A pátria de um muçulmano inglês

Talvez fiel aos princípios de Syed Qtub, o extremista que Tayeb Habib, administrador da Comunidade Islâmica da Web admira, um soldado inglês, tradutor do comandante das forças inglesas no Afeganistão, foi preso e acusado de “comunicar informações úteis ao inimigo”. Por aqui se vê que, como dizia Syed Qtub, “a Muslim has no country except that part of the earth where the Shari’ah of God is established and human relationships are based on the foundation of relationship with God; a Muslim has no nationality except his belief, which makes him a member of the Muslim community in Dar-ul-Islam”

3 Responses to A pátria de um muçulmano inglês

  1. Caturo diz:

    http://gladio.blogspot.com/2005/11/dupla-lealdade-no-cidadania.html

    Uma sondagem realizada nos E.U.A. revela que a maior parte dos muçulmanos a viver nesse país sentem mais lealdade por países estrangeiros, ou, propriamente, pelo Islão, do que pelos E.U.A..
    Desprezam a decadência moral americana, mas vão ficando por lá, pelos «states», porque aí se pode livremente «viver o Islão».
    Curiosa ambivalência – não têm medo que os seus filhos sigam a via da imoralidade?
    Se não gostam da imoralidade americana, porque é que não se vão embora para a Arábia Saudita ou para o Irão?
    Será que estes dois últimos Estados não são porreiríssimos para «viver o Islão»?
    Ou será que, por detrás da linguagem mais ou menos dúbia relativamente aos E.U.A., não há uma intenção de ficar por ali a disseminar o Islão?
    Nunca é demais recordar John Locke – não se pode confiar em gente que, pela natureza da sua doutrina, deve lealdade a um poder estranho à Nação.
    Por conseguinte, ou se é muçulmano ou se é Europeu.

  2. Caturo diz:

    http://gladio.blogspot.com/2005/01/o-mais-poderoso-mundialismo.html

    Na Holanda,
    «Nowadays young, second- or third-generation Moroccans don’t see themselves as Moroccans anymore, but also not as Dutch. In the search for an identity, they decide that they are just Muslims and nothing else.»
    Ou seja,
    «Hoje em dia, os jovens de segunda ou terceira geração de marroquinos, já não se vêm a si próprios como marroquinos, mas também não como holandeses. Na busca de uma identidade, decidem que são simplesmente muçulmanos e nada mais».

    Significativo. Isto é um sinal que evidencia o modo como o Islão é um mundialismo, à semelhança dos outros dois mundialismos: o capitalista e o esquerdista (defendido pelo BE, por exemplo).

    Isto mostra por isso como é fácil para o Islão arregimentar multidões de imigrantes em solo europeu para deste modo dominar a Europa.

  3. Caturo diz:

    O Dr. Azzam Tamimi, do Instituto de Pensamento Político Islâmico, é frequentemente convidado para ir à televisão falar do Islão, dizendo que os muçulmanos recusam a violência e tal… pode-se pois partir do princípio de que o Dr. Tamimi é um muçulmano moderado exemplar, daquele tipo de mafométicos que os mé(r)dia gostam de exibir como quem diz «Estão a ver, os muçulmanos são uns gajos porreiros e pacíficos!»

    Ora o Dr. Azzam Tamimi declarou, recentemente, que os fiéis de Alá são muçulmanos na Europa, não são Europeus de religião islâmica.

    Isto depois de ter afirmado peremptoriamente que seria capaz de levar a cabo um atentado terrorista suicida contra Israel.

    http://gladio.blogspot.com/2006/08/muulmanos-na-europa-no-so-europeus.html

Deixe uma Resposta

Preencha os seus detalhes abaixo ou clique num ícone para iniciar sessão:

Logótipo da WordPress.com

Está a comentar usando a sua conta WordPress.com Terminar Sessão / Alterar )

Imagem do Twitter

Está a comentar usando a sua conta Twitter Terminar Sessão / Alterar )

Facebook photo

Está a comentar usando a sua conta Facebook Terminar Sessão / Alterar )

Google+ photo

Está a comentar usando a sua conta Google+ Terminar Sessão / Alterar )

Connecting to %s

%d bloggers like this: