Conselho aos jornalistas ignorantes que escreveram sobre o tráfico de órgão humanos em Moçambique

Em 2004, embalados pela sua própria falta de conhecimentos, muitos jornalistas portugueses desataram a escrever sobre o tráfico de órgãos humanos em Moçambique, dando guarida às mais fantasiosas e histéricas versões. Nada que espante, vindo desta classe. Bastava saberem duas coisas, para evitar esta exibição pública de idiotice:

  • Para recolher um órgão humano destinado a transplante, é necessária uma equipa de cirugiões especializados e um bloco operatório moderno e bem-equipado, para além de ser preciso transportar o órgão, em condições especiais;
  • A utilização de órgãos humanos em actos de feitiçaria é comum, em toda a África, e abundante em Moçambique.

Vejam esta reportagem, surgida na Imprensa sul-africana, sobre um moçambicano que raptou, matou e desmembrou uma criança de quatro anos, para colocar pedaços do seu corpo nas paredes de um salão de beleza que estava a construir, a fim de garantir o sucesso comercial do empreendimento. Já agora, fiquem com a referência deste blogue, um manancial de histórias fabuloso, sobretudo àcerca do racismo negro e do assassínio sistemático de brancos: “Why South Africa Sucks.”

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