O suicídio africano

A expectativa média de vida, no tempo do Império Romano, variava entre 22 e 25 anos. No Zimbabwé, a expectativa média de vida desceu de 65 anos para 39 anos. Na África do Sul, a expectativa média de vida passou de 64 anos, em 1990, para 51. O impacto da SIDA tem sido determinante nesta chacina, dizem os médicos e especialistas em Saúde. Mas o presidente da África do Sul, Thabo M’Beki, garante que não conhece ninguém que tenha morrido de SIDA. Portanto, outras razões estarão por detrás desta súbida e pronunciada descida da expectativa de vida que atinge os sul-africanos. Outros dirigentes sul-africanos alegam que não existe nenhuma ligação entre o vírus HIV e a SIDA, e afirmam que os medicamentos retro-virais são “um veneno”, sem qualquer valor medicinal. Um em cada 10 sul-africanos está infectado com o vírus HIV e, em 2010, a população da África do Sul terá diminuído em 5,6 milhões.

One Response to O suicídio africano

  1. Lidador diz:

    Thabo M’Beki, garante que não conhece ninguém que tenha morrido de SIDA

    Claro que não!
    Nem eu.
    Creio que o problema do Thabo é uma má relação com os tempos dos verbos.

    Isto para além de lhe faltar um bocado de caco…principalmente num país onde a SIDA campeia.

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