A lei da escumalha

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O francês René Dahan e o britânico Tony Martin são dois casos que mostram como a ralé de Esquerda conseguiu subverter as noções de crime e castigo, na Europa. Tony Martin foi libertado em Julho de 2003, depois de ter cumprido dois terços da pena de cinco anos de prisão a que foi condenado, por homicídio de um dos dois ciganos a quem surpreendeu, em flagrante, a assaltar-lhe a casa. Logo a seguir, Martin teve que enfrentar um processo em tribunal, onde o ladrão sobrevivente lhe exigiu uma indemnização por, entre outras razões, ter ficado com a sua vida sexual afectada, por este o ter ferido a tiro. O criminoso, Brendon Fearon, foi libertado da cadeia pouco antes de Tony Martin. Fearon cumpriu apenas 5 meses de uma pena de prisão de 18 meses porque “se mostrou arrependido de ter traficado heroína”, razão da sua condenação. Tony Martin teve que cumprir quase dois anos de prisão, antes de ser libertado. Porque não se mostrou arrependido de ter defendido o que era seu.

René Dahan foi assaltado por três indivíduos, um deles armado com uma pistola de grosso calibre (Magnun 375), à entrada de sua casa. Um dos facínoras deitou-o ao chão, enquanto os outros dois molestavam a mulher. René conseguiu desarmar o bandido e disparou três tiros, sem atingir nenhum deles. Na confusão, um dos assaltantes acabou por cair de uma janela e morrer. René Dahan foi detido e colocado em prisão preventiva. O ministro da Justiça, Pascal Clément, chegou a afirmar que a sua actuação não se enquadrava no que a lei definia como legítima defesa. Apenas a intervenção pessoal do ministro do Interior Nicolas Sarkozy, permitiu que René aguardasse a conclusão do processo em liberdade. O caso foi tão chocante que até pasquins especialistas em desculpar todos os actos criminosos de um elemento da ralé, como o Le Monde, se viram forçados a noticiá-lo em tons neutros.

4 Responses to A lei da escumalha

  1. Cbr diz:

    pronto. agora isto deixou me fora de mim. afinal o que se passa com as mentalidades desta europa? mas esta tudo consciente da gravidade que estas situaçoes mostram? sera mesmo que os cobardes politicos que permiriram que estes dois justiçeiros paguem “a divida a sociedade (!)” se sentem em conformidade consigo mesmos e em paz de espirito? è que isto é muito grave. Um homem defendeu a sua casa! Alguem saberá o que este homem terá passado para ter aquele pedaço de privacidade? Concerteza,e para o defender assim corajosamente, nao o fez a custa da passividade lorpa caracteristica dos emigrantes nem tampouco coma venda de droga, idem. Agora o segundo senhor… Homens, Mulheres portugueses. Este homem estava a ver a sua mulher a ser molestada. Imaginais a angustia, o panico? Que nunca mas nunca deixai que um perpetuador de tal acto saia impune. Pena nao terem morrido todos, pois enquanto houver animais desta especie o mundo nao esta bem. Abençoado homem e que a sorte esteja do seu lado.

  2. António Marcelo diz:

    Na América do Sul a lei não defende quase os cidadãos, mas em troca eles podem fazer justiça por si próprios. Na Venezuela são frequentes as linchagens de violadores, ladrões, traficantes e outra escumalha. No entanto, na civilizada Europa as autoridades nem protegem nem deixam os cidadãos se proteger sob pretexto de não terem direito a tomar a justiça pela própria mão. A polícia nunca aparece quando há uma vaga de delitos, mas quando os vizinhos, fartos de anarquia tentam criar grupos ou patrulhas de auto-protecção.

  3. António Marcelo diz:

    Em Espanha existem mais de um milhão de imigrantes “latinos” (sul-americanos ameríndios, mestiços, pretos e mulatos). Continuam a chegar sem fim, constituem uma mão de obra barata, e os governos, antes Aznar e agora Zapatero não fazem nada para travar essa invasão.

    Algumas cidades e povoações espanholas são vítimas dos chamados «bandos latinos» (jovens sul-americanos de origem dominicana, colombiana e equatoriana). Possuem vários nomes, Latin Kings (equatorianos), Nhetas (colombianos) e Dominicans dont’ Play (dominicanos). Roubam, assassinam extorquem, violam mulheres brancas, ocupam instalações desportivas e cobram pelo seu emprego, mesmo por entrar em determinados lugares.

    O governo da «Nação» e os governos regionais não fazem nada para evitá-lo. Ignoram as denuncias, nomeadamente quando os delinquentes são menores de 18 anos (segundo as leis gozam praticamente de impunidade) e os denunciantes são desqualificados e acusados de «racistas».

    Há quinze dias, na localidade madrilena de Alcorcón, vários adolescentes foram esfaqueados por esses criminosos. Houve uma sorte de sublevação popular contra aqueles patifes, que desapareceram da cidade. Aos fim de semana todos os sul-americanos ficaram encerrados nas suas casas a tremer como coelhos.

    O governo que nunca fez nada enviou centenas de polícias para combaterem, baterem e deterem esses populares que se revoltaram contra a situação. O Presidente da Câmara negou a existência de “gangs” sul-americanos e grupos esquerdistas tentaram infiltrar-se naquele movimento espontâneo para “reconduzir e transformá-lo num protesto contra o «racismo e a xenofobia».

    Durante todo o fim de semana passado a cidade esteve em virtual estado de sítio.

  4. Cbr diz:

    Caro António, desconhecia este episodio passado em Madrid, mas so vem confirmar o estado de gatas em que a europa se encontra. Chegàmos a um ponto em que se anda ao contrario; ser cidadão cumpridor e querer viver em paz, é mau; ser criminoso é sinonimo de desculpas e amnistias, ja que a culpa é dos que são “maus”. Ai se o povo acordasse… Que eles achem a força contra tudo e contra a todos e defendam o seu direito de viver sem medos. E se é necessario usar a força, pois assim seja.

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