Muçulmanos portugueses e as leis deste País – Duas realidades incompatíveis

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Porque querem o engenheiro Tayeb Habib e o “soli”, muçulmano que ensina os seus irmãos a navegar anonimamente na Internet “fora da alçada dos serviços de informação dos governos”, saber a minha identidade? Para quê? Querem processar-me pelo que eu escrevi? Basta apresentarem uma queixa junto do Ministério Público. Se cometi algum crime, no que escrevi, o Ministério Público envia um ofício à empresa que me fornece acesso à Internet, que é obrigada a revelar a minha identidade, para que eu responda em Tribunal.

Porque, meus caros “soli” e Tayeb Habib, é assim que a lei funciona, em Portugal. A NOSSA lei, não a vossa sharia. E eu, ao contrário do “soli”, não navego na Net usando proxys e programas que impedem a detecção do meu IP. Porque, AO CONTRÁRIO DE VOCÊS, EU NADA TENHO A ESCONDER! Mas tenho que me proteger, a mim e à minha família, de fanáticos e assassinos como os seguidores das teorias de Syed Qtub. Porque eu não tenho amigos que coloquem bombas em comboios, nem refiro publicamente a minha admiração por assassinos como Syed Qtub, o fundador da Irmandade Muçulmana, o mais violento e intolerante de todos os movimentos radicais muçulmanos, como faz o engenheiro Tayeb Habib, aqui.

A propósito, engenheiro Tayeb Habib, VOCÊ QUE TEM A NACIONALIDADE PORTUGUESA, VIVE NESTE PAÍS E TANTO ADMIRA O IDEÓLOGO ASSASSINO SYED QTUB, ESTÁ DE ACORDO COM ESTA DEFINIÇÃO DE NACIONALIDADE MUÇULMANA:

Qual é a sua nacionalidade, Tayeb Habib? Você é PORTUGUÊS, DE ACORDO COM AS LEIS DESTE PAÍS, ou VOCÊ É MUÇULMANO, SEGUNDO OS PRINCÍPIOS DEFENDIDOS PELO HOMEM QUE VOCÊ TANTO ADMIRA, SYED QTUB? Quem é você, Tayeb Habib? Um HOMEM, ou um HIPÓCRITA, que apenas usa os direitos que lhe são concedidos pelas leis deste país para tentar impôr aqui a sharia E DESTRUIR ESSES MESMOS DIREITOS?

O que é que está em PRIMEIRO LUGAR, PARA SI, ENGENHEIRO TAYEB HABIB?

  • 1 – A Constituição da República Portuguesa?
  • 2 – O Alcorão?

E já agora, ó engenheiro Tayeb Habib e ó “soli”, porque querem saber a minha identidade, se não precisam disso para me processar? Querem saber onde eu moro? Querem saber em que escola anda o meu filho mais novo? Querem saber onde trabalha a minha mulher? Querem saber que autocarro o meu filho mais velho apanha, para ir para a Universidade? Para que querem vocês saber isto tudo?

12 Responses to Muçulmanos portugueses e as leis deste País – Duas realidades incompatíveis

  1. Sliver diz:

    ora ora MZ, claro que é o Corão, como você muito bem sabe e ele não diz. Para ele e (quase) todos os outros!

  2. Anónimo diz:

    Sr. MZ, há gente ao seu lado e à sua frente e á frente dos seus se preciso for.
    A mui vil e reles canalha mafomética está muito mal habituada, mas tem e deve ser enfrentada, confrontada, e responsabilizada por tudo o que defende, faz e apoia, quer directa quer indirectamente.
    Já viu que onde há problemas eles agravam-nos e onde não há, criam-nos.

  3. soli diz:

    Não sei se alguém procura descobrir a tua identidade. Eu não perderia tempo, porém estou pronto a ajudad a descobrir o cobarde maquinazero, o que não é assim tão difícil.

    Porque não te queixas às autoridades, que estás a ser alvo de perseguição? Será mesmo engraçado vêr a hiena fingir de vítima.

  4. Ó soli, cobarde é quem assassina inocentes como fizeram os terroristas muçulmanos em Londres e em Madrid. Mas olha, sabes tão bem como eu que não é difícil descobrir-me, com alguns conhecimentos de informática (pergunta ao teu amigo Tayeb Habib…) Mas nunca te esqueças que o contrário também é verdadeiro!! E se eu sou cobarde por ser anónimo, tu o que és, que também és anónimo? Corajoso? Ou assassino camuflado, como muitos da tua laia?

  5. E olha, ó soli, no dia em que me descobrires, o que vais tu fazer? Pedes aos teus amigos para esperarem o meu filho à porta da escola? Arranjas algum compincha que espere pelo meu pai de 80 anos quando ele for buscar o neto?
    Ou vens tu esperar-me à porta de casa ou à saída do emprego? És homem para isso, ó soli? Tu, sem mais ninguém, de mãos limpas? Se fores, a gente até combina um encontro…

  6. Mas como não és homem, ó soli, lembra-te sempre disto: Quem vai à guerra, dá e leva… Tenta acertar com o primeiro, porque não terás hipótese de um segundo…

  7. Anónimo diz:

    Ó soli, se o curão tivesse alguma coisa de sagrado não precisavas de ameaçar nem de injuriar fosse quem fosse.

  8. Anonimous diz:

    O soli vive em sto. antónio dos cavaleiros, nesse gueto mafomético.

  9. Vera diz:

    Soli, ou não levaste a vacina contra a raiva ou o Al-Corão não te anda a fazer bem…;)

  10. Anónimo diz:

    Se lêem o al-drabão ficam explosivos.
    Se vêem mulheres, tornam-se cães.
    Se vêem crianças, violam-nas.
    Se conhecem pessoas, perseguem-nas.
    Se lêem coisas que não gostam, vão aos ares.
    Ninguém pode dizer ou saber o que pensam, fazem e dizem.
    Se não compreendem, inventam teorias.
    Se lêem um esquizofrénico, seguem-no.
    Se se orientam para uma pedra, ficam pedrados.
    O paraíso com esta gente deve ser realmente extraordinário.
    Talvez haja uma solução simples.
    Emburcarem-se totalmente, mas com um pano com 1 metro de espessura, no mínimo.

  11. Nortenho diz:

    Não tenham medo destes muçulmanozecos de meia tigela, hipócritas que olham para nós como infiéis, pois ainda vão a tempo de aprender umas coisas.

  12. Caturo diz:

    Ó MZ, o seu trabalho é demasiadamente precioso para que corra o risco de deixar de ser feito. Não vá em tretas, não aceite encontros com essa escumalha.

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