Cinco passos para uma solução do problema islâmico do Ocidente

We separationists affirm the following:

  1. Islam is a mortal threat to our civilization.
  2. But we cannot destroy Islam.
  3. Nor can we democratize Islam.
  4. Nor can we assimilate Islam.
  5. Therefore the only way to make ourselves safe from Islam is to separate ourselves from Islam.

Ora aqui está uma boa ideia para incluir nas resoluções de fim de ano…

50 Responses to Cinco passos para uma solução do problema islâmico do Ocidente

  1. Alor diz:

    Como é que estamos de vacas sagradas? Modernidade? Secularismo? Tolerância? Multiculturalismo? Democracia?

    Talvez seja altura de atentares na distinção entre Unidade e dualismo. Estende-a como partida na longa jornada des-orientalista que, instead, deves adoptar como resolução desse teu ano gregoriano so fucking wonderful (of self-importance bullshit).

    Mais a mais, queiras tu ler as entrelinhas que prezas ignorar, repara na terra que pisas sem te ficares pelo rótulo reconquistadeiro (ya see?). Mantém presente que é impossível obliterar a cosmovivência Árabe e Islâmica d’al-Gharb al-Andalus.

    Vai uma aposta? Aposta em perceber – necessariamente despido da aparelhagem cínica do teu niilismo militante – que estás neste mesmo plano telúrico que todos aqueles cuja existência abominas.

    “Safe from Islam”?

    Tempo de esqueceres teu sonho asséptico ‘civilizado’.

  2. Quem é este anormal? Um primo do Zé Quitério? É que com comentários “escorreitos” como este, poucos percebem que essa convivência “Árabe e Islâmica d’al-Gharb al-Andalus” é como as placas da freguesia cascaense de Alcabideche, que agora dizem “Al-Qabdaq” por cima, ou seja, uma grande treta típica dos acólitos deste regime, que querem arranjar uma nova identidade à força para Portugal.

    Such a fucking asshole, this Alor fellow.

  3. Para o rapazinho que defende a comovivência árabe, um Feliz Natal, enqaunto os mamometanos não forem a maioria. Quando forem, naturalmente que a região vinícola do Vinho do Porto será destruída.
    Você é assim desde que nasceu? Ou só lhe aconteceu isso depois da adolescência?

  4. zee diz:

    Incapazes com desplante

    Uma palhaçada Made in Europa:
    Incapazes de SOBREVIVER no planeta… têm o desplante de pretenderem andar por aí a ‘mandar postas de pescada’ sobre política internacional/mundial!!!

    NOTA: Toda a gente sabe que os nativos europeus são incapazes de SOBREVIVER no planeta -> incapazes de proceder à Renovação Demográfica da sua Identidade Étnica… estão a caminho da extinção.

    CONCLUSÃO:
    -> A dimensão do território é uma questão de menor importância.
    -> A primeira de todas as prioridades é… conseguir sobreviver!!!
    -> Há que efectuar uma RUPTURA TOTAL com os nativos europeus que não querem pagar os (elevados) Custos de Renovação Demográfica…… ou seja…… é necessário mobilizar aquela MINORIA de nativos europeus que aceita pagar os (elevados) Custos de Renovação Demográfica, no sentido de reivindicar o legítimo Direito ao SEPARATISMO.

  5. zee diz:

    NOTA IMPORTANTE:
    -> Muita gente não acha piada nenhuma aquilo que eu digo!
    -> No entanto, quando, por exemplo, os maometanos dominarem demograficamente a Europa… e eles proferirem aquilo que eu já repeti ‘n’ vezes… em que situação é que irão ficar os nativos europeus que (ainda) viverem na Europa???….. Na altura, eles irão perceber que herdaram a ‘herança mais armadilhada’ da História da humanidade!!!

  6. Vera diz:

    Zé Canivetes, também já reparaste nessa de Alcabideche?
    DEsde que deixei de morar lá passo por placas desse género menos vezes..mas tenho a leve impressão de que quase se nota mais o nome árabe do que o portuguÊs.

    Quando ao Algarve e Andaluzia, Alor, tens alguma dúvida de que eles hoje pertencem à cultura Ocidental? Tens alguma dúvida, por mais pequena que seja, relativa aos seus valores e leis civis?

  7. Jaï bettancourt de carvalho diz:

    Tentative d’empêcher la Messe de Minuit, par des musulmans, à Montpellier

    Dans la cathédrale de Montpellier, les fidèles écoutaient la messe de minuit célébrée par l’évêque, lorsque …
    Entendu aux infos de 19heures sur Europe, ce mercredi 27 décembre 2007.

    Dans la cathédrale de Montpellier, les fidèles écoutaient la messe de minuit célébrée par l’évêque, lorsque des cpf sont entrés en hurlant des insultes, en manifestant de diverses manières leur hostilité envers la foi chrétienne, dont il faut rappeler qu’elle est ancestralement celle de ce pays et de l’Europe, que cela leur plaise ou non, celle du pays qui les héberge, les nourrit et les supporte. L’un deux est même entré nu dans la cathédrale. Bref, des chrétiens ont réagi, et ont poussé hors de la cathédrale, ces dignes représentants de la religion (plutôt loi) de guerre et de haine dite islam, et ont appelé la police.

    Imaginons la situation inverse, de chrétiens venant interrompre le prêche de fin de ramadan et insultant les musulmans dans leur lieu de culte ; ce serait érigé en affaire d’Etat ! Pourtant la légitimité est affaire d’ancestralité, et la nôtre, c’est le christianisme, et en aucun cas la religion mahométane, que cela plaise ou non à ceux qui tentent de nous imposer leur loi musulmane !

    http://www.france-echos.com/actualite.php?cle=11353

  8. Jaï bettancourt de carvalho diz:

    “””é impossível obliterar a cosmovivência Árabe e Islâmica d’al-Gharb al-Andalus.”””

    Eu sou algravio, vivo em França no meio de milhares de magrebinos, assim convido qualquer português a Fança com a mulhere e os seus filhos a tomar um cafézinho num bairro mouro sou eu que pago !

    Vivo em Perpignan, onde està a maior concentração de algravios em França, 4000 residentes sò do conselho de Tavira no meio de a cerca 30 000 marocinos, ainda não encontrei algravio nenhum que suporte a convivencia com essa gente.

  9. Miguel diz:

    É muito fácil deitar postas de pescada quando não se conhece certo tipo de gente. Concordo com o comentário anterior. Infelizmente há alturas em que devemos dizer basta. Quando se vê nos Carrefours bébés recém-nascidas já com véu e moças de 18 anos casadas com homens de 60, só podemos concluir que há qualquer coisa que está errada não é? Os nossos “políticos” estão a deixar uma pesada herança para os nossos filhos. Proponho que os senhores aqui de Bruxelas referendem a entrada da Turquia para a UE, mas por que é que não o fazem? Por que os Europeus votaríam NÃO, e não se quer ofender o amigo americano, pois não???

  10. Vera diz:

    Essa de a entrada da Turquia ir a referendo era uma excelente ideia. Uma vez que a União é Europeia, e qualquer país não europeu que queira aderir deve ser primeiro submetido a referendo. É o mínimo que se pode fazer.

  11. Vera diz:

    Bom, o resultado está de caras: o NÃO venceria.. O referendo serviria apenas para o mostrar explicitamente a todos os governantes que apoiam a entrada da Turquia, e aí já teriam o “entrave democrático”.
    Por outro lado, aposto que, como fizeram com certos temas, repetiriam o referendo anos mais tarde, para ver se o povo já tinha cedido….

  12. Zé Canivetes, também já reparaste nessa de Alcabideche?
    DEsde que deixei de morar lá passo por placas desse género menos vezes..mas tenho a leve impressão de que quase se nota mais o nome árabe do que o portuguÊs.

    Reparei há já uns meses. Esta das placas é uma palhaçada de todo o tamanho, qualquer um lá no “meu” meio se parte a rir com tamanha imbecilidade. Se tivesse tempo, pedia uma reunião a essa cambada de merceeiros encabeçada por um arrogante mentecapto de Gestão de Empresas, para lhes mostrar o quão historica e geopoliticamente estúpidos são.
    Acho o concelho de Cascais um espelho microcósmico do Portugal actual e do que o futuro nos reserva. Façamos a coisa por tópicos, à la ensino secundário:

    – Ruas desertas, sem ninguém à noite, tirando o ocasional grupo de betos, imigrantes ou de chungaria. A cidadania é cada vez mais desrespeitada, em todas as suas vertentes: é a dondoca que vai passear o cão e deixa “minas terrestres” por tudo o que é lado, é o beto que anda a desrespeitar as regras de trânsito e a fazer-se de “chico-esperto” na fila do supermercado, é o bimbo vindo da barraca (só pode) que se mete a ouvir martelada e kizombada à meia-noite de um dia de semana ou que se mete a esburacar a casa a um domingo de manhã (tipo 8 da manhã) ou que não consegue resolver uma pequena questão com um vizinho, são cães de grande porte, São Bernardos e Serras da Estrela, enfiados em T-zeros por atrasados mentais, metem-se a ladrar a noite toda (como eu os entendo), só terminado o xinfrim quando a besta do dono resolve levá-los à rua. Toda uma desgraça;

    – Comércio e economia tradicionais do concelho já na fase de Extrema-Unção. Lojas de Chineses a aumentar e as outras a fazer mais promoções por ano do que uma qualquer casa de alterne, ups, casa de “diversão nocturna” do norte litoral do país. A falta de actualização e o excesso e concentração de oferta sem qualidade ditam o afastamento das pessoas com algum gosto. Só por lá fica gente com ligações algo “estranhas”, a comprar mobiliário de péssimo gosto, mas caro, assim tipo Tony Montana;

    – Vida nocturna ronda o zero, é o Nuts Club e uma Marina (tão bem desenhada que a gente para ver os barcos e iates tem de ir para o primeiro andar, grande LOL) que não presta nem para ajudar os quase extintos pescadores, o resto é só labregada vinda sabe-se lá de onde;

    – Turismo? Qual turismo? O turismo de pseudo-estudantes/hippies que andam a chatear os transeuntes, procurando haxixe barato? O turismo dos Britânicos barrigudos que andam a cantarolar pelas ruas às tantas da manhã e a virar caixotes do lixo, muitos deles trazem o farnel da viagem lá da terrinha, não compram cá quase nada? Ou ainda o “turismo” da ciganada, ups novamente, “Romenos”, que se mete a sujar tudo o que é recanto de relva do concelho e a assaltar pessoas? Turismo digno desse nome concentra-se ou na zona da Quinta da Marinha (em clara decadência, tirando o hotel), no Guincho (hotel do forte) ou na zona do Estoril. Ou as poucas dezenas que vêm para os desportos de praia. Administrativamente, penso que a Penha Longa é já Sintra, daí não a ter incluído no roteiro do turismo de qualidade;

    – Habitação? AHAHAHAHA! É só escolher qual o “casebre” pior construído e acabado. No que era o antigo campo do GDS Cascais já conseguiram enfiar três ou quatro prédios, mais a caminho com a demolição da Praça de Touros. Os alunos da Secundária de Cascais devem sofrer pouco com a construção daqueles mastodontes horriveis de cimento, devem. Toda a zona para baixo da rotunda da Praça de Touros tornou-se, desde 1998, um dos piores sítios de Portugal para viver, cheio de bimbalhagem que merecia ficar sem a cidadania e cheio de cimento. Antes de 98/2001 era uma das melhores zonas dos subúrbios de Lisboa, calma e razoavelmente equilibrada, sem prédios paredes-meias com cemitérios nem bombas de gasolina junto a prédios, violando claramente o que está na lei. São Pedro do Estoril e algumas partes de Monte Estoril também não são bons exemplos, apesar de aí também os haver. Tires, São Domingos de Rana e por aí enfim, também têm a sua quota-parte de asneiras por parte do poder político. Assim, urbanisticamente e civicamente falando, Cascais é uma nova Cloaca Maxima, sobretudo na parte de Cascais propriamente dita;

    – Desigualdades? Para não alongar mais o comentário, aquele concelho será cada vez mais um retrato do futuro do país, pelos motivos que já mencionei, ora há do melhor ora há do pior e mais degradante possível. Vão-se demolindo as Marianas, Fins do Mundo e outros que tais do concelho, mas vai-se abrindo uma Caixa de Pandora ainda maior;

    – Funcionamento das instituições: as privadas abusam como em qualquer parte de Portugal, as públicas são aquilo que se vê. Aprovação de mais um “mamarracho” de betão, por um construtor que não o senhor A. Santo (este está mais que juridicamente bloqueado de construir em Cascais, mas a Câmara deve-lhe milhões de euros) leva meses, a aprovação de um simples projecto de renovação de uma habitação pode levar cerca de seis anos (and counting). Para além de escandalosamente endividada, aquela autarquia parece ainda estar possuída por dirigentes e funcionários que estão acima da média no que diz respeito a corrupção e estupidez, com o devido respeito pelos que não o são e ainda tentam lutar contra a maré negra que assola o concelho. O problema da construção do novo hospital ainda não se resolveu, pelos vistos as ambulâncias ainda vão ter de fazer parada tipo Las Vegas ou Óscares à porta das actuais Urgências, onde um carro mais largo fica quase “entalado”. Foi giro assistir a reuniões do executivo camarário em 2003 e constatar todo o circo mediático em volta do tal de novo hospital, com fotografias aéreas do local e maquetes e tudo isso. Era suposto estar pronto em 2005 ou 2006 esse tal de “novo hospital”. Já vamos em 2007.

    E poderia alongar-me ainda mais sobre o porquê de este (e muitos outros, infelizmente) concelhos serem o espelho de um possível Portugal (?!?!?!?) do futuro. Só me consigo lembrar daquela parte do “Regresso ao Futuro II” em que o McFly vai parar a um 1985 alternativo, onde tudo está ao contrário.
    Peço desculpa se me alarguei demais, mas como vivi (ao todo) 16 anos em Cascais propriamente dito, acabei por testemunhar todo este declínio, numa vila que poderia ter uma qualidade de vida excepcional, a juntar a uma rica história, que recua pelo menos até à presença Romana. Daí que sempre que me falam em Cascais com certo “glamour” e fascínio, digo sempre o que aqui escrevi.

  13. Vera diz:

    Lol..realmente, há zonas de Cascais que são do pior.
    Quando saí de Alcabideche, há quase 8 anos (vivi lá desde que nasci até aos 10), começaram a aparecer as primeiras barracas e agrupamentos ciganos no que era, supostamente, um campo de futebol de terra, onde os miúdos brincavam..lol..

    O centro de saúde também é uma bela porcaria. DEsde que me mudei que tenoh sp que me deslocar a Alcabideche para ir ao centro de saúde, não percebo bem porquê..o mais curioso é que o médico está sempre de baixa, e quanto não está tem lá afixado um calendário nos dias em que irá meter baixa no mÊs seguinte…(estou a falar a sério). Cada vez que lá entro até arrepia, principalmente desde que uma funcionária se vira para um paciente, com um sotaque muito à aldeia e diz “Olhe, vá para o Iraque para ver se lá está melhor.”

    O Hospital de Cascais é outro que mete medo ao susto. PAssam com os recém-nascidos, que acabaram de sair da sala de partos, pela sala de espera, à frente de toda a gente. Até já tive familiares que foram para lá para serem operados ao estômago e morreram de pneumonia. Relativamente ao novo hospital, acho que forma lá pôr a primeira pedra..mas devem ter tido preguiça para continuar.

    Continuo a morar em Cascais, mas mais perto de Oeiras. O bairro das Marianas deu aqui alguns problemas na minah zona, mas não passou de assaltos a garagens. Se bem que um dia puseram um aviso à entrada do prédio a dizer que os moradores, quando saíam de casa, deviam fechar todas as janelas..uma vez que havia um artista que assaltavas casas dos últimos andares porque se divertiam a trepar o prédios…
    Bom, já acabaram com o bairro das Marianas..mais Cascais não se livrou. Pelo que tenho ouvido dizer, o pessoal de Manique, principalmente os dos Salesianos, anda à pega.

    Bom, mas o que é certo é que aquela zona de Cascais tem vindo a deteriorar-se e das poucas vezes que entro naquilo mais a fundo parece-me ter pra lá muita bimbalhada.
    O mesmo aconteceu a Oeiras.. Lembro-me de ser pequenina e ver o centro da Vila com poucos carros, com muito gente conhecida que ia todos os dias à padaria, à praça, ao banco. Hoje, é bairros Sociais, é Cabo-verdianos a dar cum pau, é carros e filas de trânsito sem fim…

  14. Vera diz:

    Escusado será dizer que quando as condições de vida e de infra-estruturas pioram…isso reflecte-se no ambiente da localidade.

  15. Alor diz:

    Relativamente à “treta típica dos acólitos deste regime, que querem arranjar uma nova identidade à força para Portugal”, falhas claramente o alvo Zé Canivetes, pois que a identidade arranjada à força para Portugal tem mais que ver com as vacas sagradas que compõem o sonho asséptico ‘civilizado’ que perfilhas do que com placas bilingues localizadas estrategicamente sob inspirações museológicas muito possivelmente afins a teus queridos paradigmas.

    »O paradigma multicultural pressupõe uma falsa totalidade contendo um set de falsas particularidades. Estas diferenças são representadas e empacotadas como “escolhas de estilo de vida” e “etnicidades”, mercadorias para aplacar a genuína paixão pela diferença com meros “traços” e imagens de “dignidade” e até de “rebelião”.
    Por muito disfarçada que seja, ainda que mil vezes retocada , sempre em questão a “velha Euro-racionalista axiomata e triunfalismo cientístico e classe de governo teleológica.” Este mainstream constitui a Civilização e apenas na periferia desta centralidade podem as culturas ter lugar. O que quer que possuam que possa ser usado pela Civilização será com certeza aceite com gratidão. Cada singular pequena cultura local tem algo para oferecer, algo de que se “orgulhar”. Uma paixão museológica inspira o Centro; todos coleccionam pequenas particularidades; todos são turistas; todos apropriam.«

    [Peter Lamborn Wilson & Mao Tse-tung (revisto)]

    Quanto a “este anormal” (not a fucking asshole, you bitch) não é nem primo do Zé Quitério nem assim desde que nasceu (os alinhamentos discursivos em questão surgem, claro, depois da adolescência máquinazero, por ela catalizados antropologicamente), nem tão pouco, Vera, confunde o Ocidente do Andalus com as apropriações ‘reconquistadeiras’ que deram lugar às reduções regionais de Algarve e Andaluzia.
    E sim Jaï, espero poder um dia honrar teu convite; não me digas que é um filme assim tão grande estar num bairro ‘mouro’ – são assim tão diferentes os magrebinos?

    De qualquer modo e não perdendo o post dedicado ao ‘problema islâmico do Ocidente’ de vista, o que está essencialmente em questão, as usual, é a própria definição de ‘nós’ em questão, passe a repetição. Ora, esta filia-se na constituição moderna como base ‘civilizacional’. Dizer que ‘nós’ não podemos “destruir”, “assimilar” nem “democratizar” o Islão – tido como ‘ameaça mortal’ – mas que dele ‘nos’ devemos separar padece de modernidade por todos os poros e diz bem de seus intentos e operadores.

    Enfim e em síntese diplomática e racional (a curto-prazo racionalista e a longo prazo diplomata), »“Modernismo”-“Ocidentalismo” ≡ “Orientalismo”: equivalente a ver europeus e americanos com a perspectiva – tudo palmeiras tropicais, haréns privados e selvagens pintados – que eles próprios adoptaram face a outras culturas. Que é como quem diz que, enquanto os modernistas forem considerados o que dizem que são, tratamo-los com o mesmo exotismo barato que achamos repugnante nas brochuras turísticas quando aplicado a outros povos. As negociações de paz não são possíveis até que ambos os lados desistam do exotismo e de sua perversa complacência com a falsa diferença introduzida pela divisão uma natureza-muitas culturas.«
    (Bruno Latour. War of the Worlds: What About Peace? Prickly Paradigm Press. Chicago. 2002:42,43)

    P.S. – Maometanos, máquinazero? Tão tipicamente orientalista.. Não sabes tão bem como eu que os seguidores do Islão não se designam a partir do Profeta mas a partir da própria religação empreendida?

    Sobre a região demarcada do Douro, onde tive o prazer de trabalhar nas vindimas de 2006, possui bem mais ligações ao Sul e ao Oriente (desde a própria vinha, trazida por fenícios, ao olival) que as habitualmente (des)consideradas pelos inventariadores da praça..

  16. Falho claramente o alvo seu dhimmi?
    As “vacas sagradas” de que fala são estruturas que nos têm mantido como civilização, sua besta quadrada.

  17. Gente como tu foi defenestrada em 1385, ó Alor. Odeias o teu povo porque odeias o teu pai, não é? Pois. Chatice! Há casos assim, que a Assistência Social e a Comissão de Protecção de Menores não consegue detectar…

  18. Caturo diz:

    nem tão pouco, Vera, confunde o Ocidente do Andalus com as apropriações ‘reconquistadeiras’ que deram lugar às reduções regionais de Algarve e Andaluzia.

    Apropriações, não – recuperações, dado que esses territórios já eram hispano-romanos antes de serem conquistados pela força moirisca. Com a Reconquista, voltaram aos seus legítimos proprietários.

    De qualquer modo e não perdendo o post dedicado ao ‘problema islâmico do Ocidente’ de vista, o que está essencialmente em questão, as usual, é a própria definição de ‘nós’ em questão, passe a repetição. Ora, esta filia-se na constituição moderna como base ‘civilizacional’

    Não se filia em «constituição moderna« coisíssima nenhuma. O conceito de «nós» e «eles» que vê os muçulmanos como «o outro» é tão antigo como o próprio Islão, uma vez que os sequazes da religião de Mafoma sempre estiveram em confronto com outras culturas.

    Efectivamente, os muçulmanos nunca por nunca, em momento algum fizeram parte de «nós». Muito antes da «modernidade», já eram o «completamente outro», inimigo histórico do Ocidente.

    Porque, de facto, há uma guerra de civilizações – mas a melhor definição não é simplesmente «choque civilizacional», porque tal expressão dá ideia de que as civilizações estão todas em guerra umas com as outras, o que não é necessariamente verdade.

    As civilizações não estão pois todas em guerra umas com as outras.

    O Islão é que está em guerra contra todas as outras civilizações do planeta, e isto desde que nasceu: não apenas contra o Ocidente, mas também, e principalmente, contra a Índia hindu, que começou a ser atacada pelas hordas de Mafoma por volta do século VIII, muito longe, territorial e espacialmente, da tal «modernidade», que é produto cultural ocidental.

    E, actualmente, essa guerra continua: continua em Caxemira, continua com o terrorismo muçulmano na Índia, continua com a tensão permanente entre a Índia e o Paquistão (Estado islâmico constituido pelo território que os Hindus resolveram ceder aos muçulmanos, para ver se se livravam deles, mas pelos vistos não resultou, porque, em lidando com muçulmanos, quando se lhes dá uma mão eles exigem logo o braço e não descansam enquanto não tiverem o corpo todo).

    Outros episódios dessa guerra civilizacional que o Islão sempre impôs a todas as outras culturas foram:
    – a destruição do Império Bizantino;
    – a conversão, em parte pela força, de todo o norte de África (que era cristão);
    – a expansão islâmica no Cáucaso, da qual o massacre de crianças em Beslan foi um sintomático episódio;
    – um princípio de terrorismo islâmico no oeste da China, em zona turcófona;
    – violência crescente na Tailândia, com assassinato de vários budistas no sul do país;
    – violência jihadista em África, especialmente na região de Darfur.

    P.S. – Maometanos, máquinazero? Tão tipicamente orientalista.. Não sabes tão bem como eu que os seguidores do Islão não se designam a partir do Profeta mas a partir da própria religação empreendida?

    E depois? Somos Ocidentais, não somos Orientais e muito menos muçulmanos. Não temos pois de os designar como eles se designam a si mesmos.

    Sobre a região demarcada do Douro, onde tive o prazer de trabalhar nas vindimas de 2006, possui bem mais ligações ao Sul e ao Oriente (desde a própria vinha, trazida por fenícios, ao olival)

    A vinha foi trazida pelos Romanos e o olival é conhecido em todo o Mediterrâneo oriental. Não há motivo absoluta e rigorosamente nenhum para dar como certa a teoria de que foram os Fenícios que deram a conhecer tais culturas aos povos castrejos, de extracção marcadamente indo-europeia e atlântica.

  19. Vera diz:

    Alor… Qual é o teu problema com o Algarve e Andaluzia?

  20. Anónimo diz:

    Segundo alguns historiadores toda ou quase toda a cultura ocidental tem origem no médio oriente.
    Mas é de acrescentar:
    O ocidente é o lado bom.
    O islão é o lado mau.

  21. Ó Anónimo, o teu pai morreu triste, não morreu? Depois de te ver crescer e transformar-te no que és, só pode!

  22. E esses historiadores devem ser os mesmo que afirmam que Napoleão, Jaques Cousteau e Neil Armstrond se converteram ao Islamismo…

  23. Vera diz:

    Anónimo…. Somos todos uns desnaturados..agora andamos aqui a comer os nossos antepassados..ou quem sabe familiares distantes…os peixinhos!
    Preferes antepassados grelhados ou fritos? eu não gosto nada quando trazem batatas cozidas às costas:S

  24. Alor diz:

    Vacas sagradas são estruturas de manutenção civilizacional? Com certeza, Zé Canivetes. Assumes portanto a defesa da constituição moderna e seu projecto civilizacional. Pormaior: eu não.
    Mas chamares-me dhimmi? Curioso que te remetas ao direito islâmico para me interpelares.

    Quanto a ti, Caturo, “recuperações”? “Hispano-romanos”? Serve-te muito bem a versão ‘invasão’ e ‘conquista’ árabe, tipo ‘choque’ e ‘pavor’, seguida de uma ‘reconquista’ legitimada pela suposta e tão conveniente propriedade ‘hispano-romana’ (híbrido de?..) que destacas e que pressupõe o vazio mnésico e material de anteriores e simultaneamente localizadas presenças, possível apenas ao nível do ofício ‘histórico’-‘patriótico’-‘identitário’ investido da alteridade antagónica ‘árabe’ e ‘muçulmana’, esse malvado ‘outro’ de Oriente e Sul, não?
    Tudo (todo este oculus mundi cruzado) muito bem estendidinho pelos ‘descobrimentos’, claro:

    »Mal o conceito de Outro que já existia na imaginação Europeia adquiriu carne, a Europa procedeu para a administração e interacção com Outros como se estes nada fossem a não ser o que deles percebia. A vasta diversidade de povos no mundo foram reunidos para todos os propósitos práticos numa gigantesta categoria de Alteridade. A distintividade de um Outro particular perdeu-se na generalidade partilhada com todos os Outros – aquela de serem diferentes do Ocidente – sendo deixada para o debate de especialistas ou profissionais.« (Sardar, Nandy & Davies 1993: 88, 89)

    E será que Orce e Atapuerca te dizem algo? É que – citando Eduardo Sanchez – segundo os achados de Orce e Atapuerca, os territórios d’Al-Andalus estiveram ocupados desde aproximadamente há 3 Milhões de anos. Por al-Andalus, em sentido amplo, devemos entender a Península Ibérica. Remontando somente ao final da última glaciação, entre 10 a 7 mil anos a.C., a população berbere do Norte de África, seguindo o retroceder dos gelos, forma o substrato humano básico da população da Península, conhecida desde então, ainda que não permanentemente, como I-ber-ria, i.e. o país dos berberes, I o artigo em tammassir. Entretanto (…) o império romano e o franchise visigodo. Em 756, a entronização de Abd ar-Rahman I, líder do poder político unitário, ainda não muçulmano, pois que seguindo o testemunho escrito por S.Eulogio, bispo de Córdoba e mártir cristão de 854, condenado em tribunal à pena de morte por incitamento ao suicídio de muitos jovens de Córdoba, o Islão não era conhecido no Andalus no ano de 847. Em 711, pois, não houve uma invasão violenta, antes se tratando de uma passagem das ideias unitárias originais às islâmicas.

    Já tua prontidão em distanciares a modernidade do ethos cruzado (como se os termos ‘separacionistas’ do post em suposta análise não fossem um claro produto da dita, empolada dualisticamente numa série de truques nomeadamente orientalistas e anti-islâmicos, tomados e desejados como ‘universalizados’ nas incursões massivas de suas vacas sagradas por todo o lado) presente em seu próprio projecto e subsequente tratamento por exemplo do diferendo Índia-Paquistão sem por uma vez referires o papel colonialista britânico, mostra mais da cegueira de tua destilaria (sem alambiques, presume-se) de ódio do que do que quer que seja.

    »A modernidade é um projecto – ou melhor, uma série de projectos interligados – que certas pessoas no poder procuram alcançar. O projecto visa institucionalizar um número de (ás vez em conflito, frequentemente desenvolvendo-se) princípios: constitucionalismo, autonomia moral, democracia, direitos humanos, igualdade civil, indústria, consumismo, liberdade de mercado – e secularismo. Tal implica o proliferar de tecnologias (de produção, guerra, viagem, entretimento, medicina) que geram novas experiências de espaço e tempo, de crueldade e saúde, de consumo e conhecimento. A noção de que estas experiências constituem “desencantamento” – implicando um acesso directo à realidade, um afastar do mito, da magia e do sagrado – é uma característica saliente da época moderna (Asad 2003: 13), sua Constituição assentando em três+uma garantias-fundações paradoxais:

    1- Apesar de construirmos a natureza, é como se não o fizéssemos;
    2- Apesar de não construirmos a sociedade, é como se o fizéssemos;
    3- Natureza e sociedade devem manter-se absolutamente distintas (purificação e tradução devem ser apresentadas como mutuamente exclusivas);
    4- O Deus transcendente pertence ao foro íntimo, não mais interferindo no foro exterior.
    (Latour 2000:37) «

    Quanto à vinha e ao vinho, investiga lá tuas fontes, pois que, antes de Roma e Pavia, já os Fenícios giravam pelo Mediterrâneo; recorda nomeadamente a mitologia Grega – de quem é Europa filha? Sobre o olival, não referi os Fenícios como seus introdutores na Península, mas destaquei-o como mais uma – bem visível e enraizada – ligação duriense a Sul e a Oriente.

    De resto, Vera, trata-se mais do teu problema etimológico com a largura da banda d’al-Gharb al-Andalus do que de um meu problema com as regiões Algarve e Andaluzia; aliás, o problema destas regiões é mesmo o do artifício de sua separação – mais um exemplo separacionista, afinal, patrocinado pela coroas castelhana (a ficção espanhola) e portuguesa.

    E por fim, maquinazero, se o melhor que tens a fazer é escudares-te num humor psicanalítico wanna be esquecendo demais considerações sobre teu próprio post, so be it, embora, por mim, te possas poupar para quem realmente te ache alguma piada ou te seja efectivamente familiar.

    *Refs:

    Asad, Talal. Formations of the Secular: Christianity, Islam, Modernity. Stanford University Press. 2003

    Latour, Bruno. Jamais Fomos Modernos. Editora 34. 2000 (1994)

    Sanchez, Eduardo. Al-Ándalus. in http://www.musulmanesandaluces.org/

  25. Pois. Os argumentos do Alor conduzem a esta brlhante conclusão: os chimpazés é que têm direito à Península Ibérica. Tudo bem, Pelo menos, assim, o Alor está no meio dos seus semelhantes.
    O Alor vai reescrever a Bíblia, no seu próximo projecto de investigação. Já tem a primeira frase do Génesis pronta: “No princípio, era o Al-Andaluz.”
    E olha, ó digno cultor da submissão, homem de joelhos postos perante o admirável Outro: quem ajoelha, reza!

  26. Anónimo diz:

    “E esses historiadores devem ser os mesmo que afirmam que Napoleão, Jaques Cousteau e Neil Armstrond se converteram ao Islamismo…”
    Tenha calma MZ. Não, não foram estes historiadores e isto já foi ouvido há vários anos na rádio, salvo erro num programa da universidade aberta.
    E isto nada tem a ver com os esquizofrénicos tarados.
    Eles, esses historiadores, argumentaram que a própria cultura da Grécia clássica já foi influenciada por culturas anteriores, nomeadamente da Mesopotâmia e da Anatólia.
    A afirmação não é sobre quem desenvolveu e construiu a cultura ocidental, mas sim sobre a sua origem.Platão, Sócrates, Aristóteles e outros mais, além de criarem novas ideias, também já se basearam em ideias e culturas anteriores .

  27. Caturo diz:

    Vacas sagradas são estruturas de manutenção civilizacional? Com certeza, Zé Canivetes. Assumes portanto a defesa da constituição moderna e seu projecto civilizacional. Pormaior: eu não

    Resta saber o que é que tu defendes… embora haja poucas dúvidas a respeito desse pormenor.

    Mas chamares-me dhimmi?

    Mas se é isso que tu és… qual é o problema?…

    Curioso que te remetas ao direito islâmico para me interpelares.

    Nada mais apropriado, uma vez que tu próprio te preocupas imenso com o modo como os muçulmanos se designam a si mesmos.

    Quanto a ti, Caturo, “recuperações”?

    Correcto. Há alguma dúvida?

    “Hispano-romanos”?

    Sim. Com Visigodos, e Suevos, à mistura.

    Serve-te muito bem a versão ‘invasão’ e ‘conquista’

    E a ti não serve, porque, sendo tu um dimi, preferes que certo passado seja esquecido, que é para convenceres os que te lêem a enterrarem a cabeça na areia… tudo em nome dum projecto «tradicional» e universalista de civilização, provavelmente…

    árabe, tipo ‘choque’ e ‘pavor’,

    Sim – o choque e pavor, sem aspas, em que viveram as populações europeias e indianas perante a agressão islâmica, ao longo de séculos e séculos. De facto, ver milhões de pessoas do seu próprio sangue a serem massacradas e milhares de santuários a serem destruídos, «talvez»(agora é que se usam as aspas, aprende) cause algum choque e pavor…

    suposta e tão conveniente

    É conveniente sim, mas não é suposta – é factual.

    E o facto de haver intelectuais ou pseudo-intelectuais a pôr em causa este facto histórico confirma inteiramente as minhas expectativas a respeito da real dimensão da ameaça de morte que pende sobre o Ocidente – porque eu sei, Alor, que há por aí muitos alores. Nunca a Europa esteve tão à beira do abismo, nem no tempo de Átila…

    A estúpida ironia é que também aquando da invasão islâmica da Ibéria havia colaboracionistas. Parece um filme kitsch de tão simplista… mas é real.

    propriedade ‘hispano-romana’ (híbrido de?..)

    Romanos com povos hispânicos, de raiz indo-europeia na maior parte dos casos (pelo menos no que respeita ao território actualmente português).

    que destacas e que pressupõe o vazio mnésico e material de anteriores e simultaneamente localizadas presenças,

    Presenças islâmicas anteriores aos Hispano-Romanos?… Não deve ser disso que estás a falar, decerto… e, se não é (dou o benefício da dúvida), então o argumento que usas não tem sentido, a menos que queiras confundir Islão com etnicidade semita/norte-africana…

    investido da alteridade antagónica ‘árabe’ e ‘muçulmana’, esse malvado ‘outro’ de Oriente e Sul, não?

    Sim, o árabe, o muçulmano, era de facto o malvado «outro» do oriente meridional. Ou há sequer a sombra de alguma dúvida sobre este facto histórico?

    »Mal o conceito de Outro que já existia na imaginação Europeia adquiriu carne,

    Esse conceito de Outro sempre teve carne, muito antes dos muçulmanos aparecerem em cena… desde que o mundo é mundo que sempre houve «nós» e o «outro».

    A vasta diversidade de povos no mundo foram reunidos para todos os propósitos práticos numa gigantesta categoria de Alteridade.

    O que é absolutamente natural e também se verificava no Egipto Antigo, na cultura judaica, na China, na Grécia, em Roma, enfim.

    E será que Orce e Atapuerca te dizem algo? É que – citando Eduardo Sanchez – segundo os achados de Orce e Atapuerca, os territórios d’Al-Andalus estiveram ocupados desde aproximadamente há 3 Milhões de anos. Por al-Andalus, em sentido amplo, devemos entender a Península Ibérica.

    De facto, estás bem familiarizado com a perspectiva islâmica das coisas, estás sim…

    Remontando somente ao final da última glaciação, entre 10 a 7 mil anos a.C., a população berbere do Norte de África, seguindo o retroceder dos gelos, forma o substrato humano básico da população da Península,

    Uma teoria como outra qualquer, não confirmada inteiramente pelas mais recentes pesquisas genéticas.

    conhecida desde então, ainda que não permanentemente, como I-ber-ria, i.e. o país dos berberes,

    Etimologia discutível, dado que o nome «Ibéria» foi dado pelos Gregos devido ao facto de estes conhecerem aí o rio Eber…

    o império romano e o franchise visigodo. Em 756, a entronização de Abd ar-Rahman I, líder do poder político unitário, ainda não muçulmano, pois que seguindo o testemunho escrito por S.Eulogio, bispo de Córdoba e mártir cristão de 854, condenado em tribunal à pena de morte por incitamento ao suicídio de muitos jovens de Córdoba, o Islão não era conhecido no Andalus no ano de 847

    Sempre gostava de ver que testemunho é esse… e gostava de saber porque é que não está nos livros oficiais… pois se é tão evidente, então mudaria toda a historiografia oficial… mas talvez o carácter dúbio da sua interpretação leve a que seja simplesmente citado, mas de maneira nenhuma apresentado 😉

    Enfim, não estamos ainda perante historiografia séria.

    Em 711, pois, não houve uma invasão violenta,

    Houve sim e a História atesta-o. A batalha de Guadalete não foi inventada e Tarik não era como o bicho-papão. E os traidores conde Julião e bispo Oppas também não são personagens de banda desenhada.

    Já tua prontidão em distanciares a modernidade do ethos cruzado (como se os termos ’separacionistas’ do post em suposta análise não fossem um claro produto da dita,

    De facto, não o são, nem de perto nem de longe, dado que a oposição contra o Islão sempre existiu no Ocidente, muito antes da modernidade e sequer dos cruzados.

    Mas tem graça que já recuaste na História… ainda ontem estavas na modernidade, agora já viajas no tempo até aos cruzados na tentativa de localizar a génese da defesa do Ocidente…

    presente em seu próprio projecto e subsequente tratamento por exemplo do diferendo Índia-Paquistão sem por uma vez referires o papel colonialista britânico,

    O papel colonialista britânico não tem rigorosa e absolutamente nada a ver com a raiz do antagonismo entre a Índia e o Paquistão e vir falar nisso constitui uma das mais ridículas, descaradas e verdadeiramente inacreditáveis tentativas de atirar areia para os olhos que já tenho visto. Se me contassem não acreditava – não acreditava que alguém ia querer dar a entender que o começo do ataque muçulmano à Índia no século VIII, e que os milhões de hindus chacinados, e que os milhares de templos hindus destruídos pelos muçulmanos, eram culpa dum povo europeu.

    Até onde chega a lavagem cerebral… por «lavagem» leia-se «comida para porcos».

    »A modernidade é um projecto – ou melhor, uma série de projectos interligados – que certas pessoas no poder procuram alcançar. O projecto visa institucionalizar um número de (ás vez em conflito, frequentemente desenvolvendo-se) princípios: constitucionalismo, autonomia moral, democracia, direitos humanos, igualdade civil, indústria, consumismo, liberdade de mercado – e secularismo.

    Tudo coisas cuja raíz assenta na Antiguidade… excepto o secularismo.

    Quanto à vinha e ao vinho, investiga lá tuas fontes, pois que, antes de Roma e Pavia, já os Fenícios giravam pelo Mediterrâneo;

    Então investiga tu as tuas fontes e apresenta aqui alguma prova de que os Fenícios tenham introduzido a vinha e a oliveira no norte galaico.

    recorda nomeadamente a mitologia Grega – de quem é Europa filha?

    Esqueces-te de que a nomeação de povos orientais por parte dos Gregos nem sempre era rigorosa… chamavam por exemplo «Sírios brancos» a um povo que não era sírio mas sim indo-europeu.

    Sobre o olival, não referi os Fenícios como seus introdutores na Península, mas destaquei-o como mais uma – bem visível e enraizada – ligação duriense a Sul e a Oriente.

    Pois. Mas a Grécia também conhecia o olival, e até o sacralizava, de certo modo; também conhecia o vinho; e também navegou no Mediterrâneo (e, segundo se pensa, houve navegadores gregos a chegar ao norte galaico, e mais além até); e, no entanto, a Grécia é fundamentalmente indo-europeia.

    Nem tudo o que luz é oiro, Alor, e nem tudo o que é mediterrânico é semita. Ou não ouviste porventura falar dos Povos do Mar, quase tudos de ascendência indo-europeia?

  28. Caturo diz:

    O Alor vai reescrever a Bíblia, no seu próximo projecto de investigação. Já tem a primeira frase do Génesis pronta: “No princípio, era o Al-Andaluz.”

    🙂 🙂 🙂

    E olha, ó digno cultor da submissão, homem de joelhos postos perante o admirável Outro: quem ajoelha, reza!

    E quem muito se agacha, vê-se-lhe o traseiro…

  29. Caturo diz:

    Preferes antepassados grelhados ou fritos? eu não gosto nada quando trazem batatas cozidas às costas:S

    🙂 🙂 🙂

  30. O Encoberto diz:

    Negar a influência muçulmana na construção da cultura portuguesa é na melhor das hipóteses ignorância e constitui uma perigosa tentativa de reescrever a história a partir do presente… o que é aliás uma prática comum na (des)informação televisiva e nas mentes submissas daqueles que a escutam. Só acho piada que os mesmos que negam as suas raízes em nome das mesmas segurem a bandeira do pensamento transatlântico, esse sim, verdadeiramente desligado e ausente da nossa civilização.
    Não te apoquentes, Alor, pois que, além do desperdício reconhecido que é dar pérolas a porcos, não vale a pena responder a quem fala sem pensar, publicando posts que lhes saem das entranhas… Esses estão condenados à baixeza moral e intelectual, bem expressas nas reacções enfurecidas com recurso ao insulto fácil. Nunca passarão os infelizes de maquinais zeros à esquerda!

  31. Vera diz:

    “De resto, Vera, trata-se mais do teu problema etimológico com a largura da banda d’al-Gharb al-Andalus do que de um meu problema com as regiões Algarve e Andaluzia; aliás, o problema destas regiões é mesmo o do artifício de sua separação – mais um exemplo separacionista, afinal, patrocinado pela coroas castelhana (a ficção espanhola) e portuguesa.”

    Muito pastelão me saíste tu….~
    Responde à minha pergunta, directament, por favor, com um sim ou não:

    1 – Na tua opinião, o actual Algarve e Andaluzia não pertencem à Europa, n
    ao pertencem à Cultura Ocidental, não pertencem legitimamente a Portugal e Espanha?

    Outra pergunta de resposta directa:

    2 – Na tua opinião estas regiões deveriam pertencer aos mouros, actualmente islâmicos?

  32. Anónimo diz:

    Há que diferenciar entre os muçulmanos verdadeiros e outras pessoas que apesar de serem consideradas de cultura muçulmana, não eram propriamente muçulmanos por inteiro e tinham outras componentes culturais, essas sim saudáveis, interessantes e que contribuíram com alguma coisa para este ocidente.
    O verdadeiro islão contribuiu, mas com muita coisa negativa, como a mentalidade de intolerância e inquisição que até hoje se manifesta de uma forma muito descarada.

  33. Vera diz:

    “Só acho piada que os mesmos que negam as suas raízes em nome das mesmas segurem a bandeira do pensamento transatlântico, esse sim, verdadeiramente desligado e ausente da nossa civilização.”

    1º As nossas raízes culturais são greco-romanas, isso é básico para qualquer um.

    2º OS mouros estiveram cá sim, de certa forma contribuiram, deixaram castelos, nomes e algumas técnicas agrícolas e para puxar água. MAs não queiras comparar a influência moura com a influência da Europa. A nossa língua é diferente, a religião maioritária é diferente, o modo de vida é diferente. Não foi com a sua ajuda que partimos para os Descobrimentos, não foi com eles que evoluímos tecnologicamente. Afinal, parece que a influência moura não foi assim tão importante.
    Como seríamos o que somos hoje: com a influência moura e sem a influência europeia? Ou com a influência europeia e sem influência moura? Certamente que com a segunda hipótese obteríamos algo mais parecido com Portugal, não lhe parece?

    3º Presumo que quando te referes ao pensamento transatlântico, esse transatlântico é Europa-EUA…E como é que está assim tão afastado? Afinal, os americanos brancos são descendentes europeus, são OCIDENTAIS. Ou será que na tua opinião estamos mais perto da cultura muçulmana do que dos americanos…?

  34. Vera diz:

    “Há que diferenciar entre os muçulmanos verdadeiros e outras pessoas que apesar de serem consideradas de cultura muçulmana, não eram propriamente muçulmanos por inteiro e tinham outras componentes culturais,”

    HHMMM????

    Muçulmanos verdadeiros e~…muçulmanos que pertenciam à cultura muçulmana mas não eram bem muçulmanos? e tinham outras componentes culturais? Quais?

  35. Anónimo diz:

    Averrois por exemplo, mas de notar que mesmo esse foi e é desprezado e perseguido pelo islâmicos.

  36. O Encoberto diz:

    Vera, não sei o que te ensinaram na escola, mas ser branco, preto, amarelo ou cor de rosa não é um aspecto cultural. Os americanos brancos estão tão longe da nossa cultura como os americanos pretos, que partilham exactamente a mesma cultura massificadora que todas as outras etnias a viver nos EUA. Os primeiros colonos da América foram europeus, mas não foram portugueses de certeza.
    E, claro que sim, culturalmente, estamos muito mais próximos do mundo muçulmano que do mundo anglo-saxónico, de onde partiram os fundadores ideológicos do pensamento americano.
    A nossa língua está tão distante da dos muçulmanos como da dos ingleses e a dos alemães,que pouco ou nada (sobretudo estes últimos) contribuiram para o nosso crescimento cultural, ao passo que muitas das nossas palavras são de origem muçulmana, não sendo a maioria, que, como é do conhecimento geral, advem do mundo greco-romano. O que pareces não entender muito bem é que nem toda a Europa tem uma influencia marcante do mundo greco-romano, e por isso toda a ideia que defendes da Europa não passa de uma invenção extremamente discutível. Os eslavos também são europeus e nada têm a ver connosco, tal como os escandinavos.
    Dizer que os portugueses estão mais próximos culturalmente dos germânicos e dos eslavos do que dos muçulmanos é uma opinião muito pouco sensata, sobretudo baseando-se na cor da pele… nesse caso estamos puramente a recuar no tempo e a voltar a afirmar que o racismo é de facto uma opção inteligente!

  37. Vera diz:

    “Vera, não sei o que te ensinaram na escola, mas ser branco, preto, amarelo ou cor de rosa não é um aspecto cultural. ”

    Bom, pode n ser um aspecto essencial na nossa cultura..mas no dia em que encontrares um eskimó negro, avisa-me;)~

    “que partilham exactamente a mesma cultura massificadora que todas as outras etnias a viver nos EUA.”

    E nomes como afro-americano serve só pra dar um shake à entoação da palavra.

    “Os primeiros colonos da América foram europeus, mas não foram portugueses de certeza.”

    Território descoberto por Cristovão Colombo, supostamente portuguÊs,colonizado por espanhóis, ingleses, holandeses, franceses, irlandeses, italianos.. Digamos, EUROPEUS. A palavra EUROPA, diz-te alguma coisa, em termos culturais?

    “E, claro que sim, culturalmente, estamos muito mais próximos do mundo muçulmano que do mundo anglo-saxónico, de onde partiram os fundadores ideológicos do pensamento americano.”

    LOL… Partido do princípio que a cultura envolve a linha de pensamento e o estilo de vida..Realmente, estou parva com a tua revelação. É que até hoje ainda não tinha dado por nada. É que o que me lembro da escola é a História portugues e Europeia, a Geografia europeia, a Economia Europeia, a União europeia, as Línguas Europeias a latinas, como o inglês, alemão, francÊs e espanhol, o Latim como disciplina específica do agrupamento de língua… Bem, os programas escolares andam mesmo combinados para arruinarem a vossa teoria!

    “A nossa língua está tão distante da dos muçulmanos como da dos ingleses e a dos alemães,que pouco ou nada (sobretudo estes últimos) contribuiram para o nosso crescimento cultural, ao passo que muitas das nossas palavras são de origem muçulmana, não sendo a maioria, que, como é do conhecimento geral, advem do mundo greco-romano. O que pareces não entender muito bem é que nem toda a Europa tem uma influencia marcante do mundo greco-romano, e por isso toda a ideia que defendes da Europa não passa de uma invenção extremamente discutível. Os eslavos também são europeus e nada têm a ver connosco, tal como os escandinavos.”

    Somos uma população cujos valores primários são comuns. O que não acontece em relação à cultura islâmica, ou acontece?

    “Dizer que os portugueses estão mais próximos culturalmente dos germânicos e dos eslavos do que dos muçulmanos é uma opinião muito pouco sensata, ”
    ^

    Ai sim? Porquê?

    “sobretudo baseando-se na cor da pele… nesse caso estamos puramente a recuar no tempo e a voltar a afirmar que o racismo é de facto uma opção inteligente!”

    OH AMIGO! Nós não estávamos a falar de factores culturais? Larga lá a paranóia do racismo e do bicho papão branco.

  38. Ó Encoberto, sabias que o alemão também tem declinações (nominativo, acusativo, etc) como o Latim? O quê? Ah, não sabes o que são declinações? Bem, isso torna as coisas mais complicadas…
    Estás mais próximos do muçulmanos do que dos anglo-saxónicos?
    E ouve lóa, ó meu fantástico patusco, quem te disse que “muitas das nossas palavras são de origem muçulmana”, quando esse tipo de vocábulos não chega a 10 por cento? Enganaram-te ou tu gostas?

  39. O Encoberto diz:

    Bem, falar com gente atrasada mental que fala de cultura sem saber o que isso quer dizer não me agrada… não vou perder mais o meu tempo com conversas idiotas a discutir o sexo dos anjos… felizmente, há gente inteligente com quem posso discutir coisas sérias. Continuação de boa partilha de estupidez para vocês! Alor, caga neles, não vale mesmo a pena! Não desças assim tão baixo!v O alemão tb tem declinações LOL sabes isso??? isso prova bue de relações com o latim! tanto que a cultura germanica é considera irmã da latina!! deves ser mesmo uma génio, ó maquina zeno!!! aliás tudo o que dizes é revelador de uma inteligência apuradíssima e de uma personalidada extremamente madura! LOL xau, palhaços, lamento ter perdido o meu tempo neste blog merdoso!
    MORTE AO FASCISMO! SEMPRE!!!

  40. Jaï bettancourt de carvalho diz:

    O Encoberto disse :

    “””estamos muito mais próximos do mundo muçulmano que do mundo anglo-saxónico”””

    Então venha a França viver num bairro muçulmano que se vai dar muito bem !

    Cà para mim não faz nenhuma duvida que sai correndo em menos de uma hora !

    O mundo muçulmano não è a penas uma cultura mas uma civilização, e voçê não tem a minìma noção de qual è o modo de viver dos muçulmanos e dos codìcos deles.

    Os muçulmanos teem um grande sentido da fraternidade, mas esse sentido è bem diferente do nosso, na medita onde niguem se mete com o que os outros fazem, assim voçê vai ter que abrir a sua porta, tanto ao honesto comerciante ou operario como tambem aos padrinhos da droga e outros gatunos, no caso onde voçê recusar, vai houvir sistematicament isto :

    – Tu não conheces o respeito !

    Pois a noção de respeito è totalmente diferente da nossa, assim quando houvires essa frase, pobre de ti !

    Agora não venham dizer que o islão prohìbe esse tipo de atitude porque simplesmente mentira !

    No islão as pessoas não tèem existencia pròpria, assim o destino para cada um està jà determinado por Deus, eles considéram que tudo jà està escrito e que não hà nada a fazer, uns serão boa gente e ricos outros serão pobres e gatunos mas os destinos jà estão escrito, assim todos os aspectos da vida e qualquer acontecimento positivo ou negativo è simplesmente a vontade de Deus.

    Quem não percebe tudo isso que acabei de escrever não pode comprehender o mundo muçulmano.

    Não existe escala de valores vertical, os valores são horizontais, assim a unica entidade legetimada para por ordem è o estado (islamico) por uma repreção ferroz. Argèlia e Marocos são estados islamicos.

  41. Então Adeus!! E olhe, não volte! Não faz cá falta nenhuma… Aliás, nem sei porque perdeu tempo a escrever aqui! Morte ao Encoberto! Sempre!

  42. Caturo diz:

    Este bardamerda que assina com o nick «encoberto» (é da vergonha pela sua própria estupidez, anda com o focinho ignaro escondido) vem para aqui despejar postas de pescada feitas de lugar-comuns ignorantes, feitos a martelo, e depois, quando apanha no cornos com contra-argumentos inteligentes, ainda tem o descaramento de insultar; e, não contente com a baixeza já demonstrada, ele quer ir até ao fundo e então trata de fugir com o rabo entre as pernas, embora declarando que vai porque ninguém aqui é merecedor das suas tretas mal urdidas…

    Orea vejamos:

    mas ser branco, preto, amarelo ou cor de rosa não é um aspecto cultural

    A raça tem influência na cultura sim, quanto mais não seja ao nível da auto-imagem de um Povo. O exemplo do esquimó dado pela Vera foi bastante preciso.

    Os americanos brancos estão tão longe da nossa cultura como os americanos pretos,

    Errado. Os americanos brancos têm na sua herança a cultura europeia e, por conseguinte, podem identificar-se muito mais com os Europeus do que com os negros. Tanto assim é que, nos EUA, negros e brancos vivem em muitos casos como se de autênticas sociedades paralelas se tratassem. Até na língua se diferenciam cada vez mais, dado que os negros têm uma espécie de dialecto afro-americano.
    Além disso, numerosos norte-americanos brancos declaram-se de sangue irlandês, inglês, holandês, italiano, grego, etc., consoante a etnicidade dos seus antepassados mais directos.

    E, claro que sim, culturalmente, estamos muito mais próximos do mundo muçulmano que do mundo anglo-saxónico,

    É absoluta e inequivocamente claro que, culturalmente, estamos muito, mais muitíssimo mais próximos do mundo anglo-saxónico do que do mundo muçulmano, mas sem apelo nem agravo, nem qualquer sombra de dúvida: na raça, na língua, na raiz cultural greco-romana, no direito, na religião, nos costumes, até no temperamento.

    A nossa língua está tão distante da dos muçulmanos como da dos ingleses e a dos alemães,

    Isto é pura ignorância. É ignorar que o Português, o Inglês e o Alemão partilham a mesma raiz indo-europeia, isto para além do facto de que as duas línguas citadas terem recebido uma significativa influência latina, especialmente o Inglês.
    Quanto à língua dos muçulmanos… mas qual delas?…
    O encoberto quer encobrir a sua ignorância mas quanto mais o tenta mais se enterra.

    Mas há alguma língua muçulmana?
    Incontáveis povos diferentes, de diferentes línguas, estão dominados pelo Islão…

    Mas enfim, o sujeito referia-se decerto ao Árabe, que é a língua religiosa do Islão.

    Pois a influência árabe na língua portuguesa ficou-se pelo superestrato, ou seja, pela camada mais superficial – pelo vocabulário avulso.

    Ou seja, a herança árabe da língua portuguesa caracteriza-se pelo amontoado de palavras árabes que cá ficaram, mas que não alteraram a língua latina aqui falada.

    Entretanto, também já recebemos influência linguística anglo-saxónica… em assim sendo, dizer que somos meio árabes só porque dizemos «almude», «alqueire» e «almofada», é o mesmo que dizer que somos meio ingleses só porque dizemos «computador», «clube» e «chutar», para além de jogarmos «futebol»…

    O que pareces não entender muito bem é que nem toda a Europa tem uma influencia marcante do mundo greco-romano,

    Tu é que nem sequer sabes que toda a civilização europeia é de base greco-romana: as concepções filosóficas, a arte, o direito, a administração, a política, a arquitectura, além da língua universal da ciência biológica, que é o Latim, tudo isto assenta na herança clássica de Grécia e de Roma.

    Os eslavos também são europeus e nada têm a ver connosco, tal como os escandinavos.

    Têm tudo a ver connosco:
    – mesma raça;
    – mesma família linguística indo-europeia;
    – mesma cultura europeia, especialmente na modernidade e na contemporaneidade;

    e, já agora, temperamento similar, pois que, como se pode ver e toda a gente vê nas ruas, o comportamento dos imigrantes eslavos é muito mais parecido com o dos Portugueses do que o comportamento dos negros ou dos imigrantes norte-africanos e árabes (em França).

  43. Alor MC diz:

    Máquinazero Janeiro 3rd, 2007 at 11:34 pm: ora saia a percentagem! 10 por cento, dizes? Notável décima! Incluis nela o termo ‘alarve’? Pois investiga-te do poder de cristalização linguística e semântica patente nesta corruptela de al-arab, o árabe. Diz bem da alarvidade da cena toda, não? A esta cena chamei, se bem te lembras, reconquistadeira. Nela a cavalo és alto paladino. Tens um inimigo perfeitamente definido – a Comunidade dos Crentes – e à força do teu braço segues reclamando tua propriedade de branco -e cristão, não?. Escuros lá prá terra deles, é? Esqueces-te porém que não se trata de propriedades intrínsecas (não o sendo a côr, for the matter) mas de usufrutos circunstanciais. No fundo, não se é dono mas usufrutuário – o que por si só questiona o very point do ‘trabalho’. E aqui Portugal estão-estamos e sendo somos, pretos-semitas-e todos os que abominas dizendo-to, não como traços que possas apagar, mas com a perenidade possível a vidas de homens sustenida.

    Que sim máquinazero, que me curvo perante a transcendência, que caio ao chão fulminado pelo desconhecido e pelo incognoscível, que me ajoelho ao mistério da existência. Submissão não ao humano mas ao divino.
    Pelo admirável Outro nutro necessariamente sincero respeito, embora, como muito bem dizes, esteja mais próximo dos chimpanzés do que de ti e dos teus correlegionários.

    Já sobre teus contrapontos, Caturo (e Zé Canivetes, visto também assumires sua resposta), dizer que se não tens dúvidas a respeito do que eu defendo, então nada resta saber, contrariamente ao que começas por dizer. Sinceramente, sobretudo no primeiro comentário que fiz ao post separacionista acima lançado, também me parece ser cristalina a apologia não-moderna – que figadalmente o sintas e te ressintas, sublinhando os próprios termos em questão (Islão como ameaça mortal que não “podemos” ‘destruir’-‘democratizar’-‘assimilar’ mas da qual “nos devemos” ‘separar’) confirma a subscrição que fazes da empresa euro-americana no muito que esta tem de lavagem (lê-a ao som de um porco a guinchar à morte) de alteridades, como muito bem apontou O Encoberto e como sempre ratificas mediante teu sistemático exercício de descontextualização e cegueira, não se tratassem aqui de representações discursivas.
    Que te reserves ao direito de me chamares dhimmi, assumindo momentaneamente certa lente islâmica – que pões apenas quando suficientemente fosca para possibilitar funestas reinscrições – não mostra senão à saciedade teu carácter cinista, assim mesmo, cínico e fascista indo-europeu, lembrando-nos pelo exemplo contemporâneo que és a actualidade execrável dos argumentos arianistas de outrora , também eles de crista indo-europeia:

    “In the period after World War 2, several Indo-European scholars (e.g. Roger Pearson, Jean Haudry and the influential Georges Dumézil) and writers influenced by Indo-European studies (e.g. Alain de Benoist) were accused of having sympathies for fascism or nazism, and it was alleged that their political beliefs may have influenced their studies”.

    Não surpreendem então tuas afirmações. Ao conceptual híbrido ‘hispano-romano-suevo-visigodo’ entregas o legado peninsular, o resto sendo acidentes de percurso. Berberes? Fenícios? Iemenitas? Sírios? Egípcios? Africanos? No way, não? Como o máquinazero (e seus fiéis escudeiros, dos quais tu pareces ser o dissecadeiro de serviço), queres é os “chimpanzés” lá longe, ou, pelo menos, confinados ao zoo de vossos cinemas cerebrais. À vossa usura mental e objectiva, que se pode dizer senão ser tal rotice? Pode ainda alguém de bom senso esperar que vosso ódio e vossa arreigada self-importance cedam ante a vidência da convivência?
    Quem senão tu, Caturo, na deliberada obsessão de teu ódio, mencionou “presenças islâmicas anteriores aos hispano-romanos”? Eu disse presenças anteriores e simultâneas outras do conceito do qual te serves, mas tinhas que acrescentar o Islão, convencido que estás da justeza de teu combate contra os mil milhões de crentes muçulmanos.
    Queres uma península depurada, tanto histórica como realmente. Histórica a tens já na tua querida historiografia oficialmente sancionada, mas realmente, por muitas ficções ‘nacionais’ e ‘estatais’ se instituam, realmente não tens a mínima hipótese.
    É colaboracionista aquele que recebe o viajante com adab em vez de pedras? É natural ter todos os povos outros numa só (one size fits all) categoria de alteridade?

    Guadalete? “Rio do esquecimento”. Génese da defesa do Ocidente? É mais génese do ataque do Ocidente. E as raízes vão fundas, sim, ainda que faças pouco da ligação directa entre cruzadas-descobrimentos-modernidade e te queiras imune ao blending que são os cenings. A purificação é mesmo um destacado operador moderno (crítica, negação da existência dos híbridos pela criação de zonas ontologicamente distintas entre humanos e não-humanos).

    E como é que “o papel colonialista britânico não tem rigorosa e absolutamente nada a ver com a raiz do antagonismo entre a Índia e o Paquistão” se foi via dissolução do Raj Britânico da Índia, em 1947, que se criou o próprio estado paquistanês – do Oriente do qual, nos entretantos, se formou ainda o Bangladesh (alto etimologia aqui, Encoberto, Bang!). Veja-se o que diz a wikipedia:

    Its territory was a part of pre-partition British India, and has a long history of settlement and civilisation including the Indus Valley Civilisation. Most of it was conquered in the 1st millennium BC by Persians and Greeks. Later arrivals include the Arabs, Afghans, Turks, and Mongols. The territory was incorporated into the British Raj in the nineteenth century. Since its independence, the country has experienced both periods of significant military and economic growth, and periods of instability, with the secession of East Pakistan (present-day Bangladesh)

    Provas enológicas fenícias? No Vale de Beqa’a espero seguramente fazê-las. Agora, dar-tas? Para quê, se te custa tanto considerar a possibilidade da vinha já estar em solo ibero antes dos romanos?

    E quanto à Grécia, Sul e Oriente ao Mediterrâneo, dispensa-se de novo e sempre teu supremacismo indo-europeu. O Mar que é substância partilhada e circuladora entre continentes transcende teu umbigo.
    Que não, que não é tudo semita. Nem tudo isto nem tudo aquilo. Mas a mim apraz-me a convivência, o enriquecimento pela cosmovidência usufrutuária e não pela posse. Got it, ya noisy prick?

    A tuas perguntas, Vera, em estilo de referendo com resposta premeditada à partida, só posso não responder; reparaste que não vejo as coisas em termos de direitos de propriedade e que a vida não padece do dualismo que comes às colheres?

    Ao Anónimo 9:09 pm: Ibn Rushd desprezado e perseguido pelos muçulmanos? Ora vê lá de novo..

    E tu, Jaï, abre a pestana; o fatalismo que vês no Maghreb (ou do Maghreb em França) não é um exclusivo muçulmano nem necessariamente seu denominador comum. Bem fatalista és tu que não concebes a diferença na diferença e vês repressões ferozes em todo o lado menos onde as sofres realmente na democracia (a cracia dos demos e demiurgos) que te envolve qual película aderente.

    Em suma, fiquem-se os residentes deste blog em seus branqueamentos separacionistas que se bastam a si próprios – condomínio fechado à maneira – que nós (aqui é que não há aspas), escuros, passantes, estamos ao portão, at the gathering the gerund shift.

    P.S. – Caturo, se há por aí muitos alores, atenta que este é MC: buzzoff.

  44. Caturo diz:

    Janeiro 4th, 2007 at 5:01 pm
    Máquinazero Janeiro 3rd, 2007 at 11:34 pm: ora saia a percentagem! 10 por cento, dizes? Notável décima! Incluis nela o termo ‘alarve’? Pois investiga-te do poder de cristalização linguística e semântica patente nesta corruptela de al-arab, o árabe. Diz bem da alarvidade da cena toda, não? A esta cena chamei, se bem te lembras,

    O que é curioso é que tu próprio nunca avanças com factos concretos… ficas-te, invariavelmente, pela abstracção mal amanhada, vulgo conversa da treta…

    Escuros lá prá terra deles, é?

    É.

    Esqueces-te porém que não se trata de propriedades intrínsecas (não o sendo a côr, for the matter) mas de usufrutos circunstanciais. No fundo, não se é dono mas usufrutuário

    Completamente errado. É-se realmente dono sim, com todas as letras, sem apelo nem agravo. A terra pertence aos seus legítimos proprietários, os que a ocupavam antes, não aos «circunstanciais», para usar um eufemismo com que tentas puxar a coisa para a legitimação do imperialismo muçulmano.

    Porque, se não há donos de proprietários, então não haverá problema algum em que um grupo de nazis te entre pela casa adentro e aí se estabeleça como se de terra de ninguém se tratasse…

    Já sobre teus contrapontos, Caturo (e Zé Canivetes, visto também assumires sua resposta), dizer que se não tens dúvidas a respeito do que eu defendo,

    Eu disse que havia poucas dúvidas, não disse que não tinha dúvidas. Começa a ter mais atenção ao que está escrito.

    Sinceramente, sobretudo no primeiro comentário que fiz ao post separacionista acima lançado, também me parece ser cristalina a apologia não-moderna – que figadalmente o sintas e te ressintas, sublinhando os próprios termos em questão (Islão como ameaça mortal que não “podemos” ‘destruir’-‘democratizar’-‘assimilar’ mas da qual “nos devemos” ‘separar’) confirma a subscrição que fazes da empresa euro-americana

    Pois… e indiana, não te esqueças… e budista, com o caso da Tailândia…

    Bem vistas as coisas, os muçulmanos é que são umas vítimas – coitados, só querem levar a iluminação doutrinal islâmica a toda a Terra, mas os criminosos idiotas europeus, norte-americanos, hindus, budistas, malandros!, não querem ver a luz…

    como muito bem apontou O Encoberto e como sempre ratificas mediante teu sistemático exercício de descontextualização e cegueira,

    Que não tenhas argumentos para rebater nada do que eu disse, é uma coisa – que estejas a dizer que eu descontextualizo, isso é que é passar da incompetência argumentativa à desonestidade.

    Que te reserves ao direito de me chamares dhimmi, assumindo momentaneamente certa lente islâmica

    Evidentemente, tem todo o sentido – pois se tanto te esforças para valorizar o «outro», para o glorificar, ao mesmo tempo que censuras a vontade de resistir à assimilação dos nossos, então é absoluta e cristalinamente justo que sejas classificado de acordo com as categorias islâmicas.

    Já agora… gostas de ser um dimi ou não?

    Responde. Se não responderes agora, repito a pergunta o número de vezes que for preciso.

    teu carácter cinista, assim mesmo, cínico e fascista indo-europeu, lembrando-nos pelo exemplo contemporâneo que és a actualidade execrável dos argumentos arianistas de outrora , também eles de crista indo-europeia:

    “In the period after World War 2, several Indo-European scholars (e.g. Roger Pearson, Jean Haudry and the influential Georges Dumézil) and writers influenced by Indo-European studies (e.g. Alain de Benoist) were accused of having sympathies for fascism or nazism, and it was alleged that their political beliefs may have influenced their studies”.

    Bonito, bonito… agora, este Alor resolve pôr de parte tudo o que diga respeito aos Indo-Europeus só porque alguns dos estudiosos do fenómeno indo-europeu receberam o rótulo de racistas…
    Por essa ordem de ideias, nem se discute nada do que o Alor disser, aplica-se-lhe simplesmente o rótulo dimiesco e acabou, tudo o que ele diz está automaticamente invalidado…
    E também não se ouvirá nem lerá seja o que for que um historiador comunista tiver para dizer… e os estudiosos budistas não ouvirão o que os estudiosos hindus disserem e vice-versa…

    Ao conceptual híbrido ‘hispano-romano-suevo-visigodo’ entregas o legado peninsular, o resto sendo acidentes de percurso. Berberes? Fenícios? Iemenitas? Sírios? Egípcios? Africanos? No way, não?

    Muito pouco.
    Seguramente menos do que aquilo que quiseste fazer crer.

    Quem senão tu, Caturo, na deliberada obsessão de teu ódio, mencionou “presenças islâmicas anteriores aos hispano-romanos”? Eu disse presenças anteriores e simultâneas outras do conceito do qual te serves,

    Disseste-o a propósito dos muçulmanos. Portanto, tu é que vieste falar de um assunto que não vinha ao caso. A menos que afinal sejas tu próprio quem vê as coisas assim: dum lado, «nós», os branquinhos maus; do outro, o maravilhoso «Outro», os sacrossantos alienígenas!!!, os bons escurinhos, muçulmanos incluídos…

    mas tinhas que acrescentar o Islão, convencido que estás da justeza de teu combate contra os mil milhões de crentes muçulmanos.

    Não estou em combate com essa gente toda… quero simplesmente que eles fiquem lá, longe, além fronteiras. Cada qual no seu devido lugar. Só um arauto do imperialismo alienígena, ou do universalismo bastardo e militantemente apátrida, pode considerar esta postura como beligerante.

    Queres uma península depurada, tanto histórica como realmente. Histórica a tens já na tua querida historiografia oficialmente sancionada, mas realmente, por muitas ficções ‘nacionais’ e ‘estatais’ se instituam, realmente não tens a mínima hipótese

    Tu é que não tens hipótese nenhuma, pois se depois de tanto escreveres ainda não foste capaz de apresentar um único argumento em favor das tuas afirmações…

    é colaboracionista aquele que recebe o viajante com adab em vez de pedras?

    É colaboracionista aquele que pretende deitar abaixo as fronteiras, as portas e as paredes só para deixar o alienígena entrar. E é precisamente isso que queres fazer, ao tentar negar a diferença civilizacional e étnica entre o Ocidente e o mundo islâmico.

    É natural ter todos os povos outros numa só (one size fits all) categoria de alteridade?

    É natural considerar todos os povos estrangeiros como… povos estrangeiros…

    Guadalete? “Rio do esquecimento”. Génese da defesa do Ocidente? É mais génese do ataque do Ocidente.

    Ora se os Visigodos estavam a defender-se da invasão norte-africana… como é que alguém consegue arranjar descaramento para dizer que se tratou dum ataque ocidental?

    Como é possível que existas, Alor?

    São afirmações como a tua que nos fazem perceber o que alguns querem olvidar – que a guerra se aproxima e que no seio da nossa gente há já colaboradores, quinta-coluna do espírito, párias que são visceralmente traidores e gostam de ser assim.

    Porque quando se chega ao ponto de dizer que a defesa da nossa gente é um ataque, é porque se interioriza e propaga a propaganda de guerra que o invasor elabora para justificar a sua empresa conquistadora.

    E as raízes vão fundas, sim, ainda que faças pouco da ligação directa entre cruzadas-descobrimentos-modernidade

    Pois se tu nem sequer és capaz de referir a Índia, só resta mesmo é fazer pouco da tacanhez da tua perspectiva.

    e te queiras imune ao blending que são os cenings.

    Para quem tanto despreza os anglo-saxões, usas demasiadas expressões lá deles…
    Não, não tenho a menor ideia do que seja um blending que é afinal um cening.

    negação da existência dos híbridos

    Essa conversa da exaltação do híbrido é arenga para dar como falsa a existência das essências. É como dizer que nem o vermelho nem o amarelo existem só porque existe o laranja (híbrido dos dois anteriores, digo isto só para o caso de o exemplo não ter sido compreendido…)…

    Aliás, tu próprio afirmaste que eu defendo um híbrido (hispano-romano).
    Em que ficamos?

    E como é que “o papel colonialista britânico não tem rigorosa e absolutamente nada a ver com a raiz do antagonismo entre a Índia e o Paquistão” se foi via dissolução do Raj Britânico da Índia, em 1947, que se criou o próprio estado paquistanês

    Mais areia para os olhos… que só serve para enganar quem não sabe que o Paquistão só nasceu para contentar os muçulmanos, porque a guerra que estes faziam aos Hindus em território indiano tornara insustentável a situação. E, neste caso, os Britânicos até foram de grande valia aos muçulmanos, porque permitiram todo esse processo de concessão de um Estado aos muçulmanos. Se assim não fosse, a guerra total teria retornado aquelas paragens e os oitocentos milhões de hindus acabariam por erradicar os quatrocentos milhões de muçulmanos.

    Later arrivals include the Arabs, Afghans, Turks, and Mongols

    Todos eles muçulmanos. Invasores que islamizaram parte da Índia, portanto.

    Provas enológicas fenícias? No Vale de Beqa’a espero seguramente fazê-las. Agora, dar-tas? Para quê, se te custa tanto considerar a possibilidade da vinha já estar em solo ibero antes dos romanos?

    Desvias a conversa e tentas distorcer, mas sem sucesso. Eu não disse, ao contrário do que queres fazer crer, que não havia vinha em território ibérico pré-romano – eu desafiei-te foi a demonstrar que a vinha tivesse sido trazida pelos Fenícios.

    E continuo à espera das tuas provas, ou, pelo menos, de algum indício de jeito…

    E quanto à Grécia, Sul e Oriente ao Mediterrâneo, dispensa-se de novo e sempre teu supremacismo indo-europeu. O Mar que é substância partilhada e circuladora

    Sim, sim, pois, pois. Em suma: tens resposta ou não?

    Que não, que não é tudo semita. Nem tudo isto nem tudo aquilo. Mas a mim apraz-me a convivência, o enriquecimento pela cosmovidência usufrutuária e não pela posse. Got it, ya noisy prick?

    Gostas da cosmovisão «usufrutuária» que sirva para diluir as barreiras entre os povos de modo a permitir a formação final da lama humana a que chamarias «humanidade».
    Sim, já te topei, ya «cunning» bigot.

    vês repressões ferozes em todo o lado menos onde as sofres realmente na democracia (a cracia dos demos e demiurgos) que te envolve qual película aderente

    Ai agora a democracia é repressora?… Mais do que o Islão, se calhar…

    E quer «isto» fazer de conta que só pretende o entendimento entre os Povos…

    Em suma, fiquem-se os residentes deste blog em seus branqueamentos separacionistas que se bastam a si próprios – condomínio fechado à maneira – que nós (aqui é que não há aspas), escuros, passantes, estamos ao portão, at the gathering the gerund shift.

    Então fiquem aí, para lá do portão, que estão bem. Se tentarem entrar isso será interpretado como um acto de guerra.

  45. Então adeus! E escusa de voltar.

  46. Em tempo: o adeus acima lacrimejado destina-se ao Alor, o homem que sonha em ajoelhar-se diante de árabes…

  47. Vera diz:

    OH Encoberto, deixa lá de te armares em expert que isso comigo não pega! Ora o puto agora vem para aqui falar de cultura e inteligência… PAra dizeres o que dizes nem deves sonhar o que são tais atributos. PAra ti os “inteligentes e cultos” são aqueles que concordam ctg e fazem “órgias a Alá”. Diz lá que não adivinhei?

    P.S.: Tem cuidado..quando vires um muçulmano no metro não pregues um gritinho..lembra-te que tens que ser coerente!

  48. Anónimo diz:

    “Ao Anónimo 9:09 pm: Ibn Rushd desprezado e perseguido pelos muçulmanos? Ora vê lá de novo.. ”
    Em quantas madrassas e quantas vezes citam Averrois ?

  49. Caturo diz:

    Chico pédemeia, vai vender o teu escalavrado túnel para outra freguesia, que ninguém quer um brasuca mal lavado como tu. Nem já os teus clientes te aceitam, mesmo que lhes faças serviços de graça, ajoelhado, como tu gostas.

  50. franciellen gimenez goytacaz diz:

    muito comprido

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