Faranaz Keshavjee e Jesus Cristo – A blasfémia e o insulto acarinhados por um jornal de Esquerda, o Público

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Já aqui comentámos as divagações extremistas desta socióloga, auto-intitulada portuguesíssima de gema, que se acoita nas páginas do jornal o Público, refúgio predilecto de esquerdistas, anti-americanos, anti-ocidentais, anti-semitas e saudosistas do estalinismo – gente, como é óbvio, toda da mesma laia. No dia 20 de Agosto de 2006, a senhora Faranaz Keshavjee resolveu defender o terrorismo islâmico, escrevendo nas páginas do jornal (?) onde se acoita que “ninguém conseguiu até hoje dar uma explicação plausível e convincente do que leva brancos ou não brancos, e muçulmanos a planear e executar estes crimes” e classificando como imbecis e anormais todos os que discordassem dela, nessa matéria: “No caso dos terrorismos praticados por muçulmanos, a única explicação que se apresenta e que é completamente idiota e infantilizada, é a da génese e origem no Islão”. Na altura, mereceu um post neste blogue, intitulado “Faranaz Keshavjee – Dois argumentos justificativos do terrorismo islâmico”

No dia 18 de Setembro de 2006, a dita portuguesíssima de gema voltou ao ataque. Acusou o Papa Bento XVI de parcialidade e ignorância, por ter falado dos erros do Islão sem mencionar “os erros da sua própria religião”, salientou que “não foi Jesus que criou o mal que paira hoje, por mãos dos ocidentais cristãos europeus e americanos, entre Israelitas e Palestinianos” e, quase no final, revelou-se no seu mais íntimo pensar: “É preciso ter cuidado com aquilo que dizemos”. Ficou o aviso, a que démos a devida repercussão, num post onde a dita cuja entrou no mesmo saco (do lixo…) onde colocámos outros dhimmis, traidores e assassinos que se acoitam entre nós, uma raça nascida para agradar a quem os ameaça, atacar a quem os protege e envergonhar a quem os tem como compatriotas: “Quem te avisa teu inimigo é”, foi o título dado ao post.

Não contente com todas esta exibição de ódio e intolerância, a auto-intitulada portuguesíssima de gema volta ao ataque, em 18 de Outubro, no mesmo aglomerado de folhas de papel que alega ser um jornal independente e imparcial, desta vez para defender a necessidade da existência de jornalistas “pretos” (sic), chineses e muçulmanos, nas televisões portuguesas, justificando isso – entre outros dislates disfarçados de razões – com a diversidade étnica da BBC, onde esses jornalistas minoritários “produzem mais trabalhos sobre as culturas e etnias da sua sociedade, sendo estes conduzidos, não necessariamente pelo jornalista/repórter comum, leia-se branco, de cultura católica e europeu, mas pelos próprios membros desse grupo.” Na altura, mencionámos estas ideias provenientes de uma mente claramente desiquilibrada num post intitulado “A institucionalização de um novo ‘apartheid’ em Portugal”

Deixámos passar, sem comentário, um arrazoado confuso e mal-amanhado sobre o aborto, onde o fanatismo islâmico desta senhora atinge limites inaceitáveis para gente civilizada. No dia 21 de Novembro, a dita cuja vomita este palavreado inconcebível: “Para dar um exemplo apenas, não entendo como gente que faz parte de partidos políticos de direita e cristãos neste país possam ser contra o aborto e a favor da vida, quando são a favor da guerrapor exemplo do Iraque (..)” Vejam bem, que até a falar do aborto ela arranja maneira de defender os islamitas que rebentam com mulheres e crianças, nas ruas de Bagdade. Mas bem podem ler tudo o que ela escreveu que não encontram uma condenação simples, directa e clara de quem estoira com vidas inocentes. Quando muito, uma condenação relativa. A senhora é contra “TODAS as formas de terror e de violência, incluindo (…) aquelas que sucedem todos os dias no Iraque pelas próprias ‘forças da paz’ (…) em favor da imposição de um modelo de democracia importado por realidades onde a pena de morte e outras aberrações sociais e políticas prevalecem, como é o caso dos EUA.”

E agora, “to add insult to injury”, a senhora chapa hoje, dia 19 de dezembro de 2006, no dito conjunto de páginas tratadas de acordo com a tecnologia inventada por Gutenberg, um artigo insultuoso, ofensivo e blasfemo, para mim e para muitos outros católicos e cristãos. Começa por ofender directamente uma figura central da minha fé e de muitos outros cristãos, Jesus Cristo, intitulando o seu artigo de opinião “Jesus muçulmano“. Claro que o faz a coberto da cultura de um país e de uma civilização – a Ocidental – tolerante, onde um insulto destes não lhe coloca a vida em perigo.

Depois, a tal portuguesíssima de gema explica que foi “estudar e conhecer Jesus – o profeta do Islão“. Esse estudo deixou nela “uma profunda marca e convicção do quanto estamos todos, o mundo cristão e islâmico, próximos uns dos outros“. Para além disso, a dita cuja senhora acrescenta que se posicionou “com alguma humildade perante o saber e conhecimento sobre o Outro“, o que lhe despertou um desejo. Franaz Keshavjee espera que “todos esses ‘outros’ tenham a mesma vontade e o mesmo desejo genuíno de conhecer também eles a ‘minha casa“.

Faranaz Keshavjee fala como se as multidões animalescas e espumantes de fúria, exigindo a morte do Papa Bento XVI, que encheram as ruas de muitas cidades, fossem constituídas por cristãos, quando são os muçulmanos que advogam a decapitação de quem diga sobre Maomé algo de semelhante ao que ela escreveu sobre Jesus. Faranaz Keshavjee argumenta como se o islamismo fosse uma religião tolerante, que não pratica a lapidação, que não enforca homossexuais, que não trata as mulheres como animais. Faranaz Keshavjee choraminga como se fosse crime, um cristão converter-se ao islamismo – quando é crime, à luz do Islão, um muçulmano converter-se a outra religião. Faranaz Keshavjee assume uma postura de vestal, vítima de injustiças e ignorância por parte dos cristãos e outros crentes não-muçulmanos, quando os adeptos da sua religião, o Islão, é que são um poço de ódio que grita “À morte” por tudo e por nada, que rebenta, explode, desfaz, ensanguenta e destrói todos os que são diferentes deles.

Faranaz Keshavjee pratica o chamado terrorismo moral, mais sofisticado e camuflado, se comparado com os apaniguados de Bin Laden para quem a única linguagem é a do trotil ou do C-4. Mas não deixa de ser o mesmo terrorismo, aquele que lê tudo no Corão, que vê o sentido do mundo apenas na “Ummah“, que põe cartazes assassinos nas mãos de bébés, que abençoa Hitler, que nos ameaça a todos nós, europeus não-muçulmanos, com um destino pior que o 11 de Setembro e que – no caso dela – assume o ar de ovelhinha trémula, como se não tivesse as mandíbulas assassinas de um lobo selvagem. Mas Faranaz Keshavjee não vê nada disto. Faranaz Keshavjee só vê aquele ‘Outro’ que não a compreende, a ela, que ainda por cima até nos faz o enorme favor de considerar que Jesus Cristo é um profeta muçulmano. E nós, pulhas cristãos, nem sequer tentamos compreendê-la, a ela e o seu Islão, essa virtuosa e pacífica religião que, à mínima crítica, enche as ruas de selvagens a pedir sangue, morte, decapitações e bombas atómicas em cima da Europa, de Israel e dos Estados Unidos.

Faranaz Keshavjee é a mais perigosa dos terroristas morais, porque se disfarça de tolerante. Faranaz Keshavjee é como o escorpião da fábula, que jura, rejura e trejura, em promessas lacrimejantes, que não picará mortalmente a rã, se esta concordar em transportá-lo para o outro lado do rio. E a pobre rã, tal como muitos dos pategos europeus que clamam por mais compreensão para com os muçulmanos, acredita. Porque não lhe passa pela cabeça que alguém faça coisas como encorajar os seus filhos a serem bombistas-suicidas, dar graças a Alá quando eles ficam colados ao tecto de uma carruagem de comboio, ou matar a rã que os transporta pelas águas revoltas, afogando-se também a si próprios.

O escorpião da fábula, se bem se recordam, picou a rã. E quando esta se sentiu fatalmente atingida, ciente de que o escorpião iria também morrer afogado, perguntou-lhe porquê. “É mais forte do que eu” – respondeu o escorpião – “Está-me na massa do sangue”.

20 Responses to Faranaz Keshavjee e Jesus Cristo – A blasfémia e o insulto acarinhados por um jornal de Esquerda, o Público

  1. observador dos alcaidistas diz:

    Excelente trabalho.
    Grande post!
    Parabéns MZ.
    OM

  2. OM diz:

    Se alguém agarra-se o curão com a mão esquerda era logo…
    Mas reparem na foto da gaja.

  3. A mim, agnóstico confesso que sou, mas que sabe que Jesus Cristo pregou a paz e a tolerância, faz-me uma certa confusão ler isto. Mais confusão me faz, ao ler o texto, verificar que quem o escreveu é uma pessoa culta que, como tal, deveria ver o tema com um certo distanciamento capaz de, por exemplo, entender o extremismo islamita exposto como algo que aconteceria, com apenas algumas variações, num cristianismo extremista, cujo denominador comum com o extremismo do islão seria/é a falta de cultura. E então, nesta vossa quadra de paz, um feliz natal para todos.

  4. asdtg diz:

    Na verdade, eu penso mesmo que a ter de se fazer alguma “classificação” das pessoas tendo por base este tipo de argumentação, e tendo em mente uma efectiva pacificação das relações entre Todos os Povos da Humanidade, ela deveria, em meu humilde entender, ser feita, simplesmente, em:

    I. extremistas, por convicção !
    II. moderados, por convicção !
    III. as que vão atrás dos I. ou II, ou de ambos, conforme a ocasião !
    IV. os que vivem sem este tipo de preocupações – ou de outras quaisquer que elas sejam – porque vivem num mundo à parte 🙂

    E há pessoas assim, em todas as etnias de todas as origens, ideologias, religiões, classes, et cetera.

    E já agora o meu agradecimento pelos votos de um Feliz Natal enviados por Filipe Tourais.

    asdtg

  5. Baygon diz:

    Que bom que pensa assim tanto na Faranaz. Pena ela não saber que você existe 😦

    Do “Público”, 20 Dez.

    Jesus muçulmano

    Faranaz Keshavjee

    Jesus surge no Alcorão e nos Evangelhos (ditos) Muçulmanos como o Profeta do Amor; o Guia das virtudes cardinais: a Paciência, a Humildade, a Renúncia ao materialismo, o Silêncio. Jesus também aparece como o “obreiro dos milagres”; o “viajante”; o “arrependido”; o “Redentor”. Jesus é para os muçulmanos o Selo dos Santos. Jesus, é o grande Sufi. Jesus também é muçulmano!

    Conta-se que no tempo da Dinastia Buyida que governou a partir de Bagdad, aí entre os séculos X e XI, surgia um tipo de humanismo que Joel Kraemer chamou de Renascimento do Islão, anterior ao Renascimento europeu. Num contexto que merece consideração até para entender os fenómenos de diversidade étnica e religiosa que hoje afligem o mundo ocidental relativamente à guerra civil no Iraque, intelectuais e poetas, teólogos e juristas desse tempo conversavam sobre vários assuntos de interesse e relevância cosmopolita.
    Nesse período da história Al-Tawhidi e Abu Sulaiman discutiam sobre pertenças religiosas e este último questionava Al-Tawhidi sobre a sua escolha pessoal. Perguntava Abu Sulaiman, se todas as religiões são iguais, isto é, se conduzem os seres humanos ao conhecimento do divino, da inspiração divina para dar um sentido à vida, e se Deus é só um, mas os caminhos para O conhecer podem divergir, por que razão era ele um muçulmano e não um crente de outra religião qualquer? Al-Tawhidi respondera: “Sou muçulmano porque experimentei este caminho, e sinto-me confortável assim. É como se imaginássemos que estou a caminhar pelo deserto num dia em que o sol se encontra a brilhar com intensidade e calor mas onde, subitamente, surgem nuvens pesadas e cinzentas no céu, e caminhando percebo que pode estar a chegar uma tempestade; um pouco mais adiante, procurando refúgio e abrigo, vejo uma tenda que me parece segura e confortável e entro nela. Lá fora a chuva chega e é cada vez mais intensa e forte e eu sinto-me abrigado e protegido nesse lugar. De repente, noto que num canto da tenda está uma brecha, por onde entra água, e acaba por chover também um pouco dentro de minha casa. Olho para fora, espreito e avisto uma outra tenda, lá adiante, que me parece também um bom abrigo, mas observando com maior atenção, verifico que também nessa tenda existe uma outra fenda, não exactamente no mesmo lugar desta, mas há uma brecha noutro lugar, por onde a água também entra. E penso assim para mim: ao invés de sair daqui, de onde estou, e atravessar este terreno lamacento, e molhar-me até chegar à outra tenda, onde também existe um buraco… deixa-me antes fazer desta onde estou a minha casa. E é assim que sou muçulmano!”
    Inspirada por este sentido humanista e respondendo ao desafio lançado pelo Centro de Reflexão Cristã, fui estudar e conhecer Jesus – o Profeta do Islão. A investigação e reflexão sobre o papel que este Profeta maior teve para os muçulmanos e na história das civilizações islâmicas deixaram em mim uma profunda marca e convicção do quanto estamos todos, o mundo cristão e o islâmico, próximos uns dos outros.
    Já tinha ouvido o Aga Khan, o Imã dos Ismailitas, dizer numa entrevista recente que não se pode pensar em choque de religiões quando existe tanto em comum entre as religiões de Abraão. De resto, também o sr. cardeal-patriarca Dom José Policarpo recentemente o disse, que há muito mais convergências do que divergências nestas tradições religiosas. Agora, reflectindo sobre o que fiquei a conhecer, compreendo melhor o que isto quer dizer.
    Jesus é para os muçulmanos não só um Profeta mas também um Guia Espiritual que se demarcou de muitos outros tanto na forma como o Alcorão o descreve, enquanto um ayat (sinal) de Deus, mas também como um exemplo a seguir, na forma como os Evangelhos Muçulmanos proporcionaram o conhecimento sobre Jesus e moldaram a espiritualidade nas várias civilizações islâmicas. Jesus surge no Alcorão e nos Evangelhos (ditos) Muçulmanos como o Profeta do Amor; o Guia das virtudes cardinais: a Paciência, a Humildade, a Renúncia ao materialismo, o Silêncio. Jesus também aparece como o “obreiro dos milagres”; o “viajante”; o “arrependido”; o “Redentor”. Jesus é para os muçulmanos o Selo dos Santos. Jesus, é o grande Sufi. Jesus também é muçulmano!
    Se até hoje os muçulmanos, pelo menos os portugueses, assim como outros europeus e norte-americanos, vêm celebrando o Natal por questões culturais e sociais, porque coabitam espaços geográficos predominantemente cristãos e católicos, e às vezes até com um certo sentimento de heresia face às suas tradições religiosas originais, posso dizer com convicção, e com conhecimento, que devemos celebrar o Natal e o nascimento de Jesus numa perspectiva religiosa e espiritual de grande importância no mundo islâmico.
    Numa postura semelhante à dos Buyidas, e já agora também à dos Fatimidas, seus contemporâneos, todos Shiitas, que são meus antecessores, e precursores de uma lógica de governação e de convivência humanista e pluralista, posicionei-me com alguma humildade perante o saber e o conhecimento sobre o Outro, e deixei-me “converter” à nobreza de uma grande espiritualidade que teve, e que tem ainda hoje, uma grande influência na forma como os muçulmanos aprenderam sobre a ética cosmopolita e os caminhos para conhecer Deus, que afinal, no entendimento do também Sufi Farid ud-Din Attar, somos nós todos juntos, o tal Simurgh da Conferência dos Pássaros, com as nossas diferenças, em plena harmonia e unidade.
    Neste meu primeiro de muitos natais a celebrar, Inshallah, fica apenas um desejo sentido: que da mesma forma como quis conhecer o Outro, que afinal faz parte de mim, num desejo puro da minha curiosidade intelectual, humana e afectiva, também espero que todos esses “outros” tenham a mesma vontade e o mesmo desejo genuíno de conhecer também eles a “minha casa”; gostaria que re-conhecessem nos outros crentes, laicos ou religiosos, não apenas as diferenças, mas as mesmas ansiedades, as mesmas dúvidas, e a mesma esperança, que afinal nos tornam iguais, isto é, simplesmente humanos e vulneráveis perante as complexidades da vida.

    Membro da Comunidade Ismailita

  6. asdtg diz:

    Várias Religiões,

    para uma só Humanidade com muitas ” diferenças ” mas

    ” as mesmas ansiedades, as mesmas dúvidas, e a mesma esperança, que afinal nos tornam iguais, isto é, simplesmente humanos e vulneráveis perante as complexidades da vida.” cfr. comment supra, que cito, com vénia

    E, aqui fica, o link para uma viagem de noventa segundos pelos cinco mil anos de História da Religião !

    http://www.mapsofwar.com/ind/history-of-religion.html

    asdtg

  7. Caturo diz:

    «Jesus é muçulmano!» ponto e vírgula… é muçulmano, mas, para os muçulmanos, não se pode prestar culto a Jesus…

    http://www.jundullah.org/articles/500/

    They do blaspheme who say: God is one of three in a Trinity: for there is no god except One Allah. If they desist not from their word (of blasphemy), verily a grievous penalty will befall the blasphemers among them.

    O People of the Scripture! Do not exaggerate in your religion nor utter aught concerning Allah save the truth. The Messiah, Jesus son of Mary, was only a messenger of God, and His word which He conveyed unto Mary, and a spirit from Him. So believe in God and His messengers, and say not “Three” – Cease! (it is) better for you! – God is only One God.

  8. Vera diz:

    Agora fiquei com uma dúvida:

    O Islamismo não surgir cerca de 300 anos depois do cristianismo? Assim sendo, como é que Jesus era muçulmano?

    (Eu não sei mesmo, é só uma dúvida..)

  9. Caturo diz:

    Cara Vera, o Islão surgiu cerca de seiscentos anos após o nascimento de Jesus. Sucede que, para os muçulmanos, todos os profetas judaico-cristãos fazem parte da tradição religiosa verdadeira.

    Ou seja, o Islão assume-se como o corolário da única revelação divina, começada com o Judaísmo e continuada pelo Cristianismo.

    Por isso, o Islão aceita como profetas todos os profetas do Judaísmo e também Jesus.

  10. Vera diz:

    Então, o Islão que se identifique com Jesus, não é Jesus que se tem de identificar com o Islão. Isto se seguirmos uma lógica cronológica… Daí que dizer que Jesus é muçulmano..parece-me deturpar palavras e brincar com o sentido e ordem das mesmas.

  11. E assim vamos nós, pacíficos cristãos, engolindo as blafésmias dos muçulmanos, a escassos dias do Natal.

  12. Nortenho diz:

    Imaginem a notícia trocando os intervenientes. Mas isso os nossos jornalistas não fazem. Não os têm no sitio.

  13. ATG diz:

    Maquinazero, com toda a certeza tu não és cristão. Cristão é aquele que segue o que Cristo pregou. Tu fazes o contrário. Racismo e xenofobia são totalmente contrários ao cristianismo, veja bem cristianismo, nada a ver com igreja, seja ela da denominação que for.

  14. Sou daqueles cristãos que fizeram esta nação. Com a cruz e com a espada…

  15. Anonimo diz:

    E ainda se gabam da sua “santa” ignorância…
    Não há pachorra… Ou saberão quem era a Fátima que deu o nome à povoação que deu o nome à Nossa (enfim, deles…) Senhora de Fátima ?

  16. […] Faranaz Keshavjee e Jesus Cristo – A blasfémia e o insulto acarinhados por um jornal de Esquerda, o… […]

  17. musllim diz:

    excelente trabalho faranaz….
    so que devias pegar o quran na mao direita…
    continua….

  18. musslim diz:

    bravo…
    muito fixe teu trabalho…

    forca…

  19. Gorgulho diz:

    – Não vale apena dialogar sobre este assunto. Tentar ser racional com islâmicos? Cedo ou tarde as megatoneladas vão resolver.

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