

    Aborto é o produto de um acto de abortamento provocado com expulsão do produto da concepção. Quando a expulsão é expontânea diz-se que a mulher teve um aborto ou que abortou.
    Quando, nos casos em que o organismo materno ou o feto em si não possuem as condições indispensáveis para assegurar a sobrevivência do novo ser, o médico propõe à mãe a extracção desse produto anormal, esse acto médico de necessidade não pode ser chamado de abortamento.

  23. Vera diz:

    “Eu não me vou pronunciar mais, pois, qualquer coisa que diga, é logo catalogada como “socialismo”, “coisas da esquerda” e afins.”

    Hm? Onde é que eu o chamei de socialista? É o Mário que aprova leis e realização de referendos?É o Mário que pertence a um governo que se assume claramente pró-aborto, usando a sua influência política para essa causa? É que se não reparou, eu referia-me aos socialistas que têm o poder de fazer determinadas coisas, como legalizar o aborto ao levar à sua legalização..E que eu saiba o Mário sozinho não tem poder para isso. Agora se a carapuça serviu..isso já não sei.

    “Não sei se as pessoas já se aperceberam, mas isto não é uma questão politica, nem tão pouco deveria ser difundida no seio dos partidos.”

    Mais uma vez, não o chamei de socialista, nem esquerdsita nem nada disso. Referia-me ao governo e aos partidos de esquerda com deputados que se aproveita da sua visibilidade social para promover certas ideias…

    “Quanto aos dados ali apresentados, são apenas isso, dados, que achei interessante serem debatidos, mas a Vera, veio logo com a conversa das “modernices” e de acompanhar o que se faz no “estrangeiro”, algo que eu nunca referi.”

    Pois não, referi eu, como se pode ver. Mas se não era isso que queria dizer, então porque é que resolveu afirmar que Portugal era o único país que levava essas mulheres a tribunal e apresentou nºs estatísticos? Algum objectivo tinha.. e eu dei-lhe a minha opinião sobre tudo isso. Acho que o Mário não salientava tanto a legalização do aborto no Uganda como salienta a de um país europeu, pois não? Porquê?Eu entendi que era com o objectivo de dar o exemplo de um país mais desenvolvido, mais moderno…

    “Dia 11 de Fevereiro, vamos às urnas”

    Pois é…como dizia um certo blog ” vai ser levado aos urnas aquilo que nunca deveria ir a votos: a vida humana.”.

  24. Mas esse produto anormal é um feto.
    Poderá ser um feto anormal, mas continua a ser um feto. Tem tanto direito à vida como os outros.
    Se esse feto é extraído, é “um acto de abortamento provocado com expulsão do produto da concepção” como bem o disse.
    O feto não tem culpa, se a sua extracção é um acto de necessidade.

    Estaremos aqui a desrespeitar a vida humana? Claro que não.
    Questionamos os direitos do feto deficiente? Também não.
    Não é digno porque é anormal? Claro que é, mas provavelmente se nascer e sobreviver, vai perder toda a sua dignidade.

    Então substituímos um feto anormal, por um perfeitamente dentro dos parâmetros habituais, que quando nascer, ou não vai ser desejado, ou não será criado com as condições mínimas (ou ambas)…
    Onde ficará a sua dignidade?
    Se tiver sorte, ficará ao cargo de uma qualquer instituição, se não tiver, acabará na rua e nas malhas da criminalidade.
    Não digo que todos os casos se passem desta forma.
    Admito haverem alguns abortos, apenas porque “não dá jeito ter um filho agora”, ou porque são frutos de relações extra-conjugais, mas, tentem compreender, quem se pronuncia a favor do “Sim”, não somos carniceiros que gostam de matar criancinhas, ambos os lados têm os seus benefícios e os seus contras.
    Apenas acho que, os benefícios da despenalização, são maiores que os da lei actual.

  25. Bem como você diz cada um tem a sua consciência. Para mim o aborto é uma forma de homicídio algo que não pode ser tolerado pelo Estado, a menos que se legalize todo o homicídio, não me importo, mas nesse dia deixo de pagar impostos e passo a andar armado.

  26. Correcção:

    *(…)mas, tentem compreender quem se pronuncia a favor do “Sim”. Não somos carniceiros que gostam de matar criancinhas. Ambos os lados têm os seus benefícios e os seus contras.

  27. Vera diz:

    Os cidadãos têm direitos mas tb têm deveres, e a responsabilidade é um deles.

  28. Vera diz:

    “mas nesse dia deixo de pagar impostos e passo a andar armado.”

    Eu acho que preferia mudar-me para Marte.

  29. Mais uma vez os nossos problemas de comunicação ficaram bem patentes Vera.
    Talvez seja um problema meu.

    Aposto que se comparasse Portugal ao Uganda ou a outro qualquer país africano, a conversa passaria do aborto, para a cor da pele. Também não vejo onde está o mal de comparar Portugal ao resto da Europa. Enfim…

    Quanto aos dados, leia lá o que escrevi, “Vou deixar aqui alguns dados que merecem ser discutidos.”
    Todas as interpretações que fizer, são apenas suas, e não queira impô-las como o verdadeiro sentido das minhas palavras.

  30. Vera diz:

    Então se não foi esse o objectivo, então qual foi? (ao comparar Portugal com outros países europeus). Eu não digo que há mal em comparar ou deixar de comparar, simplesmente quero,então, perceber o objectivo dessa comparação..já que, segundo diz, não o percebi anteriormente.

  31. Foram apenas dados que transcrevi para aqui. E queria a vossa opinião sobre eles. Não foi com qualquer intenção da minha parte, de querer passar uma mensagem.

  32. Carolina diz:

    Podia citar inúmeras razões por ser a favor do SIM ao aborto. Mas não pretendo ferir nem que firam os meus princípios.

    Ainda recentemente houve mais notícias de mães que abandonaram os seus filhos recém-nascidos: um num contentor do lixo, na Mouraria. Outro num pequeno muro dentro de um saco, na Amadora, entre tantos outros casos. Essas mães queriam ter os filhos? NÃO. Tinham possibilidades para os ter? QUERO ACREDITAR QUE NÃO. Procuraram ajuda? NÃO. Essas mães se tivessem condições para abortar, com dignidade e sem serem vistas como criminosas, teriam abortado? COM CERTEZA QUE SIM.

    Esses bebés que vieram ao mundo e foram abandonados pelas suas próprias mães, se soubessem que tal lhes ia acontecer e, se se pudessem pronunciar nas barrigas, o que diriam? COM CERTEZA QUE QUALQUER COISA DO TIPO: “MÃE NÃO ME PONHAS NA VIDA. PARA QUÊ? PARA DEPOIS ME ABANDONARES? NÃO, NÃO QUERO ESSA VIDA”.

    É por essas situações (e não só), que infelizmente são com frequência notícia que digo SIM.

    Muitas outras perguntas podia aqui fazer e responder. A todas iria responder SIM. Sim, a mulher pode decidir até às dez semanas se quer ou não ser mãe. Se tem ou não possibilidades económicas, psicológicas para ter um filho, sem ter de pensar em recorrer a instituições governamentais ou não-governamentais. A mulher é inteligente para poder decidir se QUER SER MÃE, NOS TERMOS DA LEI.

    É UM ASSUNTO MUITO DELICADO, QUE ME CHOCA. FICO GELADA QUANDO LEIO OU OIÇO TAIS NOTÍCIAS. É UMA IMPOTÊNCIA TÃO GRANDE, QUE DÁ VONTADE DE GRITAR. AS LÁGRIMAS ESCORREM PELA FACE. POR EXEMPLO, AQUELE BEBÉ ABANDONADO, NA AMADORA TEVE SORTE DE SER SALVO E DE SER LEVADO PARA O HOSPITAL AMADORA-SINTRA. COMO ELE FOI ENCONTRADO… POR FAVOR! QUAL VAI SER O FUTURO DESSA CRIANÇA!? ESPERO QUE SEJA O MELHOR!

    Não me quero alongar mais sobre este assunto. Aos intervenientes neste post, agradeço que não me coloquem questões, que não deturpem nem dêem outras respostas às perguntas que levantei, ÀS QUAIS EU PRÓPRIA RESPONDI. Se pretenderem participem no tema, MAS COM AS VOSSAS PRÓPRIAS QUESTÕES E RESPOSTAS, PRINCÍPIOS E CONVICÇÕES. NÃO COM AS MINHAS. Obrigada.

  33. Vera diz:

    Carolina, dar as nossas opiniões não fere os opositores (a menos que sejam ditadores), desde que não se fale na vida íntima das pessoas nem se insulte.

    No entanto, é de notar que fala de uma maneira…

    A mulher é inteligente para decidir se quer ser mãe ou não. Claro que é. Por isso, tem que ser inteligente para se previnir caso não queira ser… Até parece que os filhos lhes aparecem na barriga de repente, inesperadamene, sem se fazer nada… Quem tem determinados actos sabe quais são as suas possíveis consequências. Se têm idade para fazer umas coisas, também têm idade para assumir as suas consequências.
    RElativamente aos problemas financeiros, já falei sobre isso lá em cima. Quanto aos psicológicos, é como lhe disse: tem idade para umas coisas, tem idade para saber as suas possíveis consequências e assumir responsabilidades. A menos que se trate de uma violação, mas isso já se ncontra previsto na lei.

    Será que essas senhoras teriam abandonado os filhos se tivessem condições materiais para tal? Se tivessem mais ajudas? Se soubessem que elas existiam e eram fiáveis? Creio que não. Então porquê, em vez de os querer condenar ao abandono, querer condená-los ao aborto? Porque não investir no apoio à maternidade? Aliás, essa é a salvação da nossa economia, demografia, saúde, sociedade Ocidental.

    No entanto, basta lembrarmo-nos de tempos distantes…talvez não muito distantes tendo em conta a nossa história: 200 anos atrás, por exemplo. Quantas mães pobres havia pelo país fora? E mães pobres e solteiras que eram discriminadas pela sociedade da época?Era por isso que abortavam? Ou muitas viviam com os filhos, mesmo naquelas condições?
    Olhem que nem sempre viver num bairro de lata ou ser pobre significa ser infeliz. Vi, uma vez, o resultado de um estudo que afirmava que eram os venezuelanos o povo mais feliz do mundo. Olhemos para a sociedade deles, o que vemos? Um país corrupto, muitos pobres…quantas mães venezuelanas têm filhos nessas condições e acabam por ser felizes?
    Ah..já agora, o país mais infeliz era europeu…

    Bom, o que queria salientar é que tenho visto muita gente a defender as mulheres que abortam porque não querem ter os filhos…francamente, não é a cegonha a culpada!

  34. PP&I diz:

    Uma clarificação ao Mário Lopes: Só concebo a interrupção provocada da gravidez por razões terapêuticas, isto é, quando há causas clínicas que levam a pensar que a continuação da gravidez pode pôr em perigo a saúde ou mesmo a vida da mãe ou do filho.

  35. Mário Lopes clarificado.

  36. Carolina diz:

    Cara Vera, remeto-a para o meu comentário nrº. 32. Leio-o todo. Se assim pretender, claro está.

  37. Carolina diz:

    “… Lei-o…”, digo.

  38. Vera diz:

    Eu li-o antes de escrever o meu comentário.
    As perguntas que fiz foram retóricas.
    O que usei do seu comentário foi apenas para dar a minha opinião. ´
    Não lhe fiz nenhum ultimato. Comentei para todas as pessoas que visitam o blog e queiram argumentar.

  39. Carolina diz:

    Vera, estamos esclarecidas.

  40. Vera diz:

    Ainda bem.

  41. PP&I diz:

    Olá Carolina.

    Analisemos os argumentos que apresentaste.

    Ainda recentemente houve mais notícias de mães que abandonaram os seus filhos recém-nascidos: um num contentor do lixo, na Mouraria. Outro num pequeno muro dentro de um saco, na Amadora, entre tantos outros casos. (…) Essas mães se tivessem condições para abortar, com dignidade e sem serem vistas como criminosas, teriam abortado? COM CERTEZA QUE SIM.

    Neste argumento misturas atabalhoadamente duas ordens: a ordem do ser e a ordem do dever ser. Muito sucintamente, a primeira é descritiva (descreve os factos e explica-os a partir da sua causa – ex. “Fui às aulas”) e a segunda é prescritiva (exprimem uma regra de conduta dirigida ao Homem – ex. “Vai às aulas”).
    Uma das consequências da distinção entre o ser e o dever ser é a impossibilidade de deduzir qualquer dever ser do ser. Por exemplo, a regra estatística não é susceptível de fundar um dever ser. Da circunstância de, em Portugal, haver uma elevada taxa de fuga aos impostos não se segue que os portugueses devem fugir aos impostos. Do ser (fuga aos impostos) não se pode deduzir qualquer dever ser (dever de fugir aos impostos), isto é, da verificação estatística não se extrai qualquer dever de conduta.
    Aplicando o mesmo tipo de raciocínio ao problema em questão – a descriminalização do aborto – chegamos à conclusão de que o facto de serem realizados abortos não é razão para que se constitua qualquer dever ser que legitime o aborto. Até porque, em contrário, não havia nenhuma razão para não descriminalizarmos o roubo, o homicídio, a evasão fiscal, etc.

    Esses bebés que vieram ao mundo e foram abandonados pelas suas próprias mães, se soubessem que tal lhes ia acontecer e, se se pudessem pronunciar nas barrigas, o que diriam? COM CERTEZA QUE QUALQUER COISA DO TIPO: “MÃE NÃO ME PONHAS NA VIDA. PARA QUÊ? PARA DEPOIS ME ABANDONARES? NÃO, NÃO QUERO ESSA VIDA”.

    Em bom rigor isto nem chega a ser um argumento: é apenas o chamado apelo às emoções, um conjunto de afirmações intrincadas que não oferecem verdadeiramente razões que levem a pensar que o teu ponto de vista é correcto.

    Sim, a mulher pode decidir até às dez semanas se quer ou não ser mãe.

    Outro mau argumento usado pelos defensores da descriminalização do aborto é o argumento feminista de que o corpo é das mulheres, pelo que as mulheres é que sabem o que hão-de fazer com ele. É um mau argumento porque nada diz sobre o estatuto moral do feto – não diz se o feto tem, ou não, o direito à vida. E esta é uma falha grave pela seguinte razão: ficam com a dificuldade de explicar porque é que não podem abortar até no nono mês. Imaginemos que essa possibilidade seria aceitável: Nesse caso, ficam com a dificuldade de explicar porque é que não podemos matar uma crianca recém-nascida. Afinal, podíamos matá-la dois minutos antes, mas agora já não? Isso parece extremamente arbitrário. Imaginemos agora que a conclusão de que é moralmente permissível abortar no nono mês é rejeitada. Nesse caso, terão de nos dizer a partir de que altura é que o feto, ainda na barriga da mãe, começa a ter o direito à vida.
    Como vê, este argumento limita-se a fugir à questão.

  42. Carolina diz:

    Meu caro(a) PP&I, é de todo deselegante. Respeite o que os outros escrevem. Releia o meu comentário nr.º 32. Passe bem. Bom Natal!

  43. Vera diz:

    Carolina…se não quer que os outros lhe respondam ou façam comentários não escreva num blog. Não é, de todo, o sítio mais aconselhado para expôr temas e opiniões que a deixam melindrada.

  44. PP&I diz:

    Quanto muito respeito o seu direito a ter uma opinião contrária, cara Carolina. Não me peça é para concordar com as conclusões que retira dos seus argumentos falaciosos.
    A acusação de deselegância nem merece o mínimo comentário. É com certeza um assunto com qual terá demasiada familiaridade.

  45. Carolina diz:

    Cara Vera,

    Afinal, você não ficou esclarecida.

    “(…)Não é, de todo, o sítio mais aconselhado para expôr temas e opiniões que a deixam melindrada”, escreve a cara Vera.

    Fiz um comentário (vide nr. 32, NO SEU TODO, repito).

    Calculo que deve saber o que significa estar “melindrada”. Pois bem, não estou escandalizada, ofendida pelo meu comentário levantar tanta análise. Não deixa é de ser surpreendente, que comentem tanto um comentário, em detrimento do tema em causa.

    Agora, quero acreditar que finalmente a cara Vera entendeu.

  46. Carolina diz:

    Caro (a) PP&I,

    Tem todo o direito a ter a sua opinião. Nunca disse o contrário. E respeito. Ao contrário de você. Leia bem: “(…) Não me quero alongar mais sobre este assunto. Aos intervenientes neste post, agradeço que não me coloquem questões, que não deturpem nem dêem outras respostas às perguntas que levantei, ÀS QUAIS EU PRÓPRIA RESPONDI. Se pretenderem participem no tema, MAS COM AS VOSSAS PRÓPRIAS QUESTÕES E RESPOSTAS, PRINCÍPIOS E CONVICÇÕES. NÃO COM AS MINHAS. Obrigada”, escrevi no comentário nr. 32.

    Em nenhuma linha do meu comentário pode ler-se, que peço a quem quer que seja para concordar comigo.

    “(…)A acusação de deselegância nem merece o mínimo comentário. É com certeza um assunto com qual terá demasiada familiaridade”, escreveu PP&I.

    Não é uma acusação. É uma constatação à vista de todos. E se dúvidas haviam, dissiparam-se com este seu comentário nr. 44. Falta-
    -lhe bom senso e educação.

    Contribua para o debate sem ofender e insultar quem não conhece. Boas Festas!

  47. Vera diz:

    Comentamos o seu comentário pois ele aborda o tema em causa.
    Quando escreve num blog está sujeita a que os outros comentei o que diz. Se não quer que isso aconteça, é simples: não escreva.
    A cara Vera já entendeu que a Carolina opina e depois não quer ouvir respostas, mas nem sp as coisas acontecem conforme a nossa vontade.

  48. PP&I diz:

    É preciso ter descaramento. Acusa-me de deselegância completamente a despropósito e depois, quando lhe respondo à letra, ainda diz que me falta bom-senso e educação.
    Enfim, não vou perder mais tempo a responder a autistas ou parvas.
    Menina, frequento a blogosfera para argumentar, não para discutir. Interessa-me chegar a conclusões, não em expor os meus preconceitos de uma forma nova. Não gosta, azar.

  49. Carolina diz:

    Cara Vera,

    Aborde o tema em causa, com as suas opiniões e convicções.

    Releia o meu comentário nr. 45: ” (…) Não deixa é de ser surpreendente, que comentem tanto um comentário, em detrimento do tema em causa (…)”.

    Escrevo, mas respeito as opiniões dos outros. E, muito menos as deturpo.

    “(…) A cara Vera já entendeu que a Carolina opina e depois não quer ouvir respostas, mas nem sp as coisas acontecem conforme a nossa vontade, escreve a cara Vera.

    A todas as perguntas que fiz no meu comentário, eu própria respondi.
    A sua vontade é gastar a tinta da sua pena e/ou não tem capacidade para contribuir para o debate com os seus princípios. Por conseguinte, limita-se a comentar e a não respeitar o que os outros escrevem. Passe bem.

  50. Vera diz:

    Pois claro que abordo o tema com as minhas convicções, caso contrário acharia correcto alguém cometer falácias e ficar sem a devida resposta.
    Não deturpei a opinião de alguém, ou deturpei?
    Ao responder ou fazer qualquer comentário já estou a mostrar que não concordo com a sua opinbião e, portanto, que tenho outros princípios e argumentos. A Carolina é que parece não conviver bem com isso.

    P.S..: Essa atitude de vitimização não condiz com o espírito natalício.

  51. Carolina diz:

    Caro(a) PP&I,

    A sua elegância, bom senso, educação e inteligência para responder à letra, mais uma vez, estão à vista, no seu comentário nr. 48. Vejamos:

    ” (…)não vou perder mais tempo a responder a autistas ou parvas.
    Menina, frequento a blogosfera para argumentar, não para discutir (…), escreve PP&I.

    Quem diria que não gosta de perder tempo?! Quem diria que frequenta a blogosfera para argumentar?! Quem diria que não gosta de discutir?! Em todos estes casos, mencionados por si, foi você que começou por fazer exactamente o contrário.

    Continua PP&I: ” (…) Interessa-
    -me chegar a conclusões, não em expor os meus preconceitos de uma forma nova. Não gosta, azar. “.

    Preconceitos?! Não tem consciência das palavras que utiliza na sua escrita.

    Não é uma questão de gosto, mas antes de bom senso e educação. Faça-se luz para os seus lados. Em blogues, gaste o seu tempo de forma minimamente capaz. Passe bem.

  52. Carolina diz:

    Cara Vera,

    É evidente que não aborda o tema em apreço, com as suas próprias convicções. Recorre ao comentário que fiz, para levantar questões, para levantar poeira. Onde estão essas convicções escritas?! Em nenhum lado.

    Convivo muito bem com opiniões diferentes das minhas. Não convivo bem é com falta de respeito.
    Não me considero vítima de nada. Lamento é que não contribuam para o tema do post, com argumentos próprios. Lamento é que um assunto tão relevante como o aborto não seja debatido por pessoas capazes de espelharem as suas opiniões e, se focalizem num comentário. Neste caso, no meu.

    Aproveite bem o seu tempo.

  53. PP&I diz:

    Quem diria que frequenta a blogosfera para argumentar?! Quem diria que não gosta de discutir?! Em todos estes casos, mencionados por si, foi você que começou por fazer exactamente o contrário.

    Sim Carolina, venho para argumentar, para oferecer um conjunto de razões a favor de uma conclusão ou oferecer dados favoráveis a uma conclusão por forma a tentar descobrir quais os melhores pontos de vista, porque nem todos são iguais ou válidos. Para isso é essencial explorar os argumentos que defendem os pontos de vista opostos, avaliando-os criticamente. Pelo que da sua observação depreendo uma de duas situações: Ou é uma literada disfuncional ou é uma parva que me tenta chegar ao juízo. Em qualquer um dos casos, não vale o meu tempo gasto.

    E depois reincide nas provocações baratas: Preconceitos?! Não tem consciência das palavras que utiliza na sua escrita. Não vou, obviamente, comentar o facto. A Carolina é radicalmente analfabeta e julga que todos aqueles que não partilham o seu mau-carácter padecem da sua deformidade. Consulte um qualquer dicionário, enciclopédia ou manual de introdução ao estudo da psicologia: Um preconceito é a ideia formada com antecipação, sem fundamento sério ou análise crítica. É a manifestação comportamental da Carolina, que não só é contrária a qualquer espírito de pesquisa, contentando-se com a exposição de meia-dúzia de sofismas e frases, como ainda tem o desplante de fazer apreciações sobre mim, que não a conheço de lado nenhum e não lhe dou confiança para isso.

    Acedi tomar parte neste debate porque acreditei que lidava com uma pessoa leal. Puro engano. A personagem não é leal e a sua manifesta personalidade de verme impede qualquer discurso civilizado. A partir de hoje, as minhas conversas com a Carolina terminaram. Boa tarde e até à próxima.

  54. PP&I diz:

    P.S. Um reparo: Será que esta Carolina não será a tal Salgado que tanto falam por aí? Tão grande dose de atrevimento leva-me a pensar que sim.

  55. Carolina diz:

    Caro (a) PP&I,

    Mais uma vez (vide seus comentários nrs. 53 e 54) a sua escrita fala por si. É uma pessoa extremamente mal educada.

    Agora, está a chamar-me de desleal e continua com ataques à minha pessoa. Palavras para quê!?

    ” (…)A partir de hoje, as minhas conversas com a Carolina terminaram (…), escreve PP&I.

    Ainda bem. Fez-se luz para esses seus lados. Foi você quem quis conversar comigo, de forma indelicada e com total falta de bom senso.

    Bom Natal!

  56. Vera diz:

    Carolina..ganhe juízo. Estamos aqui para debater ideias. E fizémo-lo antes do seu comentário nº 32. Se vir bem, antes do seu comentário nº 32 , foram escritos 31 comentários (quem diria hein!). Até essa altura baseamo-nos nos nossos próprios argumentos.
    De repente, aparece alguém que manda para o ar uma data de falácias e apelos à emoção.
    Bom, eu acho que…num debate existem ideias a favor e contra, e nós temos que explicar porque é que tomamos uma opção e não outra. Logo, num debate, é normal que outra pessoa diga porque é que não concorda consigo. Se não quer, feche os olhos, faça birrinha ao pé da árvore de natal, não responda, faça o que quiser, mas não se venha armar em educada e respeitadora quando só não lhe apetece ouvir uma resposta. Não quer responder, não responda, ninguém lhe está a pedir isso. Acho é que temos o direito de dizer que a Carolina afirmou coisas pouco lógicas. A Carolina deu a sua opinião, nós damos a nossa. Num debate acabamos sempre por falar dos argumentos dos outros..afinal, sem oposição não haveriam debates.

    Discordar de si não é desrespeito… Se realmente não quisesse conversa não passaria o tempo a responder-nos. SE não quisesse conversa, não andaria a comentar em blogs. Ach oque tem que ser um pouco coerente, não é vir para aqui dizer uam data de coisas e esperar que todos fiquem calados só porque..lhe apetece!
    Já agr, um pouco menos de egocentrismo faz bem…

  57. Filipe diz:

    No dia 11 de Fevereiro/2007, voto “Sim” no referendo sobre o aborto. Cada um que vote em consciência.
    Cara Carolina, apenas lhe pretendo dizer, que compreendi perfeitamente o que escreveu no seu comentário nº. 32 – Não por ser a favor do “Sim”, porque cada um tem os seus princípios morais, éticos, religiosos ou outros -. Mas, pela sua clareza em expor a sua opinião. Foi sucinta e incisiva, de acordo com os seus princípios.

  58. Carolina diz:

    O comentário nrº. 56 da cara Vera começa da seguinte forma: “Carolina..ganhe juízo (…)”. Esta sua recomendação, no mínimo, transmite imaturidade da sua parte.

    Sei bem que, antes do meu comentário nrº. 32 existiram 31, pois claro! E Li-os. Mais: os comentários nrºs. 6, 7 (aqui, um erro de duplicação) e 16 são meus, cara Vera. A verdade, é que a partir do meu comentário nrº. 32, as suas ideias focalizaram-se no mesmo!

    As pessoas podem escrever, dar as suas opiniões e não têm obrigatoriamente de responder a tudo. Por exemplo, dizer SIM ou NÃO, é uma opinião. Aliás, nas urnas, ninguém lhe vai perguntar a razão de colocar a cruz no NÃO (no seu caso e se tiver idade para votar). Cada um, é livre de dizer ou não, o motivo pelo qual defende o SIM ou o NÃO.
    No comentário nrº. 32, dei alguns argumentos (poderia ter escrito muitos outros, como tive oportunidade de dizer na altura), que exemplificam a minha opção pelo SIM. Mas poderia não o ter feito.

    O respeito é tão bonito. Educação, respeito, bom senso não estão à venda. Estão no berço de cada um. Eu, se alguém fizesse um comentário igual ao meu (nrº. 32), em que finalizasse: “ (…) Não me quero alongar mais sobre este assunto. Aos intervenientes neste post, agradeço que não me coloquem questões, que não deturpem nem dêem outras respostas às perguntas que levantei, ÀS QUAIS EU PRÓPRIA RESPONDI. Se pretenderem participem no tema, MAS COM AS VOSSAS PRÓPRIAS QUESTÕES E RESPOSTAS, PRINCÍPIOS E CONVICÇÕES. NÃO COM AS MINHAS. Obrigada“, escrevi. De certeza que não iria escrever sobre esse comentário, como a cara Vera fez. Mas cada um tem a sua maneira de pensar e de analisar as coisas. É a tal questão do berço.

    Poderia ignorar os seus (e não só) comentários, mas respondo. Pelo menos, até achar e me apetecer responder. Repito, é de lamentar que continue a escrever sobre o meu comentário, remetendo para segundo plano, o assunto em questão. Todavia, se é isso que pretende, se são essas as suas contribuições para o debate, que posso eu fazer!? LAMENTAR.

  59. Carolina diz:

    Caro Filipe,

    Agradeço a sua apreciação.
    Deixe-me dizer-lhe que através destas suas linhas, demonstra ser uma pessoa que respeita os outros, bem formada e educada. É de salutar.

  60. Vera diz:

    Lol..já cá faltava. Sabe Carolina, desde que começou a dirigir-se de certa maneira a mim e ao Rafael associei-a logo às atitudes que o Filipe teve há uams semanas.
    Enfim, a Carolina escreveu umas coisitas osbre o aborto. Disse que não se queria alongar. Eu, como leitora, não concordei com apreciações que fez, e respondi, não só apra si mas para toda a gente. Acho injuste que se escrevam coisas que não são argumentos e isso passe em branco, podendo influenciar a opinião de muitos indecisos. EU NÃO LHE FIZ PERGUNTAS, EU NÃO LHE PEDI QUE RESPONDESSE, EU NÃO LHE PEDI QUE SE ALONGASSE NO DEBATE. A Carolina continuar a escrever aqui porque quer. Eu continuei a falar sobre o tema do aborto, e a Carolina, muito ofendida, disse que não se queria alongar no tema, para eu respeitar, só que EU falei para todos, e não só para a Carolina, quis mostrar a todos os que leêm que não concordo com os argumentos que a Carolina deu, argumentos dados por muitas pessoas. Achei por bem aproveitá-los e dar a minha opinião. ÑINGUÉM LHE PEDIU NADA, NINGUÉM A OBRIGOU A CONTINUAR A FALAR SOBRE O TEMA.

    Foi a Carolina quem se picou, na sua atitude egocêntrica. Ninguém aqui vai deixar de discutir este assunto. Se não quer, não apareça, não alimente. REspeite ao menos aquilo que escreveu.

    Quanto à questão do berço….Não metas nojo, sua mal criada. É tudo o que posso dizer. É que consegue mesmo meter nojo. Se calhar a ti faltaram-te foi umas chapadinhas (ou seria lg com o berço inteiro?), para teres mais respeito pela família dos outros.

  61. Carolina diz:

    Cara Vera,

    Quanto à sua associação da minha pessoa à do caro Filipe, nem comento. Mais uma vez, são associações suas de pessoas que não conhece, que em nada têm a ver com o tema do post. Rafael?! O PP&I é o Rafael. Fiquei a saber.

    Quem se dirigiu a mim, foram vocês. Quem não me respeitou, foram vocês.

    Você, continuou a escrever sobre o meu comentário nrº. 32. POR FAVOR! Você, sabe ler?! Não me parece. Veja bem a quantidade de vezes, que me obriga a explicar-lhe o que é: RESPEITO. Estão bem patentes.

    ” (…)Foi a Carolina quem se picou, na sua atitude egocêntrica. Ninguém aqui vai deixar de discutir este assunto. Se não quer, não apareça, não alimente. REspeite ao menos aquilo que escreveu (…), escreve a cara Vera.

    A sua escrita é infantil. Eu não me “pico” (utilizando a sua expressão). Respeito aquilo que escrevi e REAFIRMO. Bem como, respeito o que os outros escrevem, independentemente de terem ou não a mesma opinião do que eu.

    Não pretendo influenciar opinião de indecisos. Se a cara Vera, pretende, é um problema seu. Está é bem claro que em nada contribui para esclarecer a percentagem de indecisos. DISCUTA O ASSUNTO DO ABORTO! DEIXE O MEU COMENTÁRIO!

    ” (…)Quanto à questão do berço….Não metas nojo, sua mal criada. É tudo o que posso dizer. É que consegue mesmo meter nojo. Se calhar a ti faltaram-te foi umas chapadinhas (ou seria lg com o berço inteiro?), para teres mais respeito pela família dos outros”, escreveu a cara Vera.

    Minha cara Vera, veja bem a sua escrita, a sua linguagem, a sua falta de educação. Falta-lhe classe!

    De uma vez por todas, seja inteligente e utilize as teclas do seu computador para escrever sobre o TEMA. Quanto mais escreve, mais se enterra.

  62. Filipe diz:

    Cara Carolina, você é excelente! É só o que posso dizer.
    Quanto ao comentário nº. 60 da cara Vera: “…Sabe Carolina, desde que começou a dirigir-se de certa maneira a mim e ao Rafael associei-a logo às atitudes que o Filipe teve há uams semanas…”, não me merece qualquer resposta.
    Nota: o texto introdutório deste post começa assim: “Neste blogue, não se discute o aborto…”. Já não é a primeira vez que aqui se discute o aborto: https://maquinazero.wordpress.com/2006/10/20/camara-fernando-digno-representante-da-esquerda-intolerante/#comment-4628.

  63. Vera diz:

    “Minha cara Vera, veja bem a sua escrita, a sua linguagem, a sua falta de educação. Falta-lhe classe!”

    Lol…Querida, não estou aqui para a agradar. Vá comprar bolinhas do ChinÊs para enfeitar a árvore de natal e não me chateie. Você não merece a paciÊncia de ninguém. Sabe lá o que é classe, respeito ou educação Existem analfabetos que sabem melhor o que isso é..Sim, porque não basta ir ver ao dicionário, é preciso pôr em prática.

  64. Chegou quem cá faltava, esse mesmo, o Mário!
    Vou fazer uma análise do “debate”, de forma sucinta.

    A Carolina revela alguma falta de paciência para responder aos contra argumentos, como ela própria refere no tão citado comentário 32.

    O PP&I teve o timming certo para abandonar a conversa quando ela estava a azedar.

    O Filipe demonstrou coragem em defender a Carolina, enquanto esta era “apedrejada”.

    A Vera foi uma autêntica revelação.
    Em todas as ocasiões em que, debati algum assunto com a mesma, pareceu-me sempre ser uma pessoa cordial, ainda que, com opiniões completamente diferentes das minhas.
    Mas, eis que surge a parte da Vera, que até à bem pouco tempo julgava não existir.
    Foi rude, mal educada e deselegante.
    Resolva esse seu problema de expressão.

    E agora ataquem-me com unhas e dentes, que eu vou chamar o João Kleber.

  65. Pessoal, um ponto de ordem, como nas antigas RGA’s (Reunião Geral de Alunos, para quem for amis novinho..): Então eu não disse que o aborto não se discutia, neste blogue??? Eh, eh, eh…

  66. Carolina diz:

    Resposta ao comentário nrº. 63 da cara Vera:

    Mais uma vez, é visível a sua não CLASSE!
    Contribua para esclarer as pessoas indecisas, com base nos seus princípios. Os quais decidirão e votarão, em consciência. É o que se espera. Continua com ataques pessoais e má educação.

  67. Carolina diz:

    Caro Mário,
    Paciência não me falta.

  68. Carolina diz:

    Caro Filipe,

    Obrigada, mas não sou “excelente” nem tenho a pretensão de o ser. Apenas me limito a responder.

  69. Vera diz:

    Pois é Mário…porque o Mário nunca veio para aqui chamar os outros de mal educados só porque não concordavam consigo.
    Acho que se umA pessoa que não tem argumentos para dar, ou não os quer dar, como é o caso da Carolina, mais vale não dizer nadaa do que vir para aqui soltar umas coisas para o ar sabendo que os outros não vão concordar e responder. É como se lhe respondessem torto e ficasse calado.
    Se a menina Carolina não gosta..talvez num hospital privado da Lapa não lhe respondam às bacuradas (sim, é preciso pagar pra uma pessoa ficar calada perante tanta asneirada). Sinceramente, não tenho paciência para aturar alguém que não conheço, que deve ter passado a filosofia do liceu “ao colo” (a avaliar pelos conhecimentos de llógica, nme é preciso chegar à universidade para tal) que me vem para aqui chamar isto e aquilo, falar de berços…Mas donde é que eu a conheço para ela fazer esse tipo de apreciações sobre mim e o meu berço? Eu nunca faço isso aos outros, já é mau remeter a discussão para o plano individual..quanto mais para questões familiares. A Carolina, se a tem, devia agarrar na sua classe para fazer coisas boas, e não portar-se que nem uma Lili Caneças. Tem classe?E tem cabecinha oca. Sabe, no meu berço sp se deu prioridade à instrução e cultura…e é por isso que dou graças por ter nascido nele.
    Por fim, Carolina, quando aprender que não se fazem debate com apelos emotivos e vitimizações, talvez seja capaz de discutir qq coisa sem atacar o plano pessoal. Não tenho paxorra para as suas nojices.

  70. Vera diz:

    “Contribua para esclarer as pessoas indecisas, com base nos seus princípios.”

    Ah…percebeu agora porque é que comentei o seu comentário? Não foi para que a Carolina continuasse na discussão, foi para esclarecer o meu ponto de vista, uma vez que achava que o seu tinah algumas falhas que poderiam influenciar incorrectamente os indecisos…PErcebeu?Não?Não quer perceber?
    Já enjoa..

  71. Filipe diz:

    Caro Mário, não defendi a Carolina. Até porque é bem notório que a mesma não precisa de quem a defenda. Somente a compreendi e respeitei, conforme meu comentário nº. 57. Mais tarde, no comentário nº. 62 elogiei a sua inteligência e elegância. É a minha opinião. Tenho direito a tê-la e não quis deixar de a expressar.

  72. Filipe diz:

    Carolina, você responde e é assertiva nas respostas. Sem nunca perder a educação. Por isso, que tenha dito que a Carolina é excelente. Imagino que por vezes tivesse tido vontade de chamar as coisas pelos bois, mas não foi por essa via. E manteve sempre o mesmo nível, sem nunca o perder.

  73. Filipe diz:

    correcção ao meu comentário anterior: “… as coisas/”bois” pelos nomes…”, deve ler-se.

  74. Carolina diz:

    Cara Vera,

    Em relação ao seu comentário nrº. 69 (em que volta a falar do meu nome e sobre mim), MAIS UMA VEZ(haverão mais?! Esperemos pelas cenas dos próximos episódios), a sua escrita revela a sua educação. À vista de quem a quer ver. Agora, até vai pelo caminho de colocar nomes de figuras públicas e fazer comparações. POR FAVOR! Se já nos tinha revelado tanto de si, de forma tão negativa, com este seu comentário ainda desceu mais baixo. É o que eu já disse: quanto mais escreve mais se enterra.

    “(…)Por fim, Carolina, quando aprender que não se fazem debate com apelos emotivos e vitimizações, talvez seja capaz de discutir qq coisa sem atacar o plano pessoal. Não tenho paxorra para as suas nojices”, escreveu a cara Vera.

    O meu comentário nr. 32 (LAMENTÁVEL, QUE AINDA ESTEJA A ESCREVER SOBRE O MESMO), não tem a pretensão de apelar às emoções. Nunca ataquei a sua esfera pessoal. Falei do seu berço de educação. O que não significa que não a tenham educado, mas pura e simplesmente, a cara Vera não a recebeu. Por exemplo, veja esta sua frase “(…) Não tenho paxorra para as suas nojices”. DIZ TUDO!

    No que respeita ao seu comentário nr. 70, três notas:
    1. Você, precisa que alguém expresse uma opinião para esclarecer o seu ponto de vista!? PRECISA, JÁ VI HÁ MUITO QUE SIM.
    2. Se tem a pretensão de esclarecer as pessoas indecisas sobre o aborto, faça-o livre e EXPONTANEAMENTE. Não esteja à espera de outras opiniões, para se fazer ouvir.
    3. Mas é óbvio, que você não quer esclarecer quem quer que seja. Já viu o tempo que está a gastar desde o meu comentário nr.32!? LAMENTÁVEL! APROVEITE O SEU TEMPO. DEIXE DE FALAR SOBRE MIM. Passe bem.

  75. Carolina diz:

    Filipe,

    Eu percebi o que quis dizer. Obrigada. Haja paciência. Não me tem faltado. Sabe? A educação, o respeito… revelam-se nas mais “pequenas/grandes” situações. Estou certa, que o Filipe entende o que quero dizer.

  76. Vera diz:

    OH Carolina, vamos acabar com a palhaçada. Não tenho paciÊncia para aturar estes bate-bocas. Xau.

  77. Carolina diz:

    Cara Vera,

    Não diria “palhaçada”, mas antes mau gosto, falta de respeito e inteligência da sua parte.
    Do tão “famoso” meu comentário nr.32, estamos no 77 (incluíndo este meu). Você começou, Você acaba com o “bate-bocas”, como refere. Parece-me lindamente. Já era sem tempo. Bom Natal!

  78. Curioso. A Carolina, o Filipe e o Berardo fartam-se de fazer comentários neste blogue. Mas usam o mesmo IP…

  79. Ou melhor, usavam….

  80. Filipe diz:

    Claro que a entendo, Carolina.

  81. Filipe diz:

    Sério, MZ?! Não diga. Você, anda a pesquisar os IP? Humhum!!! Usavam?! Vai apagar os comentários. Grande cavalheiro!

  82. PP&I diz:

    A Carolina, o Filipe e o Berardo fartam-se de fazer comentários neste blogue. Mas usam o mesmo IP…

    Ora, ora, não é que eu estava a adivinhar?
    Só não acerto no euromilhões.

  83. PP&I diz:

    P.S. O Filipe é com certeza um colérico fã da Fernanda Câncio.

  84. Filipe diz:

    Caro PP&I,

    Pode começar e acabar com ataques pessoais. Escreva à vontade, que daqui não vai obter resposta. Só duas notas: .há que investigar sobre os IP.
    . Para todos! Bons escritos!

  85. Vera diz:

    LOOOLLL ai Felipe, Felipe… Eu bem que achei o perfil da Carolina parecido com o seu. Até comentei com o PP%I em privado..não quis dizer nada aqui para não parecer paranoia. MAs nessa mesma tarde o Felipe apareceu a defendê-la. LOl, e não é que têm o mesmo IP? Oh Felipe (ou será Carolina?), não sabia que tinha um dom assim tão grande… Olhe que isso de ter classe, upa upa..!

  86. Vera diz:

    Se quiserem investigar os IP’s de todos, por mim estão à vontade..lol Eu cá não tenho classe para fazer duplos cinematográficos;P

  87. Caturo diz:

    Olha, já há por aqui transsexuais… e transsexuais indecisos, ainda por cima…. Filipe já nem sabe se é Carolina ou se Carolina é Filipe…
    Está moderna esta caixa de comentários, está sim…

  88. PP&I diz:

    Pode começar e acabar com ataques pessoais. Escreva à vontade, que daqui não vai obter resposta.

    Minha caro(a) Filipe/Carolina, é de todo deselegante. Respeite o que os outros escrevem. Passe bem. Bom Natal! Ah!, ah!, ah! 😀

    Pronto, agora calo-me de vez.

  89. Vera diz:

    LOL..Já viste Caturo, quem tem cultura, inteligência e decência…vive com toda a intensidade a heteronimia..será que tb sofre de esquizofrenia?

  90. Pois é,Vera, mas o PP&I também anda ao mesmo…

  91. Filipe –
    Novo comentário na sua entrada #1041 “Aborto – Declaração de princípios”
    Autor : Filipe (IP: 72.232.131.22 , 22.131.232.72.reverse.layeredtech.com)
    E-mail :
    URL :
    Whois : http://ws.arin.net/cgi-bin/whois.pl?queryinput=72.232.131.22

  92. PP&I –
    Novo comentário na sua entrada #1041 “Aborto – Declaração de princípios”
    Autor : PP&I (IP: 72.232.131.23 , 23.131.232.72.reverse.layeredtech.com)
    E-mail :
    URL :
    Whois : http://ws.arin.net/cgi-bin/whois.pl?queryinput=72.232.131.23

  93. Carolina –
    Novo comentário na sua entrada #1041 “Aborto – Declaração de princípios”
    Autor : Carolina (IP: 72.232.131.23 , 23.131.232.72.reverse.layeredtech.com)
    E-mail :
    URL :
    Whois : http://ws.arin.net/cgi-bin/whois.pl?queryinput=72.232.131.23

  94. PP&I diz:

    Ó Máquina Zero, há algum problema com certeza!

    É a primeira vez que comento neste blogue e apenas com esta identidade!

  95. Vera diz:

    ??????????? MZ, já agr, o meu! Nem sei cm se vê isso…mas, só pra confirmar…pra ter a certeza q isso n me dá igual ao deles….

  96. PP&I diz:

    Verifique de novo o Ip, por favor.

  97. Novo comentário na sua entrada #1041 “Aborto – Declaração de princípios”
    Autor : PP&I (IP: 72.232.131.22 , 22.131.232.72.reverse.layeredtech.com)
    E-mail :
    URL :
    Whois : http://ws.arin.net/cgi-bin/whois.pl?queryinput=72.232.131.22
    Comentário:
    Verifique de novo o Ip, por favor.

  98. Já verifiquei… O resultado é o acima transcrito…

  99. Vera diz:

    Isto cheira-me aqui a aldrabice de alguém….ahm, Filipe Carolina?

  100. PP&I diz:

    Impossível.

    MZ, pode dizer-me como posso verificar o meu IP? Divulgá-lo-ei nesta caixa de comentários.

  101. PP&I diz:

    Impossível.

    MZ, pode dizer-me como posso verificar o meu IP? Divulgá-lo-ei nesta caixa de comentários.

    Outra coisa, o meu servidor é da Clix. Não sei se ajuda à situação

  102. Narborough Road South

  103. PP&I diz:

    Desculpe a minha ignorância MZ, mas informática não é o meu forte. Isso quer dizer exactamente o quê?

  104. Vera diz:

    07003 962 666
    e
    0116 262 0600

    São dois IP’s diferentes?ou é o mesmo? é o meu?
    E “Narborough Road South” a minha localidade?

  105. PP&I diz:

    Ok, eu fiz o seguinte: Fui ao «Executar» e escrevi «cmd». Em «C:\» escrevi «ipconfig» e em «Endereço IP» apareceu um número completamente diferente. Preferia não o divulgar, mas se for a única forma de provar a minha ausência de culpa em todo este imbróglio, caso não se chegue a uma conclusão, é o que farei.

  106. Vera diz:

    Eu também o fiz e deu-me um nº que em nada tem a ver com esse aí em cima divulgado, de Narborough Road South.

  107. Desculpe lá, Vera. Estive ocupado a verificar aqui alguns pormenores. Mas os números que foram colocados não tinham nada a ver consigo. Nem o endereço.

  108. Hummmmm… Que silêncio que por aqui vai….

  109. PP&I diz:

    Silêncio? Então e eu? Ainda não me respondeu! Faz-me passar por uma coisa que não sou!

  110. Meu caro PP%I, a situção que me descreve é muito estranha, de facto. Sugio que contacte o Clix e que lhes refira o que se passa. Ou seja, que os seus comentários me chegam como vindos do domínio http://www.layeredtech.com

  111. Vera diz:

    Faz-se silêncio porque quem tem culpa no cartório, sendo ele ou ela, já desertou….foi remédio santo para meterem o rabinho entre as pernas e desaparecerem dps da figura de mentiroso(a) que fez. O berço não devia ter serra eléctrica para narigudos excessivos.

  112. PP&I diz:

    Vou lá contactar o serviço clix por causa de uma coisa destas! Aqui fica parte do meu IP: 192.168. (…)

  113. Meu caro, eu se fosse a si, contactava… O seu IP, para mim, é este: 72.232.131.22 , 22.131.232.72.reverse.layeredtech.com

  114. E o bloco que você indicou como sendo o do seu IP está “reservado”:

    NetRange: 192.168.0.0 – 192.168.255.255
    CIDR: 192.168.0.0/16
    NetName: IANA-CBLK1
    NetHandle: NET-192-168-0-0-1
    Parent: NET-192-0-0-0-0
    NetType: IANA Special Use
    NameServer: BLACKHOLE-1.IANA.ORG
    NameServer: BLACKHOLE-2.IANA.ORG
    Comment: This block is reserved for special purposes.
    Comment: Please see RFC 1918 for additional information.
    Comment:
    RegDate: 1994-03-15
    Updated: 2002-09-16

    OrgAbuseHandle: IANA-IP-ARIN
    OrgAbuseName: Internet Corporation for Assigned Names and Number
    OrgAbusePhone: +1-310-301-5820
    OrgAbuseEmail: abuse@iana.org

    OrgTechHandle: IANA-IP-ARIN
    OrgTechName: Internet Corporation for Assigned Names and Number
    OrgTechPhone: +1-310-301-5820
    OrgTechEmail: abuse@iana.org

  115. PP&I diz:

    E isso constitui algum problema grave? Não vou contactá-los propositadamente apenas porque um blogue regista um IP diferente do meu.

  116. PP&I diz:

    Reservado?

  117. Sim. a explicação está aqui:

    FAQ on “Blackhole Servers”

    Please see the following 8 questions/answers for information regarding the “blackhole” servers:

    Q1: What are the blackhole servers?

    A1: The “blackhole” Servers, “blackhole-1.iana.org” and “blackhole-2.iana.org”, are an obscure part of the Internet infrastructure. People are sometimes puzzled or alarmed to find unexplained references to them in log files or other places. This FAQ tries to explain what these servers do, and why you may be seeing them. Specifically, these servers are part of the Domain Name System (DNS), and respond to inverse queries to addresses in the the reserved RFC 1918 address ranges:

    10.0.0.0 – 10.255.255.255

    172.16.0.0 – 172.31.255.255

    192.168.0.0 – 192.168.255.255

    See: RFC 1918

    These addresses are reserved for use on private intranets, and should never appear on the public internet. The 192.168.0.0 addresses are especially common, being frequently used in small office or home networking products like routers, gateways, or firewalls.

  118. PP&I diz:

    Bom, fazemos o seguinte: Eu quero esclarecer esta situação e vou enviar-lhe os meus dados dados por correio electrónico. Também irei colocar o problema a amigos meus Talvez se faça alguma luz no meio disto tudo.

  119. Ok. Não leve a mal, mas como calcula eu também me sinto algo curioso pelo facto de o DNS do seu ISP me surgir com uma designação que não corresponde ao seu, de acordo com a sua informação. Tentarei também apurar o que se passa, junto de alguns técnicos credenciados nesta matéria.

  120. Ok, meu caro PP&I. Obrigado

  121. Ok, meus caros. Tudo resolvido. Continuemos, portanto, com algumas pequenas alterações. Como eu dizia, o aborto não se discute, neste blogue… o que é a melhor maneira de desencadear uma gigantesca discussão…

  122. E as minhas desculpas à Carolina, ao Filipe e ao Berardo. NÃO UTILIZAM O MESMO IP ADRESS NEM SÃO A MESMA PESSOA. Eu é que presumi – e mal – com base numa interpretação incorrecta de uma informação excessivamente técnica dada por um dos amigos que me ajuda na segurança do meu computador e dos meus acessos. Reposta a verdade e pedidas as necessárias desculpas, quem nunca errou que atire a primeira pedra – convite que exclui os muçulmanos, obviamente.

  123. Mário Lopes diz:

    Você arma-se em Sherlock Holmes, mas anda por aí sem lupa.
    Elementar…

  124. PP&I diz:

    Errare humanum est. Pelo menos ficou tudo esclarecido.
    Desde já, peço desculpa ao Filipe pelo meu equívoco.

  125. Vera diz:

    OH…logo agr que já estava a ter piada! Bolas!
    Filipe, se realmente não és a mesma pessoa, desculpa lá. É que realmente foi um grande equívoco… Aliás, mt mais do que o IP me levava a crer isso, mas pronto. Até teve a sua piada, imaginar uns heterónimos.. (sim, Vera, mau gosto).

  126. Pois, meu caro Mário Lopes. Mas pelo menos tenho a decência de reconhecer quando erro. E admitir o erro, pedidnod desculpas.

  127. Mas folgo em saber que você é infalível, meu caro Mário Lopes. Pelo menos, a sua crítica dá a entender isso. Você, pelo vistos, nunca errou!

  128. Açoriana diz:

    Comentário 10 de Mário Lopes:

    “Então diga-me Vera… É a favor dos métodos contraceptivos? Esses métodos impedem que vidas sejam geradas.
    Se me vai dizer que, é diferente, porque não há crime, já que, nessa altura ainda não existe feto (e bla bla bla), não vale a pena. Tenho uma pergunta mais clara.
    Todos os espermatozóides têm direito à vida? Vamos prender os adolescentes que descobrem a masturbação? E a quantidade de vidas que se vão pela sanita abaixo, sufocadas pelo latex e pelo lubrificante dos preservativos?”

    Porque é que toda a gente que é a favor do aborto mais tarde ou mais cedo vem com essa ideia estúpida?? Não vêem a diferença entre uma vida e uma célula? Que anormalidade…

  129. Mário Lopes diz:

    do Lat. celula, pequena cela

    s. f.,
    dim. de cela;
    casulo de semente;
    cada um dos quartos ou alojamento dos cardeais;
    Med.,
    a mais pequena porção do organismo capaz de vida independente;
    cada um dos elementos plásticos, microscópicos, dos tecidos orgânicos;
    pequena cavidade ou interstício no tecido esponjoso dos ossos, etc. .

    -> “a mais pequena porção do organismo capaz de vida independente” diga-me agora qual é a diferença que a Açoriana consegue ver entre uma célula e uma vida…

  130. Mário Lopes diz:

    Maquina Zero, é verdade… Andou a investigar outra vez, só pode. É que esse era o meu segredo mais bem guardado.
    De certeza que o descobriu a partir do meu ip.
    “Realmente Mário Lopes nunca errou”.
    Até imagino a sua expressão.

  131. Vera diz:

    Mário, não é por mal, a sério..Mas pode ser que um dia descubra o porquê de um feto ser uma vida humana…Eu sei que pode parecer complicado para muita gente aceitar que um feto, que está dentro de um útero, que só se vê por ecografia e que não fala, é um ser humano como nós. Justamente por não fazer muitas coisas que nós fazemos: falar, chorar, respirar e comer autonomamente… Mas É um ser humano. Não é nenhum tumor ou célula sem importância…

    Eu costumo dar uma vista de olhos por blogues contra e a favor do aborto..para ter uma ideia de ambas as partes. É bom para formar opinião com certezas.

    Julgo que se o Mário um dia reflectir por si mesmo, sobre todos os argumentos sobre os quais se informou, se vir descrições das fases de gestação, do que se desenvolve no feto (à semana) talvez um dia veja a importância de um feto.
    Julgo que não é um caso perdido..Acredite que já vi pior.. Uma vegan, defensora dos animais a todo o custo, que nem os come por considerar que a vida deles é tão sagrada quanto a vida humana..Comparou-me um aborto a cortar as unhas… Portanto..fiquei sem palavras. Bom, mas pelo que tenho observado, muita gente que defende o aborto fá-lo,também, por considerar que o feto não é vida..

  132. Obrigado pelo seu comentário, por não me considerar um “cabeça dura” que não muda de opinião apenas por questões de orgulho, mas, já flecti e reflecti imensas vezes. Não foram as necessárias com certeza, pois, no dia em que achar que equacionei tudo acerca de tudo perderei a vontade de viver.
    Esteja descansada que, quando mudar a minha opinião (se mudar) acerca deste assunto, será a primeira pessoa a ser informada.
    Um bom natal…

  133. manel diz:

    Partindo de um princípio longínquo,

    o do assunto inicial do blog,

    chego à conclusão que a posição do autor se liga inevitavelmente com a pergunta do referendo,

    implicando por isso um posição moral sobre a lei actual ou a subsequente às implicações do referndo,

    que é aceite por conformismo ou por uma fé desmesurada no sistema democrático.

    Mas eu não sou adivinho, só encontrei na ausência de humor liberdade para discordar.

  134. Mariana diz:

    Tretas! A merda dos comodistas assassinos deviam ser todos linchados e mais nada!!

  135. Mariana diz:

    Se não querem ter filhos evitem-nos!

  136. Mariana diz:

    Matar é um crime que não pode de forma alguma ser legitimado pelo Estado.
    Será que já não há valores nenhuns??

  137. Cbr diz:

    Oh mariana, voçê tem toda a razão; ha inumeras formas contraceptivas, e mesmo na falha destas, esquartejar ou aspirar um pequeno não será a solução. Na verdade, os “valores” têm vindo a perder-se no tempo (recente) e o estado já goza de liberdade e imposicão desta que chegue. Mas não será concerteza solução matar os comodistas cara mariana.. Ja se viu não chegarmos a lado nenhum com extremismos. Unemo-nos e usemos a inteligência. E os valores regressarão.

Deixe uma Resposta

Preencha os seus detalhes abaixo ou clique num ícone para iniciar sessão:

Logótipo da WordPress.com

Está a comentar usando a sua conta WordPress.com Terminar Sessão / Alterar )

Imagem do Twitter

Está a comentar usando a sua conta Twitter Terminar Sessão / Alterar )

Facebook photo

Está a comentar usando a sua conta Facebook Terminar Sessão / Alterar )

Google+ photo

Está a comentar usando a sua conta Google+ Terminar Sessão / Alterar )

Connecting to %s

%d bloggers like this: