A invasão muçulmana da Europa

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Não é uma imagem do aeroporto de Riad. É uma imagem do aeroporto de Viena, a capital europeia que esteve à beira de ser conquistada pelos turcos. Os muçulmanos não estão às porta de Viena, mas sim dentro da cidade. Enquanto na maioria dos países muçulmanos os cristãos são perseguidos, impedidos de praticar a sua religião e proibidos de construir igrejas (como acontece na Turquia) a tolerância suicida dos europeus permite imagens destas.

Até quando  deverá a Europa fechar os olhos a esta invasão silenciosa? Até os muçulmanos constituirem uma maioria e tomarem conta dos nossos países, impondo a burka às nossas mães, às nossas mulheres e às nossas filhas?

11 Responses to A invasão muçulmana da Europa

  1. Caturo diz:

    E o comportamento dessa gente na Europa, como é?

    Qual o real valor da moderação de alguns?

    3. Stop saying violent or hateful things in private when you think no non-Muslims are around. For example, the imam Umar Abdul-Jalil, executive director of ministerial services for the New York City Department of Correction, was secretly recorded last year while speaking at an Islamic conference in Arizona. Muslims, he said, invoking Qur’an 48:29, must be “compassionate with each other” and “hard against the kufr [unbeliever].” In Britain, Hamid Ali, imam of the mosque frequented by the July 7 bombers, praised the bombers and called their terror attack “good” in a conversation secretly recorded by an undercover journalist. Publicly, he had condemned the attacks. In a mosque in the Czech Republic, a Muslim secretly filmed by a documentary filmmaker says Islamic Shari’a law, including the stoning of adulterers, should be adopted by the Czech Republic. Cleveland imam Fawaz Damra, who has since been deported for failing to disclose his ties to terror groups, signed the Fiqh Council of North America’s condemnation of terrorism, despite having declared at an Islamic conference that “terrorism, and terrorism alone, is the path to liberation.”

    http://www.jihadwatch.org/dhimmiwatch/archives/014585.php

  2. Bom post e bom comentário, servem de pequena lição para os parvos que vão a Marrocos passar férias pela “cultura mais interessante” (de todos os motivos, este é inaceitável) dos Marroquinos/Sauditas/Outro tugúrio muçulmano qualquer.
    São comentários como os desses muçulmanos que o Caturo referiu que me fazem lembrar o Fernando Ká, o tal que fala da “meia-dúzia de jovens africanos que cometem crimes, muito ocasionalmente”. Em público diz isto porque é giro e politicamente correcto, em privado deve dizer que em cada Português branco há um colono e dono de escravos a querer sair.
    Ou então tipo os rabinos que apelam à tolerância e depois andam a dizer mui secretamente que querem é “continuar a dominar os filhos de Cristo”. Ah! E não nos podemos esquecer dos senhores de esquerda e de direita que andam a vomitar-nos para cima o “Portugal multicultural”, mas que depois quando vêem um preto, perdão, um cidadão de origem africana, mandam logo o bitaite: ai qu’horror, isto está infestado de pprreeeettoooossss.

    O nojo é tanto que me fico por aqui.

  3. Se num outro post sobre outro tema discordei dos senhores, aqui me cabe concordar. A Europa tem sido descuidada na recepção de imigrantes de origem islâmica. É assaz perigoso para a segurança européia o recebimento de pessoas que não esquecem os seus costumes e não se adaptam aos países que os recebem. Eu mesmo,aqui no Brasil percebo pela minha vizinhança que estamos num país multicultural. Um estacionamento ao lado de minha casa foi alugado para ciganos. Meus vizinhos da frente são de origem libanesa. Eles só se adaptaram melhor aqui por serem cristãos. O ancestral desses meus vizinhos mais de uma vez brasileiros o ouviram perguntar: se uma gata têm os gatinhos dentro do forno quer dizer que eles são biscoito, como querendo dizer, que o fato de seus filhos terem nascido no Brasil, não os impede de serem libaneses. Ao que me parece vocês europeus caíram numa armadilha. Não podem tomar atitudes severas para com os muçulmanos porque viola direitos e garantias previstos nas cartas constitucionais de cada país. Hoje é entendimento entre os constitucionalistas que os direitos e garantias individuais não podem ser revogados nem por uma outra constituição. E enquanto isso os islâmicos estão chegando em números cada vez maiores. Eu quando me lembro que Sadam Hussein queria constuir um palácio com o nome de uma região espanhola, me assusto, e tenho para mim que se a Europa não reagir estarão os senhores a viver como no reinado de Dom Rodrigo. Parece-me que a caixa de Pandora foi aberta pelo Mestre de Avis, em Ceuta, 1415. E os europeus foram se apoderando dos continentes, e onde não havia religião que pudesse fazer frente à Cristã, os europeus nos deixaram de legado a religião Cristã. Em outras partes, como Ásia e África, com o islamismo forte, essas antigas colónias voltaram-se contra as metrópoles. É um movimento natural que sempre ocorreu na História. Os grandes impérios da Antigüidade foram derrocados por revoltas de povos conquistados. Penso que os senhores europeus só terão uma solução para deter essa maré: fazer dispendiosas campanhas publicitárias junto aos países que mais perdem emigrantes, a fim de desanimar os que têm planos de ir para aí. Milhões de euros deverão ser gastos em livros, programas de televisão, de rádio, internet, jornais, nos países dos emigrantes, e ainda nos próprios países europeus, para que os islâmicos que já estão na Europa voltem para seus países. Inclusive eu proponho que façam estas campanhas publicitárias no Brasil, também. Agora, isto também terá uma contrapartida. A Europa deve incorporar aos salários uma gratificação de pelos 30% por filho nascido (de pais europeus, é claro, a fim de reativar a natalidade na Europa. É isto que eu tenho a propor.

  4. Rectificando uma frase: A Europa deve incorporar aos salários uma gratificação de pelo menos 30% por filho nascido (de pais europeus, é claro) a fim de reativar a natalidade na Europa. É isto que eu tenho a propor.

  5. Vera diz:

    Pois..mas aqui, por enquanto, ainda só se lembraram de apertar o cinto a uns para sobrar para outros.

    Os partidos políticos deviam ter todos políticas de natalidade explícitas, que ocupassem um lugar importante na agenda política do partido. Eu não vejo nada disso. Só o psd é que colou para aí uns cartazes da JSD com un casais de namorados…mas não passou mesmo da imagem, nunca os vejo a falar nisso.
    E esta questão da política de natalidade nem é só por motivos raciais, é também pela estabilidade social e económica que eles tanto desejam e querem resolver a apertar o cinto..quando o cinto tem é que alargar para as mulheres jovens.

  6. Luisa Moraes diz:

    Vcs nao deveriam expalhar mensagens de raiva e amor, a imigraçao é irrelevante na vida de cada um de vcs e a mistura de raças e aproximaçao entre as diferentes religioes só traz mais Amor e Compreensao para o mundo, nao existe um povo superior que o outro e sim pessoas mais próximas e outras mais afastadas dos ensinamentos de Jesus de Amor ao próximo!

  7. Estelle C. diz:

    Luisa Moraes,o importante não é definir se um povo é superiror ao outro, sabemos que não, mas a questão é saber respeitar os limites culturais de cada país e os musulmanos não estão pronto para isso.
    Outro dia e eu estava em Paris e eu precisei perguntar onde ficavam uma rua, eu sou de versailles mas as ruas da capital são ainda muito desconhecida para mim.
    Eu entrei num café e tentei esclarecer minha dúvida, e a unica coisa que eu entendi da resposta era ” attend” o que significa ‘espera’ em portugues . Não pude entender a frase da senhora que estava na minha frente pois não falava frances. Chocada eu repeti a experiencia umas 5vezes em lugares diferentes e o único lugar público em que não emcontrei musulmanos eram uma café-bar em outra rua no qual se encontrava uma familia chines.
    O que eu quero dizer é que os imigrantes estão roubando a nossa cultura e não é uma questão de território ou superioridade, eu queria que o mundo não tivesse fronteiras territoriais eu queria que cada um de nos pudesse viajar sem problemas quaisquer apartir do momento em que fosse respeitado a cultura própria do país. Como francesa e fico revoltada e muito triste quando vejo a burka sendo usadas nas ruas da nossa velha Paris.
    Triste paysagem num pais dito ” laíco”.Afrança respeita os direitos da mulher e os musulmanos invadem as nossas ruas com suas ideologias sexista. Isso sim, é uma vergonha.

  8. Pedro diz:

    Eu tambem vivo em França, alias sou francês.. mas antes de tudo sinto me europeu. E é com uma grande tristeza que vejo os nossos paises pouco a pouco passarem a ser territorios afro-musulmanos.

    Que seja nos bairros de Lisboa, de Londres, de Barcelona ou em Paris os problemas sao sempre com os mesmos, o odio vêm sempre do mesmo lado, os argumentos racistas todos iguais, a violença è a mesma, as vitimas sempres com a mesma côr de pele.. a branca. Paris jà nao existe, passou a ser uma megalópole internacional africana.

    A nossa cultura esta em risco. A frança a nivel do reconhecimento do direito das mulheres recuo de 60 anos sob a influencia musulmana. Na ingleterra ou na belgica è a mesma coisa (post da Estelle com o uzo da burka).

    Condenados a nos sentirmos estrangeiros nas nossas proprias terras.
    Sem qualquer duvida isto aqui em frança vai levar o caminho de uma guerra etnica (que alias jà começou em certos bairros). A desinformaçao promovida pelos medias, nao vai poder aguentar com o confronto da vida real do dia à dia.

    O islao è fundamentalmente incompativel com as nossas democratias, com a nossa cultura. As nossas contituiçoes nunca foram fomentadas com a hipotse de regir populaçoes de cultura musulmana, o que nos leva a nao ter armas prontas para encarar esta situaçao.
    Este problema vao estelar pela Europa toda, so estamos a espera de ver quem vai começar.

    Alias jà hà alguns sinais, nomeadamente na ingleterra com o grupo “English Defence League” que jà entra em luta frontal contra o islao na ingleterra.

    Isto è um assunto cuja compreensao è fundamental e tambem muito complicado. Por que tambem devemos compreender o porquê desta situaçao. Como nos europeus chegamos a estes pontos? Quais foram os motivos culturais que nos levaram a nos odiar nos proprios a favor de culturas primitivas? Fè jà nao temos, matamos “Deus” com o Nietzsche e agora onde vamos nos? Sera que o unico futuro seria uma sociedade materialista, neo liberal? Pensando bem nao sera nessa propria sociedade de consumo que perdemos finalmente a nossa identidade de povos? (o que facilita sem duvida bastante a acçao de colonizaçao silenciosa praticada pelo islao)
    Isto sao tudo preguntas que devem ter resposta.

    O islao aproveita uma crise profunda de identidade e de valores na nossa Europa para a destruir, nada mais.. alias o problema nao vêm tanto do islao, mas de nos proprios. Devemos deixar de ter vergonha de sermos o que somos, acabar com o pedir de desculpas de ser francês em frança, de ser portugueses em portugal..

    Depois da reconquista (territorial et cultural) teremos que responder a isso tudo.

  9. Se ocorrer a conversão em massa de europeus ao verdadeiro cristianismo, isso pode interferir no processo da EURÁBIA?

  10. Anónimo diz:

    Marcos Vinícius, bem chegamos aos 7 bilhões de habitantes, sendo grande parte deles pobres e vivendo nos países emergentes. Temos visto que se passa nessas regiões, através da imprenssa, controlada. Precisamos pensar em soluções que minimizem este contraste, talvez políticas que reforcem o controle de natalidade e aumentem o acesso ao consumo dos mais pobres .

    O curiosos é que a Europa torna-se o continente com baixo índice de natalidade. Mas no seu interior tem os países mais ricos do mundo. Grande parte dessa riqueza são geradas através da exploração do trabalho, em países como Indonésia e desses imigrantes que foram buscar o que deles por direito. Esse pequeno grupo de parasitas, sustentam-se às custas da guerra que seus países estão fazendo em páises como a Líbia.

    Para alguns, a crise econômica se dá pelo fato de ter aumentado o indice de imigrantes, daí tem o desemprego. Errado. Não só a crise é sistemica, mas as revoltas nos EUA e Eurpoa é o refexo de uma luta de classe, mantida por uma gangue obsecada por domínio. Eles gostam de pousar como os protetores da ética e os iluminados, errado. Um país que tem Sylvio Beluscone como presidente ou Nicolau sarkosy, sem dúvida nenhuma estão degenerados. Mas eles não gostam de política e com isso são governados pelos que gostam.

    A cor da pele certamente não influencia no carater rebelde. Na própria Europa em países como Albânia e outros do Leste Europeu tivemos revoluniconários e reacionários.Quanto ao Islã é uma religião que prega o bem e o amor entre as pessoa, mas para alguns é uma rede de terroristas. Os árabes tiveram papel importantíssimo para a ciência e agora são tratados como marginais.

    Diante desse quadro, tem que se pensar em medidas sérias, principalmente no que se refere a distribuição de renda equitativas, a construção de seminários e palestras para assim compreendermos o mundo no intuíto de construí-lo democratico, justo e sustentável para esta e outras gerações.

  11. Anonymous diz:

    Marcos Vinícius, bem chegamos aos 7 bilhões de habitantes, sendo grande parte deles pobres e vivendo nos países emergentes. Temos visto que se passa nessas regiões, através da imprenssa, controlada. Precisamos pensar em soluções que minimizem este contraste, talvez políticas que reforcem o controle de natalidade e aumentem o acesso ao consumo dos mais pobres .

    O curiosos é que a Europa torna-se o continente com baixo índice de natalidade. Mas no seu interior tem os países mais ricos do mundo. Grande parte dessa riqueza são geradas através da exploração do trabalho, em países como Indonésia e desses imigrantes que foram buscar o que deles por direito. Esse pequeno grupo de parasitas, sustentam-se às custas da guerra que seus países estão fazendo em páises como a Líbia.

    Para alguns, a crise econômica se dá pelo fato de ter aumentado o indice de imigrantes, daí tem o desemprego. Errado. Não só a crise é sistemica, mas as revoltas nos EUA e Eurpoa é o refexo de uma luta de classe, mantida por uma gangue obsecada por domínio. Eles gostam de pousar como os protetores da ética e os iluminados, errado. Um país que tem Sylvio Beluscone como presidente ou Nicolau sarkosy, sem dúvida nenhuma estão degenerados. Mas eles não gostam de política e com isso são governados pelos que gostam.

    A cor da pele certamente não influencia no carater rebelde. Na própria Europa em países como Albânia e outros do Leste Europeu tivemos revoluniconários e reacionários.Quanto ao Islã é uma religião que prega o bem e o amor entre as pessoa, mas para alguns é uma rede de terroristas. Os árabes tiveram papel importantíssimo para a ciência e agora são tratados como marginais.

    Diante desse quadro, tem que se pensar em medidas sérias, principalmente no que se refere a distribuição de renda equitativas, a construção de seminários e palestras para assim compreendermos o mundo no intuíto de construí-lo democratico, justo e sustentável para esta e outras gerações.

    “I have been made victorious through terror”. – maomé

    o islão escraviza os negros há catorze séculos. o alcorão usa a mesma palavra para dizer negro e escravo.

    o onu devia proibir este culto.

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