Competência e quotas

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Ora aqui está uma prova de que, quando as pessoas são competentes, chegam lá. Espero que o Fernando Ká, um mentecapto que defende a criação de quotas para negros em Portugal, leia isto. Ou, pelo menos, que alguém lhe leia isto.

Nota – O crâneo do Ká diz coisas deste quilate:

  • Nós, negros, não vamos aceitar viver passivamente num país cuja Constituição é contra a discriminação em função da raça (…), mas na prática somos um “Zé ninguém” nesta terra (…)”;
  • “Nós, negros, só podemos ganhar prestígio e conquistar visibilidade neste ‘jardim à beira-mar plantado’, segundo o poeta, se aparecermos em massa a falar a mesma linguagem sobre os nossos direitos sonegados pelos nossos compatriotas brancos.”
  • “Nenhum partido político da área do poder governamental interessa à causa dos negros deste país, todos falam da necessidade de integração, todavia quando chegam à cadeira do poder, já não querem saber de nós, mesmo dos seus fidelíssimos militantes negros.”
  • “É escandaloso que os políticos emergentes do 25 de Abril não tenham ainda percebido que Portugal é um país multirracial desde a sua fundação e não podem continuar a ignorar esta incontornável realidade, sob pena de serem apelidados de ignorantes da génese da sua própria história como povo.”
  • “Perante esta segregação inaceitável e imposta aos negros, não podemos continuar à espera que as coisas aconteçam. Temos nós que provocar os acontecimentos, porque os direitos não são uma dádiva, mas sim uma conquista consubstanciada no sofrimento.”
  • “Mas o mais escandaloso de tudo é que o ACIME, organismo criado para corporizar a política de integração dos imigrantes e minorias étnicas nacionais, tem sido dirigido apenas por brancos.”
  • “É injusto e inaceitável que o poder político deste país seja partilhado apenas entre brancos e indianos, nossos compatriotas. “
  • “Muita gente bem posicionada neste país (refiro-me aos brancos) ignora a importância dos negros, que cá foram trazidos como escravos desde o século XV, na construção deste “jardim à beira-mar plantado”.
  • Não há, portanto, nenhuma obra que perpetue a memória histórica deste país que não tenha sangue e suor dos negros escravizados. Somos parte indissociável de Portugal e cá permaneceremos para sempre. “
  • A presença dos negros aqui não data do 25 de Abril; só que a história de Portugal tem silenciado essa realidade incontornável, porque muita gente tem vergonha do seu passado histórico. “
  • Por outro lado, a comunicação social muito tem contribuído para atiçar o ódio racial, pelo menos da forma como tem invariavelmente feito reportagem sobre os actos condenáveis praticados às vezes por alguns jovens negros, que representam uma percentagem baixíssima do universo dos jovens negros.”

7 Responses to Competência e quotas

  1. Antes de atacar o Vale dos Lençóis, desmonta-se os fantásticos (?!) argumentos de Nando Ká:

    A Constituição é mais do que clara sobre as liberdades, deveres, direitos e garantias dos cidadãoes da República Portuguesa, não é preciso sequer citar artigos ao preto estúpido. Pelos vistos andou a ler a constituição de um outro país (África do Sul dos tempos do Apartheid, na volta) ou coisa que o valha. Falta aqui um parecerzinho do guardião supremo (não político) da CRP 76, Jorge Miranda;

    Não são os direitos que são sonegados, são eles que não são aproveitados;

    Tirando o BE, o PCP e o PH, de facto nenhum partido em Portugal tem interesse na conquista do poder por parte de “africanos” e ainda bem;

    Portugal é um país multirracial desde a sua fundação – Não me parece, foi sempre homogéneo, mesmo considerando a presença de muçulmanos. Só durante o Império é que se pode falar de tal, numa perspectiva de descontinuidade geográfica e mesmo assim em fases muito limitadas, destacando-se o Acto Colonial de 1930, Assimilados, et. al.;

    Mas qual segregação? A segregação de benefícios na habitação social, nas escolas, nos impostos, no reagrupamento familiar a.k.a. colonização familiar? Este senhor deve inalar bastantes substâncias ilegais;

    O ACIME nem deveria existir, não passa de um punhal propagandístico apontado à estabilidade e coesão cultural e racial de Portugal. Ser liderado por brancos, pretos ou indivíduos roxos com bolinhas amarelas é irrelevante;

    Apenas entre brancos e “indianos” (sejam lá quem forem estes), mais uma vez o símio (só consigo descrever este senhor como tal, tal é a sua burrice) em grande plano, deve ter visto o Narana Coissoró na TV e achado que o CDS-PP é um partido de “indianos”;

    Escusa de mandar atuardas para o ar, Portugal SEMPRE sobreviveu como país independente sem precisar de “africanos”, não foram eles que estiveram em Aljubarrota, não foram eles que se lançaram ao mar, não foram eles que construíram Mafra, não foram eles que construíram Lisboa. Só serviram para ocupar a península de Setúbal, ou seja, são ZERO na história do Portugal dito europeu. Mais uma vez Ká a demonstrar ser um Neanderthal do século XXI, brilhante. Não passa de um mentiroso, direi mesmo um mitómano;

    Eu tenho vergonha do colonialismo, mas não baixo as calças e peço desculpa. Quando o Ocidente reparar nas asneiras que tem feito, chegará à conclusão de que se escravizou mais os seus ao longo da história do que qualquer outro grupo étnico extra-europeu;

    Por fim termina-se com a seguinte pérola: “actos condenáveis [em público o símio diz isto, em privado deve regojizar-se] praticados às vezes por alguns jovens negros”, que para além de me ter feito rir que nem um Fernando Ká (leia-se perdido), acabam por denunciar a extrema estupidez, idiotice, imbecilidade, prepotência, arrogância e ignorância deste indivíduo.

    Como boa parte dos africanos das ex-colónias em Portugal, o senhor F. Ká pretende que tudo lhe seja dado, de preferência a fundo perdido, com o argumento mais do que gasto da “exploração”/”segregação”, sob pena de uma pseudo-guerra psicológica.

    Veredicto: típico imbecil deste regime, copiado de modelos Norte-Americanos. Fernando Ká? Não, de preferência na terra dos seus antepassados.

  2. PP&I diz:

    Brilhantes respostas Zé Canivetes, não podia estar mais de acordo.

  3. António Marcelo diz:

    Não queriam liberdade? Não queriam independência? O quê adiantaram com ela? De assassinar colonialistas portugueses a comerem as migalhas de aqueles que combateram, na antiga metrópole.

    Quando não tinham portugueses que matar, mataram-se entre eles. Quando já não tinham que comer foram para Portugal a incomodar e exigir.

    Não têm dignidade. Não têm vergonha.

    Pretos fora!

  4. Caturo diz:

    Zé Canivetes, certeiro em toda a linha, e até se me antecipou em corrigir o nome do africano… que em vez de «Fernando Ká», devia ser «Fernando Lá».

  5. Obrigado meus senhores, basicamente hoje estou um pouco mais inspirado do que é costume, passam-se quatro anos da morte de Joe Strummer, uma das minha influências no que diz respeito a dizer o que penso e a combatividade. Continuação de Boas Festas para todos.

  6. …TÃO LONGE DE DEUS E TÃO PERTO DE ÁFRICA…

  7. Anónimo diz:

    pessoal pobre de espirito branco o negro quando morre fede é podre vão para o mesmo buraco no reino de deus não existe racismo todos nós somos irmão em cristo jesus

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